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O ENGIE Day 2023 analisou as múltiplas faces da transição energética. Num evento realizado no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, lideranças e especialistas do setor debateram os principais desafios que envolvem a regulação, a descarbonização da indústria, o financiamento de novos projetos em renováveis e a diversidade nas organizações. O Além da Energia acompanhou as conversas e traz agora as principais contribuições que marcaram o evento.
O ENGIE Day 2023 analisou as múltiplas faces da transição energética. Num evento realizado no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, lideranças e especialistas do setor debateram os principais desafios que envolvem a regulação, a descarbonização da indústria, o financiamento de novos projetos em renováveis e a diversidade nas organizações. O Além da Energia acompanhou as conversas e traz agora as principais contribuições que marcaram o evento.
Estudo da EPE indica que o mercado de hidrogênio já movimenta mais de US$ 100 bilhões por ano no mundo. Esta fonte de energia é considerada fundamental para que os países consigam zerar as emissões de carbono até 2050. Para isso, no entanto, será necessário desenvolver a produção do chamado “hidrogênio verde”, versão obtida por meio da quebra da molécula da água e com o uso de energia renovável no processo. Apontado por especialistas como uma possível futura potência na produção de H2V, o Brasil ainda precisa dar alguns passos para impulsionar o segmento por aqui. O Além da Energia analisa o atual estágio das discussões sobre a implantação de projetos de hidrogênio verde no país. Participam da conversa o Felipe Janssen, gerente de Desenvolvimento de Novos Negócios de H2V da ENGIE Brasil, e Heloísa Borges, diretora de Estudos de Petróleo, Gás Natural E Biocombustíveis da EPE.
Estudo da EPE indica que o mercado de hidrogênio já movimenta mais de US$ 100 bilhões por ano no mundo. Esta fonte de energia é considerada fundamental para que os países consigam zerar as emissões de carbono até 2050. Para isso, no entanto, será necessário desenvolver a produção do chamado “hidrogênio verde”, versão obtida por meio da quebra da molécula da água e com o uso de energia renovável no processo. Apontado por especialistas como uma possível futura potência na produção de H2V, o Brasil ainda precisa dar alguns passos para impulsionar o segmento por aqui. O Além da Energia analisa o atual estágio das discussões sobre a implantação de projetos de hidrogênio verde no país. Participam da conversa o Felipe Janssen, gerente de Desenvolvimento de Novos Negócios de H2V da ENGIE Brasil, e Heloísa Borges, diretora de Estudos de Petróleo, Gás Natural E Biocombustíveis da EPE.
Num ano com sobreoferta de energia e reservatórios cheios, o segmento de geração hidráulica brasileiro vê oportunidades de maior comercialização com os vizinhos do Cone Sul que podem ajudar a aumentar as receitas e a manter a modicidade tarifária no país. O segmento avalia que a chegada do inverno argentino e a crise hídrica uruguaia deverão gerar uma demanda que o Brasil teria como suprir com o excedente que pode, mas não está produzindo em virtude de sua própria demanda interna estar baixa. O cenário levanta ainda um antigo debate: a integração energética regional. Ao longo dos anos, este foi um projeto que gerou muitas expectativas no setor, mas avançou menos do que o esperado. Barreiras regulatórias e políticas ainda impedem uma maior interconexão. O Além da Energia vai analisar as propostas para um intercâmbio energético mais consistente na região. Participam da conversa o gerente de Assuntos Regulatórios e de Mercado da ENGIE Brasil Energia e o consultor sênior em Planejamento Energético da PSR, Celso Dall’Orto.
Um dos combustíveis da transição energética, o gás natural é um recurso com grande potencial no Brasil e ganhou impulso há dois anos com a aprovação da Nova Lei do Gás Natural. A abertura de mercado tem se consolidado gradualmente nesse período com a regulamentação do mercado livre pelos estados (que permite a comercialização do insumo por novos agentes), diversificação de agentes no transporte e na produção (com a venda de ativos da Petrobras que trouxe novos operadores), e o início de novos projetos de infraestrutura – como a conexão em Sergipe do hub de GNL à malha da Transportadora Associada de Gás - TAG, que tem a ENGIE como principal acionista (65%), além do desenvolvimento do projeto do BM-C-33, na Bacia de Campos, pela Equinor. O Além da Energia vai debater o que falta ainda para o avanço desse segmento e quais os desafios para manter a abertura do mercado de forma livre, competitiva e com pluralidade. Aproveitamos para falar do segundo mapeamento de demanda da TAG, do número de novos contratos fechados nesses dois anos e investimentos em expansão realizados e previstos. Participam da conversa o diretor-presidente da TAG, Gustavo Labanca. E a diretora-executiva de Gás Natural do IBP, Sylvie D’Apote.
Um dos combustíveis da transição energética, o gás natural é um recurso com grande potencial no Brasil e ganhou impulso há dois anos com a aprovação da Nova Lei do Gás Natural. A abertura de mercado tem se consolidado gradualmente nesse período com a regulamentação do mercado livre pelos estados (que permite a comercialização do insumo por novos agentes), diversificação de agentes no transporte e na produção (com a venda de ativos da Petrobras que trouxe novos operadores), e o início de novos projetos de infraestrutura – como a conexão em Sergipe do hub de GNL à malha da Transportadora Associada de Gás - TAG, que tem a ENGIE como principal acionista (65%), além do desenvolvimento do projeto do BM-C-33, na Bacia de Campos, pela Equinor. O Além da Energia vai debater o que falta ainda para o avanço desse segmento e quais os desafios para manter a abertura do mercado de forma livre, competitiva e com pluralidade. Aproveitamos para falar do segundo mapeamento de demanda da TAG, do número de novos contratos fechados nesses dois anos e investimentos em expansão realizados e previstos. Participam da conversa o diretor-presidente da TAG, Gustavo Labanca. E a diretora-executiva de Gás Natural do IBP, Sylvie D’Apote.
A ENGIE concluiu a implementação do Projeto Novo Estado, sistema de transmissão localizado nos Estados de Tocantins e Pará. O empreendimento foi concebido para fortalecer o escoamento da geração de energia de grandes hidrelétricas do Norte do país, otimizando o Sistema Interligado Nacional. O investimento nas LTs é fundamental para a transição energética visto que, por meio delas, é possível conectar fontes renováveis e levar energia excedente de uma região para outra, o que potencialmente também possibilita o desligamento de usinas de geração não renovável. O Além da Energia vai destacar a importância da ampliação da rede de transmissão para a descarbonização do setor e da nossa economia. Participam da conversa o diretor de Desenvolvimento de Negócios e Implantação de Networks da ENGIE, Matheus Amorim, e diretor de Planejamento do ONS, Alexandre Zucarato.
A ENGIE concluiu a implementação do Projeto Novo Estado, sistema de transmissão localizado nos Estados de Tocantins e Pará. O empreendimento foi concebido para fortalecer o escoamento da geração de energia de grandes hidrelétricas do Norte do país, otimizando o Sistema Interligado Nacional. O investimento nas LTs é fundamental para a transição energética visto que, por meio delas, é possível conectar fontes renováveis e levar energia excedente de uma região para outra, o que potencialmente também possibilita o desligamento de usinas de geração não renovável. O Além da Energia vai destacar a importância da ampliação da rede de transmissão para a descarbonização do setor e da nossa economia. Participam da conversa o diretor de Desenvolvimento de Negócios e Implantação de Networks da ENGIE, Matheus Amorim, e diretor de Planejamento do ONS, Alexandre Zucarato.
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