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Em Anatomia de um Crime, a escritora Cara Hunter acompanha o inspector-chefe Adam Fawley na reabertura do caso de Daisy Mason, uma menina de oito anos que desapareceu em Oxford, em 2016. Novas provas forenses põem em causa a investigação que levou à detenção da mãe por homicídio, sem que o corpo da criança tenha sido encontrado, e levantam uma questão central: o que aconteceu realmente a Daisy?Já a obra de Emmanuel Carrère retrata a vida dupla de um pai de família que comete crimes brutais para escapar a uma rede de mentiras, numa investigação sobre a condição humana, comparada a A Sangue Frio, de Truman Capote.
No “Às Páginas Tantas” desta semana, Daniel Brito apresenta duas sugestões de leitura. A primeira é “Comerás Flores”, de Lucía Solla Sobral. Neste romance de estreia, a autora aborda, de forma intensa, temas como as relações abusivas, o luto e o silenciamento feminino. A segunda sugestão é “O Segredo do Fabricante de Violinos”, de Evie Woods, um romance que cruza mistério, música e antiguidades. A história acompanha três desconhecidos, em Londres, cujos caminhos se cruzam em torno de um violino envolto em mistério.
No “Às Páginas Tantas” desta semana, Daniel Brito apresenta duas sugestões de leitura. A primeira é “O Homem que Lia Livros”, de Rachid Benzine. Uma obra que nos transporta até uma pequena livraria em Gaza, onde, quando tudo parece desaparecer, os livros se tornam o último refúgio de liberdade, esperança e humanidade. A segunda sugestão é “Manifesto pela Leitura”, de Irene Vallejo. Uma defesa intransigente da importância dos livros e da leitura. Uma obra breve, mas que a escritora consegue tornar tão grande que nela cabe tudo o que é essencial.
Em “Hipocritões e Oligarcas”, Rui Tavares percorre diferentes formas de guerras culturais ao longo dos séculos e aponta caminhos para as superar, passando por episódios históricos como o Iluminismo, a Revolução Francesa, o nazismo, o impeachment de Dilma Rousseff e o populismo de Donald Trump. Já “Singular Ocorrência e Outras Histórias de Mulheres” reúne 15 contos de Machado de Assis, com destaque para personagens femininas marcadas pela sua singularidade e força de carácter.
No “Às Páginas Tantas” desta semana, Daniel Brito traz duas sugestões. A primeira é “Os Objectos. Contos Escolhidos”, de Lygia Fagundes Telles, uma obra que explora a vida dos objectos, das pequenas coisas e das minúcias do quotidiano, bem como a profundidade psicológica das relações humanas. A segunda sugestão é “Para os Caminhantes Tudo é Caminho”, de José Tolentino Mendonça, que apresenta a vida como um processo e uma viagem interior, e não apenas como uma corrida por resultados materiais ou metas finais.
No “Às Páginas Tantas” desta semana, Daniel Brito traz duas sugestões de leitura. A primeira é “A Palavra Mágica - Uma Vida Escrita”, de Isabel Allende, um livro pleno de vida sobre o ofício da escrita, a magia da criação e o poder eterno das palavras. A segunda sugestão é “Oração para Desaparecer”, de Socorro Acioli. A obra cruza realismo mágico, misticismo popular e reflexões profundas sobre identidade e ancestralidade.
No “Às Páginas Tantas” desta semana, Daniel Brito traz duas sugestões de leitura. A primeira é “A Mais Bela Maldição”, livro de não-ficção do escritor e editor português Rui Couceiro, publicado pela Porto Editora em abril de 2026. A segunda é “O Século dos Imbecis”, o mais recente romance de Valter Hugo Mãe, lançado em junho para assinalar 30 anos de carreira literária. A obra, publicada em Portugal pela Porto Editora, é uma fábula satírica sobre a desinformação, a ignorância e o embrutecimento da sociedade contemporânea.
“Canção Doce”, de Leïla Slimani — um thriller psicológico centrado na relação entre uma família e a ama contratada para cuidar dos filhos. O livro aborda maternidade, desigualdade social, dependência, solidão e as aparências no seio da família. É uma leitura intensa e perturbadora, sobretudo pela forma como Slimani vai construindo a tensão desde o quotidiano aparentemente banal. “Fahrenheit 451”, de Ray Bradbury , uma distopia sobre uma sociedade em que os livros são proibidos e os bombeiros têm como missão queimá-los. Para além da censura, Bradbury questiona a liberdade de pensamento, o conformismo, o poder dos meios de comunicação e o lugar da leitura numa sociedade dominada pelo entretenimento.
Considerado unanimemente como a obra-prima de Matsumoto, o mestre do mistério japonês, Tóquio Express é um Tóquio Express, de Matsumoto, é um romance policial envolvente, marcado pelo mistério, rigor e atenção ao detalhe. Já Como Desenvolver o Pensamento Crítico das Crianças é um guia para pais e educadores que mostra como estimular nas crianças a capacidade de pensar, questionar, escutar e dialogar.
No “Às Páginas Tantas” desta semana, Daniel Brito apresenta duas sugestões de leitura. A primeira é “A Cozinheira do Ditador”, de Afonso Cruz, um livro divertido e mordaz sobre as muitas ditaduras que nos rodeiam, escrito por um dos autores mais originais do nosso tempo, cuja imaginação nunca deixa de surpreender. A segunda sugestão é “Em Tudo Havia Beleza”, de Manuel Vilas, uma história profundamente íntima e comovente sobre um homem que procura no passado o caminho para regressar ao presente.
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