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Poucas obras antigas foram tão influentes quanto as Meditações de Marco Aurélio, filósofo e imperador de Roma entre os anos 161 e 180. Uma série de textos e ensaios repletos de sabedoria, orientação prática e profunda compreensão do comportamento humano, continua sendo uma das maiores obras de desenvolvimento pessoal e espiritual, princípios éticos e de comportamento já escritas. As percepções e conselhos de Marco - desde viver no mundo a lidar com a adversidade e interagir com os outros - tornaram seus textos uma leitura obrigatória para estadistas, filósofos, líderes e estudiosos do comportamento humano. Para qualquer um que luta para conciliar as demandas da liderança com a preocupação com a integridade pessoal e o bem-estar espiritual, as Meditações permanecem tão relevantes agora quanto eram há dois mil anos. Conhecido também como o imperador estoico, Meditações ainda traz consigo os fundamentos básicos do estoicismo. O estilo e a construção desta obra, originalmente um diário de anotações do imperador, torna possível redescobrir completamente os pensamentos de um dos líderes mais iluminados e inteligentes de qualquer época.
Ney Branco assume a tarefa de falar sobre Freud, sua vida, seus estudos, procurando discutir e apresentar as razões que levam a psicanálise a se manter em um dos cumes da nossa cultura. Como o criador da psicanálise se manteve e ainda se mantém tão em evidência, tão próximo de tantas disciplinas e pessoas ao longo dos séculos XX e XXI? Para responder essas perguntas se auxilia de dois pensadores importantes deste século, Michael Foucault e Anthony Gilddens.
Ney Branco: doutor em Filosofia pela Unicamp, com tese intitulada: Alguns aspectos da noção de sentido em Freud. Durante nove anos lecionou psicologia da personalidade e psicanálise na universidade. Publicou alguns artigos, sempre referentes ao tema da psicanálise em sua correlação com a hermenêutica contemporânea. Atualmente dedica-se apenas a atividades clínicas e grupos de estudo não institucionalizados.
Título mais vendido do autor no Brasil, O velho e o mar foi agraciado com o Prêmio Pulitzer, em 1954. Depois de anos na profissão, havia 84 dias que o velho pescador Santiago não apanhava um único peixe. Por isso já diziam se tratar de um salão, ou seja, um azarento da pior espécie. Mas ele possui coragem, acredita em si mesmo, e parte sozinho para alto-mar, munido da certeza de que, dessa vez, será bem-sucedido no seu trabalho. Esta é a história de um homem que convive com a solidão, com seus sonhos e pensamentos, sua luta pela sobrevivência e a inabalável confiança na vida. Com um enredo tenso que prende o leitor na ponta da linha, Hemingway escreveu uma das mais belas obras da literatura. Uma história dotada de profunda mensagem de fé no homem e em sua capacidade de superar as limitações a que a vida o submete.
Esse PodCast aborda, a partir dos gregos, como os laços afetivos são construídos e quais as conseqüências da sua ruptura, onde a idéia de amizade estava associada diretamente ao espaço público e regia as relações entre os iguais, os cidadãos da pólis. A essa visão política da amizade, os renascentistas acrescentam a idéia do divino. Para eles, a amizade é uma experiência sacra e pela amizade o homem se diviniza. Olgária Matos fala também sobre a perda da amizade no mundo contemporâneo e as conseqüências desse processo.
Olgária Matos é professora titular em Teoria das Ciências Humanas junto ao Departamento de Filosofia da USP. Autora dos livros Os Arcanos do inteiramente outro: a Escola de Frankfurt, a melancolia, a revolução (editora Brasiliense); O Iluminismo Visionário: Walter Benjamin, leitor de Descartes e Kant (editora Brasiliense), entre outros.
Durante mais de 20 anos, o renomado psicólogo Mihaly Csikszentmihalyi pesquisou sobre o estado de concentração total e satisfação profunda. Seus estudos revelaram que o que torna uma experiência genuinamente agradável é o que ele chama de “flow” ― um momento de completa concentração, em que estamos tão absortos em uma atividade que conseguimos alcançar um estado ideal de felicidade.
O médico e psiquiatra Paulo Gaudêncio (In Memorian) fala sobre relacionamentos de casais e sobre como enfrentar as crises que surgem ao longo dos relacionamentos.
O objetivo deste audiolivro é ajudar o ouvinte a pensar com a sua própria cabeça. Para tal, o filósofo e escritor Luiz F. Pondé, autor de vários best-sellers, se apoia na história da filosofia para apresentar argumentos para quem quer discutir todo e qualquer tipo de assunto com embasamento. Afinal, os grandes filósofos estudaram, pensaram e escreveram sobre os temas essenciais com os quais ainda lidamos no mundo contemporâneo. O livro está dividido em três partes: "Uma filosofia em primeira pessoa", onde o autor conta como ele entende a filosofia; "Grandes tópicos da filosofia ao longo dos tempos", que traz um repertório básico dos temas que todo mundo precisa conhecer mais a fundo; e "Por que acho o mundo contemporâneo ridículo", uma análise ferina da sociedade atual.
O Podcast da semana enfoca uma questão fundamental em nossa natureza, que ocupa os que estudaram a psique, a partir de Freud, passando por Jacques Lacan e Maud Mannoni: “O que é o desejo?
A Essência de Buda é um guia espiritual que ensina como viver a vida com um verdadeiro significado e propósito. Mostra uma visão contemporânea do caminho que vai muito além do budismo, a fim de orientar os que estão em busca da iluminação e da espiritualidade, escrito por um dos mais eminentes líderes espirituais da atualidade. Neste livro você descobrirá que os fundamentos espiritualistas tão difundidos hoje em dia na verdade foram ensinados originalmente por Buda Shakyamuni e fazem parte do budismo, tal como os Oito Corretos Caminhos, as Seis Perfeições e a Lei de Causa e Efeito, o Vazio, o Carma, a Reencarnação, o Céu e o Inferno, a Prática Espiritual, a Meditação e a Iluminação. Esse é o caminho rumo à expansão da consciência, passando das preocupações materiais para uma compreensão de uma realidade espiritual aliada à prática do amor incondicional.
Um mundo onde os homens não buscam o desinteresse, não será um mundo interesseiro, sem escrúpulos, cruel, de egoísmo e atroz individualidade, da guerra de todos contra todos?
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