Jean Michel Basquiat: singular, intenso, com liberdade correndo nas veias. Sua obra fala através do urbano, do inesperado e de como encontrar a verdade no que você faz e em como se expressa, expande o que quer que seja.
Na vida e na arte, o caldo colorido do cotidiano está à espera do mergulho. O papel em branco está na mesa. Basta virar a cabeça e olhar, pra além do ponto estático.
Arthur Bispo do Rosário: gênio, louco, artista ou só Bispo. Visitou a terra e deixou bordados, delírios e linhas tênues que delimitavam o território da loucura e o da lucidez. Em seu manto eles se misturam.
Corra o mais rápido que pode. Ainda assim, quando parar pra pegar fôlego, terá se carregado pra onde quer que vá. Na arte, na vida, na sinfonia, a pausa é fundamental. Mas onde é mesmo que eu aciono o modo SLOW?
Desatar os nós psíquicos e olhá-los de frente é um trabalho sem fim. Pra vencer a entropia e entender melhor como funciona nossa cabeça, temos uma grande aliada: a arte.
Van Gogh era mais que um artista brilhante. Sua história foi cheia de drama, dor e álcool. O brilho da vida dele se foi. A luz das suas criações tornaram-se atemporais.
Ciclos, mudanças, muitas mortes em uma vida e muitos renascimentos. Enfrentar a morte, literal e metaforicamente, nos fortalece e abre espaço pra pergunta: o que tem fim?
A potência dos índios na arte, na política, na cultura daqui e do mundo, em tudo, nunca vai ser calada.
9 min
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Todo sábado um novo episódio. Poucos minutos de conteúdo relevante e interessante sobre o universo da arte e seus satélites: pra pensar a arte, ampliar o olhar, ver que ela é um estado de espírito, um…
“estar no mundo “, captando seu movimento com curiosidade e sensibilidade. Experimente a arte, em toda sua potência, porque ela está em você. Está em tudo.