Tem um tipo de ciúme que ninguém chama de ciúme.
Ele vem com “preocupação”, com “eu só quero te proteger”, com “não confio nessas pessoas”.
Só que, aos poucos, esse “cuidado” vira regra:
com quem você fala, onde você vai, o que você posta, como você se veste…
E o relacionamento começa a perder algo essencial: ar.
Porque amor que precisa vigiar para se sentir seguro não é vínculo.
É tentativa de controle para aliviar uma insegurança interna.
E aqui está o ponto mais doloroso:
quanto mais você controla para não perder, mais você cria o terreno da perda.
A pessoa não se afasta por falta de amor…
ela se afasta por falta de liberdade emocional.
No episódio de hoje do Amor & Terapia, eu te mostro como identificar o ciúme disfarçado de cuidado, os impactos no cérebro e no vínculo, e como transformar isso em conexão real, sem vigilância