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Neste último episódio da temporada, vamos mergulhar no mundo da arte contemporânea e explorar como a Inteligência Artificial está transformando a forma como criamos e apreciamos a arte.
Para isso, contamos com a participação da artista visual Katia Wille, que tem investigado a interseção entre arte e tecnologia em seu trabalho.
Vamos explorar um tema provocativo e disruptivo: a Antiarte. Em contrapartida ao que discutimos nos episódios anteriores sobre a acessibilidade na arte, hoje vamos questionar os próprios conceitos que definem o que é arte. Será que tudo pode ser considerado arte? E, se pode, nem tudo precisa ser.
Para essa jornada que desafia as convenções, conto com contribuições da artista Keila Kern, professora de História, Teoria e Crítica da Arte Contemporânea.
Vamos explorar como a arte pode ser um instrumento revolucionário na luta contra a opressão, destacando o papel do muralismo e das artes urbanas como formas de expressão que transcendem barreiras sociais e culturais.
Para nos ajudar nessa jornada, contaremos com contribuições do Celestino Dimas, artista de Curitiba, cujas obras coloridas e provocativas adornam os muros da cidade.
No segundo episódio buscamos falar de um tema sensível e relevante: a inacessibilidade da arte à população. Vamos explorar como a alocação dessa forma de arte em espaços reservados gera sentimentos de não pertencimento e discutir caminhos para tornar a cultura mais inclusiva para todos.
Para nos ajudar nessa reflexão, contamos com a contribuição do filósofo Hildon Vital de Melo que compartilhará suas experiências sobre esse desafio. Além de filósofo, Hildon também atua como guia em visitas a museus e é cofundador do O Parla, projeto que visa justamente aproximar o público da arte.
O Arte para Quem? nasceu como um projeto do meu TCC em Jornalismo, na UP, e busca se tornar um espaço de debate artístico e discutimos como as artes visuais devem ser um produto da sociedade para a sociedade, acessível a todos!
Neste primeiro episódio, falamos sobre a importância da inclusão do público em espaços artísticos e como a arte nos ajuda a compreender o mundo e a nós mesmo. Eu sou Camila Kramer e serei sua guia na exposição de hoje!
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