Aqui tem ciência

Aqui tem ciência

By Rádio UFMG EducativaScience
Download on the App Store

Aqui tem ciência episodes

  • 148. Os cem primeiros óbitos por covid-19 em BH
    Estudo realizado na Faculdade de Medicina da UFMG pela infectologista Karina Napoles revela que a transmissão intra-hospitalar da covid-19 pode ter sido negligenciada em até 24% das primeiras cem mortes decorrentes da doença em Belo Horizonte. O trabalho, apresentado como o primeiro estudo regional detalhado no Brasil dos óbitos iniciais por covid, é tema do novo episódio do ‘Aqui tem ciência’.
    7 min
  • 147. As "cadeias indígenas" da ditadura militar
    Na ditadura militar que comandou o Brasil entre as décadas de 1960 e 1980, funcionaram dois presídios destinados exclusivamente a indígenas. Nesses lugares, houve trabalhos forçados e torturas. Nosso episódio 147 fala com Pedro Fermín Maguire, autor de uma pesquisa de doutorado sobre as chamadas "cadeias indígenas". O estudo foi realizado no Programa de Pós-Graduação em Antropologia da UFMG.
    13 min
  • 146. Para onde vai o esgoto do banheiros químicos?
    No Brasil,  não há mecanismo regulatório efetivo que normatize o manejo adequado do esgoto gerado por banheiros químicos. E o descontrole dessa fonte de resíduos, que pode ter substâncias tóxicas, tem o potencial de gerar, em um efeito cumulativo, impactos graves ao meio ambiente e à saúde pública. Esse diagnóstico foi feito na tese de doutorado de Isabela Lopes e é tema do episódio desta semana.
    10 min
  • 145. Inclusão escolar de pessoas autistas
    O episódio desta semana apresenta uma dissertação de mestrado desenvolvida no Programa de Pós-graduação em Educação: Conhecimento e Inclusão Social da UFMG. A autora da pesquisa, Nathália Lopes Machado, investigou como determinados profissionais, os mediadores escolares, podem contribuir para a inclusão escolar de estudantes autistas em instituições de ensino comuns.
    11 min
  • 144. A invenção da mulher no rap
    O episódio desta semana apresenta a dissertação de mestrado da produtora cultural Natália Amaro, defendida no Programa de Pós-graduação em Comunicação Social da UFMG. A pesquisadora fez uma análise crítica da construção de gênero no hip hop. Para isso, observou, durante dois anos, o trabalho desenvolvido pelo grupo Fenda, coletivo de rap que atuou em Belo Horizonte entre 2019 e 2022.
    9 min
  • 143. Mulheres negras eleitas para a ALMG
    Neste episódio, a pesquisadora Grécia Mara, mestra em Ciência Política pela UFMG, fala sobre sua dissertação de mestrado que apresenta a análise do discurso e da atuação das primeiras parlamentares negras eleitas para a Assembleia Legislativa de Minas Gerais, a partir de 2018.
    10 min
  • 142. Marielle Franco: interação e intolerância
    As repercussões do assassinato da vereadora Marielle Franco na internet foram objeto de análise na tese defendida pela pesquisadora Natália Giarola, doutora em Estudos Linguísticos pela UFMG.  A partir de uma abordagem semiótica, a autora analisou a interação e a intolerância em comentários nas publicações de duas fanpages no Facebook, uma de esquerda e outra de direita.
    10 min
  • 141. A luta das mulheres tem muitos nomes
    Os sistemas de organização do conhecimento são responsáveis por representar a informação e, com isso, facilitar que ela seja recuperada.  Em sua tese de doutorado, a pesquisadora Rosana Trivelatoquestiona a neutralidade de tais sistemas, especialmente frente à emergência de novos conceitos de gênero.  Ela destaca a necessidade de se considerar que o feminismo não é um só, assim como as mulheres são plurais.
    10 min
  • [REPRISE] Pesquisa aponta falhas na formação de professores em Moçambique
    Doutor em educação pela UFMG, o professor moçambicano Bonifácio Obadias Langa conduziu um estudo de caso sobre o Instituto de Chibututuine, localizado no distrito da Manhiça, próximo a Maputo, capital de Moçambique. Os resultados revelam que o processo de formação de professores está corrompido pelo nepotismo, clientelismo e por cortes de financiamento.
    9 min
  • [REPRISE] Como a branquitude influencia a performance de cantoras do axé?
    A pesquisadora Mariana Carvalho investigou como a visão de mundo da branquitude pode influenciar a performance de cantoras do axé music, um ritmo com raízes negras. Em sua dissertação de mestrado, defendida no Programa de Pós-graduação em Música da UFMG, ela analisou os videoclipes Pantera Negra Deusa, de Daniela Mercury, e Todo Mundo Vai, de Ivete Sangalo, além do DVD Negalora, de Claudia Leitte. A partir desses materiais audiovisuais, Mariana observou que as performances reproduzem estereótipos raciais e apresentam uma visão de mundo característica da branquitude. Saiba mais neste episódio do 'Aqui tem ciência'.
    9 min

About Aqui tem ciência

From the publisher's feed

O Aqui tem ciência é uma pílula sobre estudos realizados na UFMG, abrangendo todas as áreas do conhecimento. Toda segunda-feira, nossa equipe de reportagem apresenta a conversa com um(a)…