
Sign up to save your podcasts
Or


Costumamos olhar para a Páscoa como um evento do passado. Não duvidamos que ela foi um evento importante e decisivo… mas distante.
Só que a ressurreição de Jesus não é apenas o fim de uma história — é o começo de outra. Quando ele vence a morte, algo novo irrompe no mundo: o Reino de Deus começa a se manifestar aqui, no meio da nossa realidade!
Isso muda a forma como enxergamos tudo — o sentido da vida, as relações humanas, a vocação, o sofrimento, a esperança. Porque, mesmo em um mundo ainda quebrado, já existem sinais de que as coisas estão sendo refeitas.
Talvez a pergunta não seja apenas “o que aconteceu naquele domingo?”, mas “o que isso muda hoje?”.
Nas próximas semanas, desacelere, abra espaço e permita-se refletir sobre isso com mais atenção.
Há dores que não cabem em palavras. Dores que nos surpreendem, invadem a nossa história sem pedir licença… e quando vêm, levam junto a sensação de que nada voltará a ser como antes. O chão que estava firme desapareceu — e sentimos que talvez ele nunca volte.
Se você já passou por isso, essa série é para você.
Jó era um homem íntegro. Fazia o que era certo, vivia bem, buscava ser justo. E ainda assim, perdeu os bens, os filhos, a saúde, a estabilidade. Jó, como nós, também perdeu o chão. A Bíblia não o chama de fraco por isso. Mas ela conta a história dele, porque Deus não tem medo das nossas perguntas sem resposta. Ele não foge do nosso lamento.
A dor pode nos tirar o chão, mas Deus não perde o seu trono.
O sofrimento que experimentamos é resultado de um mundo que foi corrompido pelo pecado. Mas a história bíblica é insistente em relatar que o Criador não nos abandona. É exatamente aí, no meio do caos, que a soberania de Deus continua intacta.
A gente cresce acreditando que, se fizer tudo certo, nada dará errado. Mas Jó nos confronta com uma verdade desconfortável: nem sempre a dor é consequência. Às vezes ela simplesmente acontece. E é nesse momento que precisamos de algo maior do que explicações. Precisamos de presença.
Se você está carregando algo pesado, se tem perguntas que ainda não têm resposta, você não precisa atravessar isso sozinho. Que tal estar conosco nessa série?
Há dores que não cabem em palavras. Dores que nos surpreendem, invadem a nossa história sem pedir licença… e quando vêm, levam junto a sensação de que nada voltará a ser como antes. O chão que estava firme desapareceu — e sentimos que talvez ele nunca volte.
Se você já passou por isso, essa série é para você.
Jó era um homem íntegro. Fazia o que era certo, vivia bem, buscava ser justo. E ainda assim, perdeu os bens, os filhos, a saúde, a estabilidade. Jó, como nós, também perdeu o chão. A Bíblia não o chama de fraco por isso. Mas ela conta a história dele, porque Deus não tem medo das nossas perguntas sem resposta. Ele não foge do nosso lamento.
A dor pode nos tirar o chão, mas Deus não perde o seu trono.
O sofrimento que experimentamos é resultado de um mundo que foi corrompido pelo pecado. Mas a história bíblica é insistente em relatar que o Criador não nos abandona. É exatamente aí, no meio do caos, que a soberania de Deus continua intacta.
A gente cresce acreditando que, se fizer tudo certo, nada dará errado. Mas Jó nos confronta com uma verdade desconfortável: nem sempre a dor é consequência. Às vezes ela simplesmente acontece. E é nesse momento que precisamos de algo maior do que explicações. Precisamos de presença.
Se você está carregando algo pesado, se tem perguntas que ainda não têm resposta, você não precisa atravessar isso sozinho. Que tal estar conosco nessa série?
Há dores que não cabem em palavras. Dores que nos surpreendem, invadem a nossa história sem pedir licença… e quando vêm, levam junto a sensação de que nada voltará a ser como antes. O chão que estava firme desapareceu — e sentimos que talvez ele nunca volte.
Se você já passou por isso, essa série é para você.
Jó era um homem íntegro. Fazia o que era certo, vivia bem, buscava ser justo. E ainda assim, perdeu os bens, os filhos, a saúde, a estabilidade. Jó, como nós, também perdeu o chão. A Bíblia não o chama de fraco por isso. Mas ela conta a história dele, porque Deus não tem medo das nossas perguntas sem resposta. Ele não foge do nosso lamento.
A dor pode nos tirar o chão, mas Deus não perde o seu trono.
O sofrimento que experimentamos é resultado de um mundo que foi corrompido pelo pecado. Mas a história bíblica é insistente em relatar que o Criador não nos abandona. É exatamente aí, no meio do caos, que a soberania de Deus continua intacta.
A gente cresce acreditando que, se fizer tudo certo, nada dará errado. Mas Jó nos confronta com uma verdade desconfortável: nem sempre a dor é consequência. Às vezes ela simplesmente acontece. E é nesse momento que precisamos de algo maior do que explicações. Precisamos de presença.
Se você está carregando algo pesado, se tem perguntas que ainda não têm resposta, você não precisa atravessar isso sozinho. Que tal estar conosco nessa série?
Há dores que não cabem em palavras. Dores que nos surpreendem, invadem a nossa história sem pedir licença… e quando vêm, levam junto a sensação de que nada voltará a ser como antes. O chão que estava firme desapareceu — e sentimos que talvez ele nunca volte.
Se você já passou por isso, essa série é para você.
Jó era um homem íntegro. Fazia o que era certo, vivia bem, buscava ser justo. E ainda assim, perdeu os bens, os filhos, a saúde, a estabilidade. Jó, como nós, também perdeu o chão. A Bíblia não o chama de fraco por isso. Mas ela conta a história dele, porque Deus não tem medo das nossas perguntas sem resposta. Ele não foge do nosso lamento.
A dor pode nos tirar o chão, mas Deus não perde o seu trono.
O sofrimento que experimentamos é resultado de um mundo que foi corrompido pelo pecado. Mas a história bíblica é insistente em relatar que o Criador não nos abandona. É exatamente aí, no meio do caos, que a soberania de Deus continua intacta.
A gente cresce acreditando que, se fizer tudo certo, nada dará errado. Mas Jó nos confronta com uma verdade desconfortável: nem sempre a dor é consequência. Às vezes ela simplesmente acontece. E é nesse momento que precisamos de algo maior do que explicações. Precisamos de presença.
Se você está carregando algo pesado, se tem perguntas que ainda não têm resposta, você não precisa atravessar isso sozinho. Que tal estar conosco nessa série?
Por que você trabalha? Todos os dias, você troca horas da sua vida por dinheiro, alguma segurança, identidade e um certo senso de significado. Trabalho parece ser algo movido por obrigação.
Mas talvez mudar a pergunta revele o que realmente nos move: pra quem você trabalha? Todo trabalho tem um “senhor”. Mesmo quando não se percebe. E não… não é o seu chefe.
Muitas vezes, esse senhor é invisível: dinheiro, sucesso, aprovação, consumo, o sistema, o próprio ego. Nem sempre parece idolatria. Às vezes parece só “vida adulta”. Mas quando isso governa o coração, o trabalho deixa de ser ferramenta… e vira prisão.
A Bíblia conta outra história. O trabalho não nasceu como castigo, mas como vocação. Antes do pecado, ele era parte do propósitode Deus: cuidar, criar, desenvolver o mundo junto com Ele.
Timothy Keller nos lembra: “o trabalho é uma das principais formas pelas quais amamos o próximo e participamos da missão de Deus no mundo”.
O evangelho não nos chama a trabalhar para provar valor… porque já somos amados. Nem para garantir nossas necessidades… porque Deus é o nosso provedor. Também não para servir à cultura… mas, antes de tudo, para servir ao Pai.
Quando o "pra quem você trabalha" muda, muda também "como" você trabalha — e até "por que" você trabalha. Venha conosco redescobrir o sentido do seu trabalho e o deus (ou Deus) que caminha com você nele.
Por que você trabalha? Todos os dias, você troca horas da sua vida por dinheiro, alguma segurança, identidade e um certo senso de significado. Trabalho parece ser algo movido por obrigação.
Mas talvez mudar a pergunta revele o que realmente nos move: pra quem você trabalha? Todo trabalho tem um “senhor”. Mesmo quando não se percebe. E não… não é o seu chefe.
Muitas vezes, esse senhor é invisível: dinheiro, sucesso, aprovação, consumo, o sistema, o próprio ego. Nem sempre parece idolatria. Às vezes parece só “vida adulta”. Mas quando isso governa o coração, o trabalho deixa de ser ferramenta… e vira prisão.
A Bíblia conta outra história. O trabalho não nasceu como castigo, mas como vocação. Antes do pecado, ele era parte do propósitode Deus: cuidar, criar, desenvolver o mundo junto com Ele.
Timothy Keller nos lembra: “o trabalho é uma das principais formas pelas quais amamos o próximo e participamos da missão de Deus no mundo”.
O evangelho não nos chama a trabalhar para provar valor… porque já somos amados. Nem para garantir nossas necessidades… porque Deus é o nosso provedor. Também não para servir à cultura… mas, antes de tudo, para servir ao Pai.
Quando o "pra quem você trabalha" muda, muda também "como" você trabalha — e até "por que" você trabalha. Venha conosco redescobrir o sentido do seu trabalho e o deus (ou Deus) que caminha com você nele.
Por que você trabalha? Todos os dias, você troca horas da sua vida por dinheiro, alguma segurança, identidade e um certo senso de significado. Trabalho parece ser algo movido por obrigação.
Mas talvez mudar a pergunta revele o que realmente nos move: pra quem você trabalha? Todo trabalho tem um “senhor”. Mesmo quando não se percebe. E não… não é o seu chefe.
Muitas vezes, esse senhor é invisível: dinheiro, sucesso, aprovação, consumo, o sistema, o próprio ego. Nem sempre parece idolatria. Às vezes parece só “vida adulta”. Mas quando isso governa o coração, o trabalho deixa de ser ferramenta… e vira prisão.
A Bíblia conta outra história. O trabalho não nasceu como castigo, mas como vocação. Antes do pecado, ele era parte do propósitode Deus: cuidar, criar, desenvolver o mundo junto com Ele.
Timothy Keller nos lembra: “o trabalho é uma das principais formas pelas quais amamos o próximo e participamos da missão de Deus no mundo”.
O evangelho não nos chama a trabalhar para provar valor… porque já somos amados. Nem para garantir nossas necessidades… porque Deus é o nosso provedor. Também não para servir à cultura… mas, antes de tudo, para servir ao Pai.
Quando o "pra quem você trabalha" muda, muda também "como" você trabalha — e até "por que" você trabalha. Venha conosco redescobrir o sentido do seu trabalho e o deus (ou Deus) que caminha com você nele.
Por que você trabalha? Todos os dias, você troca horas da sua vida por dinheiro, alguma segurança, identidade e um certo senso de significado. Trabalho parece ser algo movido por obrigação.
Mas talvez mudar a pergunta revele o que realmente nos move: pra quem você trabalha? Todo trabalho tem um “senhor”. Mesmo quando não se percebe. E não… não é o seu chefe.
Muitas vezes, esse senhor é invisível: dinheiro, sucesso, aprovação, consumo, o sistema, o próprio ego. Nem sempre parece idolatria. Às vezes parece só “vida adulta”. Mas quando isso governa o coração, o trabalho deixa de ser ferramenta… e vira prisão.
A Bíblia conta outra história. O trabalho não nasceu como castigo, mas como vocação. Antes do pecado, ele era parte do propósitode Deus: cuidar, criar, desenvolver o mundo junto com Ele.
Timothy Keller nos lembra: “o trabalho é uma das principais formas pelas quais amamos o próximo e participamos da missão de Deus no mundo”.
O evangelho não nos chama a trabalhar para provar valor… porque já somos amados. Nem para garantir nossas necessidades… porque Deus é o nosso provedor. Também não para servir à cultura… mas, antes de tudo, para servir ao Pai.
Quando o "pra quem você trabalha" muda, muda também "como" você trabalha — e até "por que" você trabalha. Venha conosco redescobrir o sentido do seu trabalho e o deus (ou Deus) que caminha com você nele.
Um novo ano é uma página em branco. Cada momento é um presente e também uma oportunidade. São 365 dias. 8.760 horas. 525.600 minutos.
Um poeta, certa vez, orou: “Senhor, ensina-nos a contar os nossos dias, para que alcancemos um coração sábio” (Salmo 90.12). A vida não é formada apenas por grandes momentos, mas pelos dias comuns que vivemos diante de Deus.
Todos os dias somos moldados, sabendo ou não, por práticas e rotinas que nos tornam quem somos. Tish Warren, em seu livro “Liturgia do Ordinário”, nos lembra de que “o cerne da nossa formação está na monotonia anônima das nossas rotinas diárias”.
Em 2026, queremos aprender a buscar a Deus e percebê-lo no cotidiano. Nas manhãs, nas mesas, no trabalho simples e no descanso.
Que tal juntar-se a nós enquanto aprendemos a andar nos leves ritmos de Jesus? Que tal aprendermos juntos sobre como viver melhor as bênçãos que recebemos?
From the publisher's feed