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O Mangalarga marchador é de origem mineira e atualmente é reconhecido nacionalmente pela capacidade de adaptação, docilidade e funcionalidade. É uma raça rústica que conta com admiradores em todo o país.
Estão prorrogadas as inscrições para o Concurso Cachaças Mineiras 2024 - Primeiro Concurso de Avaliação da Qualidade das Cachaças de Alambique e Aguardentes de Cana Mineiras.
Com a mudança, o produtor tem até o dia 31 DE JULHO para preencher o formulário disponível no regulamento do concurso e entregá-lo no escritório da Emater do seu município.
Os queijos artesanais são produtos que se utilizam de técnicas específicas em seu processo de produção, e que absorvem características e classificações de acordo com a região em que são produzidos: o Queijo Minas Artesanal de Casca Florida Natural é um deles.
Com consistência macia, cor e sabor próprios e massa uniforme, com ou sem casca rugosa, a presença do fungo Geotrichum candidum é o que diferencia o produto dos demais, fazendo com que o sabor desta variedade seja ligeiramente ácido, podendo apresentar-se levemente picante.
Minas Gerais é líder na produção de cachaça de alambique no Brasil, com volume estimado em 13,5 milhões de litros por ano. Patrimônio cultural dos mineiros desde 2007, o processo tradicional de fabricação em alambique vem passando de geração em geração e representa fonte de emprego e renda para agricultores familiares no estado.
Suinco, a maior cooperativa frigorífica de carne suína de Minas Gerais comemora resultados de um estudo da Associação Brasileira dos Criadores de Suínos que mostra o crescimento da suinocultura no Brasil. De acordo com o relatório, que a média de consumo da carne suína no brasil é de 20 kg per capita por ano e em Minas Gerais, essa média é 27 kg e o consumo cresceu quase 50% nos últimos 12 anos.
As exportações do agronegócio mineiro alcançaram o valor de US$ 6,6 bilhões e 71 milhões de toneladas, no período de janeiro a maio deste ano, com aumento de 13% tanto na receita quanto no volume em relação ao mesmo período de 2023. Os produtos agropecuários responderam por 38,3% do valor total das vendas externas do estado.
As feiras livres fazem parte da cultura dos pequenos e grandes centros urbanos. A verdura colhida na madrugada e comercializada no mesmo dia, a fruta da estação, as hortaliças que nem sempre são encontradas no grande comércio, além dos produtos de processamento artesanal, estão sempre presentes.
Mais do que tradicionais, esses espaços são fundamentais para a geração de renda da agricultura familiar e de pequenos empreendedores.
O Governo de Minas, por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Abastecimento, publicou a 15ª edição do Panorama do Comércio Exterior do Agronegócio de Minas Gerais.
O documento bilíngue, em inglês e português, oferece análise da balança comercial do agro do estado nos últimos 10 anos, com foco na performance de 2023.
A publicação apresenta os principais destinos internacionais da produção mineira, rankings de estados e municípios produtores no contexto brasileiro e potenciais do setor.
O agro ainda é foco de muitas disputas, dadas as relações comerciais em que a produção rural se envolve. Elas são suscetíveis de ocorrer em todas as etapas do processo produtivo, nas questões relacionadas à variação de preços dos produtos, em situações de quebra de contratos antes do fim do prazo, em operações que envolvem mercados futuros, relações trabalhistas, entre outros.
Conhecida por seus cafés de alta qualidade e por ser a primeira Denominação de Origem (DO) de café do país, conquistada em 2013, a Região do Cerrado Mineiro (RCM) se destaca também por possuir a maior área de cafeicultura regenerativa do Brasil somando já quase 30 mil hectares certificados segundo dados da Regenagri que é responsável pela certificação no Brasil, o que reflete o compromisso dos cafeicultores do Cerrado Mineiro com a sustentabilidade e a inovação no setor.
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