Áudios Novo Tempo

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Áudios Novo Tempo episodes

  • Estudo adicional
    O relato de como Jesus fez com que Pedro tirasse, da boca do primeiro peixe que pescou, a exata quantia de dinheiro de que necessitavam, é uma história extraordinária. Em contraste com os outros tipos de milagres (cura de doentes, restauração da visão aos cegos, ressurreição de mortos, alimentação de famintos), este é de natureza totalmente diferente. Na Bíblia, também temos o machado que flutuou (2Rs 6:2-7) e a porção de lã molhada na terra seca, bem como a porção de lã seca na terra molhada (Jz 6:36-40). Portanto, esse tipo de milagre não é de natureza totalmente desconhecida. Por que Jesus simplesmente não entregou a Pedro o dinheiro e lhe disse que fosse pagar o imposto, em vez realizar um feito tão incrível para resolver um problema relativamente pequeno? O texto não diz. Contudo, como a lição declara, o milagre nos mostra o extraordinário poder de Deus, o que não deveria nos surpreender.
    O simples fato de existirmos, para não falar da realidade do cosmo visível, é uma fantástica manifestação do poder divino. Se Deus pôde criar essas coisas, uma moeda na boca de um peixe não era nada para Ele. O pensamento de Paulo é significativo: “Ó profundidade da riqueza, tanto da sabedoria como do conhecimento de Deus! Quão insondáveis são os Seus juízos, e quão inescrutáveis, os Seus caminhos!” (Rm 11:33). O relato de Mateus é apenas mais uma das manifestações dessa verdade. Perguntas para reflexão A luta de Pedro para submeter sua vontade a Deus é a mesma que enfrentamos. Uma poderosa metáfora dessa batalha pode ser encontrada em Malaquias 1, onde Deus pede aos judeus que levem apenas seus melhores animais para o sacrifício. “‘Quando vocês trazem animais roubados, aleijados e doentes e os oferecem em sacrifício, deveria Eu aceitá-los de suas mãos?’ pergunta o Senhor” (Ml 1:13, NVI). Por que Deus Se importaria com o tipo de sacrifício que levamos a Ele? Porque deseja que entreguemos a Ele aquilo que mais desejamos manter em nossas mãos.
    Quais são as coisas às quais você se encontra mais apegado? Como pode entregar essas coisas ao Senhor?
    5 min
  • Jesus e o imposto do templo
    7. Leia Mateus 17:24-27. O que o acontecimento relatado nesse texto nos diz sobre Jesus?
    Embora fosse exigido que todos os judeus pagassem o imposto do templo, os sacerdotes, levitas e rabis eram isentos dele. Assim, quando perguntaram se Jesus pagava o imposto, estavam desafiando Seu ministério. Ellen White escreveu que, naquela ocasião, Pedro perdeu uma oportunidade, de testemunhar sobre a absoluta autoridade de Cristo. “Por sua resposta ao coletor, de que Jesus pagaria o tributo, havia sancionado, virtualmente, o falso conceito que os sacerdotes e principais líderes estavam procurando espalhar a Seu respeito. [...] Se os sacerdotes e levitas estavam isentos, em virtude de sua ligação com o templo, quanto mais Aquele para quem o templo era a casa de Seu Pai!” (O Desejado de Todas as Nações, p. 433, 434). Podemos aprender muito com a misericordiosa resposta de Jesus a Pedro. Em vez de humilhá-lo, Cristo explicou gentilmente o erro do discípulo. Além disso, Jesus Se adaptou de maneira muito criativa ao curso de ação que Pedro havia seguido. Em vez de simplesmente pagar o imposto, reconhecendo assim que era obrigado a fazê-lo, Cristo obteve o dinheiro para o imposto de outra forma: da boca de um peixe. Aquele milagre foi incomum; foi a única vez em que Jesus realizou um milagre que, aparentemente, foi para Seu próprio benefício. Mas esse não era o propósito do milagre.
    O prodígio foi uma demonstração da autoridade que Jesus tinha, não só sobre o templo, mas também sobre toda a criação. Do ponto de vista humano, deve ter sido difícil tentar entender de que maneira Jesus realizou esse milagre. Apesar de todas as coisas que Pedro já tinha visto, você pode imaginar o que ele deve ter pensado quando lançou o anzol, pegou seu primeiro peixe e achou a quantia necessária para pagar o imposto do templo? (Ver Is 40:13-17.) Embora não fosse necessário que Jesus e Seus discípulos pagassem o imposto do templo, eles pagaram assim mesmo, para evitar controvérsias desnecessárias.
    Como reduzir a importância das situações, especialmente no que diz respeito às coisas que não são absolutas, para evitar conflitos desnecessários?
    5 min
  • Encorajamento do Céu
    6. Leia Mateus 17:1-9. O que aconteceu no monte, e por que isso foi tão importante
    para o próprio Jesus e os discípulos?
    Jesus “havia vivido na comunhão e no amor do Céu; no mundo que Ele próprio
    criara, no entanto, encontrava-Se solitário. Então o Céu enviou seus mensageiros
    a Jesus; não anjos, mas homens que suportaram sofrimentos e tristezas, e estavam
    aptos a se compadecer do Salvador na prova de Sua existência terrestre. Moisés e
    Elias foram colaboradores de Cristo. Compartilharam de Seus anseios em torno
    da salvação dos homens. [...] Esses homens, escolhidos de preferência a todos os
    anjos que rodeiam o trono, tinham vindo conversar com Jesus acerca das cenas de
    Seu sofrimento, e confortá-Lo com a certeza da compaixão do Céu. A esperança
    do mundo, a salvação de toda criatura humana, foram o assunto de sua entrevista”
    (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 422, 425).
    É interessante que Jesus, o Filho de Deus, em Sua humanidade, precisou de conforto
    e encorajamento desses homens que haviam, eles mesmos, experimentado
    sua quota de sofrimento e desânimo. Lucas registrou que eles falaram com Ele a
    respeito de “Sua partida, que Ele estava para cumprir em Jerusalém” (Lc 9:31). Note
    a palavra “cumprir”, uma evidência adicional de que a morte de Jesus era necessária
    para a salvação da humanidade. Com tantas coisas em jogo, não é de admirar
    que o Céu tenha visto a necessidade desse encorajamento, e o tenha enviado.
    Além disso, apesar de tudo o que tinham visto e ouvido, Pedro, Tiago e João teriam
    ainda mais razões para crer. A voz vinda da nuvem certamente iria encorajá-
    los também, depois que eles vencessem seu medo inicial. É bastante revelador,
    também, que Mateus tenha dito que Jesus, “aproximando-Se deles, tocou-lhes [...],
    dizendo: Erguei-vos e não temais” (Mt 17:7). Mesmo em meio a tudo o que estava
    prestes a enfrentar, Jesus confortou e encorajou Seus discípulos.
    Não importa quem sejamos, nem quanto nossa fé e entrega sejam fortes, às vezes, precisamos
    de encorajamento. Você conhece alguém que esteja precisando de motivação? O que você pretende
    fazer para ajudar essa pessoa?
    6 min

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A voz da esperança