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Os cafés vencedores do 22º Concurso de Qualidade dos Cafés de Minas Gerais, promovido pela Emater-MG em 2025, chegam às gôndolas do Supermercado Verdemar
A iniciativa é fruto da parceria entre a Emater-MG e a rede de supermercados Verdemar. O objetivo é valorizar e ampliar o mercado dos cafés especiais produzidos em Minas Gerais, especialmente aqueles oriundos da agricultura familiar. Este é o oitavo ano em que o Verdemar lança a linha "Cafés Campeões", com os vencedores da competição.
Famosa pela produção do Queijo Minas Artesanal, a microrregião do Serro volta os holofotes para a matéria-prima desta iguaria. Estão abertas, até o dia 23 de fevereiro, as inscrições para o 3º Concurso Regional de Qualidade do Leite.
A iniciativa é promovida pela comissão técnica formada pela Emater-MG, Rede LeiteInova, Escola de Veterinária da UFMG e Departamento de Medicina Veterinária da UFLA, com o objetivo de analisar amostras de leite do rebanho e premiar pecuaristas que se destacam pela qualidade do produto destinado ao processamento artesanal de queijos ou ao fornecimento para laticínios.
Podem participar produtores de leite ou de queijos dos municípios de Alvorada de Minas, Carmésia, Coluna, Conceição do Mato Dentro, Congonhas do Norte, Dom Joaquim, Guanhães, Materlândia, Paulistas, Rio Vermelho, Sabinópolis, Santo Antônio do Itambé, São João Evangelista, Senhora do Porto, Serra Azul de Minas e Serro.
O mercado de defensivos agrícolas no Brasil deve encerrar o ciclo de 2025 com expansão da área PAT - Área Tratada por produto. O indicador deve crescer 6,1% em relação ao mesmo período de 2024 e pode contabilizar 2,6 bilhões de hectares tratados, conforme a terceira projeção de dados de pesquisa realizada pela Kynetec Brasil, a pedido do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Defesa Vegetal (Sindiveg).
Em 2025, o setor apresentou dinâmicas distintas entre os semestres. No primeiro, o desempenho foi impactado principalmente pela seca no Sul do país e pela retração de preços da safra anterior, fatores que afetaram o ritmo de aplicação de defensivos e o comportamento de algumas culturas. Já no segundo semestre, o cenário passou a incorporar sinais mais positivos, impulsionados pelo crescimento de área cultivada, com destaque para soja e milho, além do início dos efeitos da safra 25/26, que trouxeram mais dinamismo ao mercado, pois o plantio transcorreu dentro do período preferencial com andamento das aplicações iniciais também dentro do planejado. A maior pressão de pragas e doenças fúngicas, além do manejo de resistência de plantas daninhas, foram fatores-chave para os crescimentos apontados.
A entrada de executivos urbanos no agronegócio costuma ser cercada de romantização. Mas, no caso da arquiteta e empresária Bárbara Kemp, o caminho foi outro: choque de realidade, falta de estrutura, escassez de mão de obra e decisões tomadas longe de qualquer manual.
A empresária acaba de lançar no livro Mulheres no Agronegócio – Vol. II, em que ela conta como deixou a lógica acelerada das cidades para viver, na prática, os desafios do campo — e como essa travessia transformou sua forma de enxergar gestão, tempo e negócios.
A Castanha de Baru do Urucuia Grande Sertão Veredas vai ser apresentada na maior feira de produtos orgânicos da Europa, a Biofach 2026, de 10 a 13 de fevereiro, em Nuremberg, na Alemanha. Uma missão técnica com representantes do Sebrae Minas, da Copabase e da WWF-Brasil, em parceria com a Fumbio, vai impulsionar a internacionalização do produto na Europa. É a primeira oportunidade de promoção do fruto desde que a União Europeia autorizou a exportação aos países membros do bloco, em meados do ano passado.
A ação busca fortalecer a cadeia produtiva do baru no Noroeste de Minas Gerais, permitindo identificar tendências globais, prospectar novos parceiros comerciais e institucionais, além de ampliar a competitividade e agregar valor aos produtos da Cooperativa Regional de Base na Agricultura Familiar e Extrativismo (Copabase). Rico em diversas propriedades nutricionais, o baru é reconhecido como um super alimento brasileiro, que dispõe de grande quantidade de nutrientes e poucas calorias.
Uma pesquisa inédita revelou que o plantio de cobertura vegetal nas entrelinhas e de árvores e arbustos entre os corredores de café no Cerrado Mineiro reduziu em cerca de 30% a incidência do “bicho mineiro”, a praga mais temida pelos cafeicultores. O objetivo é mostrar como a agricultura regenerativa poderia atrair uma fauna benéfica de insetos que agem como predadores naturais do bicho-mineiro e outras pragas do café, além de ajudar as plantações a serem mais resilientes às mudanças climáticas e também a reduzirem o uso de defensivos químicos.
O custo da energia elétrica tornou-se um dos principais fatores de pressão sobre a rentabilidade do produtor rural brasileiro. Atividades como irrigação, bombeamento de água, refrigeração, armazenagem e beneficiamento da produção dependem fortemente do fornecimento contínuo de eletricidade, tornando o setor sensível a reajustes tarifários e à volatilidade do sistema elétrico.
A Jequitinhonha Alimentos acaba de concluir as obras de seu novo Centro de Armazenamento e Distribuição, um investimento estratégico que vai fortalecer a estrutura logística da empresa e ampliar sua capacidade de crescimento. Localizado em Capelinha, sede do grupo, o espaço tem 1.500 metros quadrados de área construída, capacidade para armazenar até 1,5 milhão de quilos de produtos e conta com doca preparada para quatro carregamentos simultâneos, garantindo mais agilidade, segurança e eficiência nas operações.
Desde o momento em que é retirado da colmeia até o envase, o mel exige manejo cuidadoso para manter suas características e garantir a segurança alimentar. Para orientar os apicultores do estado sobre os procedimentos adequados na atividade, a Emater-MG lançou a cartilha Apicultura: Boas Práticas de Processamento. O material está disponível para consulta na Livraria Virtual do site da empresa, www.emater.mg.gov.br.
A publicação destaca que o mel é um alimento natural produzido a partir do néctar das flores e que sua qualidade está diretamente relacionada às plantas utilizadas pelas abelhas, à água consumida pelos insetos e, principalmente, aos cuidados adotados pelo apicultor em todas as etapas de produção e processamento.
De acordo com a cartilha, a qualidade do mel é preservada quando o produto processado mantém as mesmas características que apresentava nos favos, dentro da colmeia. Uma vez perdida, essa qualidade não pode ser recuperada. Por isso, toda a cadeia produtiva deve seguir critérios rigorosos para evitar alterações nas características físicas, químicas e sensoriais do mel e atender à legislação brasileira.
O aumento expressivo das importações de leite em pó mantém sob forte pressão o setor leiteiro nacional no início de 2026. Mesmo após medidas adotadas por importantes estados produtores, como Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, o volume importado segue elevado, pressionando os preços pagos ao produtor e comprometendo a sustentabilidade da atividade.
O cenário foi debatido em live realizada pelo Sistema Faemg Senar, que reuniu produtores, sindicatos, cooperativas, Sistema CNA, lideranças políticas e técnicos do setor. O encontro teve como foco a discussão de soluções e a busca por caminhos para reduzir os impactos das importações sobre a cadeia leiteira. No último ano, a captação aumentou 7,9% no Brasil e as importações permaneceram em patamares elevados, o que ampliou a oferta além da capacidade de absorção do mercado e pressionou os preços.
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