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Em 1517, revoltado com a venda de indulgências realizada pelo dominicano João Tetzel, Lutero escreveu em documento com 95 pontos criticando a Igreja e o próprio papa.
Estas 95 teses de Lutero teriam sido pregadas na porta de uma igreja a fim de que seus alunos lessem e se preparassem para um debate em classe. Alguns estudantes reescreveram e leram para a população local, espalhando as críticas à Igreja Católica.
A revolta e os ideais de Lutero se espalharam pelo continente europeu. Em cada região, o Luteranismo assumiu características diferentes, pois muitos religiosos passaram a estudar os escritos de Lutero e propor a renovação da Igreja.
Por outro lado, na França e na Holanda, os princípios de Lutero foram ampliados por João Calvino e na Suíça por Zuinglio.
O Calvinismo expandiu-se rapidamente por toda a Europa, mais do que o luteranismo e atingindo Países Baixos e a Dinamarca, além da Escócia, cujos seguidores foram chamados de presbiterianos; na França, huguenotes; e na Inglaterra, puritanos.
Fonte:
Toda Matéria
Superinteressante Abril
UOL
#reformaprotestante #protestantismo #lutero #cristianosmo #gracadedeus
Formado a partir da união de várias tribos pastoris nômades por Genghis Khan, o Império Mongol durou entre 1209 e 1368 e foi o maior em extensão territorial da história. Ao todo, chegou a ter 24 milhões de quilômetros quadrados da China até a Europa Oriental. Mas seu tamanho e complexidade acabaram sendo divididos.
Fonte:
Revista Galileu
Aventuras na história
A política deixou de ser sobre virtude e passou a ser sobre poder. Essa foi a maior virada de chave da história e a gente ainda vive as consequências dela até os dias atuais!
Para Aristóteles, a política era o caminho para o bem comum. O homem realizava a sua natureza vivendo em comunidade era bonito, era nobre, todavia não funcionava mais. Consequentemente entra Maquiavel. O mesmo olhou para a política como ela realmente era e não como a gente gostaria que ela fosse. Para Maquiavel, o governante não precisava ser santo, ele precisa ser eficaz; precisava preservar o poder, porque sem esse poder não se conseguiria governar. O mesmo separou a ética da política não porque fosse moral, mas porque sabia que governar era lidar com o mundo real e não o mundo dos sonhos.
Depois veio Thomas Hobbes, enquanto Aristóteles via o homem como naturalmente social Hobbes viu o contrário disso; seu estado dizia ele: “a vida do homem é solitária, pobre, sórdida, bestial e curta. A guerra de todos contra todos, por isso a gente abre mão de parte da nossa liberdade em troca de segurança, sendo o Estado como o grande remédio para o caos.
Já John Locke se referiu em que: “O estado não pode ser dono de tudo e que existem direitos naturais da vida, da liberdade, da propriedade que vem antes do Estado”. O próprio Estado só existe com o consentimento dos governados, se o governo vira tirano, o povo tem o direito de se rebelar, sendo isso a semente do que chamamos de liberalismo.
Depois veio Montesquieu: Ele num texto, completou o quadro dizendo: “O poder não pode ficar nas mãos de um só. Ele tem que ser dividido em três, executivo, legislativo e judiciário, um fiscalizando o outro”, isso foi genial.
Até os dias atuais repetimos tudo isso, mas será que funciona de verdade?
Adam Smith fechou mostrando que a riqueza das Nações não vem do controle do Estado. Vem da Liberdade, do trabalho, da troca, do mercado.
O estado não precisa mandar em tudo precisa garantir que as regras do jogo funcione a liberdade moderna nasceu contra o Estado Absoluto e não a favor dele. Invertemos essa história completamente então me diz uma coisa, será que a gente esqueceu? Porque o estado foi criado e para quem ele deveria servir.
Arca da Aliança era um dos objetos mais famosos da história da Bíblia e ninguém a vê há mais de 2.500 anos. Exércitos marcharam para a guerra e a usaram para derrubar a muralha de uma cidade. Ao tentar tocá-la, um homem acabou morrendo no mesmo instante, além disso, ela quase acabou com uma nação inteira depois de ser sequestrada. Segundo a Bíblia, ela era o objeto mais sagrado de Israel, pois, nela Deus manifestava sua presença no meio do povo, mas em certo momento da história arca simplesmente desapareceu e a mesma Bíblia que descreveu sua construção nos mínimos detalhes, não diz claramente qual foi o seu destino final.
Neste episódio, vamos conhecer as principais teorias sobre o seu paradeiro, segundo a luz das escrituras, e conhecer uma profecia de Jeremias que talvez seja a chave para entender todo esse mistério.
Fonte: Teoria Ilustrada
As ideias iluministas exerceram grande influência sobre dois importantes movimentos revolucionários ocorridos no final do século XVIII: a Revolução Americana e a Revolução Francesa, que causaram profundas transformações políticas e sociais nos Estados Unidos e na França.
Foi com a Guerra de Independência dos Estados Unidos (também chamada de Revolução Americana) que as treze colônias da Grã-Bretanha na América do Norte conquistaram sua independência, tornando-se um novo país, os Estados Unidos da América. A guerra começou em 1775 e terminou em 1783.
Antes da década de 1760, as colônias gozavam de muita liberdade, apesar de estar sob o domínio da Grã-Bretanha. A sede do governo britânico ficava do outro lado do oceano Atlântico, a mais de 5.000 quilômetros de distância. As colônias tinham seus próprios líderes e aprenderam a resolver seus problemas sozinhos. E, pelo fato de frequentemente estar em guerras na Europa, a Grã-Bretanha nem sempre dava muita atenção às colônias.
Já o Brasil, colônia de Portugal, não passou por uma guerra contra à metrópole, caso dos Estados Unidos, ou por uma grande fragmentação do território, como aconteceu com a América Espanhola. No início do século XIX, em 1808, o rei português Dom João VI transferiu toda sua corte para o Brasil em meio a fuga dos exércitos de Napoleão Bonaparte que conquistavam os territórios na Europa. A mudança da corte alterou toda a lógica do Império Português no mundo, que passou a ter o Brasil como centro. No final da década de 1810 apenas que o rei Dom João VI resolveu retornar à Portugal como tentativa de controlar as manifestações dos burgueses de tal localidade que se viam prejudicados em função do distanciamento da coroa.
Porém no Brasil ficou o príncipe regente Dom Pedro I, o qual foi convencido pela nova elite local a tornar o Brasil independente e ainda ser o primeiro imperador do mesmo. Dom Pedro I interessou-se pela proposta e declarou a independência brasileira em 1822. No Brasil não houve guerra contra Portugal, mas sim guerras internas para afirmar toda a extensão do território pertencente ao novo imperador.
Fontes:
História do mundo para quem tem pressa - Emma Mariot Livro
InfoEscola
Uma sociedade que tem crescido ao longo dos séculos e que ainda esconde muitos mistérios; A história da Maçonaria, como do mundo, tem a sua base na tradição. Com frequência, os maçons se denominam como “Instituição Milenar”, contudo, os seus primórdios são incertos, bem como a parte de sua história.
O nome vem do francês maçon, que significa pedreiro ou construtor. Sua existência se tornou bastante conhecida no período da Idade Média, pois nessa época grandes construções em pedra foram erguidas como: castelos medievais e catedrais católicas. Em sentido amplo, a história da Maçonaria pode ser dividida em três períodos: o antigo ou lendário, o medieval ou operativo e o moderno ou especulativo.
Segundo alguns historiadores, do período antigo ou lendário, a sua origem alcança meados do século V antes de Cristo, com a construção do TEMPLO DE SALOMÃO.
A figura central no ritual maçônico é Hiram Abiff. No texto bíblico, Hiram é brevemente mencionado como um artesão habilidoso enviado pelo Rei de Tiro para trabalhar em bronze. No entanto, a lenda maçônica expande dramaticamente seu papel, escalando-o como o arquiteto-chefe e Mestre Construtor do Templo de Salomão.
A sociedade também é formada por empresários de grandes empresas, políticos e magistrados. As religiões também não escapam da sociedade como membros das igrejas católicas, evangélicas, candomblecistas, judeus e até os agnósticos e ateus declarados se encontram na sociedade secreta.
Os ensinamentos maçônicos são ministrados através da prática de rituais, que contêm princípios de todas as “Artes Iniciáticas”, como o hermetismo, a cabala, o simbolismo, além dos conceitos tradicionais sobre as cores, os números e as lendas antigas.
Há, aproximadamente, dois milhões de Maçons distribuídos por mais de 40 mil Lojas existentes pelo mundo. Destas, mais de 7.400 Lojas no Brasil congregam cerca de 220 mil maçons. Confrontando o número de Maçons existentes no mundo, com a população inteira do globo, tem-se uma ideia do grau de seletividade adotado para o ingresso na Ordem Maçônica.
Fontes:
Superinteressante Abril
Macons of California
Aventuras na história
Freemason
Folha 2
Temples.org
Enquanto os ateus negam a existência de Deus, os agnósticos alegam a impossibilidade de provar a existência – ou não – de Deus. Embora existam relatos de povos primitivos que não acreditavam em nenhum deus, a expressão ateísmo (que significa, em grego, a negação de Deus) foi cunhada no final do século 16, época da Inquisição.
A palavra agnóstico vem do prefixo grego a , que significa "sem", e gnosis , que significa "conhecimento". Combinadas, formam a palavra resultante que significa "sem conhecimento". O termo é usado para se referir a uma pessoa que afirma não ter conhecimento definitivo sobre o assunto em questão.
Thomas H. Huxley cunhou o termo em 1869 em uma reunião da Sociedade Metafísica em Londres e o incluiu em ensaios publicados em 1889. O biólogo e filósofo inglês acreditava firmemente nas teorias de Charles Darwin, o naturalista inglês que propôs a teoria da seleção natural, ou seja, que os organismos mais capazes de se adaptar ao seu ambiente têm maior probabilidade de sobreviver. Huxley propôs o agnosticismo como parte de seu apoio à teoria de Darwin.
Huxley acreditava ser importante manter-se dentro dos limites do que podia ser demonstrado ou comprovado, e não dar ênfase excessiva à razão humana. Já o termo passou a ser equiparado, na linguagem popular, ao ceticismo em relação a questões religiosas em geral e, em particular, à rejeição das crenças cristãs tradicionais sob o impacto do pensamento científico moderno.
FONTES:
Aventuras na história
Enciclopédia Filosófica
A História do ateísmo não é a história de um único movimento ou filosofia, mas sim a de uma multiplicidade de questionamentos, rejeições e formulações sobre a não-existência de deuses ou a irreligião.
Suas raízes são tão antigas quanto as primeiras civilizações, embora a forma e a expressão desses questionamentos tenham variado enormemente de cultura para cultura e de época para época. A ausência de um termo explícito para "ateísmo" na Antiguidade em muitas línguas não significa a ausência de ideias ateístas, mas sim que essas ideias eram categorizadas de outras formas, como impiedade, heresia, ou mesmo meramente filosofia natural.
Na Grécia Antiga, o termo "átheos" era frequentemente usado para descrever aqueles que se recusavam a religião cívica, os que não acreditavam nos deuses tradicionais, ou até mesmo os que recusavam a honrar o imperador romano como uma divindade. Para eles, os deuses já existiam e os mesmos já interferiam na vida humana, mas não foram eles os criadores do mundo. Na visão dos gregos, na época, o mundo sempre existiu. Quando o sistema de crenças grego começou a entrar em crise, a partir do século VI e V a.C., as Cidades-Estados foram formadas e se organizaram de uma forma mais complexa.
Em paralelo a tudo isso, a religiosidade grega, aos poucos, começou a perder o seu espaço para dar lugar a outros tipos de pensamentos, como a própria história, mas principalmente a filosofia.
Com a chegada do cristianismo na sociedade europeia, o simples fato de duvidar da existência de Deus, já não era bem visto pela Igreja Católica. Posteriormente, após a Reforma Protestante, o ateísmo acabou sendo rechaçado.
FONTE: Aventuras na história
Enciclopédia Filosófica
Imagina que você está lendo sua Bíblia do começo ao fim. Você atravessa todo Antigo Testamento. Fecha com Malaquias, vira a página e lá, uma página em branco? Logo em seguida vem o livro de Mateus e, de repente, percebe que tudo mudou por completo.
Soldados Romanos pelas ruas de Jerusalém;
Um rei chamado Herodes que está no trono de Israel, sendo que ele nem é totalmente judeu;
Aparecem também os Tais fariseus e saduceus discutindo no templo. Grupos que antes não existiam em lugar nenhum do Antigo Testamento, agora, nas sinagogas de cada esquina!
Inevitavelmente surge a pergunta, o que aconteceu aqui enquanto você virava a página? A resposta é que entre Malaquias e Mateus se passaram mais de 400 anos de silêncio profético. Mais de 4 séculos em que nenhum pergaminho bíblico foi escrito e nenhum profeta se levantou em Israel, só que durante esse silêncio diversas coisas aconteceram.
Como o mundo de Malaquias se transformou no mundo de Mateus? Vamos fazer uma breve viagem, desde Malaquias até João Batista e você vai descobrir enquanto Deus parecia estar calado, tudo estava sob seu controle. Deus estava montando peça por peça, o cenário exato onde o seu filho ia nascer na plenitude dos tempos.
Fonte: Teologia Ilustrada
Os povos indígenas são os habitantes originais de muitas regiões do mundo, sendo detentores de ricas culturas, diversas línguas, tradições e conhecimentos ancestrais. A sua presença é rica a milhares de anos, antes da formação dos estados modernos e das fronteiras nacionais. Eles são conhecidos como os verdadeiros guardiões da terra, possuindo um profundo entendimento da natureza e uma conexão espiritual com o ambiente que os cercam.
No Brasil, existem aproximadamente 270 povos diferentes. São Shanenawa, Ashaninka, Baniwa, Baré, Yawalapiti, Yanomami, Guajajara, Apurinã, Guarani-Kaiowá, Xukuru, Tuxá, Ticuna, Tenharim, Puruborá, Payayá, Nawa, Krahô, Krahô-Kanela, Xakriabá, Tupinambá, Pataxó, Pankararu, Karajá, dentre tantos outros. São mais de 160 línguas e dialetos falados.
Mas os povos indígenas não se limitam apenas nas Américas. Em todo o mundo, encontramos povos tradicionais com ricas culturas e histórias. Na África, temos os San do deserto do Kalahari e os Maasai do Quênia e da Tanzânia. Na Ásia, os Ainu do Japão e os diferentes povos das ilhas Andaman. Na Oceania, os aborígenes australianos e os maori da Nova Zelândia.
Na Europa estão os Sami, que habitam as regiões árticas da Noruega, Suécia, Finlândia e Rússia. Cada um desses povos preserva conhecimentos únicos e tradições que têm resistido à passagem do tempo e à pressão da modernidade.
Fontes:
G1
UFFRJ
Veja Abril
Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai).
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