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O colo cerratense, a presença e descendência da migração nordestina, as periferias nascentes sem planejamento modernista, o surgimento de uma imprevisível identidade cultural. Em ‘Recontações de onde venho’, a autora taguatinguense Keyane Dias caminha por essa Brasília expandida, tão desconhecida pelo Brasil e pela burguesia que não sabe voar além das asas do Plano. Em crônicas e em literatura de cordel, a autora desaversa fragmentos da sua história de vida para recontar memórias coletivas do quadradinho federal. “Afinal, existimos!” Uma encruzilhada de biomas, origens, contradições e afetos.
- Livro impresso: https://avaeditora.com.br/p/recontacoes-keyanedias
- Instagram da autora: https://www.instagram.com/keyanedias
- Instagram da editora: https://www.instagram.com/avaeditora
Escritora e coordenadora geral: Keyane Dias
Editora: Avá Editora
Coordenação editorial: Natália Aniceto
Revisão: Nayane Leandro
Revisão técnica de cordel: Julie Oliveira e Rouxinol do Rinaré
Revisão ABNT: Luana Gomes Dias
Prefácio: Chico Simões
Orelha: Cristiane Portela
Xilogravura da capa e pinturas: Gustavo Barros Rocha
Projeto gráfico, diagramação e finalização de capa: Jhuly Arcuri
Produção executiva: Alessandra Rosa
Produção audiovisual: Farid Abdelnour (Estúdio Gunga)
Assessoria de imprensa e cobertura fotográfica: Davi Mello (Pareia)
Produção e edição do audiolivro: LeoMon (Cinese Audiovisual)
Narração do audiolivro: Keyane Dias, Davi Mello e Luciana Meireles
Estúdio de gravação do audiolivro: G2D Produções Musicais
Consultora de acessibilidade: Denise Braga
Audiodescritora: Lúcia Corrêa
Intérprete de Libras: Maleta Produção e Acessibilidade
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Este livro integra o projeto Crônicas Migrantes, contemplado com recursos da Lei Paulo Gustavo (LPG-DF).
Como se aproximar da beleza?
Com a ponta dos dedos, tateando, mas também mergulhando com ímpeto, corajosamente.
Neste seu Esplendor, Maria Carolina Machado faz os dois movimentos, para trazer a nós as vivências e o percurso de alguém que precisa se perguntar: “Onde eu estou? Quais são os meus limites e contornos?”.
A vida tem cheiros, cores, tatos – nossos corpos se aproximam de sua beleza pulsante, intensa, por vezes dolorosa de tão desafiadora. É belo o descontrole da maternidade, uma das experiências que percorrem este livro; diante de seus desafios, a escrita é um modo de chegar ao essencial, ao coração do que significa o encontro com uma alteridade que nos transformará definitivamente.
Tudo isso acontece numa língua que é do cotidiano, clara e concisa, mas que, ao mesmo tempo, trabalha com a dicção lacunar da memória. Mais ainda, com a ferocidade poética de uma mulher que escreve com o corpo – seu sangue, seu desejo, seu gozo:
“Dois flashes rasgados no baixo ventre. Imaginei que assim viriam as contrações antes de um bebê nascer. Pisei numa poça de lama. Pensei que fosse rasa, mas, à medida que enfiava o pé, ele afundava vagarosamente. Orgasmos. Respingos ficaram enrolados nos lençóis e no decalque do vinco do travesseiro em meu rosto”.
Uma escrita assim é necessariamente performativa. Ela vai criando enquanto se faz, ela faz surgir paisagens, sensações, objetos. Estamos diante da emoção do começo, que estas páginas transmitem com a força de quem já esteve em cena, partilhando um encontro único.
“Vem, vem” – este livro é um convite. Aceitemos.
Paloma Vidal
Escritora, tradutora e professora de Teoria Literária da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp)
Escrito pela educadora ambiental e atriz brincante Diele Mendes, com ilustrações do artista Oberas, o livro ‘As Aventuras de Jucaí na Agrofloresta’ narra a história de um passarinho morador de uma grande agrofloresta, abordando a valorização dos conhecimentos ancestrais de cultivo da terra.
Uma publicação da Avá Editora com apoio da Coletiva Casa Moringa.
Para adquirir o livro impresso, acesse:
https://avaeditora.com.br/p/as-aventuras-de-jucai-na-agrofloresta_diele-mendes
Acompanhe nas redes digitais:
@avaeditora
@goyateatropopular
@_oberas
@casamoringaoficial
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EQUIPE GERAL
Coordenação geral, autora, narradora e atriz: Diele Mendes
Coordenação administrativa: Alessandra Rosa
Produção executiva: Mirella Dias (Tomada)
Músicos brincantes: Daniel Carvalho e Luciana Meireles
Design gráfico e ilustração: Oberas
Revisora e versos em quadra: Keyane Dias
Fotografia: Alice Lira
Tradução em libras: Maleta Cultural
Editora: Avá Editora
Assessoria de imprensa e de comunicação: Davi Mello e Keyane Dias (Pareia)
Editor do áudio e do videolivro: Farid Abdelnour (Estúdio Gunga)
EQUIPE AVÁ
Editora-chefe: Natália Cristina Aniceto
Revisão e preparação: Keyane Dias, Eva Vilma e Joseane Francisco
Projeto gráfico, diagramação e finalização de capa: Jhuly Arcuri
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Este projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal.
#educaçãoambiental #educaçãosocioambiental #literaturainfantil #contaçãodehistória #agroecologia #agrofloresta #pedagogiagriô
“Do caos à poesia” tece, de forma íntima, a trama que compõe as perspectivas da autora, humanizando e iluminando para além de suas realidades, abrindo caminhos para que outras pessoas se conectem e encontrem seus afluentes de liberdade.
É um livro que nos provoca, nos atiça, que mexe com a água dos nossos sentimentos, regido pelas forças de Orixás, em que Exu alimenta cada palavra e Iansã as assopra, dando vazão a versos e prosas, palavras que abrem rodas e jogam, gingam, dançam e combatem.
Jairo Pereira
artista multidisciplinar: poeta, cantor e compositor
Livro físico disponível em:
https://avaeditora.com.br/p/do-caos-a-poesia-eli-ferreira/
O livro “Ela é...”, de Eva Vilma, possui dois cadernos em sua materialidade. Em um deles, temos ressignificadas “outras cantigas possíveis” adaptação das cantigas populares como “Terezinha de Jesus”, "O cravo e rosa", "A canoa virou" "A Viuvinha e "Ciranda Cirandinha" Algumas adaptações convidam a conhecer mulheres fortes da História, como Tia Eva, Dandara dos Palmares e Malala. Já outras fazem uma desconstrução das versões originais, em que o casamento é naturalizado como futuro promissor às meninas. Elas trazem, entre outras mensagens, a importância dos estudos para a realização dos ideais de cada menina-mulher.
Link para compra: https://avaeditora.com.br/p/ela-
Natália C. diz que lançar o Emaranhados foi seu ato de coragem diante do medo da entrega, porque só sabe escrever o que vivencia, o que dela escapa e o que, de fora, atravessa-lhe e afeta-lhe.
No emaranhados há saudade, beijos de olhos dados, prece, gozo e muita travessia porque ela precisou dar muitas braçadas para dentro de si, para ter coragem de se lançar poeta ao mundo e mostrar-se em cada detalhe desse livro.
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