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Neste mês de agosto, o Escritório Regional do Sistema Faemg Senar de Juiz de Fora, em parceria com os Sindicatos de Produtores Rurais (SPR), realizou encontros para apresentar propostas dentro do programa Compra Estratégica. O projeto é uma iniciativa do Sistema Faemg Senar, por meio do Instituto Antônio Ernesto de Salvo (Inaes), e tem como objetivo promover a aquisição coletiva de insumos e produtos agrícolas, possibilitando, assim, a negociação de grandes volumes com preços reduzidos.
Em julho, várias hortaliças apresentaram uma redução de preços em Minas Gerais. Um levantamento da Emater-MG em cotações no atacado na Ceasa Minas, em Contagem, mostra que entre as hortaliças mais consumidas no estado, a cenoura, a batata, a cebola e o alface tiveram baixa de preços no atacado no mês passado.
O coordenador técnico estadual de Olericultura da Emater-MG, Georgeton Soares comenta que a boa oferta de cenoura, assim como de batata e de cebola no mercado, o que contribuiu para a queda nos preços desses alimentos. Em São Gotardo (MG), um dos principais polos produtores de cenoura do estado, a safra 2024/25 do produto registra preços muito abaixo das expectativas dos agricultores.
: Inspirado na tradicional maçã do amor, o morango do amor está conquistando cada vez mais apreciadores. A iguaria feita com morango leva, além da calda vermelha caramelizada, um generoso recheio de brigadeiro branco.
Confeiteiros profissionais e amadores adoraram a ideia e o doce já está entre os mais pedidos pelos clientes. E os produtores de morango está comemorando.
Rodolfo Silva é de Alfredo Vasconcelos, no Campo das Vertentes, conhecida como “terra do morango”. O cultivo da fruta se tornou base da economia da cidade de pouco mais de sete mil habitantes. Hoje, são mais de cem produtores. Três vezes por semana, Rodolfo leva sua produção para comercializar no Ceasa em Belo Horizonte. No total, vende duas mil caixas de morangos, cada uma com 1,2kg.
Ele conta que como este é o período de oferta em alta, o preço costuma cair. Há algumas semanas, chegou a vender a caixa por R$12. Mas como a procura aumentou, o preço voltou ao patamar de quando a produção é menor, variando de R$25 a R$30.
Originado no sul de Minas Gerais ainda no século XVIII, o cavalo Mangalarga Marchador é hoje reconhecido como símbolo nacional do cavalo de sela. A raça nasceu do cruzamento de cavalos Alter Real, trazidos de Portugal, com éguas selecionadas por fazendeiros mineiros, especialmente na região de Caxambu e Cruzília, no chamado berço da raça. Criado para atender as necessidades da lida no campo e longas cavalgadas, o Marchador foi valorizado por sua resistência, docilidade e, sobretudo, pela maciez e regularidade de sua marcha — traço que se mantém como a principal marca genética da raça até hoje.
Atualmente, o Mangalarga Marchador vive uma fase de plena expansão. O plantel nacional ultrapassa 700 mil animais registrados, segundo dados da Associação Brasileira dos Criadores do Cavalo Mangalarga Marchador (ABCCMM). São mais de 26 mil criadores ativos espalhados por todo o Brasil, com destaque para Minas Gerais, Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro e Espírito Santo - mas com presença crescente também em estados do Norte e Centro-Oeste.
A morte de centenas de equinos de várias raças no Brasil acendeu alerta para a qualidade das rações no país. De acordo com Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), o número de mortes deve passar de 500, já que muitos casos ainda estão em análise e em muitos outros, os criadores não registram o óbito do animal. Ficou constatado que o consumo de rações fabricadas pela empresa Nutratta Nutrição Animal foi a causa dos óbitos. O MAPA promoveu a suspensão imediata da fabricação e distribuição dos produtos da empresa.
Os relatos de criadores que falam de prejuízos impressionam. Um dos garanhões mais premiados e valiosos do país morreu em Atalaia, no estado de Alagoas, com suspeita de intoxicação alimentar. Quantum de Alcatéia, avaliado em R$ 12 milhões, vivia no haras Nova Alcateia, quando começou a apresentar sintomas graves e não resistiu. Quantum era considerado uma das grandes promessas da raça Mangalarga Marchador principalmente pela produção.
O município de Lima Duarte, na Zona da Mata mineira recebeu uma grande carga de farelo de soja, destinado à alimentação do rebanho leiteiro, o carro-chefe da produção local. O diferencial é que o insumo não é apenas para uma fazenda, mas para 30 propriedades que se uniram para fazer a compra e, assim, conseguir um preço melhor.
A iniciativa partiu do Sistema Faemg Senar por meio do Instituto Antônio Ernesto de Salvo (Inaes) e foi abraçada pelo Escritório Regional de Juiz de Fora e o Sindicato Rural de Lima Duarte.
Foram adquiridas 2.720 sacas de farelo de soja, um total de 136 toneladas. A economia para o produtor gira em torno de 20%, segundo Emerson Simão gerente regional do Sistema Faemg Senar.
A escolha dos melhores Queijos Artesanais de Minas Gerais em 2025 vai começar. A Emater-MG abriu inscrições para a tradicional competição, que tem como objetivo valorizar o trabalho dos produtores, incentivar a melhoria da qualidade, além de promover a cultura e a diversidade dos queijos mineiros.
O 18º Concurso Estadual dos Queijos Artesanais de Minas Gerais fica com inscrições abertas até o dia 15 de agosto. Elas devem ser feitas, gratuitamente, nos escritórios locais da Emater-MG. No ato da inscrição, é necessário apresentar a documentação exigida e preencher um formulário. O regulamento do concurso está disponível no site www.emater.mg.gov.br.
O Concurso de Qualidade dos Cafés de Minas Gerais de 2025, a mais tradicional competição voltada exclusivamente para cafés especiais produzidos no estado está recebendo inscrições. Já são mais de duas décadas, e o concurso chega à sua 22ª edição para reforçar a posição de Minas Gerais como principal estado produtor de cafés finos do país.
Organizado pela Emater-MG, o concurso está com inscrições abertas até o dia 5 de setembro. Para participar, os cafeicultores devem preencher uma ficha, disponível online, e entregá-la impressa nos escritórios locais da empresa, acompanhada da amostra de café concorrente. A participação é gratuita. O regulamento do concurso, com orientações para realizar a inscrição, está disponível no site www.emater.mg.gov.br.
Os produtores de café brasileiros estão acompanhando de perto a ameaça de uma tarifa de 50% proposta pelo governo americano. Eles se preocupam com os impactos econômicos potenciais e pedem comprometimento nas negociações para proteger o setor.
O recente anúncio de Donald Trump de tarifas de importação de 50% para produtos brasileiros gerou grande preocupação no Brasil e nos mercados internacionais. A tarifação, que vai entrar em vigor dia primeiro de agosto, afeta principalmente as exportações do Brasil para os Estados Unidos, incluindo produtos-chave como café, petróleo, carne e outros bens industriais.
Neste 28 de julho, o Brasil celebra o Dia do Produtor Rural. Criada em 1960 para homenagear o centenário de fundação do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), a data lembra a importância dos homens e mulheres do campo para o fortalecimento do agronegócio e na geração de alimentos e renda para as famílias brasileiras. De acordo com dados do último censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Minas Gerais concentra 607,5 mil estabelecimentos agropecuários, quase 12% do total do país, e uma força de trabalho de 1,8 milhão de colaboradores nas fazendas e lavouras.
O estado lidera a produção nacional de café, leite e queijo artesanal, com destaque para diversas regiões produtoras, que cada vez mais se preocupam com técnicas de manejo sustentáveis e negócios inovadores e competitivos. Além disso, a produção de diversos tipos de frutas, hortaliças, grãos, cachaças, vinhos, azeites, méis e carnes conquista espaço no mercado nacional e internacional.
Há décadas, o Sebrae Minas vem desenvolvendo projetos de valorização às origens produtoras e no fortalecimento das cadeias produtivas, em parcerias com outras entidades. Os objetivos são promover o desenvolvimento dos territórios por meio de uma estratégia de diferenciação e tornar a gestão dos negócios do campo mais sustentável, eficiente e inovadora.
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