Há um ano, no dia 25 de janeiro, ocorria um dos maiores desastres com rejeitos de mineração no Brasil; foram cerca de 270 mortos, 11 desaparecidos e 24 mil deslocamentos forçados em Brumadinho, Minas Gerais. O programa Ambiente É o Meio desta semana conversa com o frei Gilvander Luís Moreira; o padre da Ordem dos Carmelitas e missionário da Comissão Pastoral da Terra, que realiza trabalhos com as vítimas da catástrofe, fala sobre as consequências sociais e ambientais do rompimento da barragem do Córrego do Feijão.
Segundo ele, além de impune, o crime “continua crescendo”. Isso porque, com as recentes chuvas em Minas Gerais, os rejeitos tóxicos da barragem podem ter contaminado os lençóis freáticos da bacia do rio Paraopeba.