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Or


Meu Senhor e meu Deus, creio firmemente que estás aqui, que me vês, que me ouves. Adoro-Te com profunda reverência; peço-Te perdão dos meus pecados e graça para fazer com fruto este tempo de oração. Minha Mãe Imaculada, S. José, meu Pai e Senhor, Anjo da minha Guarda, intercedei por mim.
Lc 22, 39-46 Conforme o seu costume, Jesus saiu dali e dirigiu-se para o monte das Oliveiras, seguido dos seus discípulos. (40) Ao chegar àquele lugar, disse-lhes: Orai para que não caiais em tentação. (41) Depois se afastou deles à distância de um tiro de pedra e, ajoelhando-se, orava: (42) Pai, se é de teu agrado, afasta de mim este cálice! Não se faça, todavia, a minha vontade, mas sim a tua. (43) Apareceu-lhe então um anjo do céu para confortá-lo. (44) Ele entrou em agonia e orava ainda com mais instância, e seu suor tornou-se como gotas de sangue a escorrer pela terra. (45) Depois de ter rezado, levantou-se, foi ter com os discípulos e achou-os adormecidos de tristeza. (46) Disse-lhes: Por que dormis? Levantai-vos, orai, para não cairdes em tentação.
Lc 6,37-42 Não julgueis, e não sereis julgados; não condeneis, e não sereis condenados; perdoai, e sereis perdoados; (38) dai, e dar-se-vos-á. Colocar-vos-ão no regaço medida boa, cheia, recalcada e transbordante, porque, com a mesma medida com que medirdes, sereis medidos vós também. (39) Propôs-lhes também esta comparação: Pode acaso um cego guiar outro cego? Não cairão ambos na cova? (40) O discípulo não é superior ao mestre; mas todo discípulo perfeito será como o seu mestre. (41) Por que vês tu o argueiro no olho de teu irmão e não reparas na trave que está no teu olho? (42) Ou como podes dizer a teu irmão: Deixa-me, irmão, tirar de teu olho o argueiro, quando tu não vês a trave no teu olho? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho e depois enxergarás para tirar o argueiro do olho de teu irmão.
Jo 21, 1-22 Depois disso, tornou Jesus a manifestar-se aos seus discípulos junto ao lago de Tiberíades. Manifestou-se deste modo: (2) Estavam juntos Simão Pedro, Tomé ( chamado Dídimo ), Natanael ( que era de Caná da Galiléia ), os filhos de Zebedeu e outros dois dos seus discípulos. (3) Disse-lhes Simão Pedro: Vou pescar. Responderam-lhe eles: Também nós vamos contigo. Partiram e entraram na barca. Naquela noite, porém, nada apanharam. (4) Chegada a manhã, Jesus estava na praia. Todavia, os discípulos não o reconheceram. (5) Perguntou-lhes Jesus: Amigos, não tendes acaso alguma coisa para comer? Não, responderam-lhe. (6) Disse-lhes ele: Lançai a rede ao lado direito da barca e achareis. Lançaram-na, e já não podiam arrastá-la por causa da grande quantidade de peixes. (7) Então aquele discípulo, que Jesus amava, disse a Pedro: É o Senhor! Quando Simão Pedro ouviu dizer que era o Senhor, cingiu-se com a túnica ( porque estava nu ) e lançou-se às águas. (8) Os outros discípulos vieram na barca, arrastando a rede dos peixes ( pois não estavam longe da terra, senão cerca de duzentos côvados ). (9) Ao saltarem em terra, viram umas brasas preparadas e um peixe em cima delas, e pão. (10) Disse-lhes Jesus: Trazei aqui alguns dos peixes que agora apanhastes. (11) Subiu Simão Pedro e puxou a rede para a terra, cheia de cento e cinqüenta e três peixes grandes. Apesar de serem tantos, a rede não se rompeu. (12) Disse-lhes Jesus: Vinde, comei. Nenhum dos discípulos ousou perguntar-lhe: Quem és tu?, pois bem sabiam que era o Senhor. (13) Jesus aproximou-se, tomou o pão e lhos deu, e do mesmo modo o peixe. (14) Era esta já a terceira vez que Jesus se manifestava aos seus discípulos, depois de ter ressuscitado. (15) Tendo eles comido, Jesus perguntou a Simão Pedro: Simão, filho de João, amas-me mais do que estes? Respondeu ele: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe Jesus: Apascenta os meus cordeiros. (16) Perguntou-lhe outra vez: Simão, filho de João, amas-me? Respondeu-lhe: Sim, Senhor, tu sabes que te amo. Disse-lhe Jesus: Apascenta os meus cordeiros. (17) Perguntou-lhe pela terceira vez: Simão, filho de João, amas-me? Pedro entristeceu-se porque lhe perguntou pela terceira vez: Amas-me?, e respondeu-lhe: Senhor, sabes tudo, tu sabes que te amo. Disse-lhe Jesus: Apascenta as minhas ovelhas. (18) Em verdade, em verdade te digo: quando eras mais moço, cingias-te e andavas aonde querias. Mas, quando fores velho, estenderás as tuas mãos, e outro te cingirá e te levará para onde não queres. (19) Por estas palavras, ele indicava o gênero de morte com que havia de glorificar a Deus. E depois de assim ter falado, acrescentou: Segue-me! (20) Voltando-se Pedro, viu que o seguia aquele discípulo que Jesus amava ( aquele que estivera reclinado sobre o seu peito, durante a ceia, e lhe perguntara: Senhor, quem é que te há de trair? ). (21) Vendo-o, Pedro perguntou a Jesus: Senhor, e este? Que será dele? (22) Respondeu-lhe Jesus: Que te importa se eu quero que ele fique até que eu venha? Segue-me tu.
Lc 21, 16-19 Sereis entregues até por vossos pais, vossos irmãos, vossos parentes e vossos amigos, e matarão muitos de vós. (17) Sereis odiados por todos por causa do meu nome. (18) Entretanto, não se perderá um só cabelo da vossa cabeça. (19) É pela vossa constância que alcançareis a vossa salvação. [ in patientia vestra possidebitis animas vestras ].
Jo 1, 43-51 No dia seguinte, tinha Jesus a intenção de dirigir-se à Galiléia. Encontra Filipe e diz-lhe: Segue-me. (44) ( Filipe era natural de Betsaida, cidade de André e Pedro. ) (45) Filipe encontra Natanael e diz-lhe: Achamos aquele de quem Moisés escreveu na lei e que os profetas anunciaram: é Jesus de Nazaré, filho de José. (46) Respondeu-lhe Natanael: Pode, porventura, vir coisa boa de Nazaré? Filipe retrucou: Vem e vê. (47) Jesus vê Natanael, que lhe vem ao encontro, e diz: Eis um verdadeiro israelita, no qual não há falsidade. (48) Natanael pergunta-lhe: Donde me conheces? Respondeu Jesus: Antes que Filipe te chamasse, eu te vi quando estavas debaixo da figueira. (49) Falou-lhe Natanael: Mestre, tu és o Filho de Deus, tu és o rei de Israel. (50) Jesus replicou-lhe: Porque eu te disse que te vi debaixo da figueira, crês! Verás coisas maiores do que esta. (51) E ajuntou: Em verdade, em verdade vos digo: vereis o céu aberto e os anjos de Deus subindo e descendo sobre o Filho do Homem.
"Os cristãos não se distinguem dos demais homens, nem pela terra, nem pela língua, nem pelos costumes. Nem, em parte alguma, habitam cidades peculiares, nem usam alguma língua distinta, nem vivem uma vida de natureza singular. Nem uma doutrina desta natureza deve a sua descoberta à invenção ou conjectura de homens de espírito irrequieto, nem defendem, como alguns, uma doutrina humana. Habitando cidades Gregas e Bárbaras, conforme coube em sorte a cada um, e seguindo os usos e costumes das regiões, no vestuário, no regime alimentar e no resto da vida, revelam unanimemente uma maravilhosa e paradoxal constituição no seu regime de vida político-social. Habitam pátrias próprias, mas como peregrinos: participam de tudo, como cidadãos, e tudo sofrem como estrangeiros. Toda a terra estrangeira é para eles uma pátria e toda a pátria uma terra estrangeira. Casam como todos e geram filhos, mas não abandonam à violência os recém-nascidos. Servem-se da mesma mesa, mas não do mesmo leito. Encontram-se na carne, mas não vivem segundo a carne. Moram na terra e são regidos pelo céu. Obedecem às leis estabelecidas e superam as leis com as próprias vidas. Amam todos e por todos são perseguidos. Não são reconhecidos, mas são condenados à morte; são condenados à morte e ganham a vida. São pobres, mas enriquecem muita gente; de tudo carecem, mas em tudo abundam. São desonrados, e nas desonras são glorificados; injuriados, são também justificados. Insultados, bendizem; ultrajados, prestam as devidas honras. Fazendo o bem, são punidos como maus; fustigados, alegram-se, como se recebessem a vida. São hostilizados pelos Judeus como estrangeiros; são perseguidos pelos Gregos, e os que os odeiam não sabem dizer a causa do ódio."
Carta a Diogneto, Cap V (120 dC aprox.)
Fil 3, 12-16 Não pretendo dizer que já alcancei ( esta meta ) e que cheguei à perfeição. Não. Mas eu me empenho em conquistá-la, uma vez que também eu fui conquistado por Jesus Cristo. (13) Consciente de não tê-la ainda conquistado, só procuro isto: prescindindo do passado e atirando-me ao que resta para a frente, (14) persigo o alvo, rumo ao prêmio celeste, ao qual Deus nos chama, em Jesus Cristo. (15) Nós, mais aperfeiçoados que somos, ponhamos nisto o nosso afeto; e se tendes outro sentir, sobre isto Deus vos há de esclarecer. (16) Contudo, seja qual for o grau a que chegamos, o que importa é prosseguir decididamente.
Sal 115:3-4 (116, 12-13 ) 3 Mas que poderei retribuir ao Senhor por tudo o que ele me tem dado? 4 Erguerei o cálice da salvação, invocando o nome do Senhor.
Lc 17, 11-19 Sempre em caminho para Jerusalém, Jesus passava pelos confins da Samaria e da Galiléia. (12) Ao entrar numa aldeia, vieram-lhe ao encontro dez leprosos, que pararam ao longe e elevaram a voz, clamando: (13) Jesus, Mestre, tem compaixão de nós! (14) Jesus viu-os e disse-lhes: Ide, mostrai-vos ao sacerdote. E quando eles iam andando, ficaram curados. (15) Um deles, vendo-se curado, voltou, glorificando a Deus em alta voz. (16) Prostrou-se aos pés de Jesus e lhe agradecia. E era um samaritano. (17) Jesus lhe disse: Não ficaram curados todos os dez? Onde estão os outros nove? (18) Não se achou senão este estrangeiro que voltasse para agradecer a Deus?! (19) E acrescentou: Levanta-te e vai, tua fé te salvou.
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