Áudios Novo Tempo

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Áudios Novo Tempo episodes

  • Pedro e a Rocha
    “Desde esse tempo, começou Jesus Cristo a mostrar a Seus discípulos que Lhe era
    necessário seguir para Jerusalém e sofrer muitas coisas dos anciãos, dos principais
    sacerdotes e dos escribas, ser morto e ressuscitado no terceiro dia” (Mt 16:21).
    O Novo Testamento é claro: Jesus tinha que morrer. Ao enfrentar a iminente
    sombra da cruz, Ele orou: “Agora, está angustiada a Minha alma, e que direi Eu?
    Pai, salva-Me desta hora? Mas precisamente com este propósito vim para esta hora”
    (Jo 12:27). Esse era o plano divino, concebido na mente de Deus, mesmo “antes dos
    tempos eternos” (Tt 1:2; ver também 2Tm 1:9).
    Foi por essa razão que Jesus não disse simplesmente que iria sofrer muitas coisas,
    ser morto e ressuscitado no terceiro dia; Ele disse que Lhe era necessário enfrentar
    tudo isso. Devido à natureza de Deus, à santidade da lei e à realidade do
    livre-arbítrio, Sua morte era a única maneira de salvar a humanidade da penalidade
    da transgressão.
    Embora o estudo desta semana ensine um pouco mais sobre a história de Jesus,
    nosso foco será Pedro e sua resposta ao ministério de Jesus, enquanto Ele marchava
    rumo a uma morte planejada “antes dos tempos eternos”.
    4 min
  • Estudo adicional
    Um cristão estava falando aos estudantes no campus de uma universidade secular a
    respeito da existência de Deus. Depois de usar os argumentos comuns, ele partiu para
    uma tática diferente, dizendo: “Sabem, quando eu tinha mais ou menos a idade da maioria
    de vocês, não acreditava em Deus. Ocasionalmente, quando algo me convencia de que
    talvez Deus existisse, eu sempre procurava tirar aquela ideia da minha mente. Por quê?
    Porque algo me dizia que, se de fato Deus existisse, então, considerando minha maneira
    de viver, eu estaria em grandes apuros.” A atmosfera mudou instantaneamente. Dezenas
    de consciências, ao mesmo tempo, começaram a ser despertadas e a entrar em conflito
    consigo mesmas. No entanto, os cristãos não se sentem incomodados com a existência
    de Deus porque eles têm as promessas do evangelho. Não importa se somos judeus ou
    gentios, quando confrontados com nossa pecaminosidade, podemos achar refúgio na
    justiça de Cristo oferecida pela fé, “independentemente das obras da lei” (Rm 3:28). Podemos
    reclamar a promessa de que “agora, nenhuma condenação há para os que estão em
    Cristo Jesus, que não andam segundo a carne, mas segundo o espírito” (Rm 8:1, ARC).
    “Sem distinção de idade ou categoria, de nacionalidade ou de privilégio religioso, todos
    são convidados a ir a Ele e viver” (Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 403).
    Perguntas para reflexão
    1. Leia Mateus 16:1-12. O que Jesus quis dizer quando declarou: “Vede e acautelai-
    vos do fermento dos fariseus e dos saduceus” (v. 6). A princípio, os discípulos
    pensaram que Jesus Se referisse ao fermento literal. Mas Jesus tinha em mente
    algo muito mais profundo. O que era?
    2. O amor de Cristo deve ser a mensagem mais importante do cristianismo. Nenhum
    de nós tem esperança fora de Jesus Cristo. Infelizmente, às vezes nossa
    mensagem pode transmitir a ideia de condenação, arrogância e de superioridade.
    De que forma podemos mostrar mais nossa compaixão por todas as pessoas?
    5 min
  • Senhor de judeus e gentios
    Em Mateus 15:24, Jesus disse explicitamente: “Não fui enviado senão às ovelhas
    perdidas da casa de Israel.” Não há dúvida de que o ministério de Cristo, durante
    os anos em que Ele esteve na Terra, foi dirigido principalmente à nação de Israel.
    Porém, como a Bíblia inteira mostra, Israel não era o único povo com o qual
    Deus Se importava. A razão pela qual Deus escolheu Israel era que Ele pudesse
    abençoar todos os povos da Terra. “Assim diz Deus, o Senhor, que criou os céus e
    os estendeu, formou a terra e a tudo quanto produz; que dá fôlego de vida ao povo
    que nela está e o espírito aos que andam nela. Eu, o Senhor, te chamei em justiça,
    tomar-te-ei pela mão, e te guardarei, e te farei mediador da aliança com o povo e
    luz para os gentios; para abrires os olhos aos cegos, para tirares da prisão o cativo
    e do cárcere, os que jazem em trevas” (Is 42:5-7).
    Seria por meio de Israel, ou, mais especificamente, a partir do Messias, que surgiria
    de Israel, que Deus alcançaria o mundo todo. Nesta semana estudaremos um
    pouco mais o esforço de Deus para alcançar todos os que precisam de salvação.
    5 min

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