BBCast Agro

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BBCast Agro episodes

  • 11/03/2022 - Cenário do milho
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é sexta-feira, 11 de março de 2022. Meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso (MT), e falaremos sobre o cenário do milho.

    As cotações internacionais do milho na Bolsa de Chicago tiveram valorização de, aproximadamente, 10% nos últimos dias. Na quarta-feira, 09/03, o contrato de milho com vencimento em maio de 2022 foi cotado a U$ 7,33 por bushel e julho a U$ 7,08 por bushel. A demanda global pelo milho norte-americano se fortaleceu neste período, consequência do conflito entre a Rússia e a Ucrânia, gerando preocupações com relação às exportações destes dois países.

    No mercado global de trigo, a Rússia é o maior país exportador, e a Ucrânia, o terceiro. Já no mercado mundial de milho, a Ucrânia é o quarto maior exportador. Dessa forma, o mercado entende que as sanções que os países do Ocidente estão impondo à Rússia, além da impossibilidade de exportação pela Ucrânia, devem afetar fortemente a dinâmica negocial global dessas duas commodities.

    Alinhado a esse cenário, o relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, em seu boletim mensal publicado na última quarta, elevou as exportações norte-americanas para 63,5 milhões de toneladas, 2 milhões de toneladas a mais que no relatório anterior, reduzindo os estoques finais do país em 6,5%, agora estimados em 36,5 milhões de toneladas. Os estoques finais globais também tiveram redução, sendo estimados em 300,9 milhões de toneladas ante 302,2 milhões de toneladas da estimativa anterior.

    No mercado interno, os preços futuros do milho na B3 acompanharam as valorizações na Bolsa de Chicago, encerrando, no dia 09/03, o contrato de maio de 2022 a R$ 102,60 a saca e julho de 2022 a R$ 96,75 a saca, refletindo firme demanda doméstica e para exportação nas últimas semanas.

    Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as linhas de proteção Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF).

    As opções negociadas pelo banco são contratadas mediante o pagamento de um prêmio. Com isso, o produtor passa a ter o direito de exercer à opção, na data do vencimento, caso seja vantajoso. A comercialização do produto no mercado físico é livre e pode ser feita a qualquer momento.

    Para ter acesso a este e outros BBcasts, acesse a plataforma Broto, em blog.broto.com.br/bbcast-agro, ou procure por “BBcast Agro” na sua plataforma de streaming de preferência.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!

    Banco do Brasil, pra tudo que o agro imaginar.
    4 min
  • 10/03/2022 - Cenário do boi gordo
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é quinta feira, 10 de março de 2022. Meu nome é Fabiola Lira, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra (MT), e falaremos sobre o cenário da pecuária de corte.

    O mercado do boi gordo apresenta uma situação bem peculiar, com uma demanda externa aquecida devido à competitividade da carne brasileira e um mercado interno arrefecido, em razão dos altos preços da proteína, que refletem em baixo consumo e substituição por outras fontes proteicas de menor valor, especialmente o frango. No entanto, devido à baixa oferta de animais terminados, as indústrias frigoríficas mantêm as escalas de abate reduzidas na maior parte das regiões produtoras do país.

    Nesse cenário, a arroba se mantém firme nas principais praças, sustentando o preço Cepea/B3 cotado em 08/03 em R$ 350,35/arroba. O cenário favorável para as exportações faz com que a diferença entre o boi China e o boi comum (mercado interno) chegue a até R$ 30,00/arroba. Na B3, os contratos com vencimento para maio de 2022 estão cotados a R$ 335,40/arroba.

    As exportações de carne bovina in natura em fevereiro de 2022 totalizaram o maior volume histórico já embarcado em um mês de fevereiro pelo Brasil, com 159,10 mil toneladas, volume 55,83% superior quando comparado a fevereiro de 2021.

    O preço médio mensal da tonelada ficou em US$ 5,59 mil, emplacando uma valorização de 7,97% ante a média de janeiro de 2022. Com isso, as vendas externas da proteína vermelha em fevereiro de 2022 consolidaram uma receita de US$ 889,48 milhões, montante 91,91% superior ao que foi visto com as exportações de fevereiro de 2021, quando a tonelada era cotada, em média, a US$ 4,54 mil. O comércio global de carne bovina nunca foi tão intenso para o Brasil no primeiro bimestre do ano como está sendo agora.

    O conflito no leste europeu tem gerado reflexos na economia em âmbito mundial. No entanto, apesar de até o momento não ter causado grandes problemas no mercado internacional de carnes, traz um alerta quanto a possíveis reflexos relacionados à elevação dos preços de soja, milho, fertilizantes e combustíveis nos custos de produção da bovinocultura, principalmente nos sistemas mais intensivos.

    Para esses momentos de incertezas, os produtores de pecuária de corte podem contar com o Banco do Brasil para auxiliar no desenvolvimento de suas atividades de produção, com opções de linhas de investimento e recursos para o custeio pecuário, assim como produtos para o pecuarista se proteger dos riscos de mercado e de produção que possam surgir, realizando contratos futuros no mercado de opções ou no mercado a termo.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!

    Banco do Brasil, pra tudo que o agro imaginar.
    4 min
  • 09/03/2022 - Cenário do leite
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é quarta-feira, 09 de março de 2022. Eu sou Marcelo Luiz Pinto, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Governador Valadares (MG), e vamos falar sobre o cenário da pecuária leiteira.

    Os preços médios ofertados pelo litro de leite em fevereiro de 2022 apresentaram média de R$ 2,14, segundo o Cepea. Esse valor apresenta valorização nominal de 7,58% em relação ao pagamento de fevereiro de 2021 e aumento de 1,44% em relação a janeiro de 2022.

    As negociações no mercado spot durante o mês de fevereiro apresentaram alta, e essa variação poderá chegar ao produtor de leite em março. O Conseleite/MG projeta alta de 2% para o pagamento de março, enquanto o Conseleite/PR estima alta de 3,7%.

    Mesmo com a expectativa de valorização no preço do leite pago ao produtor, o custo de produção segue impactando a rentabilidade da atividade. O farelo de soja superou os R$ 3.000 por tonelada no final de fevereiro, aumento de mais de 30% em relação à cotação de dezembro. O milho registrou valorização menor, mas continua apresentando um movimento de alta.

    Diante desse cenário, o produtor de leite pode contar com o apoio do Banco do Brasil, através do BB Custeio Agropecuário, para aquisição de insumos e despesas de mão de obra e serviços eventuais. Além disso, o Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB, sendo possível a aquisição de uma opção de compra (Call) de milho e/ou soja para o pecuarista se proteger contra possíveis altas no custo de produção do leite.

    Procure seu gerente de relacionamento para mais informações e, para ouvir este e outros BBCast, acesse blog.broto.com.br/bbcast-agro ou pesquise por “BBCast Agro” em sua plataforma de streaming de preferência, como Spotify e Deezer.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!

    Banco do Brasil, pra tudo que o agro imaginar.
    3 min
  • 08/03/2022 - Cenário do algodão
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é terça-feira, 08 de março. Meu nome é Marcos Lira, sou assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará (MT), e falaremos sobre o cenário do algodão.

    Banco do Brasil, pra tudo que o agro imaginar.
    3 min
  • 07/03/2022 - Cenário do limão tahiti
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é segunda-feira, 07 de março de 2022. Meu nome é Carlos Bortoletto, sou assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Paranavaí (PR), e hoje vamos falar sobre o cenário do limão tahiti.

    A lima ácida tahiti, popularmente chamada de limão tahiti, entrou em pico de safra na segunda quinzena de janeiro, em São Paulo, devendo se estender até meados de março. As chuvas frequentes ocorridas desde dezembro de 2021 favoreceram o crescimento e melhoraram o calibre das frutas e a qualidade dos pomares. Além disso, a previsão é de que o volume colhido seja superior ao mesmo período da safra 2021, visto que, nesta temporada, as chuvas foram mais regulares do que na passada.

    A maior oferta do tahiti vem pressionando as cotações domésticas neste período. O preço médio da fruta colhida, destinada ao consumidor final no mercado interno, em fevereiro, ficou em R$ 25,18 por caixa de 27 kg, segundo o indicador Cepea/Esalq-USP. Esse valor é 7% inferior ao registrado no mesmo período de 2021 e 25% inferior ao preço praticado em dezembro de 2021.

    A maior oferta também reflete nos preços do produto destinado à indústria, em que o preço médio pago aos produtores gira entre R$ 8 e 12/caixa de 27 kg colhida e posta na unidade de moagem. Contudo, esse valor é superior àquele pago no mesmo período do ano passado, quando variava entre R$ 9 e R$ 10 a caixa.

    No entanto, este cenário poderá mudar nas próximas semanas. Além dos baixos estoques atuais, as exportações e o processamento industrial devem ser intensificados neste primeiro trimestre do ano, fatores que podem elevar a demanda da fruta em 2022.

    Quanto à produção da safra 22/23, ainda há preocupações quanto aos efeitos do clima, já que alguns pomares foram debilitados pela seca, e há possibilidade de La Niña atrasar a regularização das chuvas em São Paulo.

    Investir na implantação de sistemas de irrigação e de energia fotovoltaica deve ser analisado pelos produtores, em especial neste momento, a fim de mitigar riscos climáticos tão iminentes e constantes, que vêm afetando a produção nas principais regiões produtoras de citros.

    Conte sempre com a assessoria especializada em Agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!

    Banco do Brasil, pra tudo que o agro imaginar.
    3 min
  • 04/03/2022 - Cenário da soja
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é sexta-feira, 04 de março de 2022. Meu nome é Giuliano Pradella, sou assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó (SC), e falaremos sobre o cenário da soja.

    O USDA, em seu último relatório, de 12/02, divulgou redução de 2,3% na safra global 21/22, passando de 372,6 para 363,9 milhões de toneladas. Novo relatório será divulgado nos próximos dias, e existe uma expectativa de nova redução na estimativa de produção global, refletindo as perdas observadas na América do Sul.

    A Conab, no último dia 10/02, indicou a produção brasileira de 125,47 milhões de toneladas, quebra de 10,9% ante a estimativa inicial, de outubro de 2021. Com o encerramento da safra, previsto para abril, existem consultorias privadas indicando perdas maiores que as atualmente previstas.

    A redução de produção esperada na América do Sul, associada ao conflito geopolítico no leste europeu, elevou as cotações da soja na CBOT, que seguem cotadas acima dos U$ 16,50/bushel nos últimos dias, trazendo volatilidade adicional ao mercado, mas oportunizando ganhos especulativos. Há, ainda, receio de elevação dos custos de produção ocasionados pelas dificuldades logísticas na aquisição de fertilizantes importados da Rússia.

    O indicador Cepea/BMF/Bovespa, em 02/03, foi cotado a R$ 203,20/saca, apresentando elevação de 10% desde o início de fevereiro. Os prêmios dos portos estão em alta, saindo de US$ 0,95/bushel em 15/02 para US$ 1,20/bushel em 25/02.

    A colheita da safra 21/22 no Brasil alcançou 47% da área e vem transcorrendo dentro da normalidade. Goiás (GO) e Mato Grosso do Sul (MS) atingiram 50% de sua área colhida, o Mato Grosso (MT) já passa dos 80%, enquanto o Paraná (PR) colheu 34% de sua área.

    Na Região Sul do Brasil e no MS, durante a última semana, ocorreram chuvas de baixa intensidade, ocasionalmente com temporais, mas com volumes insuficientes para amenizar a estiagem e as perdas. Apesar das chuvas recentes, o clima ainda segue adverso para o sul do MS e oeste da Região Sul. No Matopiba, as chuvas estão ocorrendo em menores volumes, mas favorecendo a colheita. Para março, a previsão do Inmet é de chuvas dentro da média para a maioria dos estados produtores, com exceção para os estados do Rio Grande do Sul (RS), SC e MS.

    Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF).

    As Opções são contratadas mediante o pagamento de um prêmio, e o produtor passa a ter o direito de exercer a opção, na data do vencimento, caso seja vantajoso. A comercialização do produto no mercado físico continua livre e pode ser feita a qualquer momento.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!

    Banco do Brasil, pra tudo que o agro imaginar.
    4 min
  • 03/03/2022 - Cenário climático
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é quinta-feira, 03 de março de 2022. Meu nome é Rodrigo Rodrigues, sou assessor de Agronegócios em Campinas (SP), e falaremos sobre o cenário climático.

    O relatório de fevereiro do NOAA (Administração Oceânica e Atmosférica Nacional dos Estados Unidos) aponta a continuidade do fenômeno La Niña, com 77% de chance de ocorrência durante o período de março a maio de 2022, no Hemisfério Norte, passando para uma probabilidade de 56% de neutralidade de fenômenos climáticos, entre os meses de maio e julho deste ano.

    No Brasil, de acordo com o Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), em seu resumo das condições climáticas atuais, além das chuvas abaixo da média histórica ocorridas em parte do centro-sul do país, destacando o sul do Mato Grosso do Sul e a Região Sul. Em contraponto, cabe ressaltar a precipitação acima da média na faixa central do país, entre o Mato Grosso, norte e oeste de Goiás, parte de Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo.

    No Sudeste, o excesso de chuvas tem prejudicado lavouras de hortaliças, tais como cenoura, alface, tomate e batata, envolvendo desde as dificuldades de plantio, condução nos tratos culturais (devido ao controle de pragas e doenças) e a colheita, com perda de quantidade e qualidade.

    Na previsão climática trimestral para março, abril e meio, o Inpe indica maior probabilidade de chuvas acima da média histórica em grande parte das regiões Norte e Nordeste. Em grande parte do Mato Grosso do Sul, São Paulo, Paraná e Santa Catarina, há maior probabilidade de chuvas abaixo da média.

    Apesar da continuidade de La Niña no próximo trimestre, haverá 77% de chance deste fenômeno começar a perder força entre março e abril, podendo gerar excesso de chuvas em pontos isolados do Rio Grande do Sul, assim como em Minas Gerais, Espírito Santo e Rio de Janeiro. Temperaturas acima da média histórica são previstas para grande parte do país.

    O Banco do Brasil conta com mitigadores de risco para que o produtor possa se precaver de situações climáticas adversas, tais como o seguro agrícola e seguro agrícola faturamento. Procure seu gerente de relacionamento para mais informações e, para ouvir este e outros BBCast, acesse blog.broto.com.br/bbcast-agro ou pesquise por “BBCast Agro” em sua plataforma de streaming de preferência, como Spotify e Deezer.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!

    Banco do Brasil, pra tudo que o agro imaginar.
    4 min
  • 25/02/2022 - Cenário do milho
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é sexta-feira, 25 de fevereiro de 2022. Meu nome é Danilo Teodoro, sou assessor de agronegócios no Banco do Brasil em Sorriso (MT), e falaremos sobre o cenário do milho.

    As cotações internacionais do milho continuam sendo influenciadas pelo impasse geopolítico entre a Rússia e a Ucrânia, gerando preocupações no fluxo dos grãos do Mar Negro e nas exportações.

    Como esses dois países respondem por uma parcela significativa da oferta mundial de milho e trigo, esse impasse seguirá adicionando volatilidade às precificações na Bolsa de Chicago.

    Nos últimos dez dias, o contrato de milho com vencimento em março de 2022 valorizou quase 10%, superando os US$ 7,00/ bushel em parte do dia 24/02. Os contratos com vencimento mais longo também seguem em valorização e se aproximam dessa cotação.

    No mercado interno, os preços futuros do milho na B3 seguiam em estabilidade, sem grande variação nos últimos 15 dias. Contudo, registraram valorização no último dia, tanto para o contrato com vencimento em março de 2022 quanto os contratos mais longos.

    O cenário e os fundamentos internacionais, além da oferta restrita de milho para o primeiro semestre no Brasil, estão dando sustentação aos preços domésticos, mesmo com o avanço da colheita da primeira safra.

    Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o Banco do Brasil disponibiliza as linhas de proteção Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF).

    As opções negociadas pelo Banco são contratadas mediante o pagamento de um prêmio. Com isso, o produtor passa a ter o direito de exercer a opção, na data do vencimento, caso seja vantajoso. A comercialização do produto no mercado físico é livre e pode ser feita a qualquer momento.

    E, para ter acesso a este e outros BBcasts, acesse a Plataforma Broto em blog.broto.com.br/bbcast-agro ou procure por BBcast Agro na sua plataforma de streaming de preferência.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!

    Banco do Brasil, pra tudo que o agro imaginar.
    3 min
  • 24/02/2022 - Cenário ASG no agronegócio
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é quinta-feira, 24 de fevereiro de 2022. Meu nome é Alexandre Bittencourt, sou assessor na Diretoria de Agronegócios, e falaremos sobre ASG no agronegócio do Banco do Brasil.

    O Banco do Brasil atingiu, em dezembro de 2021, R$ 291,4 bilhões em operações de créditos sustentáveis, crescimento de 19,1% em 12 meses, com destaque à participação do agronegócio sustentável (com 41,7%) e dos negócios sociais (46,2%).

    Esse montante foi contratado em linhas de crédito com elevada adicionalidade ambiental e/ou social, ou destinado a financiar atividades e/ou segmentos que possuem impactos socioambientais positivos para os setores de energias renováveis, eficiência energética, construção, transporte, turismos sustentáveis, água, pesca, floresta, agricultura sustentável, gestão de resíduos, educação, saúde e desenvolvimento local e regional, reforçando o papel transformador no apoio ao desenvolvimento do país e à construção de um futuro cada vez mais sustentável para a sociedade.

    Em linha com os compromissos de longo prazo e para auxiliar os clientes na transição para um portfólio mais sustentável, o BB tem as seguintes metas a serem atingidas até 2025:

    •Fomentar a energia renovável, expandindo nossa carteira para este fim para R$ 15 bilhões;
    •Ampliar a carteira de agricultura sustentável para R$ 125 bilhões;
    •Compensar 100% suas emissões diretas de gases de efeito estufa (GEE) a partir de dezembro de 2021.

    Esse direcionamento reflete em diversos reconhecimentos do BB como uma das empresas mais sustentáveis do mundo, como o Índice Dow Jones de Sustentabilidade (DJSI) da Bolsa de Nova Iorque e FTSE4Good Index Series da Bolsa de Londres.

    Na última década, o BB foi listado em sete edições, sendo reconhecido como banco mais sustentável do mundo em 2019, 2021 e 2022. Pelo 17º ano consecutivo, o BB está compondo o Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3, que reúne ações de empresas de capital aberto com as melhores práticas de sustentabilidade.

    O BB foi reconhecido, em janeiro de 2022, como o banco mais sustentável do planeta pelo ranking das 100 Corporações Mais Sustentáveis do Mundo em 2021 (Global 100), da Corporate Knights, mantendo a posição de liderança alcançada em 2021. A classificação posiciona o BB como a empresa brasileira mais bem colocada, figurando na 21ª posição no ranking geral.

    Além disso, o BB esteve presente na 26ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP 26), com a apresentação de vídeos de cases sustentáveis de clientes e parceiros do BB que abordaram temas como energia renovável, agricultura sustentável, uso sustentável da terra e processos industriais sustentáveis.

    E para o produtor rural que deseja buscar novos mercados e uma produção alinhada aos princípios de sustentabilidade, o Banco do Brasil dispõe de recursos para:

    •recuperação de pastagens degradadas;
    •implantação e melhoramento de sistemas orgânicos de produção agropecuária, de plantio direto "na palha";
    •integração lavoura-pecuária-floresta e de sistemas agroflorestais;
    •adequação ou regularização das propriedades rurais frente à legislação ambiental, inclusive recuperação da reserva legal, de áreas de preservação permanente, recuperação de áreas degradadas e implantação e melhoramento de planos de manejo florestal sustentável;
    •implantação, manejo e melhoramento do manejo de florestas comerciais e de sistemas de tratamento de dejetos e resíduos oriundos da produção animal para geração de energia e compostagem dentre muitas outras.

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    5 min
  • 23/02/2022 - Cenário do café arábica
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é quarta-feira, 23 de fevereiro de 2022. Eu sou Cicero Hiroto, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Franca (SP), e hoje vamos falar sobre o mercado de café arábica.

    O clima tem sido favorável na maior parte das regiões brasileiras, consolidando a safra brasileira 2022 e gerando maior otimismo com a safra 2023. No entanto, a redução da oferta global tem sido o fator de suporte nos preços, os maiores desde a safra 2010/2011 e deve continuar como fator altista até maior definição das safras 22 e 23. Mercado futuro atual registra spreads negativos a partir da posição maio de 2022.

    Em janeiro, o Brasil exportou 2,8 milhões de sacas de café arábica, valor 10% inferior ao registrado no mesmo período do ano anterior, o que demonstra a menor disponibilidade do produto em função dos problemas climáticos nas últimas duas safras.

    Com 86% da safra 2021 já comercializada, os produtores têm adotado uma postura mais prudente, realizando vendas de forma escalonada e mais seletiva nos investimentos em função das ofertas de trocas de produtos baseadas em Barter, menos vantajosas nas futuras safras.

    No mercado interno, as cotações estão estáveis, com preço da saca de 60kg do bebida dura tipo 6 variando entre R$ 1.400 e 1.500, de acordo com a praça pesquisada. O indicador de preço do Cepea/Esalq fechou janeiro em R$ 1.482,59/saca, e a média de fevereiro (até 21/02) em R$ 1500,26/saca.

    Diante desse cenário a estratégia de vendas antecipadas pode ter seus riscos amenizados por meio da contratação concomitante das Opções Agro BB, seja por meio de uma PUT ou de uma CALL, que permitirão assegurar a participação no mercado em caso de movimentos de preços diferentes daqueles inicialmente previstos.

    E, considerando as adversidades climáticas dos últimos anos, os seguros agrícolas ou seguros agrícola faturamento são opções que o produtor deve avaliar com vistas a mitigação de riscos de preços e/ou clima.

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