Leia, de Ellen G. White, “Um Poder que Transforma e Eleva”, p. 95-102, em
Parábolas de Jesus.
Como podemos sequer começar a compreender a santidade de Deus quando
nossa natureza é decaída e corrupta e Ele é constantemente santo? Sua santidade
O define como único; separado do mundo de pecado e morte que nós, seres
humanos, conhecemos. No entanto, o mais incrível é que Deus nos oferece a oportunidade
de participar da Sua santidade. Isso faz parte do que significa um relacionamento
de aliança com Ele. “Fala a toda a congregação dos filhos de Israel
e dize-lhes: Santos sereis, porque Eu, o Senhor, vosso Deus, Sou santo” (Lv 19:2).
Ou, como o livro de Hebreus diz: “Eis aí vêm dias, diz o Senhor, e firmarei nova aliança
com a casa de Israel e com a casa de Judá [...] Porque esta é a aliança que firmarei com a
casa de Israel, depois daqueles dias, diz o Senhor: na sua mente imprimirei as Minhas
leis, também sobre o seu coração as inscreverei; e Eu serei o seu Deus, e eles serão o
Meu povo” (Hb 8: 8, 10). Nesses textos, podemos ver a relação entre santidade, aliança
e lei. Não podemos ser santos sem obedecer à lei de Deus. Além disso, somente obedecemos
à Sua lei à medida que Ele mesmo, o Espírito Santo, a escreve em nosso coração
e em nossa mente. Que privilégio sagrado é o nosso: “Sermos participantes da Sua
santidade” (Hb 12:10), a qual expressamos mediante uma obediência de amor à Sua lei!