Será que é possivel acreditar em conversas sem abrir mão do mal-entendido? Por mais eficiente que seja o dom da oratória de uma pessoa, ninguém está imune aos equívocos da linguagem, e se aquela palavra que você esqueceu, trocou, errou for extamente o mal-entendido que pode mudar o rumo das coisas, da clareza, dos objetivos daquilo que você tentava comunicar?