5. Leia 1 Coríntios 13:4. Por que a bondade genuína atrai as pessoas de maneira
tão positiva? Onde você vê a divina bondade no trato do Senhor para com
a humanidade?
“Benignidade” ou “bondade” é a palavra frequentemente utilizada para descrever
a maneira pela qual Deus trata Seu povo. Bondade descreve também
nossa maneira de tratar outras pessoas em suas falhas. Deus poderia ser bastante
severo ao lidar com nossos erros, mas Ele nos trata da mesma forma que um pai
amoroso trata uma criança em fase de aprendizagem (Os 11:1-4). Talvez nada seja
mais prejudicial ao testemunho e ministério cristãos do que a dureza e a crueldade.
Não custa nada ser bondoso, mas isso pode abrir a porta do coração de outras
pessoas. Não importa quão firmes devamos ser na hora de repreendê-las, não precisamos
tratá-las com dureza e crueldade, independentemente das suas falhas e problemas.
Repreender com bondade talvez seja o maior sinal de nobreza de caráter.
6. Leia Efésios 5:9. O que acompanha a bondade nesse verso? Assinale as alternativas
corretas:
A. ( ) Amor B. ( ) Justiça C. ( ) Fidelidade D. ( ) Verdade
A bondade é o amor em ação. A bondade que cresce como fruto do Espírito inclui
também obras e atos bondosos. Ela é demonstrada a outras pessoas em ações
práticas de amor. Quando o Espírito Santo habitar em nós, haverá um positivo fluxo
de bondade às pessoas com quem entramos em contato.
7. Leia Gálatas 5:22. Por que é importante ser digno de confiança e fiel na caminhada
cristã?
O que está em consideração aqui é a fidelidade de caráter e de conduta produzida
pelo Espírito Santo. Fidelidade significa integridade e confiabilidade. Os fiéis
fazem o que prometem fazer. A fidelidade é também uma característica de Jesus
Cristo, que é chamado de “a testemunha fiel” (Ap 1:5, NVI), e de Deus Pai, que cumpre
Suas promessas e é fiel no que faz (1Co 1:9; 10:13; 1Ts 5:24; 2Ts 3:3). Em nossa
fidelidade, refletimos a imagem de Deus em nossa vida. “Não são os grandes resultados
que obtemos, mas os motivos que nos levam à ação, o que pesa à vista de
Deus. Ele preza a bondade e a fidelidade mais do que a grandeza da obra realizada”
(Ellen G. White, Testemunhos Para a Igreja, v. 2, p. 510, 511).