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Olá, ouvintes do Audiolivros da Aninha.
Agora vamos mergulhar na obra “O Triste Fim de Policarpo Quaresma”, um dos marcos da literatura brasileira.
Escrito originalmente como folhetim publicado em 1911 e lançado em livro em 1915, a obra nos trás um irônico retrato da República brasileira num momento de profundas convulsões políticas, sociais e culturais.
O período da chamada República Velha (aproximadamente 1889-1930) era marcado por uma elite oligárquica agrária, forte presença militar, disputas de poder politico-econômico, clientelismo, e uma consolidação ainda instável das instituições republicanas.
Através do major Quaresma, patriota incondicional e idealista ao extremo, o autor expõe a ingenuidade — às vezes até o absurdo — de um amor à pátria que bate de frente com a burocracia, o provincianismo, o preconceito, a hipocrisia institucional.
A obra mostra que o “progresso” prometido pela República ainda não havia chegado para muitos, e que o sonho da nação muitas vezes se choca com a dura realidade.
Numa prosa ora satírica, ora melancólica, porém sempre crítica, Lima Barreto nos ajuda a refletir sobre o Brasil de hoje através do nosso passado.
Convidamos você a se deixar guiar por essa voz literária e a mergulhar no Brasil de há mais de cem anos, mas que, em muitos aspectos, continua a nos indagar.
Boa audição.
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Agora vamos mergulhar na obra “O Triste Fim de Policarpo Quaresma”, um dos marcos da literatura brasileira.
Escrito originalmente como folhetim publicado em 1911 e lançado em livro em 1915, a obra nos trás um irônico retrato da República brasileira num momento de profundas convulsões políticas, sociais e culturais.
O período da chamada República Velha (aproximadamente 1889-1930) era marcado por uma elite oligárquica agrária, forte presença militar, disputas de poder politico-econômico, clientelismo, e uma consolidação ainda instável das instituições republicanas.
Através do major Quaresma, patriota incondicional e idealista ao extremo, o autor expõe a ingenuidade — às vezes até o absurdo — de um amor à pátria que bate de frente com a burocracia, o provincianismo, o preconceito, a hipocrisia institucional.
A obra mostra que o “progresso” prometido pela República ainda não havia chegado para muitos, e que o sonho da nação muitas vezes se choca com a dura realidade.
Numa prosa ora satírica, ora melancólica, porém sempre crítica, Lima Barreto nos ajuda a refletir sobre o Brasil de hoje através do nosso passado.
Convidamos você a se deixar guiar por essa voz literária e a mergulhar no Brasil de há mais de cem anos, mas que, em muitos aspectos, continua a nos indagar.
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Escrito originalmente como folhetim publicado em 1911 e lançado em livro em 1915, a obra nos trás um irônico retrato da República brasileira num momento de profundas convulsões políticas, sociais e culturais.
O período da chamada República Velha (aproximadamente 1889-1930) era marcado por uma elite oligárquica agrária, forte presença militar, disputas de poder politico-econômico, clientelismo, e uma consolidação ainda instável das instituições republicanas.
Através do major Quaresma, patriota incondicional e idealista ao extremo, o autor expõe a ingenuidade — às vezes até o absurdo — de um amor à pátria que bate de frente com a burocracia, o provincianismo, o preconceito, a hipocrisia institucional.
A obra mostra que o “progresso” prometido pela República ainda não havia chegado para muitos, e que o sonho da nação muitas vezes se choca com a dura realidade.
Numa prosa ora satírica, ora melancólica, porém sempre crítica, Lima Barreto nos ajuda a refletir sobre o Brasil de hoje através do nosso passado.
Convidamos você a se deixar guiar por essa voz literária e a mergulhar no Brasil de há mais de cem anos, mas que, em muitos aspectos, continua a nos indagar.
Boa audição.
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Agora vamos mergulhar na obra “O Triste Fim de Policarpo Quaresma”, um dos marcos da literatura brasileira.
Escrito originalmente como folhetim publicado em 1911 e lançado em livro em 1915, a obra nos trás um irônico retrato da República brasileira num momento de profundas convulsões políticas, sociais e culturais.
O período da chamada República Velha (aproximadamente 1889-1930) era marcado por uma elite oligárquica agrária, forte presença militar, disputas de poder politico-econômico, clientelismo, e uma consolidação ainda instável das instituições republicanas.
Através do major Quaresma, patriota incondicional e idealista ao extremo, o autor expõe a ingenuidade — às vezes até o absurdo — de um amor à pátria que bate de frente com a burocracia, o provincianismo, o preconceito, a hipocrisia institucional.
A obra mostra que o “progresso” prometido pela República ainda não havia chegado para muitos, e que o sonho da nação muitas vezes se choca com a dura realidade.
Numa prosa ora satírica, ora melancólica, porém sempre crítica, Lima Barreto nos ajuda a refletir sobre o Brasil de hoje através do nosso passado.
Convidamos você a se deixar guiar por essa voz literária e a mergulhar no Brasil de há mais de cem anos, mas que, em muitos aspectos, continua a nos indagar.
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Escrito originalmente como folhetim publicado em 1911 e lançado em livro em 1915, a obra nos trás um irônico retrato da República brasileira num momento de profundas convulsões políticas, sociais e culturais.
O período da chamada República Velha (aproximadamente 1889-1930) era marcado por uma elite oligárquica agrária, forte presença militar, disputas de poder politico-econômico, clientelismo, e uma consolidação ainda instável das instituições republicanas.
Através do major Quaresma, patriota incondicional e idealista ao extremo, o autor expõe a ingenuidade — às vezes até o absurdo — de um amor à pátria que bate de frente com a burocracia, o provincianismo, o preconceito, a hipocrisia institucional.
A obra mostra que o “progresso” prometido pela República ainda não havia chegado para muitos, e que o sonho da nação muitas vezes se choca com a dura realidade.
Numa prosa ora satírica, ora melancólica, porém sempre crítica, Lima Barreto nos ajuda a refletir sobre o Brasil de hoje através do nosso passado.
Convidamos você a se deixar guiar por essa voz literária e a mergulhar no Brasil de há mais de cem anos, mas que, em muitos aspectos, continua a nos indagar.
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O período da chamada República Velha (aproximadamente 1889-1930) era marcado por uma elite oligárquica agrária, forte presença militar, disputas de poder politico-econômico, clientelismo, e uma consolidação ainda instável das instituições republicanas.
Através do major Quaresma, patriota incondicional e idealista ao extremo, o autor expõe a ingenuidade — às vezes até o absurdo — de um amor à pátria que bate de frente com a burocracia, o provincianismo, o preconceito, a hipocrisia institucional.
A obra mostra que o “progresso” prometido pela República ainda não havia chegado para muitos, e que o sonho da nação muitas vezes se choca com a dura realidade.
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Através do major Quaresma, patriota incondicional e idealista ao extremo, o autor expõe a ingenuidade — às vezes até o absurdo — de um amor à pátria que bate de frente com a burocracia, o provincianismo, o preconceito, a hipocrisia institucional.
A obra mostra que o “progresso” prometido pela República ainda não havia chegado para muitos, e que o sonho da nação muitas vezes se choca com a dura realidade.
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