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Vivemos a era da hiperconexão. Mas talvez nunca tenhamos experimentado tanto isolamento.
John Ortberg faz uma observação desconcertante: geralmente pecamos sozinhos, mas nossa cura acontece em conjunto. Isso porque o evangelho nunca foi pensado para ser vivido em isolamento.
A cultura atual nos ensina que maturidade é não depender de ninguém. Jesus, no entanto, ensina exatamente o oposto: a vida cristã amadurece na comunhão.
Porém, existe uma ironia difícil de aceitar. As nossas feridas mais profundas costumam nascer nos relacionamentos. Mas Deus também escolheu os relacionamentos como o lugar da nossa restauração.
A igreja não é uma reunião semanal. É a comunidade onde somos nutridos, corrigidos, encorajados e integrados à família de Deus. Não crescemos apenas ouvindo sermões. Crescemos caminhando com pessoas e repartindo vida.
Por isso, seguir Jesus nunca foi um projeto individual. É na mesa. Na confissão. Na oração. Na amizade. Na prestação de contas. É assim que Deus nos forma.
Vivemos uma cultura que idolatra a autonomia. O Reino de Deus forma um povo. Porque ninguém aprende a amar sozinho. Ninguém aprende a servir sozinho. Ninguém aprende a seguir Jesus sozinho.
Essa não é uma série sobre programas de igreja. É uma conversa sobre o modo como Jesus decidiu formar seus discípulos: vivendo como família, compartilhando a mesa, carregando os fardos uns dos outros e aprendendo a caminhar juntos.
Vivemos a era da hiperconexão. Mas talvez nunca tenhamos experimentado tanto isolamento.
John Ortberg faz uma observação desconcertante: geralmente pecamos sozinhos, mas nossa cura acontece em conjunto. Isso porque o evangelho nunca foi pensado para ser vivido em isolamento.
A cultura atual nos ensina que maturidade é não depender de ninguém. Jesus, no entanto, ensina exatamente o oposto: a vida cristã amadurece na comunhão.
Porém, existe uma ironia difícil de aceitar. As nossas feridas mais profundas costumam nascer nos relacionamentos. Mas Deus também escolheu os relacionamentos como o lugar da nossa restauração.
A igreja não é uma reunião semanal. É a comunidade onde somos nutridos, corrigidos, encorajados e integrados à família de Deus. Não crescemos apenas ouvindo sermões. Crescemos caminhando com pessoas e repartindo vida.
Por isso, seguir Jesus nunca foi um projeto individual. É na mesa. Na confissão. Na oração. Na amizade. Na prestação de contas. É assim que Deus nos forma.
Vivemos uma cultura que idolatra a autonomia. O Reino de Deus forma um povo. Porque ninguém aprende a amar sozinho. Ninguém aprende a servir sozinho. Ninguém aprende a seguir Jesus sozinho.
Essa não é uma série sobre programas de igreja. É uma conversa sobre o modo como Jesus decidiu formar seus discípulos: vivendo como família, compartilhando a mesa, carregando os fardos uns dos outros e aprendendo a caminhar juntos.
Vivemos a era da hiperconexão. Mas talvez nunca tenhamos experimentado tanto isolamento.
John Ortberg faz uma observação desconcertante: geralmente pecamos sozinhos, mas nossa cura acontece em conjunto. Isso porque o evangelho nunca foi pensado para ser vivido em isolamento.
A cultura atual nos ensina que maturidade é não depender de ninguém. Jesus, no entanto, ensina exatamente o oposto: a vida cristã amadurece na comunhão.
Porém, existe uma ironia difícil de aceitar. As nossas feridas mais profundas costumam nascer nos relacionamentos. Mas Deus também escolheu os relacionamentos como o lugar da nossa restauração.
A igreja não é uma reunião semanal. É a comunidade onde somos nutridos, corrigidos, encorajados e integrados à família de Deus. Não crescemos apenas ouvindo sermões. Crescemos caminhando com pessoas e repartindo vida.
Por isso, seguir Jesus nunca foi um projeto individual. É na mesa. Na confissão. Na oração. Na amizade. Na prestação de contas. É assim que Deus nos forma.
Vivemos uma cultura que idolatra a autonomia. O Reino de Deus forma um povo. Porque ninguém aprende a amar sozinho. Ninguém aprende a servir sozinho. Ninguém aprende a seguir Jesus sozinho.
Essa não é uma série sobre programas de igreja. É uma conversa sobre o modo como Jesus decidiu formar seus discípulos: vivendo como família, compartilhando a mesa, carregando os fardos uns dos outros e aprendendo a caminhar juntos.
Vivemos a era da hiperconexão. Mas talvez nunca tenhamos experimentado tanto isolamento.
John Ortberg faz uma observação desconcertante: geralmente pecamos sozinhos, mas nossa cura acontece em conjunto. Isso porque o evangelho nunca foi pensado para ser vivido em isolamento.
A cultura atual nos ensina que maturidade é não depender de ninguém. Jesus, no entanto, ensina exatamente o oposto: a vida cristã amadurece na comunhão.
Porém, existe uma ironia difícil de aceitar. As nossas feridas mais profundas costumam nascer nos relacionamentos. Mas Deus também escolheu os relacionamentos como o lugar da nossa restauração.
A igreja não é uma reunião semanal. É a comunidade onde somos nutridos, corrigidos, encorajados e integrados à família de Deus. Não crescemos apenas ouvindo sermões. Crescemos caminhando com pessoas e repartindo vida.
Por isso, seguir Jesus nunca foi um projeto individual. É na mesa. Na confissão. Na oração. Na amizade. Na prestação de contas. É assim que Deus nos forma.
Vivemos uma cultura que idolatra a autonomia. O Reino de Deus forma um povo. Porque ninguém aprende a amar sozinho. Ninguém aprende a servir sozinho. Ninguém aprende a seguir Jesus sozinho.
Essa não é uma série sobre programas de igreja. É uma conversa sobre o modo como Jesus decidiu formar seus discípulos: vivendo como família, compartilhando a mesa, carregando os fardos uns dos outros e aprendendo a caminhar juntos.
Todo mundo tem algo para reclamar na sua vizinhança. Rua mal cuidada. Lixo espalhado. Vizinho difícil. Violência. Barulho. Gente apressada. Falta de gentileza. Sempre existe algo que testa nossa santa paciência nessa nossa santa vizinhança.
Mas quem sabe a questão não seja meramente apontar o que há de errado com nossa vizinhança. Talvez a pergunta seja: o que Deus quer fazer nela? Porque o lugar onde você mora, trabalha, estuda e convive não é apenas um cep. É o lugar onde Deus te enviou para missão.
A cidade é mais que um cenário onde a vida acontece. Ela é formada por pessoas com histórias carregadas de alegrias e dores. Pessoas que Deus conhece pelo nome. E o amor ao próximo quase sempre começa perto. Na porta ao lado. Na mesma rua. No mesmo prédio. No mesmo ônibus. No mesmo semáforo.
Por muito tempo aprendemos a pensar que a missão ocorre em programas, projetos e eventos. Mas a maior parte da nossa vida acontece em outro lugar. Nas segundas-feiras. Nos elevadores. No trabalho. Na faculdade. Na fila do mercado. O que você crê transparece no seu jeito de ser vizinho.
Existe um Remetente. Existe uma Mensagem. Nós, os envelopes para uma cidade cheia de destinatários. Deus não escolheu anunciar seu Reino por meio de prédios, instituições ou eventos. Ele escolheu gente. Pessoas comuns vivendo de maneira extraordinariamente fiel.
Talvez você nunca pregue para centenas de pessoas. Talvez você nunca seja responsável por transformar um bairro inteiro. Mas todos os dias alguém observa a forma como você vive, trabalha, serve e ama. E todo o dia você pode transformar uma pequena realidade num reflexo do Reino de Deus.
Queremos aprender a enxergar nossos bairros, ruas e relacionamentos como lugares onde Deus já está agindo. Queremos ser igreja para Curitiba enquanto estamos juntos no domingo de manhã e espalhados de segunda a sábado. Que tal estarmos juntos – e dispersos?
Todo mundo tem algo para reclamar na sua vizinhança. Rua mal cuidada. Lixo espalhado. Vizinho difícil. Violência. Barulho. Gente apressada. Falta de gentileza. Sempre existe algo que testa nossa santa paciência nessa nossa santa vizinhança.
Mas quem sabe a questão não seja meramente apontar o que há de errado com nossa vizinhança. Talvez a pergunta seja: o que Deus quer fazer nela? Porque o lugar onde você mora, trabalha, estuda e convive não é apenas um cep. É o lugar onde Deus te enviou para missão.
A cidade é mais que um cenário onde a vida acontece. Ela é formada por pessoas com histórias carregadas de alegrias e dores. Pessoas que Deus conhece pelo nome. E o amor ao próximo quase sempre começa perto. Na porta ao lado. Na mesma rua. No mesmo prédio. No mesmo ônibus. No mesmo semáforo.
Por muito tempo aprendemos a pensar que a missão ocorre em programas, projetos e eventos. Mas a maior parte da nossa vida acontece em outro lugar. Nas segundas-feiras. Nos elevadores. No trabalho. Na faculdade. Na fila do mercado. O que você crê transparece no seu jeito de ser vizinho.
Existe um Remetente. Existe uma Mensagem. Nós, os envelopes para uma cidade cheia de destinatários. Deus não escolheu anunciar seu Reino por meio de prédios, instituições ou eventos. Ele escolheu gente. Pessoas comuns vivendo de maneira extraordinariamente fiel.
Talvez você nunca pregue para centenas de pessoas. Talvez você nunca seja responsável por transformar um bairro inteiro. Mas todos os dias alguém observa a forma como você vive, trabalha, serve e ama. E todo o dia você pode transformar uma pequena realidade num reflexo do Reino de Deus.
Queremos aprender a enxergar nossos bairros, ruas e relacionamentos como lugares onde Deus já está agindo. Queremos ser igreja para Curitiba enquanto estamos juntos no domingo de manhã e espalhados de segunda a sábado. Que tal estarmos juntos – e dispersos?
Todo mundo tem algo para reclamar na sua vizinhança. Rua mal cuidada. Lixo espalhado. Vizinho difícil. Violência. Barulho. Gente apressada. Falta de gentileza. Sempre existe algo que testa nossa santa paciência nessa nossa santa vizinhança.
Mas quem sabe a questão não seja meramente apontar o que há de errado com nossa vizinhança. Talvez a pergunta seja: o que Deus quer fazer nela? Porque o lugar onde você mora, trabalha, estuda e convive não é apenas um cep. É o lugar onde Deus te enviou para missão.
A cidade é mais que um cenário onde a vida acontece. Ela é formada por pessoas com histórias carregadas de alegrias e dores. Pessoas que Deus conhece pelo nome. E o amor ao próximo quase sempre começa perto. Na porta ao lado. Na mesma rua. No mesmo prédio. No mesmo ônibus. No mesmo semáforo.
Por muito tempo aprendemos a pensar que a missão ocorre em programas, projetos e eventos. Mas a maior parte da nossa vida acontece em outro lugar. Nas segundas-feiras. Nos elevadores. No trabalho. Na faculdade. Na fila do mercado. O que você crê transparece no seu jeito de ser vizinho.
Existe um Remetente. Existe uma Mensagem. Nós, os envelopes para uma cidade cheia de destinatários. Deus não escolheu anunciar seu Reino por meio de prédios, instituições ou eventos. Ele escolheu gente. Pessoas comuns vivendo de maneira extraordinariamente fiel.
Talvez você nunca pregue para centenas de pessoas. Talvez você nunca seja responsável por transformar um bairro inteiro. Mas todos os dias alguém observa a forma como você vive, trabalha, serve e ama. E todo o dia você pode transformar uma pequena realidade num reflexo do Reino de Deus.
Queremos aprender a enxergar nossos bairros, ruas e relacionamentos como lugares onde Deus já está agindo. Queremos ser igreja para Curitiba enquanto estamos juntos no domingo de manhã e espalhados de segunda a sábado. Que tal estarmos juntos – e dispersos?
Todo mundo tem algo para reclamar na sua vizinhança. Rua mal cuidada. Lixo espalhado. Vizinho difícil. Violência. Barulho. Gente apressada. Falta de gentileza. Sempre existe algo que testa nossa santa paciência nessa nossa santa vizinhança.
Mas quem sabe a questão não seja meramente apontar o que há de errado com nossa vizinhança. Talvez a pergunta seja: o que Deus quer fazer nela? Porque o lugar onde você mora, trabalha, estuda e convive não é apenas um cep. É o lugar onde Deus te enviou para missão.
A cidade é mais que um cenário onde a vida acontece. Ela é formada por pessoas com histórias carregadas de alegrias e dores. Pessoas que Deus conhece pelo nome. E o amor ao próximo quase sempre começa perto. Na porta ao lado. Na mesma rua. No mesmo prédio. No mesmo ônibus. No mesmo semáforo.
Por muito tempo aprendemos a pensar que a missão ocorre em programas, projetos e eventos. Mas a maior parte da nossa vida acontece em outro lugar. Nas segundas-feiras. Nos elevadores. No trabalho. Na faculdade. Na fila do mercado. O que você crê transparece no seu jeito de ser vizinho.
Existe um Remetente. Existe uma Mensagem. Nós, os envelopes para uma cidade cheia de destinatários. Deus não escolheu anunciar seu Reino por meio de prédios, instituições ou eventos. Ele escolheu gente. Pessoas comuns vivendo de maneira extraordinariamente fiel.
Talvez você nunca pregue para centenas de pessoas. Talvez você nunca seja responsável por transformar um bairro inteiro. Mas todos os dias alguém observa a forma como você vive, trabalha, serve e ama. E todo o dia você pode transformar uma pequena realidade num reflexo do Reino de Deus.
Queremos aprender a enxergar nossos bairros, ruas e relacionamentos como lugares onde Deus já está agindo. Queremos ser igreja para Curitiba enquanto estamos juntos no domingo de manhã e espalhados de segunda a sábado. Que tal estarmos juntos – e dispersos?
Todo mundo tem algo para reclamar na sua vizinhança. Rua mal cuidada. Lixo espalhado. Vizinho difícil. Violência. Barulho. Gente apressada. Falta de gentileza. Sempre existe algo que testa nossa santa paciência nessa nossa santa vizinhança.
Mas quem sabe a questão não seja meramente apontar o que há de errado com nossa vizinhança. Talvez a pergunta seja: o que Deus quer fazer nela? Porque o lugar onde você mora, trabalha, estuda e convive não é apenas um cep. É o lugar onde Deus te enviou para missão.
A cidade é mais que um cenário onde a vida acontece. Ela é formada por pessoas com histórias carregadas de alegrias e dores. Pessoas que Deus conhece pelo nome. E o amor ao próximo quase sempre começa perto. Na porta ao lado. Na mesma rua. No mesmo prédio. No mesmo ônibus. No mesmo semáforo.
Por muito tempo aprendemos a pensar que a missão ocorre em programas, projetos e eventos. Mas a maior parte da nossa vida acontece em outro lugar. Nas segundas-feiras. Nos elevadores. No trabalho. Na faculdade. Na fila do mercado. O que você crê transparece no seu jeito de ser vizinho.
Existe um Remetente. Existe uma Mensagem. Nós, os envelopes para uma cidade cheia de destinatários. Deus não escolheu anunciar seu Reino por meio de prédios, instituições ou eventos. Ele escolheu gente. Pessoas comuns vivendo de maneira extraordinariamente fiel.
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Queremos aprender a enxergar nossos bairros, ruas e relacionamentos como lugares onde Deus já está agindo. Queremos ser igreja para Curitiba enquanto estamos juntos no domingo de manhã e espalhados de segunda a sábado. Que tal estarmos juntos – e dispersos?
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Mas quem sabe a questão não seja meramente apontar o que há de errado com nossa vizinhança. Talvez a pergunta seja: o que Deus quer fazer nela? Porque o lugar onde você mora, trabalha, estuda e convive não é apenas um cep. É o lugar onde Deus te enviou para missão.
A cidade é mais que um cenário onde a vida acontece. Ela é formada por pessoas com histórias carregadas de alegrias e dores. Pessoas que Deus conhece pelo nome. E o amor ao próximo quase sempre começa perto. Na porta ao lado. Na mesma rua. No mesmo prédio. No mesmo ônibus. No mesmo semáforo.
Por muito tempo aprendemos a pensar que a missão ocorre em programas, projetos e eventos. Mas a maior parte da nossa vida acontece em outro lugar. Nas segundas-feiras. Nos elevadores. No trabalho. Na faculdade. Na fila do mercado. O que você crê transparece no seu jeito de ser vizinho.
Existe um Remetente. Existe uma Mensagem. Nós, os envelopes para uma cidade cheia de destinatários. Deus não escolheu anunciar seu Reino por meio de prédios, instituições ou eventos. Ele escolheu gente. Pessoas comuns vivendo de maneira extraordinariamente fiel.
Talvez você nunca pregue para centenas de pessoas. Talvez você nunca seja responsável por transformar um bairro inteiro. Mas todos os dias alguém observa a forma como você vive, trabalha, serve e ama. E todo o dia você pode transformar uma pequena realidade num reflexo do Reino de Deus.
Queremos aprender a enxergar nossos bairros, ruas e relacionamentos como lugares onde Deus já está agindo. Queremos ser igreja para Curitiba enquanto estamos juntos no domingo de manhã e espalhados de segunda a sábado. Que tal estarmos juntos – e dispersos?
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