Ganhadora do Grande Prêmio de Teses UFMG e do Prêmio Capes de Tese em 2022, uma pesquisa desenvolvida no Programa de Pós-graduação em Demografia da UFMG investigou a relação entre idade, gênero e suporte familiar com o desenvolvimento da identidade sexual e a saúde mental da população lésbica, gay e bissexual de Minas Gerais. A tese endossa estudos internacionais que já mostravam o maior risco das minorias sexuais terem a saúde mental prejudicada. Em Minas, especificamente, há um elemento particular que colabora para esse resultado: a família. Saiba mais neste episódio do 'Aqui tem Ciência'.