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O dia 9 de dezembro é considerado o Dia Internacional contra Corrupção. A data foi escolhida pelos países integrantes das Nações Unidas numa convenção em 2003. O objetivo é fortalecer o compromisso de governos e organizações do mundo inteiro com práticas social e politicamente mais responsáveis. No contexto da Agenda ESG, a data também é uma oportunidade para as empresas avaliarem os avanços em governança corporativa e seus programas de integridade. Neste episódio do Além da Energia, vamos conversar sobre como a ética tem pautado o dia a dia das organizações e que indicadores têm sido adotados para verificar os avanços. Participam deste bate-papo a Christina Aguiar, Gerente de Ética e LGPD da ENGIE, e o Caio Magri, diretor-presidente do Instituto Ethos.
A 27ª Conferência do Clima das Nações Unidas mobilizou novamente a comunidade internacional com a expectativa de que medidas mais efetivas sejam adotadas para frear o aquecimento do planeta. Neste episódio do Além da Energia, a gerente de Responsabilidade Social Corporativa e Transição Energética da ENGIE Brasil, Flávia Teixeira, nossa enviada especial à COP, analisa as principais conclusões e como elas impactam o futuro da indústria brasileira. Também participa da conversa o gerente de sustentabilidade e Meio Ambiente da CNI, Davi Bomtempo.
A convivência de identidades plurais no ambiente de trabalho é uma prioridade nas grandes empresas. Ao adotarem políticas inclusivas, setores produtivos tradicionais ganham competitividade e assumem um posicionamento socialmente mais responsável. Há, no entanto, desafios a serem vencidos. O que é preciso fazer para transformar a cultura das empresas e torná-las, de fato, mais diversas? Este é o tema do novo episódio do Além da Energia, que tem a participação da diretora global de D&I da ENGIE, Renata Spada, e da sócia-fundadora da Consultoria Tree, Letícia Rodrigues.
A descarbonização e a transição energética estão entre as diretrizes estratégicas da indústria brasileira para os próximos anos. Neste sentido, soluções como autoprodução local com sistemas fotovoltaicos podem ajudar o setor a se adaptar, sem necessidade de aportes iniciais por parte do contratante. Neste episódio do Além da Energia, que contou com a participação do Fernando Montera, coordenador de Conteúdo, Petróleo, Gás e Naval da Firjan, e da Danielle Silva, gerente de Inteligência de Mercado e Marketing da ENGIE Soluções, vamos conhecer melhor modelos de negócio que viabilizam projetos e soluções mais eficientes que podem auxiliar a indústria do país nesta transição energética.
No foco da estratégia de diversos ramos industriais, como o de energia, e de empresas de outros segmentos ao redor do mundo todo, a transição energética é um desafio que se coloca também para a área de pessoas e gestão. Isso porque, além de atender às metas de descarbonização do planeta, o processo deve considerar as exigências por melhoria do mercado de trabalho, inclusão, diversidade e outros tópicos da agenda ESG, considerando o aspecto de uma transição justa. O grande desafio das corporações está em adequar a mão de obra para a nova realidade e ainda abrir novas oportunidades profissionais para incorporar os jovens ao mercado de trabalho, que vive em constante transformação. Para falar sobre o tema, o Além da Energia conversou com Juliana Ghisleni, Gerente de P&C da ENGIE Brasil Energia, e Clarice Ferraz, professora do Instituto de Economia da Energia da UFRJ.
O Brasil tem nas fontes renováveis de geração de energia uma oportunidade de atração de grandes empresas. Com as renováveis é possível reindustrializar o país e gerar um salto econômico, assim como ocorreu com o shale gas nos Estados Unidos. As vantagens desse movimento são econômicas, ambientais e também sociais, por conta da geração de emprego e renda local. Para falar do assunto, o Além da Energia convidou Gil Maranhão, diretor de Comunicação, Responsabilidade Social Corporativa e Carbono da ENGIE Brasil, e Bruno Pascon, cofundador e diretor da CBIE Advisory, empresa do Centro Brasileiro de Infraestrutura (CBIE).
O mercado de trabalho está em constante transformação e, para atrair e reter os talentos necessários para atingir os objetivos dos negócios, as empresas estão se adaptando a novas formas de trabalho, mais flexíveis. Para falar sobre as novas formas de organização do trabalho, o Além da Energia convidou Jonathas Albano, Head de Talentos para a América do Sul da ENGIE, e Luiz Marcelo Góis, sócio da Área de Direito Trabalhista do BMA Advogados.
A autoprodução de energia solar é uma oportunidade para a indústria atingir suas metas de redução de custo e de emissões de gás carbônico. Além disso, a iniciativa proporciona ao consumidor mais segurança na disponibilidade da energia. A ENGIE é uma parceira da indústria na implantação desse tipo de solução e se compromete com todo o investimento na instalação da estrutura de autoprodução solar na unidade operacional dos clientes. Com isso, libera a indústria para se concentrar no seu negócio principal. Essa é uma contribuição relevante frente às crescentes exigências ambientais e ao peso da eletricidade no orçamento das empresas. Para falar sobre esse e outros assuntos, o Além da Energia convidou a gerente de Desenvolvimento de Negócios e Fusões e Aquisições da ENGIE Soluções, Ursulla Short, e o diretor do departamento Técnico e Regulatório da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Carlos Dornellas.
As mudanças climáticas estão no centro das preocupações da indústria do mundo todo. No Brasil, o setor de energia já emite menores volumes de gases de efeito estufa do que a média global. Mesmo assim, há espaço para melhorar ainda mais a matriz energética e torná-la ainda menos poluente, com o avanço de fontes renováveis, como a eólica, solar e hidrelétrica. Para falar sobre o que as companhias elétricas estão fazendo para auxiliar no cumprimento das metas de neutralização de carbono e sobre as tecnologias que estão sendo desenvolvidas para viabilizar novos projetos de descarbonização, o Além da Energia convidou a gerente de Responsabilidade Social Corporativa e Transição Energética da ENGIE, Flávia Teixeira, e a coordenadora-geral de Eficiência Energética do Ministério de Minas e Energia, Samira Sousa.
A expansão da rede de transmissão de eletricidade é uma prioridade para empresas e governo. Cálculo da Empresa de Pesquisa Energética (EPE) projeta investimento de cerca de R$ 100 bilhões até 2030 para expandir a malha. Há, no entanto, desafios a serem vencidos. Além de melhorar a rede já existente, é preciso integrar estados isolados. Para falar sobre esse e outros assuntos, o Além da Energia convidou Paulo Sergio Steidel, gerente de Desenvolvimento de Transmissão de Energia da Engie, e Thiago Dourado, superintendente da EPE.
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