Leia, de Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 669-672, onde ela fala
sobre o Espírito Santo. Leia também Evangelismo, p. 613-617.
“Jesus, aproximando-Se, falou-lhes, dizendo: Toda a autoridade Me foi dada no
Céu e na Terra. Ide, portanto, fazei discípulos de todas as nações, batizando-os em
nome do Pai, e do Filho, e do Espírito Santo; ensinando-os a guardar todas as coisas
que vos tenho ordenado. E eis que estou convosco todos os dias até à consumação
do século” (Mt 28:18-20). Perceba que, quando Jesus lhes apresentou o chamado e a
tarefa, ordenou que batizassem discípulos em “nome” (singular), do Pai, do Filho e
do Espírito Santo. Ele não disse “os nomes” do Pai, Filho e Espírito Santo, mas apenas
o “nome” (onoma, do grego). Essa é a evidência mais poderosa da natureza trina
do nosso Único Deus (“Ouve, Israel, o Senhor, nosso Deus, é o único Senhor”
[Dt 6:4]). Conforme a lição desta semana já destacou, ninguém questiona a personalidade
do Pai e do Filho; portanto, por que alguém deveria questionar a personalidade
do Espírito Santo? Segundo a Bíblia, temos a presença amorosa, cuidadosa
e confortadora do próprio Deus atuando em nós e através de nós. É isso que o Espírito
Santo é e o que Ele faz. Além disso, é muito melhor saber que essa presença
permanente é uma Pessoa, assim como o Pai e Jesus. É evidente que isso é difícil de
compreender plenamente. Mas, e daí? Se não podemos compreender plenamente a
natureza de algo tão elementar como a luz ou o vento, quanto mais seremos incapazes
de entender completamente a natureza do próprio Espírito Santo!