O programa Ambiente É o Meio desta semana, 30 de outubro, conversa com professor Carlos Alberto Labate, da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq) da USP em Piracicaba, sobre os contaminantes presentes na produção de etanol e as novas técnicas para identificá-los.
Segundo o professor, o processo de produção de etanol pode ser contaminado de várias formas, desde o mosto da fabricação de açúcar até a fermentação infectada por leveduras selvagens. Labate afirma que os danos causados podem chegar à casa dos milhões, como, por exemplo, nos Estados Unidos, onde o prejuízo é estimado em cerca de US$ 3 milhões por ano.