BBCast Agro

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BBCast Agro episodes

  • 06/06/2022 - Cenário climático
    BBCast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é segunda-feira, 06 de junho de 2022. Meu nome é Rodrigo Rodrigues, sou assessor de Agronegócios em Campinas (SP), e falaremos sobre o cenário climático.

    Em análise pulicada pelo NOAA no mês de maio, para o inverno no Hemisfério Sul (junho-julho-agosto), La Niña ainda permanece com maior probabilidade de ocorrência, mesmo o percentual recuando de 69% para 59% de chances do evento nos meses de julho, agosto e setembro. Entretanto, existe previsão de fortalecimento das condições de La Niña a partir de outubro.

    Com esse cenário, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), para o mês de junho, a previsão indica maior probabilidade de chuvas acima da média histórica em parte das regiões Norte e Nordeste, associadas principalmente às características de La Niña. Ao passo que, em parte de MT, TO, PI, BA, SP e PR, além dos estados SC e do RS, a previsão é de maior probabilidade de chuva abaixo da média.

    Na Previsão Climática Trimestral para junho, julho e agosto, o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) estima maior probabilidade de chuvas acima da média histórica na faixa equatorial da Região Norte, assim como para o litoral dos estados de AL, PE e sul da BA. Na faixa que abrange o AC, RO, parte do Centro-Oeste, Sudeste e Sul, há maior probabilidade de chuvas abaixo da média. A previsão de temperatura indica valores acima da média em áreas de MT, PA, oeste do PI e da BA, além do extremo oeste de MS e partes da Região Sul.

    Vale destacar que o trimestre junho-julho-agosto é caracterizado por chuvas escassas na faixa central do país e chuvas mais abundantes nos extremos norte, leste e sul do Brasil. Portanto, não se descartam eventos de chuva expressiva na Região Sul e sul de MS.

    O trimestre também será marcado pela atuação de frentes frias, que após suas passagens, poderão causar quedas de temperatura em parte do país.

    Em atenção às divulgações do site Agritempo, as regiões que passaram por estiagens nos últimos meses e que apresentam nível de água no solo abaixo de 30 mm podem apresentar comprometimento da disponibilidade de água em vários mananciais.

    Nesse cenário, o monitoramento climático, a eficiência de uso dos recursos hídricos e recomposições florestais ganham ainda mais importância dentro do sistema produtivo e nas tomadas de decisões.

    O Banco do Brasil se mantém ao lado do produtor, oferecendo recursos para acompanhamento climático, através da parceria com a agritech FieldPro e investimentos para melhoria ou modernização dos sistemas de irrigação, e também para recomposição florestal e matas ciliares.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!

    Banco do Brasil, pra tudo que o agro imaginar.
    4 min
  • 03/06/2022 - Cenário do milho
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é sexta-feira, 03 de junho de 2022. Meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso (MT), e falaremos sobre o cenário do milho.

    As cotações internacionais do milho, na Bolsa de Chicago, recuaram nos últimos 10 dias em torno de 4%, encerrando a quarta-feira, dia 01/06, o contrato com vencimento em julho de 2022 cotado a US$ 7,31 por bushel e setembro a U$ 7,03 por bushel.

    Além de acompanhar a desvalorização do trigo neste período, as negociações para criação de um corredor seguro para o escoamento dos grãos da Ucrânia e o avanço no plantio do cereal nos Estados Unidos reforçaram o movimento de queda nas cotações.

    De acordo com o Departamento de Agricultura norte-americano, o plantio de milho chegou a 86% da área, avançando 14% em uma semana, se aproximando da média dos últimos cinco anos – porém inferior à safra passada, que era de 94% no mesmo período. Com o plantio praticamente finalizado, a atenção do mercado internacional se volta para o desenvolvimento das lavouras.

    As cotações no mercado interno brasileiro seguiram a tendência das cotações em Chicago, apresentando recuo em torno de 4% nos últimos dias, com o contrato futuro do milho na B3 com vencimento julho de 2022 cotado a R$ 87,10/saca e setembro de 2022 a R$89,80/saca, no encerramento da bolsa no dia 01/06.

    Apesar da alta nas cotações na semana passada, causada pela assinatura do protocolo para exportação de milho brasileiro para a China, as cotações não se sustentaram, fundamentadas pela expectativa de manutenção de uma segunda safra recorde no Brasil, que passou pelas geadas na Região Sul sem maiores danos e está iniciando sua colheita no Centro-Oeste, com destaque para o Mato Grosso, com estimativa de 5% da área já colhida.

    Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB. Conheça o simulador de opções, acessando o app do BB (no menu, selecione Opção Agro).

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!

    Banco do Brasil, pra tudo que o agro imaginar.
    4 min
  • 02/06/2022 - Cenário do trigo
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é quinta-feira, 02 de junho de 2022. Meu nome é Sérgio Luiz Sousa, assessor de Agronegócios em Campos Novos (SC), e falaremos sobre o cenário do trigo.

    A safra brasileira segue avançando nas principais regiões produtoras. Inicialmente, a escassez de chuvas impactou o avanço da semeadura e o desenvolvimento das lavouras, com destaque para as áreas com trigo de sequeiro. No entanto, há perspectivas positivas de desenvolvimento da cultura, especialmente no estado do Paraná, um dos principais produtores do país.

    Em meados do mês de maio, houve o registro da chegada de uma forte frente fria, mantendo os produtores em alerta. Contudo, no Paraná, conforme relatado por pesquisadores do Cepea/Esalq, os indícios são de que as baixas temperaturas beneficiaram algumas lavouras, visto que auxiliaram tanto no controle de pragas quanto de plantas invasoras, pois as mesmas se encontravam em estágio vegetativo.

    De acordo com o levantamento divulgado em 23 de maio deste ano pelo Departamento de Economia Rural do Paraná (Deral-PR), cerca 53% da área estimada em 1,17 milhão de hectares já foi semeada, com 99% das lavouras de trigo em boas condições. Além disso, 74% se encontram em desenvolvimento vegetativo.

    No cenário internacional, houve recuo nas cotações do grão em razão de informações sobre a possibilidade de escoamento da produção ucraniana, país que está com seus principais portos atualmente sob domínio russo. Por outro lado, fatores como a estiagem que afetou as lavouras dos Estados Unidos e a suspensão das exportações da Índia sustentam as cotações mundiais.

    Os preços internos do trigo seguem em alta, atingindo médias elevadas e recordes históricos, reflexo da baixa oferta doméstica e das preocupações relacionadas à menor oferta mundial. O indicador Cepea/Esalq-Paraná registrou no último dia 30 o recorde nominal da série histórica iniciada em 2004, com a tonelada do cereal cotada a R$ 2.150. Em geral, o produto está sendo comercializado no Brasil acima de R$ 100 a saca, sendo que no Rio Grande do Sul os valores chegam a R$ 112 por saca.

    Para ouvir este e outros BBCast, acesse blog.broto.com.br/bbcast-agro ou busque por “BBCast Agro” em sua plataforma de streaming de preferência.

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    Banco do Brasil, pra tudo que o agro imaginar.
    3 min
  • 01/06/2022 - Cenário do leite
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é terça-feira, dia 01 de junho de 2022. Eu sou Marcelo Luiz Pinto, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Governador Valadares (MG), e vamos falar sobre o cenário da pecuária leiteira.

    Conforme relatado pelo Centro de Inteligência do Leite da Embrapa, a entressafra e a margem apertada na produção de leite geraram baixa oferta de leite no mercado e, consequentemente, os preços na cadeia produtiva do leite registraram elevação nos últimos meses no mercado interno.

    A valorização do leite gerou uma melhora na relação de troca entre o leite e a mistura da ração de milho com farelo de soja em 19,7% no comparativo entre abril de 2021, quando foram necessários 57,9 litros de leite para aquisição de 60 kg da mistura, com abril de 2022, que apresentou uma relação de troca de 46,5 litros por 60 kg da mistura.

    Leite e derivados apresentaram valorização de 18,1% nos últimos 12 meses, enquanto o IPCA acumulou 12,1% no mesmo período. No entanto, um levantamento do IPCLeite/Embrapa alerta que a valorização dos lácteos não acompanhou a elevação do custo de produção. Entre janeiro de 2020 e março de 2022, o custo de produção do leite medido pelo IPCLeite/Embrapa subiu 64%, contra 31% da valorização dos lácteos.

    Diante desse cenário, o produtor de leite pode contar com o apoio do Banco do Brasil, através do BB Custeio Agropecuário, para aquisição de insumos e despesas de mão de obra e serviços eventuais. Além disso, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB para proteção contra possíveis altas no custo de produção do leite.

    Para ouvir este e outros BBCast Agro, acesse blog.broto.com.br/bbcast-agro ou busque por “BBCast Agro” em sua plataforma de streaming de preferência.

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  • 31/05/2022 - Cenário da avicultura de postura
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é dia 31 de maio de 2022. Meu nome é Diego Berti, sou assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Varginha (MG), e falaremos sobre o cenário da produção de ovos.

    Com base em informações de associações regionais, o portal OvoSite divulgou que, de janeiro a abril de 2022, houve redução de 11,8% na quantidade de pintainhas para produção de ovos comerciais alojadas, quando comparado com o mesmo período de 2021. Ao projetar a média de alojamento do 1° quadrimestre para o restante do ano, espera-se número próximo a 102 milhões de cabeças que, se confirmado, significará redução de 11% no ano.

    Números da exportação brasileira de ovos (in natura e processados) de abril deste ano, apresentados pela Secretária de Comércio Exterior (Secex), apontam que as receitas atingiram US$ 6,7 mi e totalizaram US$ 30,8 mi no 1º quadrimestre de 2022. Esse valor é 35,75% superior ao verificado em igual período de 2021. Em toneladas, o aumento foi de 18,36%.

    Em relação aos principais custos de produção de ovos, em abril de 2022, o preço médio do milho foi 11% inferior que em março de 2022 e 8,6% menor que no mesmo período de 2021. Já o preço médio do farelo de soja reduziu 7,31% entre março de 2022 e abril de 2022, porém a cotação é 4,32% superior ao preço praticado em abril de 2021. As cotações de milho e farelo de soja têm se mantido estáveis até a terceira semana de maio de 2022 em comparação com o mês anterior.

    Já o preço médio de ovos apresentou alta de 46,37% de janeiro a abril de 2022, atingindo preço médio de R$ 155,10 por caixa de 30 dúzias. Em abril de 2022, o preço médio da caixa foi 22,83% ao observado em abril de 2021, de acordo com Cepea. Nas três primeiras semanas de maio de 2022, o preço da caixa de ovo apresentou recuo, sendo comercializada, em média, a R$ 145.

    Neste cenário de preços dos insumos recuando e de evolução do preço da caixa de 30 dúzias de ovos, observa-se melhora nas relações de troca milho/dúzia de ovos e farelo de soja/dúzia de ovos, aumentando o poder de compra do avicultor e melhorando sua rentabilidade.

    O Banco do Brasil disponibiliza aos avicultores as Opções Agro BB e o termo de mercadoria para proteção contra possíveis altas no custo de produção de ovos, promovendo a sustentabilidade dos negócios.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!

    Banco do Brasil, pra tudo que o agro imaginar.
    4 min
  • 30/05/2022 - Cenário do café arábica
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é segunda-feira, 30 de maio de 2022. Eu sou Clayton Igarashi, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Ipatinga (MG), e vamos falar sobre o cenário do café arábica.

    Iniciamos a colheita da safra Brasil 2022 com a satisfação de vermos a cultura do café se mostrando resiliente às adversidades, intempéries e se consolidando como uma bebida apreciada mundialmente. Afinal, não foram os pontos de vendas restritos, a redução da mobilidade da população mundial, a redução de renda, a ocorrência de intempéries climáticas, a elevação de preços nem as dificuldades logísticas que impediram o cafezinho de chegar à mesa do consumidor.

    Agora, o cenário está fundamentado por fatores que direcionam para uma certa acomodação nos preços. De um lado, temos o conflito entre Rússia e Ucrânia sem previsão de desfecho, a recessão e a inflação alta afetando nosso poder de compra e o lockdown ainda vigente na China que pressionam as cotações negativamente. Do outro, agindo como fatores altistas nas cotações, temos as preocupações com o clima relacionadas a geadas e os sinais de menor oferta global de café, como as últimas notícias de redução das exportações por parte da Colômbia e da diminuição na produção de café divulgada pela Conab, que ajustou a previsão de 38,78 milhões de sacas para 35,71 milhões de sacas de café arábica.

    O foco em qualidade, produtividade e rentabilidade são os direcionadores que o produtor deve ter mente, seja na adequação dos insumos, no uso de maquinários mais eficientes, na renovação do parque cafeeiro, no aperfeiçoamento das técnicas de produção, na busca por certificações, dentre outros.

    O momento atual exige planejamento e adequação dos custos visando produtividade e rentabilidade, e esse é o propósito das linhas de crédito BB para a cafeicultura. Crédito oportuno e adequado para o custeio, investimento ou comercialização. No caso das vendas antecipadas, essa estratégia pode ter seus riscos amenizados por meio da contratação concomitante das Opções Agro BB, assegurando participação no mercado em caso de horizontes diferentes do previsto.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!

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    3 min
  • 27/05/2022 - Cenário da soja
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é sexta-feira, 27 de maio de 2022. Meu nome é Luciano Scuccuglia, sou assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré (SP), e falaremos hoje sobre o cenário da soja.

    As cotações internacionais da soja, tendo como referência a Bolsa de Chicago (CBOT) neste mês de maio, sofreram queda e estavam no dia 25/05 em U$ 16,81/Bushel, queda de U$ 0,25 em relação à máxima de abril. Para setembro, os contratos estão abaixo da cotação atual, sendo cotados em U$ 15,49/Bushel.

    As precificações do mercado têm sofrido influência do clima norte-americano, provocando atrasos no plantio da soja, que alcançou 50% da área prevista em 22/05 (23% menor do que o registrado na safra passada e 5% menor do que a média dos anos anteriores); expectativa de aumento da área semeada nos EUA, advinda da redução das áreas cultivadas com milho; cenário de alta dos juros nas principais economias do mundo; conflitos Rússia/Ucrânia; e redução da demanda chinesa.

    A última divulgação da Conab apontou a safra nacional em 123,83 milhões de toneladas (redução de 12% em relação a estimativa inicial).

    Acompanhando a cotação na CBOT (por volta de U$ 16,73/Bushel), os preços da commodity no Brasil apresentaram queda nos últimos dias. O indicador Cepea/BMF/Bovespa, em 24/05, foi cotado a R$ 191,28/saca, acumulando perda de 2,03% no mês de maio. O prêmio nos portos vem apresentando leve queda nos últimos 15 dias, sendo cotado a 1,20 US$/Bushel em 25/05/22.

    A colheita da safra 21/22 no Brasil alcançou 98,5% das áreas cultivadas, e os serviços vêm transcorrendo dentro da normalidade, restando Maranhão e Rio Grande do Sul, com previsão de encerramento no próximo mês.

    Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF). As Opções Agro de soja podem ser contratadas diretamente pelo app do Banco do Brasil. Em caso de dúvidas, consulte seu gerente de relacionamento para mais informações.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!

    Banco do Brasil, pra tudo que o agro imaginar.
    3 min
  • 26/05/2022 - Cenário do feijão
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é quinta feira, 26/05/2022. Meu nome é Ana Paula Cunha, sou assessora de agronegócios do Banco do Brasil, e falaremos hoje sobre o cenário do feijão.

    O mercado de feijão volta todas as suas atenções para o início das operações de colheita da segunda safra (safrinha), que já está avançando, principalmente nos estados da Região Sul do Brasil, e vem apresentando, até o presente momento, bons resultados – tanto no tocante às produtividades obtidas quanto à qualidade do produto colhido.

    Entretanto, há de se observar como as lavouras irão se comportar em relação à queda brusca de temperatura, observada durante a última semana em grande parte das regiões produtoras – especialmente as com variedades mais tardias – e, com isso, avaliar os possíveis impactos negativos nestas áreas.

    Em relação ao feijão carioca, o mercado continuou aquecido nos quatro primeiros meses do ano – reflexo da reduzida oferta de grão de qualidade superior, visto o excesso de chuvas no momento da colheita afetar a qualidade do produto oriundo dos estados de Minas Gerais e Goiás.

    Com essa menor oferta, aliada à necessidade de reposição de estoques por parte das redes varejistas e atacadistas, o preço do feijão em cores manteve-se em um patamar estável – mesmo com o início da oferta dos grãos provenientes da safrinha, garantindo, com isso, uma boa rentabilidade ao produtor.

    Por outro lado, em se tratando de feijão preto, a situação apresenta-se um pouco diferente. O aumento da área plantada nesta segunda safra, aliado a um bom rendimento das lavouras, resultou na previsão de incremento de 130 mil toneladas, quando comparado à segunda safra de 2021.

    Com a elevação da oferta e mercado com poucos negócios sendo realizados, há tendência de uma maior pressão negativa nos preços pagos ao produtor, à medida que esse produto seja disponibilizado ao mercado com o avanço da colheita no sul do Brasil.

    Para o feijão caupi, não houve registros de problemas, tanto em relação ao regime de chuvas quanto àqueles relacionados ao ataque de pragas e doenças. As lavouras, localizadas principalmente nas regiões Norte e Nordeste do país, encontram-se em bom estágio de desenvolvimento e com boas perspectivas de produção.

    Nesse cenário, destaca-se, até o momento, o estado de Pernambuco, com quase 80% dos seus 97 mil hectares já colhidos e que vem apresentando um aumento no rendimento, quando comparado à safra passada.

    O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de investimento e custeio para a cultura do feijão.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!

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  • 25/05/2022 - Cenário da silvicultura
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é quarta-feira, 25 maio de 2022. Meu nome é Karin Corrêa Foggiato, sou assessora de Agronegócios em Curitiba (PR), e falaremos sobre o cenário do pinus.

    Em decorrência de um período de redução na demanda interna por itens ligados ao mercado de produtos florestais, iniciado em 2015, por fatores econômicos, o setor florestal madeireiro nacional veio se preparando para o redirecionamento de sua produção para também atender ao mercado externo.

    Apesar da pandemia de Covid 19 trazer grandes reflexos adversos na economia mundial, a demanda e os preços de produtos ligados à construção civil se elevaram em todo o globo desde 2020, refletindo também nos produtos florestais.

    Além do aquecimento na demanda interna, a desvalorização do real frente ao dólar propiciou vantagem competitiva aos produtos florestais brasileiros, refletindo em elevação na demanda internacional, fator que veio ao encontro da estratégia adotada pela indústria madeireira brasileira.

    Um grande país importador tem sido os Estados Unidos, pelas características de sua construção civil, fortemente baseada no uso de madeira.

    A elevação da demanda, aliada à escassez de áreas novas para plantio de florestas, resultou em valorização dos preços dos produtos madeireiros. Esses fatores têm garantido a manutenção dos patamares de preço atualmente, mesmo com influência dos reflexos da guerra na Ucrânia na economia mundial e as incertezas na economia interna.

    Fontes consultadas informam que o setor de madeira de pinus nunca esteve tão bem como nos últimos dois anos, e o mercado deve se manter firme nos próximos meses.

    No caso do pinus, o valor de compra chega à faixa de R$ 150 a R$ 200 por metro cúbico da madeira em pé em algumas regiões do Paraná, principal produtor nacional, e a US$ 270 por tonelada da madeira laminada para exportação posto no Porto de Itajaí.

    O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de investimento e custeio, CPRs para plantio e condução das florestas de pinus, bem como financia a certificação de manejo sustentável das áreas, com prazos adequados e taxas de juros compatíveis com o mercado.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!

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Boletim realizado por especialistas da Diretoria de Agronegócios e Gerências de Assessoramento Técnico ao Agronegócio do Banco do Brasil. A cada dia, uma análise sobre o cenário de uma cultura…