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No episódio de hoje do Antigas Novidades, vamos falar de um disco que marcou o início dos anos 90, mas que acabou ficando esquecido em meio à avalanche do grunge: “On Target”, estreia da banda Bangalore Choir.
Depois de sua saída do Accept, o vocalista David Reece voltou para Los Angeles com a ideia de montar uma banda que unisse peso e melodia. Ao lado do baterista Rusty Miller, ele começou a dar forma ao projeto, que acabou recebendo o nome Bangalore Choir — sugestão inspirada por seu irmão, um fuzileiro naval, que mencionou o “Bangalore”, um torpedo militar. Para completar, Reece adicionou o “Choir”, destacando o lado harmônico e melódico que queria para o grupo.
No Guitar Institute of Technology, David conheceu John Kirk (guitarra) e Danny Greenberg (baixo), além de trazer para a formação Curt Mitchell (ex-Razormaid). Pouco tempo depois, a banda assinou contrato com a Giant Records e gravou o álbum “On Target”, contando ainda com Ian Mayo (baixo, ex-Hericane Alice) e Jackie Ramos (bateria, também ex-Hericane Alice).
O disco traz faixas marcantes como “All or Nothin’”, “Slippin’ Away”, o single “Loaded Gun”, além de uma versão de “Angel in Black” (composta originalmente pelo Autograph) e até mesmo “Doin’ the Dance”, música escrita por Jon Bon Jovi e Aldo Nova.
Apesar da qualidade, o contexto da época não ajudou. O grunge dominava rádios, MTV e corações, e em poucos meses a gravadora desistiu do projeto. O Bangalore Choir se desfez, e David Reece chegou a abandonar a música, trabalhando na construção civil antes de retornar anos depois em novos projetos.
E pra falar desse disco e dessa história cheia de altos e baixos, temos um convidado especial: Willian Farias, do podcast Rock na Mesa, que vai dividir com a gente suas impressões sobre o Bangalore Choir – On Target.Tem DUELO DE TITÃS com Sônia Rocha enfrentando Ciço Gato!
No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França.
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#BangaloreChoir #OnTarget #DavidReece #HardRock90s #LoadedGun #JonBonJovi #AldoNova #Accept #RockNaMesa #AntigasNovidades
AVISO!!! Hoje a gente vai estrear nosso DUELO DE TITÃS ao final do programa: SÔNIA ROCHA X GISELE MADONINHA! Na parte final, não percam!
Mas o programa hoje é, na verdade, para falar sobre um disco que completa 50 anos em 2025: Nuthin’ Fancy, o terceiro álbum de estúdio do #LynyrdSkynyrd, lançado em 1975.
Esse trabalho marcou uma nova fase para a banda, com mudanças internas e uma sonoridade ainda mais madura no #southernrock, gênero que eles ajudaram a imortalizar.
🎸 A formação na época era a seguinte:
Ronnie Van Zant nos vocais principais (#RonnieVanZant);
Gary Rossington na guitarra rítmica (#GaryRossington);
Allen Collins na guitarra solo (#AllenCollins);
Ed King também na guitarra e baixo (#EdKing);
Leon Wilkeson no baixo (#LeonWilkeson);
Billy Powell nos teclados (#BillyPowell);
Artimus Pyle na bateria (#ArtimusPyle).
Um time que carregava o peso e a energia do #rocksulista, mostrando por que o Lynyrd Skynyrd era – e ainda é – referência mundial no gênero.
🎶 As músicas de Nuthin’ Fancy, na ordem original do LP de 1975:
Saturday Night Special (#SaturdayNightSpecial) – um hino contra a violência armada, que se tornou clássico instantâneo.
Cheatin’ Woman (#CheatinWoman) – carregada de groove e com a marca da guitarra sulista.
Railroad Song (#RailroadSong) – homenagem às estradas e ao espírito viajante da banda.
I’m a Country Boy (#ImACountryBoy) – um tributo direto às raízes do sul dos Estados Unidos.
On the Hunt (#OnTheHunt) – uma faixa pesada, com riffs memoráveis.
Am I Losin’ (#AmILosin) – canção emocional, mostrando o lado mais reflexivo de Ronnie Van Zant.
Made in the Shade (#MadeInTheShade) – leve, quase country, trazendo diversidade ao álbum.
Whiskey Rock-a-Roller (#WhiskeyRockaRoller) – fechando com energia, celebrando a estrada, a música e a liberdade.
Esse álbum não apenas consolidou a força do #southernrock, mas também colocou o Lynyrd Skynyrd de vez no mapa do #rockclássico mundial.
Vale lembrar que ele chegou ao #Top10 da Billboard 200, mostrando que a banda estava em seu auge criativo e de popularidade.
O impacto de Nuthin’ Fancy se estende até hoje. Canções como Saturday Night Special e Whiskey Rock-a-Roller ainda são tocadas em rádios de #rockclássico, em trilhas de filmes e inspiram novas gerações de músicos.
A gente destaca como esse disco representa não só o espírito de 1975, mas também a essência da mistura entre #blues, #country, #hardrock e a energia única do #rockandroll.
Com Nuthin’ Fancy, o #LynyrdSkynyrd provou que sabia equilibrar peso, melodia e letras que dialogavam com o público, falando sobre armas, estradas, perdas e, claro, sobre viver intensamente.
🔊 Então é isso: celebramos hoje os 50 anos de Nuthin’ Fancy, um disco que é pura história do #rock, pura história do #southernrock e pura paixão pelo #rockandroll.
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Apresentamos seis programas especiais dedicados à fantástica história de Willie Dixon, um dos maiores nomes do blues mundial. Ao longo dessa série, vamos descobrir como o garoto pobre do Mississippi, marcado pela dureza das prisões e pela luta contra a injustiça racial, se transformou em Willie Dixon: compositor, produtor, baixista e verdadeiro porta-voz do blues. Mais do que contar sua trajetória pessoal, os programas revelam como ele ajudou a moldar a música do século XX, influenciando diretamente o rock, o jazz, o soul e o pop que conhecemos hoje.
A batalha jurídica contra o Led Zeppelin por ‘Whole Lotta Love’
O sexto programa traz a polêmica batalha judicial entre Willie Dixon e o Led Zeppelin, uma das disputas mais famosas da história da música. Dixon alegou que a banda britânica copiou sua composição You Need Love, gravada por Muddy Waters em 1962, para criar Whole Lotta Love. Durante anos, o Led Zeppelin negou a semelhança, mesmo quando evidências mostravam letras e melodias quase idênticas. A disputa revelou como o rock branco se apropriou do blues negro sem dar crédito, gerando uma das primeiras vitórias legais de um compositor afro-americano contra uma gigante do rock.
O episódio mostra documentos, depoimentos e bastidores que revelam como o processo se arrastou até meados dos anos 1980, quando Dixon finalmente conseguiu um acordo e passou a ser creditado como autor. Mais do que uma questão de royalties, a vitória de Dixon simbolizou o reconhecimento do blues como raiz de toda música moderna. O programa mostra que, sem Dixon, talvez o rock do Led Zeppelin nunca tivesse existido. É a história de um gigante que se recusou a ser apagado.
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Apresentamos seis programas especiais dedicados à fantástica história de Willie Dixon, um dos maiores nomes do blues mundial. Ao longo dessa série, vamos descobrir como o garoto pobre do Mississippi, marcado pela dureza das prisões e pela luta contra a injustiça racial, se transformou em Willie Dixon: compositor, produtor, baixista e verdadeiro porta-voz do blues. Mais do que contar sua trajetória pessoal, os programas revelam como ele ajudou a moldar a música do século XX, influenciando diretamente o rock, o jazz, o soul e o pop que conhecemos hoje.
“O blues pode ser sobre fatos da vida e também clama a Deus tanto quanto uma canção espiritual”.
No quinto programa, vemos como Willie Dixon conciliou sua paixão pela música com a dureza da vida em Chicago nos anos 1930 e 40. Antes de se tornar o grande compositor e produtor da Chess Records, Dixon foi campeão de boxe amador, treinou como sparring de Joe Louis e até tentou a carreira profissional. Mas, após ser explorado por empresários e enganado em seus ganhos, aprendeu a desconfiar do sistema — uma lição que carregaria para sua trajetória musical, tornando-se um dos primeiros artistas negros a exigir auditorias e processar gravadoras por direitos autorais. Essa experiência fortaleceu sua luta contra a exploração da indústria.
Paralelamente, Dixon se uniu a Leonard "Baby Doo" Caston e formou os Five Breezes, grupo que tocava em bares, esquinas e clubes de Chicago, ajudando Dixon a largar trabalhos pesados nos currais da cidade. Mas seu espírito rebelde foi colocado à prova quando ele se recusou a servir ao exército durante a Segunda Guerra Mundial, declarando-se objetor de consciência. Preso por desafiar o governo, Dixon se manteve firme em sua resistência, antecipando décadas antes a postura de Muhammad Ali no Vietnã. O programa mostra como essa coragem moldou o homem que transformaria o blues em uma bandeira de dignidade e fé.
No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França.
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Apresentamos seis programas especiais dedicados à fantástica história de Willie Dixon, um dos maiores nomes do blues mundial. Ao longo dessa série, vamos descobrir como o garoto pobre do Mississippi, marcado pela dureza das prisões e pela luta contra a injustiça racial, se transformou em Willie Dixon: compositor, produtor, baixista e verdadeiro porta-voz do blues. Mais do que contar sua trajetória pessoal, os programas revelam como ele ajudou a moldar a música do século XX, influenciando diretamente o rock, o jazz, o soul e o pop que conhecemos hoje. “A primeira coisa que surgiu do homem foi o blues porque, segundo as Escrituras, quando Deus criou o homem, ele era solitário e triste”.
No quarto programa, entramos ainda mais fundo na juventude de Dixon, marcada pela violência e pelo racismo no Mississippi dos anos 1920. Preso injustamente aos 12 anos, trabalhou exaustivamente em plantações de algodão, onde descobriu o poder do blues como consolo e resistência. Entre humilhações, pobreza e abusos, Dixon começou a entender que o blues não era apenas canção de tristeza, mas também de força e sobrevivência coletiva. As experiências traumáticas o levaram a transformar dor em palavras, guardando centenas de poemas e letras em seu “Livro de Poemas”.
Quando chegou a Chicago, Dixon enfrentou empregos pesados e miséria, mas encontrou inspiração nos clubes da cidade, onde viu Louis Armstrong e Cab Calloway brilharem no palco. A Grande Migração Negra deu a Chicago uma nova alma cultural, e Dixon estava no centro desse movimento. Entre a dor da perda do pai, a convivência com mestres do blues como Little Brother Montgomery e a vivência com tradições do hoodoo, Dixon consolidava sua identidade. Estava pronto para se tornar não só músico, mas também cronista de sua gente através do blues.
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Apresentamos seis programas especiais dedicados à fantástica história de Willie Dixon, um dos maiores nomes do blues mundial. Ao longo dessa série, vamos descobrir como o garoto pobre do Mississippi, marcado pela dureza das prisões e pela luta contra a injustiça racial, se transformou em Willie Dixon: compositor, produtor, baixista e verdadeiro porta-voz do blues. Mais do que contar sua trajetória pessoal, os programas revelam como ele ajudou a moldar a música do século XX, influenciando diretamente o rock, o jazz, o soul e o pop que conhecemos hoje. "Blues é a raiz e as outras músicas são os frutos. É melhor manter as raízes vivas”
O terceiro programa mostra a fuga espetacular de Willie Dixon da temida Fazenda Allen, onde cumpria trabalhos forçados. Montado em uma mula, atravessou florestas, rios e plantações até chegar a Memphis, sobrevivendo apenas de lagostins e batatas cruas. Esse episódio de resistência marca o início da sua jornada rumo ao norte, em direção a Chicago, onde se tornaria um dos nomes centrais da música americana. Dixon transformou sua dor em força criativa, carregando no coração a certeza de que o blues era mais que música: era sobrevivência.
Já em Chicago, Dixon emergiu como compositor, arranjador e produtor da Chess Records, a maior gravadora de blues da época. Foi responsável por clássicos como Hoochie Kootchie Man, Spoonful, Evil e Little Red Rooster, músicas que moldaram o blues urbano e influenciaram diretamente o rock’n’roll. Dixon também trabalhou com Chuck Berry, ajudando a criar os primeiros sucessos do rock. Sua frase “o blues é a raiz, o resto são os frutos” resume sua visão: sem blues, não haveria rock, soul, jazz nem pop.
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Apresentamos seis programas especiais dedicados à fantástica história de Willie Dixon, um dos maiores nomes do blues mundial. Ao longo dessa série, vamos descobrir como o garoto pobre do Mississippi, marcado pela dureza das prisões e pela luta contra a injustiça racial, se transformou em Willie Dixon: compositor, produtor, baixista e verdadeiro porta-voz do blues. Mais do que contar sua trajetória pessoal, os programas revelam como ele ajudou a moldar a música do século XX, influenciando diretamente o rock, o jazz, o soul e o pop que conhecemos hoje. “O blues é a raiz, o resto são os frutos.”
O segundo programa revela a adolescência difícil de Willie Dixon, que aos treze anos foi preso injustamente no Mississippi e condenado a trabalhos forçados em condições desumanas. A narrativa expõe como a brutalidade das prisões no sul dos Estados Unidos moldou sua percepção sobre o mundo e como o blues surgiu como forma de resistência e libertação. Nas noites escuras da Fazenda Allen, os cânticos dos prisioneiros ecoavam como hinos de sobrevivência contra a opressão.
Entre violência, exploração e sofrimento, Dixon descobriu que o blues não era apenas música, mas sim uma arma espiritual contra a injustiça. Sua experiência nas fazendas-prisão mostrou a dimensão humana do blues: uma música feita de dor, mas também de dignidade. Esse episódio apresenta Willie Dixon como um jovem sobrevivente que, mesmo diante de um sistema cruel, transformou cicatrizes em canções eternas.
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Apresentamos seis programas especiais dedicados à fantástica história de Willie Dixon, um dos maiores nomes do blues mundial. Ao longo dessa série, vamos descobrir como o garoto pobre do Mississippi, marcado pela dureza das prisões e pela luta contra a injustiça racial, se transformou em Willie Dixon: compositor, produtor, baixista e verdadeiro porta-voz do blues. Mais do que contar sua trajetória pessoal, os programas revelam como ele ajudou a moldar a música do século XX, influenciando diretamente o rock, o jazz, o soul e o pop que conhecemos hoje.Tentando reparar o “roubo” do blues
O primeiro programa mergulha na relação entre o blues afro-estadunidense e a famosa Invasão Britânica dos anos 60. Beatles, Rolling Stones, The Animals, The Who e Led Zeppelin beberam profundamente da fonte do blues negro dos Estados Unidos, muitas vezes sem dar os devidos créditos aos verdadeiros criadores. O episódio mostra como riffs, letras e até estilos vocais foram apropriados e transformados em hits milionários, enquanto nomes como Blind Lemon Jefferson, Howlin’ Wolf e Muddy Waters permaneciam à margem da fortuna.
Traremos reflexões sobre como o blues moldou o jazz, o country e o rock, mas raramente trouxe retorno financeiro para seus inventores. O caso de Elvis Presley, lançado como “o garoto branco que cantava como negro”, ilustra como a indústria musical lucrou bilhões com uma tradição cultural roubada. O programa provoca a pergunta essencial: sem o blues, será que o rock, o pop e todo o resto da música moderna existiriam?
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Há 30 anos, o Draconian Times redefiniu os caminhos do gothic metal e consolidou o Paradise Lost como uma das bandas mais influentes dos anos 90. O álbum se destaca pela sonoridade mais acessível, mas sem perder o peso e a melancolia característicos do grupo. As influências de bandas tão distintas como The Sisters of Mercy e Metallica aparecem de forma clara, especialmente nos vocais limpos de Nick Holmes, que reforçam a dramaticidade das composições.
As guitarras de Gregor Mackintosh são um espetáculo à parte: riffs emotivos, cheios de atmosfera sombria, que até hoje permanecem inimitáveis. Esse estilo único foi capaz de unir melodia e peso em um equilíbrio raro no metal. Já a bateria de Lee Morris, muitas vezes pouco comentada, brilha em Draconian Times com arranjos que não apenas acompanham, mas elevam a experiência auditiva, consolidando este álbum como um clássico absoluto.
Três décadas depois, Draconian Times segue como referência para novas gerações, sendo revisitado tanto por fãs quanto por músicos que encontram nele um ponto de convergência entre acessibilidade e profundidade musical. Um verdadeiro marco que resiste ao tempo e continua inspirando discussões, tributos e, claro, este episódio especial do AntigasNovidades.
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Country Funk 1969–1975 é uma coletânea lançada em 24 de julho de 2012 pela Light in the Attic Records . A coletânea representa seleções de uma obscura ramificação da música country e funk , considerada "country funk".
Mas que diabos é country funk? A resposta é complicada, em parte devido ao fato de que “Country Funk” é um gênero inerentemente desafiador, que foge de qualquer tentativa de categorização fácil.
O estilo abrange a exaltação do gospel com o impulso sexual do blues, a harmonia country de hoedown com a dureza da cidade. É alternadamente brincalhão e melancólico, lento e dançante. E, embora tudo isso possa parecer combinações improváveis à primeira vista, ao ouvir de perto tudo faz sentido doce.
Dale Hawkins – L.A. Memphis Tyler Texas
John Randolph Marr – Hello L.A., Bye-Bye Birmingham
Johnny Adams – Georgia Morning Dew
Mac Davis – Lucas Was a Redneck
Bob Darin – Light Blue
Jim Ford – I Wanta Make Her Love Me
Gray Fox – Hawg Frog
Link Wray – Fire and Brimstone
Bobby Charles – Street People
Cherokee – Funky Business
Tony Joe White – Stud Spider
Dennis The Fox – Piledriver
Larry Jon Wilson – Ohoopee River Bottomland
Bobbie Gentry – He Made a Woman Out of Me
Gritz – Bayou Country
Johnny Jenkins – I Walk on Gilded Splinters
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