Aqui tem ciência

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By Rádio UFMG EducativaScience
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Aqui tem ciência episodes

  • 123. Modelos alternativos de financiamento no setor farmacêutico
    A pandemia da covid-19 deixou explícito um problema que a pesquisadora Luiza Pinheiro começou a investigar durante o mestrado: a desigualdade na distribuição de medicamentos e demais recursos da área da saúde. No doutorado, realizado no Programa de Pós-Graduação em Inovação Tecnológica e Biofarmacêutica da Faculdade de Farmácia da UFMG, ela discute a problemática da inovação farmacêutica num cenário de crise global.
    10 min
  • 122. Como a branquitude influencia a performance de cantoras do axé?
    A pesquisadora Mariana Carvalho investigou como a visão de mundo da branquitude pode influenciar a performance de cantoras do axé music, um ritmo com raízes negras. Em sua dissertação de mestrado, defendida no Programa de Pós-graduação em Música da UFMG, em 2021, ela analisou os videoclipes Pantera Negra Deusa, de Daniela Mercury, e Todo Mundo Vai, de Ivete Sangalo, além do DVD Negalora, de Claudia Leitte. A partir desses materiais audiovisuais, Mariana observou que as performances reproduzem estereótipos raciais e apresentam uma visão de mundo característica da branquitude. Saiba mais neste episódio do 'Aqui tem Ciência'.
    9 min
  • 121. Competição de abelhas na polinização
    Uma pesquisa realizada no programa de pós-graduação em Biologia Vegetal do Instituto de Ciências Biológicas da UFMG sugere que competição entre abelhas polinizadoras de árvores da família das mirtáceas, como jabuticabeiras e goiabeiras, pode afetar a população de insetos de espécies nativas brasileiras.
    6 min
  • 119. O mosaico genético de povos não-europeus.
    Neste episódio do “Aqui Tem Ciência”, a pesquisadora Marla Mendes de Aquino fala sobre a falta de representatividade genética de algumas populações nos estudos ao redor do mundo e os prejuízos dessa exclusão para o avanço científico e para a história da humanidade. A tese de doutorado defendida no Programa de Pós-Graduação em Genética da UFMG traz um compilado de artigos da cientista sobre a genética de populações africanas, americanas e asiáticas, na tentativa de trazer visibilidade para a diversidade genética desses povos.
    8 min
  • [REPRISE] Personificação e responsabilização da inteligência artificial
    O conceito de inteligência artificial é amplo: abarca desde técnicas mais simples, que permitem a um mecanismo fazer apenas algo para o qual é programado, até a ideia de machine learning, o aprendizado da máquina, em tradução livre, que admite a possibilidade de um sistema executar funções de forma autônoma – inclusive tomar decisões. A pesquisadora Giovana Lopes trabalhou com o conceito de agentes artificiais autônomos em sua dissertação de mestrado, defendida no Programa de Pós-Graduação em Direito da UFMG. Ela analisou a possibilidade de personificação e atribuição de responsabilidade a esses agentes.
    8 min
  • [REPRISE] Ações humanas comprometem a qualidade do Lago de Furnas
    Ações humanas como a agricultura, a pecuária e o lançamento do esgoto in natura podem ter comprometido a qualidade da água do Lago de Furnas, alterando as concentrações de E. coli, ou seja, de indicador de contaminação fecal. E isso compromete a balneabilidade do lago, isto é, a possibilidade de usos recreativos do reservatório, como a natação, já que o nível elevado de contaminantes pode causar danos à saúde humana. É o que indica uma dissertação de mestrado defendida no Programa de Pós-Graduação em Geografia da UFMG.
    9 min
  • [REPRISE] Como o cenário da propaganda interfere na resposta do eleitor?
    Pesquisa da Pós-Graduação em Neurociências da UFMG fez experimento em laboratório para analisar a reação dos eleitores diante de quatro diferentes cenários. O trabalho contou com a ajuda de um software para analisar as expressões faciais dos participantes e também levou em conta questões como a orientação política e a opinião dos voluntários sobre temas como cotas e aborto na hora de avaliar a resposta emocional dos eleitores.
    10 min
  • [REPRISE] Estudo propõe metodologia para ensino de arte indígena nas escolas
    Como professores não indígenas podem tratar o tema da arte indígena nas escolas de forma autêntica e com respeito às tradições?  Professor de arte no Instituto Federal de Minas Gerais, campus de Santa Luiza, onde dá aulas para alunos do primeiro ano do ensino médio, Tales Bedeschi Faria decidiu investigar essa questão durante o seu doutorado no Programa de Artes da Escola de Belas Artes da UFMG.
    11 min
  • [REPRISE] O que faz uma pessoa ter um quadro mais grave ou leve de dengue?
    Uma tese defendida no Programa de Pós-Graduação em Microbiologia da UFMG analisou as células sanguíneas de 37 voluntários usando uma técnica chamada citometria de fluxo, que permite a obtenção de uma espécie de retrato da resposta imunológica da pessoa, para saber o que está por trás da gravidade dos quadros de dengue. O estudo pode ajudar na descoberta de novos tratamentos para a doença.
    6 min

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