Todo Natal começa com a expectativa. Muito antes do dia 25 de dezembro, já há luzes, pinheirinhos, presépios... o comércio se prepara, o trânsito fica mais caótico e o clima de fim de ano toma a cidade. No coração de todas as pessoas, em todos os lugares, em todas as idades, há algo em comum: desejos!
Cada um tem seus desejos. Crianças querem brinquedos. Já fomos crianças, sabemos como é. Depois de crescer, nossos desejos mudam. A gente quer outras coisas: um ano que termine bem, contas organizadas, uns dias de descanso, paz em casa, rever familiares, saúde em dia. Às vezes... só conseguir respirar. Talvez não haja uma lista oficial daquilo que desejamos. Mas lá no fundo, sabemos: nosso coração anseia por "presentes" que não são presenteáveis.
Enquanto o Natal não chega, a gente deixa nossa imaginação agir. Como crianças que imaginam o que há dentro do pacote, nós pensamos como tudo poderia ser: Ter dias mais leves, reencontros alegres, abraçar quem não está mais aqui, descobrir a reconciliação, o alívio da culpa, reaver o tempo perdido, resgatar objetivos. Alguns sonhos parecem possíveis. Outros... parecem grandes demais pra caber no nosso peito.
Desde o primeiro Natal, e Deus conhece os nossos corações. A história do Natal em si mostra um enredo de expectativas e desejos. No nascimento de Jesus, o próprio Deus entra no mundo para encontrar nossos anseios e reorganizar a história. Nossos desejos, por mais superficiais que sejam, mostram nossas carências mais profundas: alegria, significado, paz, cura, identidade, pertencimento.
Tudo aquilo que a gente mais deseja, mesmo sem conseguir explicar, encontra repouso em Cristo.
Enquanto o Natal não chega, que tal viver essa espera com a gente? Vem participar dessa série de mensagens e descobrir um Natal cheio de sentido.