Antropólis

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Antropólis episodes

  • #21 Antropologia, deslocamentos e escrita criativa: uma conversa com Derek Pardue

    Sejam todos/as bem vindos/as ao Antropólis. Nosso convidado neste vigésimo primeiro episódio é o professor Derek Pardue, que é antropólogo e etnomusicólogo, além de professor do Departamento de Estudos Globais da Aarhus University, na Dinamarca, com importante histórico de pesquisas e publicações no campo dos estudos sobre migrações e juventudes urbanas. Derek também é um viajante inveterado, tendo vivido e trabalhado em países como Estados Unidos, Brasil, Portugal, Cabo Verde e, mais recentemente, Dinamarca, onde vive e trabalha. Em seu atual projeto, nosso convidado tem se dedicado a uma aposta na escrita criativa como método de expansão da imaginação antropológica. Quer saber mais? Então, fica aqui com a gente.


    Créditos - trecho musical: H da Amadora feat Djagas - Saudadi nha ghetto 

    Informações:

    Derek oferecerá, em julho de 2022, uma oficina de escrita criativa no Cebrap, em São Paulo. Interessados podem consultar o site da instituição, no seguinte link: https://cursos.cebrap.org.br/cursos/workshop-escrita-criativa/ 


    Referência de ensaio de Derek Pardue sobre o Alabama: 

    Pardue, Derek (2021). Alabama. In Fieldwork Stories, eds. Ida Fadzillah and William Leggett. Lexington Press, pp. 55-65.


    Página com publicações de Derek Pardue: 

    https://au.academia.edu/DerekPardue



    1 hr 17 min
  • #20 Narrativas de Pesquisa - Com Leonardo Ostronoff
    Sobre a série: Na série  "Narrativas de Pesquisa", convidamos um ou uma pesquisador ou pesquisadora da antropologia ou de outras áreas a nos enviar uma reflexão curta, na qual sejam tratados alguns desafios teórico-metodológicos e subjetivos relacionados ao processo de construção da pesquisa. Com base, então, nesse material, montamos o episódio. Como pesquisar temas com os quais nos identificamos pessoalmente? E quando não simpatizamos com o tema que pesquisamos? Como construir as condições necessárias para a análise? Afinal, como nos posicionamos no campo? E de que forma é possível pesquisar lugares ou fenômenos quando a própria presença do pesquisador ou da pesquisadora é normalmente lida como uma ameaça, como no caso de prisões, redes de criminalidade, entre outros? E quando o nosso objeto é a internet? Como pesquisar?
    Essas são algumas das questões que nós vamos tratar nos episódios que vão compor essa série. Nosso objetivo é que essas narrativas de pesquisa possam auxiliar professores, professoras, assim como pesquisadores e pesquisadoras, tanto em cursos de metodologia, quanto nas próprias pesquisas, além, é claro, do público geral, que simplesmente tem interesse pelos temas que vamos discutir aqui.
    Sobre o episódio: Nesse episódio de inauguração da série (vigésimo do podcast) o nosso convidado é o pesquisador e professor Leonardo José Ostronoff, que é doutor em sociologia pela Universidade de São Paulo e, recentemente, publicou o livro “Não existe almoço grátis” (2021, Ed. Brazil Publishing), que é resultado de um pós-doutorado recém concluído no próprio departamento de sociologia da USP, com financiamento da Fapesp. Na reflexão que mandou para a gente, Leonardo conta um pouco de como nasceu a pesquisa que deu lugar ao livro e sobre como uma pesquisa que tinha como tema inicial os sistemas de vigilância do setor supermercadista, pouco a pouco, foi se tornando uma pesquisa sobre formas muito mais capilarizadas de controle e punição, envolvendo roubo de cargas, operações policiais e políticas de gestão urbana, no campo da segurança pública.
    No relato, Leonardo reflete mais especificamente sobre a complexidade dos insights que surgem na pesquisa e sobre as várias tensões por trás da decisão de seguir ou não intuições que chegam a partir de pequenos fragmentos que nos aparecem no campo, como uma fala solta numa entrevista, um documento, entre outros fatores. Com ele, também aprendemos mais sobre algumas estratégias metodológicas para poder pesquisar em espaços onde pesquisadores não são exatamente presenças desejadas.
    Créditos:
    Trecho musical: MC Marechal: É a Guerra Neguin
    Reportagem: Operação Dínamo Cargas - Agência AFP Português - Link: https://www.youtube.com/watch?v=7eSijotY8Xg 
    Sobre o livro "Não existe almoço grátis": https://aeditora.com.br/produto/nao-existe-almoco-gratis/#:~:text=O%20livro%20oferece%20ao%20leitor,caracter%C3%ADsticas%20marcantes%20da%20sociedade%20brasileira. 
    Guilhermo Aderaldo: Apresentação e edição
    Kamila Ruiz: Arte
    25 min
  • #19 Fronteiras, Ativismos e (I)mobilidades: Perspectivas Estético-Políticas

    Neste décimo nono episódio (primeiro da terceira temporada) do podcast, discutimos a proposta e os conteúdos relativos ao dossiê “Fronteiras, Ativismos e (i)mobilidades: Perspectivas Estético-Políticas”, recém publicado na revista Cadernos de Arte e Antropologia. Da conversa, participaram os/as três organizadores/as do referido dossiê: Guilhermo Aderaldo, pesquisador e professor do Programa de Pós-graduação em Antropologia da Universidade Federal de Pelotas (Ppgant/Ufpel), Fernanda da Costa Portugal Duarte, professora do Departamento de Comunicação da North Carolina State University (NCSU) e Bianca Freire-Medeiros, professora do Departamento de Sociologia da Universidade de São Paulo (USP). Afinal, o que significa tomar as mobilidades não simplesmente como objeto, mas como uma grade analítica voltada à observação dos mais diversos fenômenos sociais? Qual a relação entre mobilidades e protocolos estéticos e políticos contemporâneos? Quais processos e experiências incentivaram a produção deste dossiê? E qual seu conteúdo? Em torno de quais questões as colaborações publicadas nesta seleção de artigos podem ser articuladas?

    Para acessar o dossiê completo, consultar: https://journals.openedition.org/cadernosaa/

    Outras referências mencionadas no episódio:

    O olhar do turista 3.0: https://issuu.com/edicoessescsp/docs/olhar-turista-trecho

    Antropologia das Mobilidades: http://www.aba.abant.org.br/files/072934_00130591.pdf

    Núcleo de pesquisa Mobilidades, Teorias, Temas e Métodos (MTTM):  https://www.facebook.com/mobilidades.mttm

    Página Urbandata Brasil:  https://urbandatabrasil.fflch.usp.br/

    Equipe técnica responsável:

    Apresentação, roteiro e edição: Guilhermo Aderaldo

    Artes: Guilhermo Aderaldo e Gabriela Lamas

    Vinheta: Ediane Oliveira

    Trechos musicais:

    En la Frontera de México - Tito Guízar

    The New Swing Sextet - Mira Mamá

    * Deixamos um agradecimento especial aos/às colegas ligados ao Podcast Urbanidades, que também indicamos a todos/as que se interessam por temas urbanos. Para consultar os episódios, ver: http://urbanidades.podcloud.site/

    1 hr 7 min
  • #18 Periferias, Universidade e Produções Culturais: um papo com Érica Peçanha do Nascimento

    Neste episódio, conversamos com Érica Peçanha do Nascimento. Doutora em Antropologia Social pela Universidade de São Paulo, com uma extensa e reconhecida trajetória de pesquisas sobre a cena das produções culturais periféricas na cidade de São Paulo. Nesta conversa, falamos sobre as pesquisas que Érica vem produzindo no decorrer de seu percurso acadêmico e político e também sobre sua experiência como supervisora do projeto Democracia, Artes e Saberes Plurais, iniciativa inovadora desenvolvida pelo Instituto de Estudos Avançados da USP e que tem como foco a ampliação das formas de acesso, interlocução e permanência dos/das estudantes e pesquisadores/as orindos/as de contextos periféricos na USP.

    Algumas das publicações e projetos mencionadas/os no episódio seguem abaixo:

    Narrativas Periféricas: Entre Pontes, Conexões e Saberes Plurais (E-book): http://www.iea.usp.br/publicacoes/ebooks/narrativas-perifericas 

    Livro Vozes Marginais na Literatura: https://issuu.com/tramas.urbanas/docs/vozes_marginais_na_literatura

    Artigo “Não há mais chance de não querer seguir este caminho”: grafias de uma geração de jovens na universidade pública: https://www.seer.ufal.br/index.php/revistamundau/article/view/11846

    Conexões USP-Periferias: https://conexoesperiferias.iea.usp.br/

    Equipe responsável pelo episódio:

    Apresentação e edição: Guilhermo Aderaldo

    Entrevistadoras: Rosângela Fachel e Ediane Oliveira

    Artes: Gabriela Lamas

    1 hr 47 min
  • #17 Arte, política e epistemologias insurgentes: as “contaminações criativas” na antropologia engajada de Paulo Raposo

    Neste episódio do Antropólis, conversamos com o antropólogo português Paulo Raposo, que é doutor em Antropologia pelo Instituto Universitário de Lisboa e também é docente no mesmo departamento. Nessa longa e prazerosa conversa que tivemos Paulo, que também tem formação na área de teatro - tendo sido, inclusive, ator profissional durante muitos anos - nos falou sobre seus trânsitos na fronteira entre os universos da arte, da antropologia e do engajamento político. Também conversamos sobre suas relações com a antropologia brasileira, entre outros assuntos instigantes.


    Equipe técnica do episódio:

    Apresentação: Guilhermo Aderaldo

    Entrevista: Guilhermo Aderaldo, Claudia Turra Magni e Rafael Noleto

    Edição: Eric Barreto e Guilhermo Aderaldo

    Artes: Gabriela Lamas

    Vinhetas: Ediane Oliveira

    1 hr 52 min
  • #16 Sangue, vida e luta: as cidades nas pesquisas de Alexandre Magalhães

    No quarto episódio de nossa segunda temporada (16° episódio na contagem geral), conversamos com o professor Dr. Alexandre Magalhães, vinculado ao departamento de Sociologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Etnógrafo urbano reconhecido, sobretudo, por sua importante atuação como pesquisador e ativista das lutas sociais relacionadas aos violentos processos de remoção de populações pobres no Rio de Janeiro, nesta entrevista - feita em parceria com a Revista Tessituras -, Alexandre compartilha reflexões relacionadas a aspectos de seu percurso de pesquisa e também nos fala a respeito de seu envolvimento como ativista junto a causas populares, tanto no Rio quanto, mais recentemente, em Porto Alegre. Atualmente, nosso convidado é pesquisador associado do Grupo de Pesquisa Mobilidades, Teorias, Temas e Métodos (MTTM/USP), assim como do Grupo de Pesquisa Associativismo, Contestação e Engajamento (GPACE/UFRGS), além de atuar no Urbandata-Brasil/CEM/USP.

    Sejam todos e todas, mais uma vez, muito bem vindos/as à mais um episódio especial, desta segunda temporada do Antropólis!


    Equipe técnica do episódio:

    Ediane Oliveira (Apresentação / Entrevista)

    Guilhermo Aderaldo (Entrevista / Edição)

    Francisco Neto (Entrevista)

    Gabriela Lamas (Artes)


    Facebook / Instagram: @antropolispodcast

    1 hr 43 min
  • #15 As cidades (e as antropologias) das mulheres: um papo com Candice Vidal e Souza

    Neste terceiro episódio de nossa segunda temporada (15° episódio na contagem geral), conversamos com a antropóloga Candice Vidal Souza. Graduada em Ciências Sociais pela Universidade de Brasília (1992), com mestrado em Antropologia, igualmente, pela Universidade de Brasília (1996) e doutorado em Antropologia Social pelo PPGAS/ Museu Nacional, na Universidade Federal do Rio de Janeiro (2003), nossa convidada tem atuado, ao longo de seu riquíssimo percurso acadêmico, em diferentes pesquisas, que envolvem a história da antropologia, as representações do sertão nas narrativas jornalísticas e as mobilidades femininas em meio a processos de expansão urbana. Atualmente, Candice realiza um estágio pós-doutoral no Departamento de Sociologia da USP, sob supervisão de Bianca Freire-Medeiros (março 2021-fevereiro 2022), com o tema Mobilidade e Cidade: epistemologia e pesquisa e integra a rede de pesquisa MTTM Mobilidades: Teorias, Temas e Métodos, coordenada por Bianca Freire-Medeiros no Departamento de Sociologia da USP. Também é professora adjunta IV do Programa de Pós-Graduação em Ciências Sociais e do Departamento de Ciências Sociais da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC/Minas), atuando principalmente nos seguintes temas: construção da nação, pensamento social brasileiro, identidade regional, história da antropologia, espaço e identidades, antropologia das mobilidades contemporâneas (com ênfase em mobilidades femininas). 

    Sejam todos e todas, mais uma vez, muito bem vindos/as à mais um episódio especial, desta segunda temporada do Antropólis!

    Equipe técnica do episódio:

    Ediane Oliveira (Apresentação/Entrevista)

    Guilhermo Aderaldo (Entrevista/Edição)

    Gabriela Lamas (Entrevista/Artes)

    Rafael Noleto (Entrevista)

    Facebook/Instagram: @antropolispodcast

    1 hr 38 min
  • #14 Pesquisando o ensino de antropologia no Brasil: um papo com Guillermo Vega Sanabria

    Neste nosso décimo quarto episódio, conversamos com o antropólogo e professor da Universidade Federal da Bahia, Guillermo Vega Sanabria. O professor Sanabria é doutor pelo Programa de Pós-Graduação em Antropologia Social do Museu Nacional e, atualmente, vem se dedicando a pesquisas no campo das experiências de ensino e aprendizado em antropologia. Assunto que centralizou a conversa com a equipe do Antropólis. Confiram!

    Equipe técnica do episódio:

    Ediane Oliveira (Apresentação/Entrevista)

    Francisco Pereira Neto (Entrevista)

    Rafael Noleto (Entrevista)

    Gabriela Lamas (Arte/Entrevista)

    Suporte técnico e edição:

    Guilhermo Aderaldo

    Eric Barreto

    Facebook/Instagram: @antropolispodcast

    1 hr 24 min
  • #13 Autoetnografia, engajamentos e experiências sensoriais: uma conversa com Fabiene Gama

    Neste primeiro episódio de nossa segunda temporada (13° episódio na contagem geral), conversamos com a antropóloga, documentarista e fotógrafa carioca, Fabiene Gama. Fabiene, que atualmente é professora adjunta do Departamento de Antropologia da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), possui doutorado em Antropologia Cultural pelo PPGSA/IFCS/UFRJ e em Anthropologie Sociale et Ethnologie pela EHESS/França (em cotutela, 2012). Também é mestre em Ciências Sociais pelo PPCIS/UERJ (2006) e bacharel em Ciências Sociais pela UFRJ (2003). Ao longo da conversa, falamos sobre múltiplos aspectos de seu trabalho e nos concentramos, mais específicamente, na discussão sobre o tema da "autoetnografia". Método de produção narrativa e epistêmica que tem estimulado especialmente as reflexões de nossa convidada. 

    Sejam todos e todas muito bem vindos/as à segunda temporada do Antropólis!


    Equipe técnica do episódio: 

    Guilhermo Aderaldo (Apresentação/Edição)

    Claudia Turra Magni (Entrevista)

    Rafael Noleto (Entrevista)

    Gabriela Lamas (Arte/Entrevista)


    Facebook/Instagram: @antropolispodcast

    1 hr 27 min
  • #12 Ufa! Sobrevivemos a 2020. E agora somos uma rede/rádio!

    2020 foi um ano muito difícil. Algumas palavras capazes de defini-lo são: cansaço, angústia, medo, tristeza, luto e indignação. Não bastasse um (des)governo de feições fascistas, absolutamente negligente, sobretudo quando se trata dos mais vulneráveis; ainda tivemos que conviver com uma pandemia que escancarou desigualdades estruturais, ceifou milhares de vidas e ampliou a perversa face necropolítica da máquina estatal. Diante dos desafios de trabalhar com educação e pesquisa num ambiente marcado pelo negacionismo e pela perseguição intelectual e, ainda, sem a possibilidade das atividades presenciais, a mediação das tecnologias digitais se mostrou essencial e, com isso, os podcasts acabaram se tornando, junto com as lives/webinários, um espaço muito importante de trocas e circulação de reflexões acadêmicas. No caso da antropologia, os podcasts também se tornaram meios de ampliar o alcance das atividades de ensino, além de permitirem um maior contato entre aquilo que fazemos e um publico mais amplo, incluindo os/as interlocutores/as de nossas pesquisas. Nós, do Antropólis, iniciamos esse trabalho logo que a pandemia começou e fomos acompanhando semana após semana, o surgimento de novos podcasts produzidos por antropólogos/as, com diferentes formatos. Inspirados em experiências que admiramos, como as das rádios Novelo e Guarda Chuva, decidimos criar uma rede/rádio de podcasts de ciências sociais, com ênfase especial na antropologia, juntamente com o Observa Antropologia (UFPB), o Museológicas (UFPE) e o Mundaréu (Unicamp/UNB). E, após essa primeira configuração, outros podcasts foram se juntando, como: Conversas da Kata, Compósita, Larvas Incendiadas, Antropocast, Campo, Poéticas Sociais, BievCast e Urbanidades, sendo alguns vinculados a laboratórios de pesquisa específicos, outros a departamentos em instituições universitárias e outros feitos de forma mais independente. O nome, KereKere, sugerido por Soraya Fleischer, professora do Departamento de Antropologia da UNB (DAN) e uma das anfitriãs do podcast Mundaréu, diz respeito, segundo Marcel Mauss, em sua obra clássica "Ensaio sobre a dádiva", a uma estação do ano em que a recusa da troca é interditada. Nas palavras do autor: “Há uma estação do ano, a do kere-kere, durante a qual nada se pode recusar a ninguém”.  E foi, portanto, imbuída desse sentimento que a Rádio Kere-Kere se formou como um espaço de experimentação, troca e aprendizado entre produtores e editores de podcast em ciências sociais, especialmente antropologia.  Sobrevivemos a 2020 e agora, somos uma rádio/rede. Que venha 2021, com todos os seus desafios e experimentações... 


    Equipe técnica do episódio:

    Guilhermo Aderaldo: coordenação, locução, roteiro, edição de áudio

    Gabriela Lamas: Locução, roteiro, edição de imagens

    Ediane Oliveira: Locução, roteiro

    Claudia Turra Magni: locução, coordenação

    Francisco Neto: Locução, coordenação


    Podcasts convidados:


    Mundaréu

    https://mundareu.labjor.unicamp.br/ 


    Observa Antropologia

    https://open.spotify.com/show/6oYXFBdc9YK7oBzssutaRo?si=G83IMR8cRSiU0A3Te2FcNg


    Museológicas

    https://open.spotify.com/show/0ufROTuLYEA5Qmd5hMJfZy?si=P5M2TvhtRYakaGTTTYkz5g


    Rádio KereKere

    https://radiokerekere.wordpress.com/about/


    Agradecemos muito à todas as equipes dos podcasts que, generosamente, compartilharam seus momentos conosco. Também agradecemos a todos/as os/as colegas que, ao longo do ano participaram de nossos episódios e à toda a rede KereKere, pela potência desses encontros. 

    47 min

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Antropólis é um podcast especializado em debates sobre estudos contemporâneos em antropologia, desenvolvido por uma equipe de pessoas vinculadas ao Programa de Pós graduação em Antropologia da Universidade Federal de Pelotas. Trata-se de um projeto de extensão filiado ao Laboratório de Ensino, Pesquisa e Produção em Antropologia da Imagem e do Som (Leppais)