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Com a chegada do rock 'n' roll na virada dos anos 50 para os 60, o interesse do público estadunidense pelo blues tradicional começou a diminuir. Em resposta, Memphis Slim e Willie Dixon deixaram a América e começaram a se apresentar internacionalmente. Enquanto estava na Europa, Memphis Slim encontrou um público receptivo e reverente que contrastava fortemente com a discriminação e a falta de trabalho regular que ele enfrentava em casa.
No início da década de 1960, Slim se tornou um dos primeiros artistas a assinar quando promotores alemães, juntamente com Willie Dixon, propuseram o concerto de blues europeu que mais tarde ficaria conhecido como American Folk Blues Festival.
O álbum "Songs of Memphis Slim & 'Wee Willie' Dixon", lançado em 1960, é uma colaboração notável entre o pianista e vocalista Memphis Slim e o baixista e compositor Willie Dixon. Este trabalho destaca a química musical entre os dois artistas, apresentando uma seleção de composições de Dixon interpretadas de forma íntima e expressiva.
Joggie Boogie
Stewball
John Henry
Kansas City #1, #2 & #3
Have You Ever Been to Nashville Pen?
Beer Drinking Woman
Chicago House Rent Party
44 Blues
Unlucky
Neste episódio do podcast, você vai descobrir os bastidores do álbum Songs of Memphis Slim and Willie Dixon, entender a importância da turnê europeia que deu origem ao American Folk Blues Festival e ouvir curiosidades sobre faixas como “Beer Drinking Woman” e “44 Blues”, que capturam o espírito autêntico do blues.
No comando está o jornalista Aroldo Glomb! Na bancada: Demetrio Ferreira Czmyr ,Cristiano Moura, Bredi Vian Marinho e Aldo Portes de França.
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Hoje vamos mergulhar em um dos discos mais ousados e polêmicos do rock brasileiro: Psicoacústica, lançado pelo Ira! em 1988. Esse álbum marcou um rompimento com o formato tradicional da banda, misturando rock, rap, dub, punk e experimentações eletrônicas, e dividiu crítica e público na época. Foi um passo à frente na cena musical brasileira e ainda hoje desperta debates sobre sua ousadia estética.
O disco conta com 8 faixas:
1 - "Rubro Zorro"
2 - "Manhãs de Domingo"
3 - "Poder, Sorriso, Fama"
4 - "Receita Para Se Fazer um Herói"
5 - "Pegue Essa Arma"
6 - "Farto do Rock 'n' Roll"
7 - "Advogado do Diabo"
8 - "Mesmo Distante"
A formação do Ira! neste álbum traz:
Nasi nos vocais
Edgard Scandurra na guitarra, vocais e produção
Ricardo Gaspa no baixo
André Jung na bateria
Apesar de inicialmente rejeitado por muitos fãs, Psicoacústica foi reavaliado com o tempo e hoje é visto como um disco visionário, que antecipou tendências e influenciou gerações de músicos. Com letras provocativas e sonoridade densa, o álbum oferece um retrato inquieto do Brasil urbano e conflituoso da virada dos anos 80.
#rockbrasileiroanos80 #discoexperimentalbrasileiro #ira! #ira #bandaIraPsicoacústica
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Há 30 anos, em 1995, um álbum revolucionava a música brasileira, trazendo irreverência, humor e uma mistura única de gêneros que conquistou o país. O disco "Mamonas Assassinas" foi um fenômeno de vendas e marcou gerações com seu estilo inconfundível. Hoje, no Antigas Novidades, relembramos essa obra-prima e celebramos o legado de Dinho, Júlio Rasec, Samuel Reoli, Bento Hinoto e Sérgio Reoli.
O álbum, que vendeu mais de 3 milhões de cópias, foi um marco do rock cômico brasileiro e misturava referências que iam do forró ao heavy metal, passando por música mexicana e sertanejo. Cada faixa do disco trazia um toque especial de humor ácido, paródia e genialidade musical.
🎸 Faixa a faixa, relembramos as pérolas que fizeram a alegria dos anos 90:
🔥 "1406" – A sátira perfeita sobre o consumismo e o sonho de ficar rico;🔥 "Vira-Vira" – O forró com sotaque lusitano que virou hit instantâneo;🔥 "Pelados em Santos" – O maior sucesso do disco, misturando rock e duplo sentido;🔥 "Chopis Centis" – Uma crítica hilária ao trabalho em shoppings centers;🔥 "Jumento Celestino" – Uma homenagem ao forró nordestino, com direito a sanfona e zabumba;🔥 "Sabão Crá-Crá" – A zoeira com jingles publicitários e o pagode dos anos 90;🔥 "Uma Arlinda Mulher" – Inspirada em um clássico do cinema, mas com um toque escrachado;🔥 "Cabeça de Bagre II" – O rock pesado com crítica social e letra debochada;🔥 "Mundo Animal" – Uma paródia genial sobre os hábitos de diferentes espécies;🔥 "Robocop Gay" – Um dos maiores clássicos da banda, desconstruindo estereótipos com muito humor;🔥 "Bois Don't Cry" – A sátira ao pop internacional, inspirada em The Cure;🔥 "Débil Metal" – Uma despedida com muito som pesado e mais irreverência.
🎤 Além das músicas inesquecíveis, o carisma e a espontaneidade dos Mamonas Assassinas conquistaram o Brasil e continuam vivos até hoje. O álbum foi um divisor de águas na música brasileira, rompendo barreiras e provando que o humor e o talento podiam andar lado a lado.
📢 No episódio de hoje do Antigas Novidades, falamos sobre a história desse disco icônico, os bastidores das gravações e como o legado dos Mamonas Assassinas ainda ecoa na cultura pop brasileira.
🔊 Não perca essa viagem no tempo! Dê o play e compartilhe sua lembrança favorita dos Mamonas Assassinas com a gente! #MamonasAssassinas #RockNacional #Anos90 #PeladosEmSantos #ViraVira #AntigasNovidades
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Nada combina mais com uma boa cerveja e amigos reunidos do que um clássico do rock tocando ao fundo! No episódio mais recente do Antigas Novidades, a bancada escolheu a dedo as melhores músicas do universo roqueiro para embalar aquele dia de bebedeira com a galera.
Cada membro trouxe uma escolha que promete ser a trilha sonora perfeita para qualquer bar, churrasco ou encontro regado a bons drinks.
Quer descobrir quais foram as escolhas e ainda ouvir histórias incríveis sobre cada faixa? Então dá o play agora e vem brindar com a gente! 🍻🤘
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Metal Mania é o sétimo álbum de estúdio da carreira solo do guitarrista brasileiro Robertinho de Recife. Gravado em 1984, o álbum deixou o Brasil todo de boca aberta, na época, com a sonoridade ríspida e pesada do hard e do metal - o projeto Metal Mania fazia um rock pesado de alta qualidade – tão alta que estava à frente do seu tempo, ao menos por aqui, o que rendeu a incompreensão do mercado.
Musicas
1. "Fantasia, Preto E Prata" Robertinho de Recife 2:12
2. "Fogo" Robertinho de Recife 3:44
3. "Metal Mania" Robertinho de Recife e Beto Ibeas 3:19
4. "Gata (Wild Thing)" Chip Taylor / Versão de Luis Toth (Adaptação: Robertinho de Recife) 3:43
5. "Corações e Pernas" Robertinho de Recife e Fausto Nilo 3:58
6. "Barbaridade" Robertinho de Recife e Fausto Nilo 4:19
7. "O Trem Fantasma" Robertinho de Recife e Fausto Nilo 3:48
8. "Dança Lolita" Robertinho de Recife 4:51
9. "Pedrada" Robertinho de Recife, Beto Ibeas e Zé Renato Massa 2:33
10. "Assassina" Robertinho de Recife e Zé Renato Massa
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#RobertinhodeRecife #metalBR #MetalMania #heavymetalbrasileiro
- Olá, sou Jimi Hendrix. Tenho observado vocês e acho que seu guitarrista é melhor do que eu.
O guitarrista a que Hendrix estava se referindo era Terry Kath e aconteceu em 1968, quando a banda Chicago Transit Authority fez um show no renomado clube de Los Angeles Whiskey a Go Go.Sua morte prematura aos 31 anos de idade traz o fato de que Kath seja um dos guitarristas mais subestimados da história. Dê uma olhada no que muitos consideram ser a música característica de Chicago, “25 or 6 to 4”, e você fica instantaneamente paralisado com o riff de abertura cromaticamente descendente, os funky fills, etc.
Kath dedicou sua vida a fazer música, mas, com o passar dos anos, as turnês mais longas e as expectativas cada vez maiores cobraram seu preço. Ele ficou cada vez mais infeliz e, em 23 de janeiro de 1978, colocou na cabeça o que pensava ser uma arma descarregada e puxou o gatilho, acabando com sua vida. Uma fataldidade
Para gostar de Terry Kath, guitarrista do Chicago, basta ouvir este episódio.
Chicago era:
Robert Lamm – voz, teclas
Terry Kath – guitarrra, voz
Peter Cetera – baixo, voz
Danny Seraphine – bateria, percussão
Jimmy Pankow – trombone
Lee Loughnane – trompete
Walt Parazaider – sax tenor
Laudir de Oliveira – percussão e backing vocals
Músicas do programa:- South California Purples
- 25 or 6 to 4
- Dialogue
- Once or Twice
- Mississippi Delta City Blues
Viva Terry Kath, genial guitarrista do Chicago
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Antes de conquistar o mundo com Bruce Dickinson nos vocais, o Iron Maiden viveu uma fase intensa e crua sob o comando de Paul Di’Anno. Com uma pegada mais enérgica, punk e agressiva, Di’Anno foi essencial para a identidade dos primeiros anos da banda, deixando sua marca nos dois primeiros álbuns: "Iron Maiden" (1980) e "Killers" (1981).
Nos anos 70, o cenário musical do Reino Unido fervilhava com o punk e o rock pesado. Foi nesse ambiente que Steve Harris, baixista e fundador do Iron Maiden, começou a moldar sua sonoridade única. Em 1978, a banda gravou a lendária demo "The Soundhouse Tapes", que chamou a atenção da cena underground e preparou o terreno para o primeiro álbum.
O álbum de estreia, lançado em 1980, trouxe clássicos como "Phantom of the Opera", "Running Free" e "Iron Maiden", músicas que capturavam a energia visceral da banda. Com uma produção crua e um som direto, o disco refletia a influência do punk na voz de Di’Anno, ao mesmo tempo em que revelava a complexidade instrumental que faria do Maiden uma referência no heavy metal.
No ano seguinte, o Iron Maiden lançou "Killers", um álbum mais refinado e agressivo, trazendo faixas como "Wrathchild", "Murders in the Rue Morgue" e "Purgatory". A entrada do produtor Martin Birch, que viria a trabalhar em álbuns clássicos da banda, elevou a qualidade do som, consolidando o grupo como uma força do metal.
Apesar do sucesso crescente, Di’Anno enfrentava problemas com drogas e álcool, o que afetava suas performances ao vivo. O Iron Maiden, buscando maior profissionalismo e consistência, tomou a difícil decisão de demitir o vocalista. Em seu lugar, entrou Bruce Dickinson, cuja potência vocal ajudaria o Maiden a alcançar o estrelato mundial com "The Number of the Beast" (1982).
Mesmo após sua saída, Di’Anno continuou sendo uma figura icônica na história do Iron Maiden, com seu estilo vocal único e sua atitude rebelde. Os dois primeiros álbuns permanecem como marcos do heavy metal, mostrando o embrião de uma banda que se tornaria uma das maiores de todos os tempos.
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Hardline contou com o vocalista Johnny Gioeli, o irmão Joey Gioeli na guitarra, junto com Neal Schon do Journey, Todd Jensen no baixo e Deen Castronovo na bateria. Era uma formação sólida de músicos talentosos que podiam escrever uma música de rock decente, como ficou claro neste Double Eclipse, de 1992.
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Colecionar discos de vinil e CDs ainda vale a pena ou ficou muito caro e goumertizado? O mercado está aquecido, mas é acessível para todos? É isso que vamos falar hoje.
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Video sobre o amgo secreto com vinil mais podre do universo:
https://youtu.be/AAxsn1nd6Hc?si=eAVS8qLjHJuj1M4Z
Canal do Aldo:
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