BBCast Agro

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BBCast Agro episodes

  • Cana-de-açúcar: El Niño, cana bisada e alta do açúcar | BBCast Agro - 27/10/2026
    No episódio de hoje do BBCast Agro, Licia Bertolote Lance, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa as perspectivas para a cultura da cana-de-açúcar na safra 2026/2027. O cenário climático, os riscos de atraso na colheita, os impactos na qualidade da matéria-prima e a valorização internacional do açúcar estão entre os principais destaques.

    Destaques do episódio:

    🌦️ El Niño muito forte: o painel climático divulgado em outubro pelo INPE e outras instituições federais apontou 95% de probabilidade de o fenômeno atingir intensidade muito forte entre outubro e dezembro de 2026, com possíveis impactos na reta final da safra.

    🚜 Atrasos na colheita: as chuvas mais frequentes e volumosas dificultam o acesso às lavouras e o transporte da cana até as usinas. Se esse cenário persistir, parte da capacidade industrial poderá ficar ociosa.

    🍬 Qualidade da cana em risco: o excesso de umidade próximo à colheita pode reduzir a concentração de sacarose e os Açúcares Totais Recuperáveis (ATR), afetando a remuneração dos produtores e o rendimento industrial de açúcar e etanol.

    🌱 Cana bisada: estimativas apontam cerca de 35 milhões de toneladas de cana remanescentes no campo, volume equivalente a aproximadamente 5% da produção projetada pela Conab, de 705,2 milhões de toneladas. Parte dessa produção poderá ser colhida em 2027 ou incorporada ao calendário da safra 2027/2028.

    📈 Açúcar em alta: após iniciar o ano sob expectativa de excedente, o mercado internacional reagiu às preocupações com a oferta. Em outubro, o contrato de açúcar bruto em Nova York atingiu cerca de 20,5 centavos de dólar por libra-peso, valorização superior a 30% em relação aos níveis de julho.

    🌎 Oferta global no radar: a expectativa de chuvas acima da média no Centro-Sul brasileiro e abaixo da média na Ásia reforça as preocupações com a disponibilidade global de açúcar e dá suporte às cotações.

    📊 Planejamento para a próxima safra: a gestão dos canaviais, a preservação da qualidade da matéria-prima e o planejamento das operações serão fundamentais para reduzir riscos e preparar a transição para a safra 2027/2028.

    Conte sempre com informações qualificadas, a assessoria especializada em agronegócios e toda a equipe do Banco do Brasil.
    Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!

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    4 min
  • BB Cast Agro - Cenários Agro – 26/10/2026
    Soja (00:18): Colheita americana pressiona Chicago, enquanto compras chinesas podem dar suporte aos preços.

    Milho (01:17): Oferta elevada pressiona os preços e o avanço da soja favorece a janela de plantio da segunda safra.

    Café (02:24): El Niño e oferta de café de qualidade no radar e os preços podem ter fortes oscilações.

    Boi Gordo (03:26): Oferta restrita sustenta a arroba e uma possível retomada das compras chinesas pode reforçar os preços.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.
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  • Milho: USDA eleva produção dos EUA e preços recuam no Brasil | BBCast Agro - 23/10/2026
    No episódio de hoje do BBCast Agro, Danilo Teodoro, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Uberaba (MG), analisa o cenário do mercado do milho, com destaque para a revisão das estimativas de produção e estoques dos Estados Unidos, a queda das cotações em Chicago e no Brasil, a competitividade das exportações e as alternativas de proteção de preços para o produtor rural.

    Destaques do episódio:

    🌽 USDA revisa a produção americana: o relatório de oferta e demanda elevou a produtividade estimada do milho nos Estados Unidos de 186,8 para 189,6 sacas por hectare. A projeção de produção passou de 401,33 milhões para 407,28 milhões de toneladas.

    📊 Estoques maiores nos EUA: a estimativa de estoques finais americanos subiu de 39,79 milhões para 46,97 milhões de toneladas, reforçando o cenário de ampla oferta e pressionando as cotações internacionais.

    📉 Queda em Chicago: o contrato de dezembro de 2026 recuou de US$ 5,02 por bushel, em 7 de outubro, para US$ 4,67, em 19 de outubro, uma desvalorização próxima de 7%. A colheita americana e a redução das posições compradas dos fundos contribuíram para o movimento.

    🇧🇷 Mercado brasileiro pressionado: na B3 e no mercado físico, os preços acompanharam a queda internacional. A ampla disponibilidade interna, a demanda retraída e a necessidade de liberar espaço nos armazéns para a safra de verão aumentaram a pressão sobre as cotações.

    🚢 Exportações e concorrência: apesar da melhora no ritmo dos embarques brasileiros na terceira semana de outubro, a média diária permaneceu 11,8% abaixo da registrada no mesmo período de 2025. A concorrência dos Estados Unidos e da Argentina e a menor demanda do Irã continuam limitando as exportações.

    💰 Preços no mercado interno: em 20 de outubro, o indicador Cepea/B3 encerrou a R$ 64,34 por saca, acumulando queda de 6,31% no mês.

    🛡️ Proteção de preços: o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF) para ajudar o produtor a gerenciar os riscos de mercado e preservar suas margens. A simulação de prêmios e a consulta a outros vencimentos estão disponíveis no App BB, no Menu Agro.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.
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  • Boi gordo: oferta restrita, exportações e proteção de preços | BBCast Agro - 22/10/2026
    No episódio de hoje do BBCast Agro, Teodoro Contin, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Piracicaba (SP), analisa o cenário da bovinocultura de corte, com destaque para os preços do boi gordo, o ritmo das exportações de carne bovina, a demanda chinesa e as oportunidades de proteção de preços no mercado futuro.

    Destaques do episódio:

    🐂 Preço do boi gordo: em 20 de outubro, o indicador CEPEA registrou a arroba a R$ 380,45, com leve recuo de 0,07% em relação ao dia anterior. Em São Paulo, o boi China foi negociado a R$ 385,00/@ a prazo.

    📉 Oferta restrita de animais: a menor disponibilidade de bovinos terminados aumenta a disputa entre frigoríficos e sustenta as cotações. Na região Sudeste, as escalas de abate atendiam, em média, sete dias úteis.

    🚢 Exportações de carne bovina: nos onze primeiros dias úteis de outubro, os embarques de carne bovina in natura somaram 107,84 mil toneladas, com média diária de 9,8 mil toneladas, 32% abaixo da registrada no mesmo período de 2025.

    🌎 Mercado internacional: o preço médio da tonelada exportada chegou a US$ 6.226, alta de 12,4% na comparação anual. A demanda sazonal do fim do ano e a expectativa de recomposição das compras chinesas podem contribuir para sustentar os preços.

    📈 Perspectivas para o boi gordo: a valorização dos contratos futuros sinaliza expectativas mais favoráveis para as cotações, mas novas altas dependerão da oferta de animais prontos para o abate. A intensificação do confinamento também pode ampliar a disponibilidade nos próximos meses.

    🛡️ Proteção de preços: o monitoramento das relações de troca e o uso de mecanismos de proteção são importantes para reduzir riscos e preservar as margens da atividade pecuária.

    💰 Opções Agro BB: o Banco do Brasil disponibiliza opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com preços de exercício entre R$ 374 e R$ 383/@ para outubro de 2026 e entre R$ 372 e R$ 392/@ para novembro de 2026. Para consultar outros vencimentos e simular operações, acesse o App BB, no menu Agro.

    🚜 Custeio Agropecuário: o BB também oferece financiamento para diferentes despesas da produção, auxiliando o pecuarista na aquisição de insumos e no planejamento do ciclo produtivo.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. 
    Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!

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  • Café Conilon: revisão da safra, preços e exportações brasileiras | BBCast Agro – 21/10/2026
    No episódio de hoje do BBCast Agro, Rômulo Bastos Chagas, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória (ES), analisa o cenário do café conilon, com destaque para a revisão da safra brasileira pela Conab, a recuperação moderada dos preços, o desempenho das exportações e as diferenças entre os mercados de conilon e arábica.

    Destaques do episódio:

    ☕ Mercado físico e Londres: o conilon apresenta leve recuperação no mercado capixaba. Em Londres, o robusta com vencimento em novembro de 2026 é negociado a US$ 3.430 por tonelada, enquanto o café tipo 7 iniciou a semana a R$ 930 por saca em Vitória.

    🌱 Revisão da safra: a Conab reduziu a estimativa da produção brasileira de canéforas para 19,4 milhões de sacas, queda de 6,6% em relação a 2025. No Espírito Santo, a projeção caiu 14%, para 12 milhões de sacas, principalmente devido à irregularidade das floradas.

    🇧🇷 Produção regional: a Bahia tem estimativa de 3,3 milhões de sacas de conilon, enquanto os avanços tecnológicos e a expansão das lavouras fortalecem Rondônia como polo produtor de robusta amazônico.

    🚢 Exportações: em setembro, o Brasil embarcou 814 mil sacas de conilon e robusta, alta de 65% na comparação anual. As exportações de arábica recuaram 7%, para 2,8 milhões de sacas.

    📊 Desempenho do setor: o país exportou 3,9 milhões de sacas de todos os tipos de café em setembro, com receita de US$ 1,280 bilhão. No acumulado do ano, os embarques somaram 29 milhões de sacas, volume praticamente estável em relação ao mesmo período de 2025.

    O Banco do Brasil oferece soluções de crédito estruturadas para apoiar o produtor rural em diferentes etapas da atividade agrícola. Procure seu gerente de relacionamento para conhecer as opções disponíveis.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. 
    Fica a dica: crédito consciente e sustentável. Até a próxima!

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  • Algodão: relatório do USDA, estoques globais e perspectivas para a safra 26/27 | BBCast Agro – 20/10/2026
    No episódio de hoje do BBCast Agro, Marcos Lira, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Campos de Holambra (SP), analisa o cenário do mercado de algodão, com destaque para os números do USDA, o aumento dos estoques finais, a pressão sobre as cotações e as perspectivas para a área de plantio brasileira na safra 2026/27.

    Destaques do episódio:

    🌎 USDA: produção americana de algodão aumenta 1,8%, para 2,92 milhões de toneladas de pluma, enquanto os estoques finais avançam 5,5%, chegando a 824 mil toneladas.

    📊 Mercado global: produção mundial e estoques finais também registram aumentos, reforçando o cenário de pressão sobre as cotações no curto prazo.

    📉 Preços: realização de lucros por fundos de investimento, somada aos números baixistas do relatório, pode continuar pressionando o mercado.

    🌱 Safra brasileira: o plantio da safra 2026/27 ainda não começou devido ao vazio sanitário. A expectativa é de crescimento de aproximadamente 3% na área cultivada, que pode superar 2,1 milhões de hectares.

    💰 Proteção de preços: o Banco do Brasil oferece ferramentas como Opções Agro BB, Termo de Moedas (NDF) e opções de venda (PUT) na B3, com vencimento em novembro de 2026 e preços de exercício entre US$ 0,77 e US$ 0,80 por libra-peso.

    Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. 
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  • BB Cast Agro - Cenários Agro – 19/10/2026
    Soja (00:22): Colheita nos EUA avança, enquanto o clima no Brasil e a demanda chinesa seguem ditando a volatilidade das cotações.

    Milho (01:34): Colheita nos EUA avança e pressiona cotações. No Brasil, chuvas reduzem o ritmo do plantio e limitam os preços.

    Café (02:58): Clima, dólar, fundos e oferta global sustentam a volatilidade do café, com atenção ao Vietnã e à Colômbia.

    Boi Gordo (04:15): Reposição limitada sustenta os preços. Demanda interna e China apoiam o mercado, enquanto a oferta definirá novas altas.

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  • Soja: USDA, plantio no Brasil e perspectivas para a safra 2026/27 | BBCast Agro – 16/10/2026
    No episódio de hoje do BBCast Agro, Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil, analisa o cenário da soja, com destaque para as estimativas do USDA, o avanço da colheita nos Estados Unidos, o ritmo do plantio brasileiro e as perspectivas de produção para a safra 2026/27.

    Destaques do episódio:

    🌎 USDA: O relatório elevou a estimativa da safra norte-americana para 124,15 milhões de toneladas e projetou a produção mundial em 442,70 milhões de toneladas, alta de 3,15% em relação à safra anterior.🇺🇸 Colheita nos EUA: Os trabalhos alcançaram 46% da área semeada, abaixo da média dos últimos cinco anos, de 50%.

    🌱 Plantio no Brasil: Segundo a Conab, 15,6% da área prevista já havia sido semeada. Mato Grosso registrava 25,2%, Mato Grosso do Sul, 25%, e Paraná, 36%.

    🌧️ Clima: Chuvas favoreceram o plantio no Centro-Oeste, mas volumes elevados no Sul e em parte do Sudeste dificultaram as operações de campo. A previsão para os próximos 15 dias indica atenção para essas regiões e para Mato Grosso do Sul.

    📊 Safra brasileira: O primeiro levantamento da Conab para 2026/27 estima a produção de soja em 181,6 milhões de toneladas, aumento de 0,7% em relação à safra anterior.

    💰 Preços e prêmios: O contrato novembro/26 na CBOT fechou em US$ 12,76/bushel em 14 de outubro. No mesmo dia, o indicador Cepea foi cotado a R$ 154,29/saca, queda de 4,50% em relação ao início do mês. Os prêmios nos portos variavam entre US$ 1,20 e US$ 1,40/bushel para outubro e entre US$ 1,38 e US$ 1,53/bushel para novembro.

    🛡️ Proteção de preços: O Banco do Brasil oferece mecanismos de hedge, incluindo travamento de câmbio e Opções Agro, para auxiliar na gestão de riscos e no planejamento da comercialização da safra.Para consultar vencimentos e simular operações, acesse o App BB, vá em “Menu”, “Agro” e “Contratar opções Agro”.

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  • Suinocultura: exportações, preços e custos de produção | BBCast Agro – 15/10/2026
    No episódio de hoje do BBCast Agro, Nataly Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru (SP), analisa o cenário da suinocultura brasileira, com destaque para o crescimento dos abates e das exportações, os preços do suíno vivo e os desafios relacionados aos custos de produção.

    Destaques do episódio:

    🐖 Produção: No primeiro semestre de 2026, o número de suínos abatidos cresceu 4,8% em relação ao mesmo período de 2025, enquanto o peso total abatido aumentou 6,4%.

    🌎 Exportações: De janeiro a setembro, o Brasil exportou mais de 1,04 milhão de toneladas de carne suína, alta de 4,8% na comparação anual. Filipinas, Japão, Chile e China foram os principais destinos.

    📉 Preços e custos: Em 2026, os preços médios do suíno vivo variaram entre R$ 5,55 e R$ 6,09/kg nas principais praças, abaixo do custo médio de produção estimado em R$ 6,31/kg.

    📊 Mercado interno: Em setembro, os preços apresentaram leve recuperação frente a agosto. Minas Gerais registrou a maior média, de R$ 5,31/kg, enquanto Santa Catarina teve a menor, de R$ 4,72/kg.

    🥩 Competitividade: A carne suína ganhou atratividade diante da desvalorização da carcaça especial e da alta dos preços das carnes bovina e de frango. Mesmo com exportações elevadas, a demanda interna ainda enfrenta dificuldades para absorver o aumento da oferta.

    🌽 Custos com alimentação: O acompanhamento da segunda safra de milho é importante, pois mudanças na produção podem afetar os preços do grão, um dos principais componentes do custo da suinocultura.

    🏦 Crédito e proteção: O Banco do Brasil oferece mecanismos de proteção de preços do milho no mercado futuro e Custeio Agropecuário para financiar despesas da produção e apoiar o planejamento da compra de insumos.

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  • Trigo: produção global, chuvas e preços em alta | BBCast Agro - 14/10/2026
    No episódio de hoje do BBcast Agro, Leandro Milléo, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Presidente Prudente (SP), analisa o cenário do trigo, com destaque para as estimativas globais de produção do USDA, os impactos das chuvas sobre a colheita e a qualidade dos grãos no Brasil e a valorização dos preços no mercado interno.

    Destaques do episódio:

    🌎 Mercado internacional: O USDA elevou a estimativa de produção mundial de trigo para 821,8 milhões de toneladas. Apesar da redução de 3 milhões de toneladas nas exportações russas, a maior oferta global pressionou as cotações na Bolsa de Chicago, que recuaram 7% nos últimos 30 dias.

    🌧️ Colheita no Brasil: Segundo a Conab, 40% da área de trigo já havia sido colhida. As chuvas no norte do Paraná e no sudeste de São Paulo dificultaram o avanço dos trabalhos e provocaram perdas nas lavouras.

    🌾 Paraná: O estado já colheu 70% da área cultivada. Nas regiões Sul e dos Campos Gerais, as chuvas favorecem o aumento de doenças fúngicas, como giberela e brusone, que comprometem a qualidade dos grãos.

    ⛈️ Rio Grande do Sul: De acordo com a Emater-RS, apenas 4% da área havia sido colhida. Chuvas, acamamento, debulha de espigas e perdas por granizo colocam em risco a produção e a qualidade da safra gaúcha.

    📈 Preços: O indicador Cepea/Esalq Paraná registra alta de 7,5% nos últimos 30 dias, chegando a R$ 1.562 por tonelada, valor 29% superior ao observado no mesmo período do ano passado. A menor oferta de trigo de qualidade contribui para a valorização.

    🚜 Crédito rural: O Banco do Brasil disponibiliza linhas de investimento para aquisição de máquinas e equipamentos. Consulte sua agência BB e os parceiros agro para conhecer as opções disponíveis.

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Boletim realizado por especialistas da Diretoria de Agronegócios e Gerências de Assessoramento Técnico ao Agronegócio do Banco do Brasil. A cada dia, uma análise sobre o cenário de uma cultura…