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A descentralização das cadeias globais de valor é uma estratégia cada vez mais relevante nos planejamentos com foco na transição energética. E ganha ainda mais força com o conceito de "Powershoring", que significa a instalação de indústrias em locais com alto potencial de energias renováveis, como eólica, solar e biomassa. Uma das principais vantagens é o acesso mais fácil a fontes limpas, o que pode acelerar a própria transição energética do setor, alavancando a chamada "produção verde" e, no caso do Brasil, até mesmo um processo de neoindustrialização. O novo episódio do Além da Energia esmiúça o conceito de Powershoring e como ele é percebido pelo setor elétrico. Convidados: Jorge Arbache, vice-presidende do Setor Privado do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF); Gabriel Mann, diretor de Comercialização de Energia da ENGIE.
A descentralização das cadeias globais de valor é uma estratégia cada vez mais relevante nos planejamentos com foco na transição energética. E ganha ainda mais força com o conceito de "Powershoring", que significa a instalação de indústrias em locais com alto potencial de energias renováveis, como eólica, solar e biomassa. Uma das principais vantagens é o acesso mais fácil a fontes limpas, o que pode acelerar a própria transição energética do setor, alavancando a chamada "produção verde" e, no caso do Brasil, até mesmo um processo de neoindustrialização. O novo episódio do Além da Energia esmiúça o conceito de Powershoring e como ele é percebido pelo setor elétrico. Convidados: Jorge Arbache, vice-presidende do Setor Privado do Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF); Gabriel Mann, diretor de Comercialização de Energia da ENGIE.
Representantes dos governos da América do Sul assinaram um documento que define objetivos e prioridades para a integração dos setores elétricos dos países. Integrar as redes regionais é um projeto de décadas que ainda não deslanchou e que pode trazer benefícios econômicos mútuos. Para o Brasil, a exportação da sobreoferta de geração, por exemplo, ajudaria a corrigir disfunções e desequilíbrios no mercado interno. O Além da Energia vai abordar as estratégias e possíveis impactos da interconexão do continente. Convidados: Thiago Prado, presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE); e Edson Silva, diretor-presidente da Jirau Energia.
Representantes dos governos da América do Sul assinaram um documento que define objetivos e prioridades para a integração dos setores elétricos dos países. Integrar as redes regionais é um projeto de décadas que ainda não deslanchou e que pode trazer benefícios econômicos mútuos. Para o Brasil, a exportação da sobreoferta de geração, por exemplo, ajudaria a corrigir disfunções e desequilíbrios no mercado interno. O Além da Energia vai abordar as estratégias e possíveis impactos da interconexão do continente. Convidados: Thiago Prado, presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE); e Edson Silva, diretor-presidente da Jirau Energia.
O Além da Energia acompanhou os debates do Fórum promovido pela Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (ABDIB), em Brasília. Este ano, o evento tratou dos desafios e das oportunidades para a neoindustrialização e o desenvolvimento sustentável do país. A ENGIE e outros players importantes do setor elétrico participaram dos painéis, que também contaram com a colaboração de agentes e autoridades governamentais, como a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet. O Além da Energia traz alguns destaques, com as principais demandas e iniciativas relacionadas à transição energética que movimentaram as discussões.
O Além da Energia acompanhou os debates do Fórum promovido pela Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (ABDIB), em Brasília. Este ano, o evento tratou dos desafios e das oportunidades para a neoindustrialização e o desenvolvimento sustentável do país. A ENGIE e outros players importantes do setor elétrico participaram dos painéis, que também contaram com a colaboração de agentes e autoridades governamentais, como a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet. O Além da Energia traz alguns destaques, com as principais demandas e iniciativas relacionadas à transição energética que movimentaram as discussões.
O Setor Elétrico brasileiro emprega quatro mil pessoas a mais do que em 2020, primeiro ano da pandemia. De acordo com os dados de março de 2024 do Novo Cadastro de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho, os segmentos de geração, transmissão, comércio e distribuição reúnem um total de mais de 129 mil colaboradores diretos, com carteira assinada. Os novos empreendimentos em energias renováveis, a ampliação das linhas de transmissão e o crescimento do mercado livre também podem abrir novos postos de trabalho nos próximos anos. O Além da Energia vai tratar das perspectivas para o mercado de trabalho do setor elétrico e de iniciativas como o Programa Trainee, implementado pela ENGIE, Transportadora Associada de Gás - TAG e Jirau Energia. Convidados: Mateus Cavaliere, head em Inteligência de Mercado na Consultoria PSR, e Livia Silvia, supervisora de Atração e Diversidade da ENGIE Brasil Energia.
O Setor Elétrico brasileiro emprega quatro mil pessoas a mais do que em 2020, primeiro ano da pandemia. De acordo com os dados de março de 2024 do Novo Cadastro de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado pelo Ministério do Trabalho, os segmentos de geração, transmissão, comércio e distribuição reúnem um total de mais de 129 mil colaboradores diretos, com carteira assinada. Os novos empreendimentos em energias renováveis, a ampliação das linhas de transmissão e o crescimento do mercado livre também podem abrir novos postos de trabalho nos próximos anos. O Além da Energia vai tratar das perspectivas para o mercado de trabalho do setor elétrico e de iniciativas como o Programa Trainee, implementado pela ENGIE, Transportadora Associada de Gás - TAG e Jirau Energia. Convidados: Mateus Cavaliere, head em Inteligência de Mercado na Consultoria PSR, e Livia Silvia, supervisora de Atração e Diversidade da ENGIE Brasil Energia.
Criado em 2015, o W20 é um relevante grupo de engajamento do G20 voltado para a proposição de políticas de empoderamento feminino. Em 2024, com o Brasil na presidência do grupo, o país sedia uma vasta programação, com encontros, diálogos e outras ações, cujo objetivo é promover a igualdade de gênero, sobretudo nos espaços de decisão. Esta edição especial do Além da Energia repercute as principais pautas do W20 com a chefe da Delegação Brasileira, Adriana Carvalho, e a Erika Zoeller, gerente de Diversidade, Equidade e Inclusão da ENGIE Brasil e Head do tema para a América Latina.
Criado em 2015, o W20 é um relevante grupo de engajamento do G20 voltado para a proposição de políticas de empoderamento feminino. Em 2024, com o Brasil na presidência do grupo, o país sedia uma vasta programação, com encontros, diálogos e outras ações, cujo objetivo é promover a igualdade de gênero, sobretudo nos espaços de decisão. Esta edição especial do Além da Energia repercute as principais pautas do W20 com a chefe da Delegação Brasileira, Adriana Carvalho, e a Erika Zoeller, gerente de Diversidade, Equidade e Inclusão da ENGIE Brasil e Head do tema para a América Latina.
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