Áudios Novo Tempo

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Áudios Novo Tempo episodes

  • Como devemos esperar?
    Por vários anos, antes do terremoto de São Francisco em 1906, as igrejas adventistas
    de São Francisco e Oakland, na Califórnia, foram ativas. Os membros estavam
    envolvidos em visitar os doentes e os necessitados. Encontravam lares para
    os órfãos e trabalho para os desempregados. Atendiam aos doentes e ensinavam a
    Bíblia de casa em casa. Distribuíam literatura e davam aulas sobre vida saudável.
    Tinham também uma escola para as crianças no porão do prédio em que ocorriam
    as reuniões religiosas, na Rua Laguna. Eram mantidos um lar para trabalhadores e
    uma missão de atendimento médico. Havia uma loja de produtos saudáveis junto
    com uma lanchonete vegetariana. Faziam trabalho missionário nos navios do porto
    da localidade, e os pastores realizavam reuniões em grandes salões da cidade.
    Ellen G. White chamou essas igrejas de duas “colmeias” e ficou entusiasmada
    com o trabalho delas (Advent Review and Sabbath Herald, 5 de julho de 1900).
    Nosso Senhor voltará! A questão importante é: O que estamos fazendo enquanto
    esperamos?
    Dessa resposta depende o destino das pessoas.
    5 min
  • Estudo adicional
    Um especialista em ministérios urbanos fez um estudo, no índice de periódicos
    de Ellen G. White, a respeito do conselho dela quanto a se mudar para as
    cidades ou para fora das cidades. De 107 artigos, 24 davam instruções sobre mudar-
    se das cidades ou estabelecer instituições fora das cidades. Mas 75 artigos davam
    instruções específicas para que as pessoas se mudassem para as cidades a fim
    de alcançá-las. Os outros oito artigos eram neutros. Um historiador da igreja resumiu
    o conselho de Ellen G. White sobre o trabalho nas cidades, mostrando que,
    no que diz respeito às instituições, ela advogava que se trabalhasse a partir de centros
    estabelecidos fora das cidades e, ao tratar do trabalho da igreja local, ela advogava
    que se trabalhasse dentro das cidades.
    Em sua igreja, quais são os planos para alcançar as cidades? Onde sua igreja está
    localizada, em relação à área metropolitana mais próxima? Nenhuma igreja deve
    pensar que alcançar as cidades não seja algo relevante para ela. Toda congregação
    adventista precisa fazer alguma contribuição para esse importantíssimo objetivo
    missionário. Ignorar as cidades e se concentrar apenas em alcançar áreas que ficam
    fora das regiões metropolitanas não é uma resposta fiel à missão que Jesus nos deu.
    “Por que não deveriam as famílias que conhecem a verdade presente se estabelecer
    nessas cidades? [...] Haverá leigos que se mudarão para [...] as cidades [...], para
    que possam deixar a luz que Deus lhes deu iluminar a outros” (Ellen G. White,
    Advent Review and Sabbath Herald, 29 de setembro de 1891).
    5 min
  • Alcançando as cidades
    Ninguém está dizendo que o trabalho missionário e o ministério em favor das
    pessoas são fáceis. O fato é que não são. Os seres humanos são caídos, corruptos
    e, de maneira geral, não são naturalmente espirituais. Como Paulo disse a
    respeito de si mesmo: “Bem sabemos que a lei é espiritual; eu, todavia, sou carnal,
    vendido à escravidão do pecado” (Rm 7:14). Se Paulo disse isso, quanto mais aqueles
    que não conhecem o Senhor e que nunca tiveram uma experiência de transformação
    de vida com Jesus!
    Se já não bastasse nossa natureza caída, as cidades sempre foram conhecidas
    por sua notória má influência. As pessoas ali enfrentam muitas tentações que o
    inimigo usa para enredá-las e conservá-las presas ao pecado e ao mundo. Assim,
    não é de admirar que o esforço missionário voltado especialmente para alcançar
    as cidades não seja uma tarefa simples; porém, é uma obra que deve ser feita, e nós,
    como igreja, precisamos fazê-la, a fim de sermos fiéis ao nosso chamado.
    5. Qual é a importância do esforço para alcançar pessoas para Deus?
    De acordo com a Palavra, a morte de Cristo foi universal. Abrangeu todos os
    seres humanos desde Adão e Eva, passando por todos os que se seguiram. Isso, é
    claro, inclui as inumeráveis multidões que moram nos grandes centros metropolitanos
    do mundo. Elas também precisam ouvir as grandes verdades tão amadas
    e preciosas para nós.
    “Não há mudança nas mensagens que Deus enviou no passado. O trabalho nas
    cidades é a obra essencial para este tempo. Quando o trabalho nas cidades for feito
    como Deus deseja, será posto em ação um poderoso movimento como nunca
    foi testemunhado” (Ellen G. White, Medicina e Salvação, p. 304).
    O chamado para alcançar as cidades é pessoal. É um chamado para que tenhamos
    uma experiência mais profunda com Cristo e façamos uma profunda intercessão,
    bem como um abrangente planejamento e implementação. É construído
    inteiramente sobre o alicerce do reavivamento e da reforma, pois será realizado
    apenas pelo poder do Espírito Santo.
    Leia Romanos 10:14, 15. O que essa passagem diz aos seguidores de Cristo? De que forma o texto
    se aplica a nós? Como podemos ser mais ativos nos esforços missionários e no ministério na
    região em que vivemos?
    4 min
  • Envolvimento pessoal
    4. Leia João 15:12, 13, Tiago 1:27 e Gálatas 6:2. Qual é a importância do envolvimento
    pessoal nos esforços evangelísticos sérios?
    Por causa do grande tamanho das populações urbanas, é fácil perder de vista o
    fato de que a fé é pessoal. É fundamental, quando se procura alcançar as cidades,
    ou qualquer outro lugar, que as pessoas encontrem um relacionamento pessoal
    com Cristo. Pesquisas têm mostrado que a grande maioria dos conversos na
    igreja adventista dizem que se uniram a ela por causa de um relacionamento com
    um conhecido adventista. Muitas vezes, as amizades, especialmente no caso dos
    esforços missionários, envolvem a morte para o egoísmo e a disposição para trabalhar
    pelo bem de outros.
    Arar o solo, plantar sementes, cuidar das plantas germinadas até a colheita e
    preservar a colheita – todas essas coisas funcionam melhor se houver um forte
    elemento relacional. Precisamos aprender a fazer amizade com as pessoas; precisamos
    aprender a ouvi-las; precisamos aprender a amá-las. Se esses elementos são
    essenciais em qualquer esforço missionário, muito mais no ministério urbano, no
    qual, às vezes, as pessoas podem se sentir desorientadas e esquecidas no meio de
    uma população vasta e numerosa.
    O elemento vital do ministério urbano dos pequenos grupos pode tomar a forma
    de “igreja nas casas” que existia nos tempos do Novo Testamento (At 2:46), ou
    pode simplesmente consistir em pequenos grupos dentro de uma congregação
    mais ampla. Em todas as áreas urbanas ou suburbanas sem a presença da igreja,
    nas quais habitem três ou mais adventistas, algum tipo de pequeno grupo deve ser
    organizado e deve começar a funcionar naquela comunidade. (Ver Ellen G. White,
    Testemunhos para a Igreja, v. 7, p. 21, 22.)
    Essa abordagem é essencial para o ministério urbano por várias razões. Uma delas
    é o complexo mosaico de grupos culturais, étnicos, linguísticos e socioeconômicos
    a ser alcançados dentro de centenas de comunidades e subculturas existentes,
    até mesmo em cidades de médio porte. A menos que haja pequenos grupos voltados
    para cada um desses segmentos, a missão dada por Cristo não será completada.
    O ministério de pequenos grupos também é necessário por causa da dificuldade
    que enfrentamos para seguir a Jesus na cidade. Há muitas pressões, tentações
    e encontros com religiões e ideologias alternativas. Alguns simplesmente cedem
    às pressões e saem da igreja, enquanto outros criam uma couraça para proteger
    seus sentimentos e se tornam insensíveis às pessoas ao seu redor que precisam de
    uma representação do amor de Jesus.
    6 min

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