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Hoje falamos cada vez mais em empoderamento de minorias, lugar de fala, liberdade criativa e autonomia. Mas você já pensou que a implementação destes conceitos na vida coletiva trazem conflitos e desafios na condução dos grupos?
Será que deveríamos buscar mais expressões comuns e menos singularidade nas expressões individuais que ocorrem dentro dos grupos sociais?
Talvez estejamos vivendo um momento único na história da humanidade! A primeira vez em que indivíduos podem ter uma voz própria diante do coletivo.
E você, se sente livre para expressar suas ideias e opiniões?
Qual foi a última vez que se permitiu fazer alguma coisa que ninguém está fazendo?
Vamos conversar sobre o altruísmo individualista?
Será que a relação entre bem e mal criam um circuito virtuoso de progresso?
O que acontece com o mal quando progredimos muito?
Será que precisamos lutar para erradicar o mal?
Talvez apenas precisemos crescer espiritualmente e naturalmente o bem prevalecerá. O que você acha?
Você também busca sentido em tudo o que acontece à sua volta?
Parece que tudo o que te acontece, tudo o que você sente, tudo o que te afeta tem um sentido próprio?
E quando nosso caminho cruza com o de outras pessoas? O que será que o universo quer realizar com este encontro?
Por que alguns destes encontros trazem dores para nossa vida e outros simplesmente não fazem sentido algum?
Será que estamos sendo castigados por algo que não fizemos corretamente?
Será que estamos sendo privados de encontros significativos que tragam paz e bem estar para nossas vidas?
Te convido a ouvir este episódio e a pensar junto comigo sobre outras possibilidades de significação para as relações que estabelecemos.
Você prefere os acontecimentos da vida leves ou harmônicos? Será que tem diferença?
Como sentimos o amor fluindo em nossas vidas?
As vezes só queremos que tudo esteja integrado e seja previsível.
Outras vezes queremos nos sentir capazes, isentos de dores e de dificuldades.
E você? Como prefere as ocorrências do dia-a-dia? Como prefere se sentir integrado á vida?
Me acostumei a pensar que recorremos à religião como caminho de suporte, consolo e motivação para os momentos difíceis, quando não conseguimos achar soluções em outros campos humanos.
Mas podemos celebrar a vida e a nossa humanidade através deste sentimento de religiosidade e de pertencimento nos momentos de alegria e de felicidade.
Será que esta abordagem de alegria e de gratidão nos dá forças para enfrentarmos melhor os tempos difíceis?
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