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Muito se ouve dizer sobre profissionais de saúde mental, psicólogo, psicanalistas, psiquiatras. Mas sempre deste lugar, "profissionais" neste episódio viemos falar a partir do outro lado, o lado do paciente, analisando, como é para os profissionais sentarem na cadeira contrária, estarem no lugar de falantes e não de ouvintes, você já pensou a respeito disso? Sabia que os profissionais também estão envolvidos em suas próprias análises e terapias? Venham ouvir um pouco sobre este outro lado a partir da nossa experiência.
“Se controla”, “Você precisa ser forte”, “Não é bom demonstrar o que você sente” ... Quantas dessas frases ouvimos durante as nossas trajetórias? De que formas elas repercutem na constituição de quem nos tornaremos depois? O controle aparece desde muito cedo nas nuances da nossa vida, e mais tarde escancara medos, inseguranças, ansiedade. O que mais podemos pensar sobre ele?
Qual o significado da palavra casamento? Qual a história deste ritual? Hoje já existem arranjos que saem do modelo tradicional, do modelo romântico ensinado e transformado em pressão para a mulher. Que dure de forma saudável mesmo que não seja eterno, ou que seja eterno mesmo dure de qualquer forma? Qual a sua opinião?
Como foi a construção do que é sexo casual? Gostamos mesmo ou aprendemos que temos que gostar? No sexo casual Há uma objetificação dos corpos e ainda, é possível ter afetos, responsabilidade afetiva e ainda ser casual? Vamos ouvir e descobrir!
Sempre ouvimos que devemos nos manter firmes e fortes. Que não podemos "desistir nunca". Precisamos pensar sobre esta romantização sobre a mulher guerreira que sempre da conta de tudo e de todos. A mulher como aquela que dá conta de tudo. Ah, não dá!
Ser mulher diante do social, ser mulher na psicanálise, ser mulher como posição subjetiva. Ser. Mulher? O que é? Que lugar temos ocupado? Talvez tenhamos mais perguntas do que respostas, mas é assim que te convidamos a repensar o seu lugar, sua voz, seu espaço de fala.
Vamos falar sobre as expectativas que tínhamos sobre esta experiência e o que realmente têm acontecido - com o agravante da pandemia. Como era aos vinte e poucos e como é agora? Há critérios? Vale a apena tê-los? Quais as mudanças ao longo do tempo?
A inveja é um sentimento que quase não falamos, mas que permeia muitas relações. Inveja da mãe, dos irmãos, amigos, do influencer. A inveja é um substantivo feminino, etimologicamente de origem latina e vem da palavra “Invidere”, que significa “não ver”. Um desprazer causado pela felicidade ou pelo progresso de outra pessoa. Sentimento de cobiça da felicidade, da superioridade de outrem. A sensação ou vontade indomável de possuir o que pertence a outra pessoa. Para a igreja católica, é um dos sete pecados capitais e permeia os relacionamentos, sem muitas vezes reconhecermos que encontra-se presente. Estejamos atentxs!
"É que Narciso acha feio tudo o que não é espelho” (Música: Sampa - Caetano Veloso)
Com o inicio do BBB21, um novo tema entra em pauta: o tal do cancelamento. Com base nisso, nos questionamos sobre a importância das diferenças, e se não estamos buscando nos relacionar apenas com o nosso próprio reflexo.
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