
Sign up to save your podcasts
Or


A catástrofe de 70 d. C. resultou de uma palavra profética de Cristo, o que corrobora Sua autoridade messiânica de maneira dramática. O ano 70 prova que a profecia de Cristo não é apenas verdadeira palavra divina (Dt 18:22), é também uma palavra de “julgamento” contra o povo de Deus.
O pedido dos discípulos por um “sinal” que apontasse para o “fim dos tempos” (Mt 24:3) desencadeia o Sermão das Oliveiras em Mateus 24 e 25. Até o versículo 34 do capítulo 24, Jesus se concentra na destruição de Jerusalém: A devastação da cidade santa e a conflagração da casa santa tornam-se “no céu o sinal do Filho do Homem” (24:30). Assim, quando o holocausto do primeiro século ocorre em Israel, isso definitivamente significa a divina autoridade daquele que está agora no Céu (confira Mt 26:59-64; Lucas 23:20-31).
Muitos cristãos não entendem o significado de “o Filho do Homem vindo sobre as nuvens do céu”, em Mateus 24:30, por duas razões. Primeiro, não estão familiarizados com as passagens apocalípticas do Antigo Testamento nas quais os julgamentos divinos aparecem como nuvens que surgem (Is 19:1). Segundo, ignoram as pistas interpretativas em Mateus 24: a menção da destruição do templo (v. 2), o foco na Judeia (v. 16) e a proximidade temporal de todos os eventos entre os versos 4 e 34 (v. 34).
Fonte: voltemos ao evangelho
O Império Persa tinha uma política liberal com relação às nações subjugadas. Mas isso não significava que distúrbios da ordem eram tolerados ou que os povos vassalos tinham vida fácil. Muito pelo contrário! O livro de Ester narra a perigosa perseguição enfrentada pelos judeus nesse período.
Porém, nos dias de Artaxerses I – que era filho do rei Assuero – o Senhor agiu em favor de conceder que os muros de Jerusalém fossem reconstruídos. Para tanto, ele usou Neemias, o copeiro de Artaxerxes I. A Bíblia diz que Neemias recebeu notícias sobre a situação de abandono que Jerusalém enfrentava. Os muros da cidade estavam destruídos, e seus portões estavam queimados.
O pedido de Neemias para reconstruir os muros de Jerusalém era complicado de muitas formas. naquela época os muros e os portões eram símbolos da força e da estabilidade de uma cidade. Então não raramente, quando uma cidade era conquistada tão logo seus portões eram retirados, e seus muros, derrubados. Então, o mesmo pediu que o imperador persa permitisse a reconstrução dos muros da cidade, e ainda financiou a reconstrução descrito em (Neemias 2:8).
O próprio Neemias ocupava uma posição importante na corte persa, pois ele era responsável por servir o vinho do rei. Essa era uma grande responsabilidade, porque numa época em que havia muitas conspirações nas cortes, o copeiro era alguém que podia evitar que o rei fosse envenenado.
Mesmo com todas as impossibilidades, a reconstrução dos muros de Jerusalém foi permitida, mesmo assim, alguns empecilhos surgiram no caminho de Neemias. Mesmo com a autorização do rei persa, Sambalate e Tobias, governadores d’além do Eufrates, não ficaram satisfeitos com o fato de Jerusalém ser reconstruída.
Eunucos são homens que tiveram o pênis e os testículos (ou apenas os testículos) cruelmente arrancados fora. A jornada variava muito: alguns atenderam desejos sexuais de imperadores, outros lutaram em guerras sangrentas, foram castigados por crimes terríveis, ou definharam, enfrentando anos de escravidão.
Mas esses homens sofridos tinham sempre um fato em comum: passavam por castrações horrendas. A origem do próprio nome eunuco ajuda a explicar o porquê dessa violência toda: de etimologia grega, o termo eunoukhos se traduz como “guardião da cama”.
Na antiguidade, no Oriente Médio e na China, eles eram guardas ou serviçais justamente dos leitos e haréns, onde ficavam as esposas e concubinas reais.
A tradição de contratar homens castrados nos palácios e haréns vem do mundo antigo, mas atravessou o tempo, passando por Roma e Grécia, pelos fenícios do norte da África e chegou à Europa do século 20.
Além de castrados, os condenados eram obrigados a trabalhar de graça abrindo estradas, construindo pontes e servindo aos nobres.
Essa tradição atravessou os séculos e, embora em sua maioria os castrados fossem analfabetos e trabalhassem em serviços braçais, com o tempo passaram a controlar a burocracia, fazendo fortuna e conseguindo prestígio e poder.
EUNUCOS NA BÍBLIA
A Bíblia cita vários eunucos em diversos textos. Em algumas passagens nas traduções em português, a palavra “eunuco” está ausente, pois o termo saris ou o grego eunouchos, foi traduzido por outra palavra, como por exemplo, a palavra “oficial“.
Havia também eunucos servindo na corte de Acabe (1Rs 22:9) e na corte do imperador da Pérsia Assuero. No caso de Assuero, os eunucos cuidavam de seu harém (Et 2:3,14), e no livro de Ester vários eunucos são citados pelo fato da história se passar no palácio onde havia muitos eunucos servindo.
A Lei mosaica exigia que os eunucos, no sentido de castrados, fossem excluídos da assembléia do Senhor (Dt 23:1). Na corte de Davi também havia eunucos trabalhando 1 Crônicas 28:1; Isaías 56:3; Neemias (1:11)
No Evangelho de Mateus 19:12, Jesus menciona três classes de eunucos:
Os que já nascem eunucos: esse primeiro grupo refere-se aqueles que são eunucos devido a alguma deficiência congênita.
Os eunucos feitos por mãos humanas: esses são os que foram fisicamente castrados (2Reis 20:18; Ester 2:14).
E os eunucos espirituais: nesse terceiro grupo a palavra “eunuco” é utilizada no sentido figurado, e refere-se a todo aquele que, voluntariamente, desistiu da aspiração de se casar e constituir uma família, para poder se dedicar exclusivamente aos interesses do reino do céu.
Na Bíblia também são citados dois eunucos etíopes. O primeiro, Ebede-Meleque, é citado no Antigo Testamento, e foi quem pediu que o Profeta Jeremias fosse libertado do calabouço (38:7-13).
O eunuco etíope é um personagem mencionado em Atos dos Apóstolos (8:26-40), a qual se converteu sob o ministério de Filipe, o Evangelista. Ele possuía uma posição de influência na corte da Etiópia, ou seja, era um alto oficial (grego dynastes), tesoureiro real da rainha Candace.
As primeiras perseguições aos cristãos ocorreram logo nos anos iniciais da Igreja Primitiva, na era apostólica. Naquele tempo, a perseguição aos cristãos era promovida pelos judeus. Os líderes judaicos faziam de tudo para barrar o crescimento do Cristianismo.
Após o acontecimento no dia de Pentecostes, tão logo os apóstolos Pedro e João foram levados ao Sinédrio (Atos 4:1-22). Também foi durante a perseguição empreendida pelos judeus contra os cristãos, que o diácono Estêvão e o apóstolo Tiago foram mortos.
Nesse período, Paulo de Tarso também serviu como um agente da perseguição contra os crentes. Fariseu fervoroso, Paulo perseguiu implacavelmente os cristãos até o dia que teve um encontro com Cristo que o transformou de perseguidor a perseguido (Atos 9).
As perseguições iniciais trouxeram dificuldades aos cristãos. Muitos crentes tiveram que ser espalhados, e prisões e interrogatórios eram comuns na vida dos líderes da Igreja naquele tempo.
Mas mesmo assim ainda havia uma relativa paz, no sentido de que não havia uma perseguição oficial contra os cristãos. Isso porque o Império Romano não considerava os cristãos uma ameaçava. Na verdade, os romanos enxergavam o Cristianismo apenas como uma seita do Judaísmo.
Então embora fossem difíceis e tenham produzido seus mártires, as perseguições durante os primeiros anos da Igreja Cristã eram mais pontuais, sendo geralmente arquitetadas por judeus ou por residentes de certas localidades que se sentiam perturbados com a chegada do Evangelho — como às vezes ocorria durante as viagens missionárias de Paulo.
Fontes: Site estilo adoração e Revista Superinteressante
No mundo antigo, execuções eram algo trivial. Ocorriam com chocante frequência e variavam de acordo com os crimes cometidos pelo indivíduo a quem se desejava punir.
Haviam punições rápidas que visavam fazer com que o criminoso morresse de uma vez, poupando-o de humilhações e constrangimento. Esses eram geralmente resolvidos com golpes desferidos contra a cabeça que resultavam em uma "morte limpa". Justiça célere, como diziam alguns juristas medievais.
Outras mortes, no entanto, podiam ser mais elaboradas, tornando-se verdadeiros espetáculos sangrentos no qual o transgressor enfrentava horas ou mesmo dias de absoluto sofrimento. A execução nesses casos não visava apenas a morte, mas era uma lição a ser aprendida pelos demais criminosos em potencial: "Façam o que ele fez, e este será o seu fim".
Ela provavelmente se inicia nos tempos do Império Assírio, que se estendia desde as costas do Golfo Pérsico até o que hoje é a Turquia e o Egito. Sua civilização foi um dia majestosa; marcada por conquistas, realizações e monumentos impressionantes que os tornaram famosos em todo mundo antigo. Em um momento de sua existência, ele constituiu o maior e mais influente Império do mundo. Isso ocorreu entre o ano 900 a. C e 600 a.C, aproximadamente, quando a grande civilização, uma superpotência tecnológica impulsionada pela riqueza de seus mercadores e à crueldade de seus exércitos atingiu seu ápice.
#crucificação #castigo #morte #punição
Fonte: Mundo Tentacular
A Umbanda é uma religião brasileira formada através de elementos de outras religiões como o catolicismo, indígena contendo ainda elementos do espiritismo. A palavra é derivada de “Úmbana”, termo que significa “Curandeiro” na língua banta falada em Angola, o quimbundo.
A umbanda tem origem nas senzalas em reuniões onde os escravos vindos da África louvavam os seus deuses através de danças e cânticos e que ainda incorporavam espíritos. O culto umbandista é realizado em terreiros ou Centros apropriados para o encontro dos praticantes onde entoam cânticos e usam instrumentos musicais como o atabaque. O culto é presidido por um chefe masculino ou feminino. Durante as sessões são realizadas consultas de apoio e orientação a quem recorre ao terreiro, práticas mediúnicas com incorporações de entidades espirituais e outros rituais.
Fonte: BBC Brasil
A Igreja de Jesus Cristos dos Santos dos Últimos Dias foi fundada pelo religioso Joseph Smith Jr (1805-1844), filho de fazendeiros que passou a ter uma série de visões a partir dos 14 anos de idade. Formalmente, ele criou a religião em 1830 eram um grupo de seis adeptos. E tornou-se o primeiro presidente. Smith Jr. teria sido informado da existência desses escritos por meio de um anjo, encontrado também o material gravado em placas de ouro.
O religioso publicou a obra pela primeira vez em março de 1830. De acordo com o relato de Smith, depois que ele concluiu a tradução, as placas teriam sido devolvidas a um ser celestial. Era o Livro de Mórmon, assim chamado porque teria sido compilado por um antigo profeta chamado Mórmon. Daí vem o apelido pelo qual os adeptos da religião acabaram conhecidos popularmente. Smith se incumbiu de traduzir o livro para o inglês.
Os textos estavam em uma língua desconhecida, chamada por ele de egípcio reformado. O livro conta a história de um grupo de colonos do Oriente Médio que chegou às antigas Américas 600 anos antes do nascimento de Cristo
A igreja nasceu nos Estados Unidos da segunda metade do século 19. De origem adventista, Charles Taze Russell (1852-1916) é considerado o primeiro líder. Nos anos 1870, ele encabeçou um grupo de religiosos no estado americano da Pensilvânia. Autodenominavam-se Estudantes da Bíblia.
O objetivo deles era encontrar o que chamavam de "erros doutrinais" em outras denominações religiosas. Em 1879, eles começaram a publicar uma revista chamada Zion's Watch Tower and Herald of Christ's Presence para divulgar essas informações. A publicação existe até hoje — chama-se A Sentinela.
Depois da morte de Russel, em 31 Outubro de 1916, um advogado do Missouri chamado Joseph Franklin Rutherford recebeu o controle da Sociedade Torre de Vigia que era conhecida, então, como Associação Bíblica Dawn. Em 1931, ele mudou o nome da organização para "As Testemunhas de Jeová."
Fonte: BBC Brasil 2022
From the publisher's feed

0 Listeners