Pedro advertiu seus leitores sobre os ensinamentos perigosos que a igreja enfrentaria.
Ele os alertou contra aqueles que, embora prometessem liberdade, levavam
as pessoas de volta à escravidão do pecado, o oposto da liberdade que nos foi
prometida em Cristo.
Infelizmente, esse não foi o único ensinamento falso que a igreja teve que confrontar.
Outro ensino perigoso surgiu. No entanto, antes de Pedro dar essa advertência
específica, ele disse algo.
1. “Amados, esta é, agora, a segunda epístola que vos escrevo; em ambas, procuro
despertar com lembranças a vossa mente esclarecida, para que vos recordeis
das palavras que, anteriormente, foram ditas pelos santos profetas, bem
como do mandamento do Senhor e Salvador, ensinado pelos vossos apóstolos”
(2Pe 3:1, 2). De acordo com Pedro, por que seus leitores deveriam dar ouvidos
aos seus escritos? (Veja também Jo 21:15-17). Assinale a alternativa correta:
A. ( ) Porque eles estavam fundamentados no Antigo Testamento, nos mandamentos
de Cristo e nos ensinos dos apóstolos. Seus leitores estavam
sendo desviados dessas fontes de autoridade.
B. ( ) Porque eles não tinham outra opção. Pedro era o único que podia salvá-los
naquele momento de provação.
C. ( ) Porque ele havia sido escolhido por Cristo como a pedra angular, sobre
a qual a igreja seria edificada.
Em 2 Pedro 3:1, 2, o apóstolo lembrou a seus leitores as palavras inspiradas que
haviam sido ditas anteriormente pelos “santos profetas”, levando-os de volta à Bíblia,
ao Antigo Testamento. Pedro os fez lembrar de que eles tinham a “confirmada
palavra profética” (2Pe 1:19). Ele quis deixar claro que suas crenças estavam fundamentadas
na Palavra de Deus. Nada no Novo Testamento justifica a ideia de que
o Antigo não mais seja válido ou seja de pouca importância. Ao contrário, é o testemunho
do Antigo Testamento que estabelece a validade do Novo Testamento
e das declarações de Pedro a respeito de Jesus.
Em seguida, Pedro estabeleceu uma linhagem de testemunhas desde os “santos
profetas” do Antigo Testamento até a sua própria autoridade como um dos
“apóstolos do Senhor e Salvador”. Ele foi claro a respeito do chamado que havia
recebido do Senhor para fazer o que estava fazendo. Não é de admirar que ele tenha
falado com tanta convicção e certeza. Ele conhecia a fonte de sua mensagem.
Por que a Palavra de Deus, e não a cultura ou nossa própria razão, deve ser a autoridade máxima
em nossa vida?