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O Além da Energia aborda os detalhes do Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira (CBAM), que começou a ser implementado pela União Europeia. Na prática, ele funcionará como uma nova taxação sobre produtos carbono-intensivos importados pelo bloco, a partir de 2026. Participam dessa conversa a Rafaela Guedes, especialista integrante do Núcleo de Energia no Centro Brasileiro de Relações Internacionais, o CEBRI; e o Jacques-Olivier Klotz, diretor-presidente da ENGIE Soluções.
O Além da Energia aborda os detalhes do Mecanismo de Ajuste de Carbono na Fronteira (CBAM), que começou a ser implementado pela União Europeia. Na prática, ele funcionará como uma nova taxação sobre produtos carbono-intensivos importados pelo bloco a partir de 2026. Participam dessa conversa a Rafaela Guedes, especialista integrante do Núcleo de Energia no Centro Brasileiro de Relações Internacionais, o CEBRI; e o Jacques-Olivier Klotz, diretor-presidente da ENGIE Soluções.
A Fundação ENGIE estabeleceu uma parceria com a Abiogás para a implantação de 18 biodigestores em escolas e comunidades em todas as regiões do Brasil. A iniciativa se alinha com os principais tópicos da Agenda ESG e com as políticas de sustentabilidade da companhia. O Além da Energia vai abordar os detalhes do projeto e como ele se integrou aos currículos e às atividades escolares. Participam da conversa o Leandro Toledano, CEO da Biomovement, empresa fornecedora dos biodigestores; e a Mariana da Hora, analista de Responsabilidade Social Corporativa e Sustentabilidade da ENGIE Brasil.
A Fundação ENGIE estabeleceu uma parceria com a Abiogás para a implantação de 18 biodigestores em escolas e comunidades em todas as regiões do Brasil. A iniciativa se alinha com os principais tópicos da Agenda ESG e com as políticas de sustentabilidade da companhia. O Além da Energia vai abordar os detalhes do projeto e como ele se integrou aos currículos e às atividades escolares. Participam da conversa o Leandro Toledano, CEO da Biomovement, empresa fornecedora dos biodigestores; e a Mariana da Hora, analista de Responsabilidade Social Corporativa e Sustentabilidade da ENGIE Brasil.
Às vésperas de mais uma Conferência do Clima, o Além da Energia entrevista a diplomata Liliam Chagas, ministra diretora do Departamento do Clima do Ministério das Relações Exteriores. Ela liderou a delegação brasileira na Conferência de Bonn, evento preparatório realizado em junho deste ano, na Alemanha. Na ocasião, foram definidos temas que nortearão a agenda de trabalhos da COP28, cuja sede, em 2023, será em Dubai, Emirados Árabes Unidos, entre os dias 30 de novembro e 12 de dezembro. Participa também desta conversa a gerente de Responsabilidade Social Corporativa e Transição Energética da ENGIE Brasil, Flávia Teixeira.
Às vésperas de mais uma Conferência do Clima, o Além da Energia entrevista a diplomata Liliam Chagas, ministra diretora do Departamento do Clima do Ministério das Relações Exteriores. Ela liderou a delegação brasileira na Conferência de Bonn, evento preparatório realizado em junho deste ano, na Alemanha. Na ocasião, foram definidos temas que nortearão a agenda de trabalhos da COP28, cuja sede, em 2023, será em Dubai, Emirados Árabes Unidos, entre os dias 30 de novembro e 12 de dezembro. Participa também desta conversa a gerente de Responsabilidade Social Corporativa e Transição Energética da ENGIE Brasil, Flávia Teixeira.
Como parte da política de diversidade e inclusão, a ENGIE mantém programas de equidade de gênero com o objetivo de ampliar a participação feminina em cargos técnicos e de liderança . Um deles é o "Mulheres em Campo" que, desde 2021, tem integrado profissionais em funções operacionais tradicionalmente ocupadas por homens, como no caso da manutenção e operação de gasodutos da ENGIE, por exemplo. O Além da Energia vai abordar os detalhes do programa, os resultados e as competências desenvolvidas com a maior presença feminina nas operações do Grupo. Participam da conversa a Clarice Romariz, diretora-presidente da ENGIE Soluções em Operação e Manutenção, e a Winnie Santos, pesquisadora e assessora de Relações Raciais do CEERT.
Como parte da política de diversidade e inclusão, a ENGIE mantém programas de equidade de gênero com o objetivo de ampliar a participação feminina em cargos técnicos e de liderança . Um deles é o "Mulheres em Campo" que, desde 2021, tem integrado profissionais em funções operacionais tradicionalmente ocupadas por homens, como no caso da manutenção e operação de gasodutos da ENGIE, por exemplo. O Além da Energia vai abordar os detalhes do programa, os resultados e as competências desenvolvidas com a maior presença feminina nas operações do Grupo. Participam da conversa a Clarice Romariz, diretora-presidente da ENGIE Soluções em Operação e Manutenção, e a Winnie Santos, pesquisadora e assessora de Relações Raciais do CEERT.
A Ocean Winds (OW), joint venture global formada pela ENGIE e EDP Renováveis dedicada a geração de energia eólica no mar, formalizou recentemente três novos acordos para impulsionar iniciativas de projetos de energia eólica offshore no Brasil. Com isso, a companhia começa a delinear uma perspectiva de investimentos para desenvolver essa modalidade de fonte de energia nos próximos anos. Acordos foram firmados com os Estados do Rio Grande do Norte e do Rio de Janeiro, onde, atualmente, 20 projetos para implantação de eólicas offshore estão em fase de licenciamento no IBAMA, totalizando 47,7 GW de potência instalada. A Ocean Winds tem cinco projetos em estudo no país, sendo um no Rio Grande do Norte e um no Rio de Janeiro e um no RN e 1 no RJ. O Além da Energia vai abordar os detalhes previstos nos memorandos, potencial de geração e possíveis prazos de implantação, paralelamente ao avanço regulatório do segmento. Participam da conversa o Rafael Palhares Simoncelli, diretor de Desenvolvimento de Negócios da Ocean Winds no Brasil, e o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico do RN, Jaime Calado.
A Ocean Winds (OW), joint venture global formada pela ENGIE e EDP Renováveis dedicada a geração de energia eólica no mar, formalizou recentemente três novos acordos para impulsionar iniciativas de projetos de energia eólica offshore no Brasil. Com isso, a companhia começa a delinear uma perspectiva de investimentos para desenvolver essa modalidade de fonte de energia nos próximos anos. Acordos foram firmados com os Estados do Rio Grande do Norte e do Rio de Janeiro, onde, atualmente, 20 projetos para implantação de eólicas offshore estão em fase de licenciamento no IBAMA, totalizando 47,7 GW de potência instalada. A Ocean Winds tem cinco projetos em estudo no país, sendo um no Rio Grande do Norte e um no Rio de Janeiro e um no RN e 1 no RJ. O Além da Energia vai abordar os detalhes previstos nos memorandos, potencial de geração e possíveis prazos de implantação, paralelamente ao avanço regulatório do segmento. Participam da conversa o Rafael Palhares Simoncelli, diretor de Desenvolvimento de Negócios da Ocean Winds no Brasil, e o secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico do RN, Jaime Calado.
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