BBCast Agro

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  • 14/12/2021 - Cenário do arroz
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é terça-feira, 14 de dezembro de 2021. Meu nome é Fabíola Lira, assessora de Agronegócios no Banco do Brasil em São Borja, Rio Grande do Sul, e falaremos sobre o cenário do arroz.

    As exportações brasileiras de arroz em equivalente casca no mês de novembro de 2021 totalizaram 26,34 mil toneladas, sendo o segundo menor volume embarcado este ano. Conforme dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior, o recuo atingiu quase 81% quando comparado ao mês anterior. A baixa atratividade do produto nacional e a limitação na efetivação de transações externas foram os principais fatores relacionados ao resultado das exportações em novembro.

    A demanda interna encontra-se arrefecida e não tem apresentado sinais de recuperação, corroborando para o enfraquecimento das cotações. Na última sexta-feira, 10, o Indicador Esalq/Senar-RS do arroz com 58% grãos inteiros e pagamento à vista fechou a R$ 62,28 por saca de 50 kg, queda de 5,39% ante o registrado no mesmo período do mês anterior.

    Em contrapartida, de acordo com o Cepea, o mercado interno registrou, ainda no mês de novembro de 2021 e pelo oitavo mês consecutivo, preço médio recebido pelo exportador equivalente a R$ 104,93/sc de 50 kg, reflexo do câmbio favorável.

    Vale ressaltar que o cultivo do cereal da safra 2021/22 avança em todo o território nacional. Especificamente no RS, maior produtor brasileiro, o plantio encontra-se praticamente finalizado. Favorecidas pela ocorrência de chuvas, ainda que esparsas, as lavouras apresentam desenvolvimento satisfatório, com condições adequadas para germinação, emergência e bom estande de plantas.

    Todavia, conforme ressaltado no último relatório divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento, a escassez de insumos na safra atual tem feito com que muitos produtores reduzam, ainda que pouco, o nível de tecnologia empregado, o que pode resultar na redução da produtividade no final da safra brasileira.

    Observa-se ainda crescente interesse dos orizicultores no RS no cultivo de soja em lavouras de arroz para a próxima safra, inclusive em áreas de várzeas (áreas que ficam inundadas em determinadas épocas do ano), tanto pelo sistema de sulcos, quanto por sulco-camalhão, motivado pelo aumento substancial dos custos de produção no cultivo do cereal, o que tem reduzido as margens do orizicultor.

    Para ter acesso a este e outros BBcast acesse blog.broto.com.br/bbcast-agro/ ou procure por BBcast Agro na sua plataforma de streaming de preferência.


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    Banco do Brasil, pra tudo que o agro imaginar.
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  • 13/12/2021 - Cenário da citricultura
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é segunda-feira, 13 de dezembro de 2021. Meu nome é Marcia Cristina Calixto, sou assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru, São Paulo, e vamos falar sobre o cenário da citricultura.

    A colheita segue firme até o final de dezembro, impulsionada pelas chuvas ocorridas desde o início de novembro, que vêm aliviando o estresse hídrico dos pomares.

    A preocupação do setor tem sido o avanço do greening. De acordo com o Fundecitrus, a doença está presente em 43 milhões de árvores, quase 25% das laranjeiras do cinturão citrícola de São Paulo e Triângulo/Sudoeste Mineiro. É a mais alta incidência já registrada no país deste 2004.

    O greening ainda é uma doença sem cura. Por isso, estratégias preventivas de manejo são essenciais para reduzir sua disseminação, progresso e danos. Para tanto, uma das ações é proteger a planta contra o inseto vetor (controle do psilídeo), e a outra é a eliminação de fontes de inóculo (plantas doentes), dentro das propriedades e ao redor destas.

    No cinturão citrícola, as ações externas de controle biológico e a substituição de plantas atrativas ao psilídeo em áreas urbanas têm auxiliado os citricultores, assim como o Alerta Fitossanitário do Fundecitrus, maior sistema de monitoramento do psilídeo do mundo.

    Em relação ao mercado da fruta, em novembro, a indústria pagou ao produtor, em média, R$ 28,90 pela caixa de 40,8 kg para processamento. A caixa da fruta para mesa foi comercializada a R$ 40,90.

    Para o suco de laranja, o consumo e a produção estão aquecidos, e o Brasil segue como líder mundial na produção e exportação do produto. Os baixos estoques mundiais remanescentes da safra encerrada seguem exercendo pressão altista sobre os preços no mercado externo. A tendência, mediante a confirmação da quebra da safra atual, é que os preços continuem firmes a médio prazo.

    No estado da Flórida, nos Estados Unidos, as expectativas são de que a safra 21/22 reduza 1,5%, embora as condições de cultivo da laranja estejam favoráveis. O país, que já foi o segundo maior produtor de laranja do mundo, vem perdendo espaço para China e Índia, mas continua sendo o maior consumidor mundial de suco de laranja.

    O Banco do Brasil dispõe de linhas de investimento para melhoria da estrutura produtiva, irrigação, máquinas, implementos e renovação de pomares.

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  • 10/12/2021 - Cenário da soja
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é sexta-feira, 10 de dezembro de 2021. Meu nome é Wender Santos, sou assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapadão do Sul, Mato Grosso do Sul, e falaremos sobre o cenário da soja.

    A colheita da soja nos Estados Unidos foi finalizada com produtividade final de 57,38 sacas/ha e produção total de 120,43 milhões de toneladas.

    O USDA, em seu relatório divulgado no dia 06/12, manteve a expectativa da safra brasileira em 144 milhões de toneladas e os estoques finais globais em 103,78 milhões de toneladas. As cotações da bolsa norte-americana estão oscilando entre U$ 12,50 e U$ 12,70/bushel.

    No Brasil, o plantio está finalizado no Centro-Oeste e nos estados de Minas Gerais, São Paulo e Paraná. No Matopiba, alcançou 98% da área e no Rio Grande do Sul, 88%.

    A Conab divulgou em seu relatório de perspectiva da safra brasileira 2021/2022, uma produção recorde de 142,26 milhões de toneladas de soja, aumento de 3,9% ante à safra anterior.

    Pelo indicador Cepea/BMF/Bovespa – Paranaguá, o preço em 06/12 foi cotado a R$ 168,21/saca. O mercado interno, no mês de dezembro, apresentou variação positiva de 0,87%.

    Para o mês de dezembro de 2021 a previsão do Inmet indica chuvas abaixo da média (entre 10 e 50 mm) no Rio Grande do Sul, oeste de Santa Catarina, norte de Minas Gerais e em áreas do Matopiba. Nas demais regiões, as chuvas deverão ficar próximas ou ligeiramente acima da média.

    Para o produtor ter maior previsibilidade em seu fluxo de caixa, garantir sua margem de lucro e minimizar a exposição às oscilações dos preços, o BB disponibiliza as linhas de proteção Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF). As Opções são contratadas mediante o pagamento de um prêmio, o produtor passa a ter o direito de exercer a opção, na data do vencimento, caso seja vantajoso. A comercialização do produto no mercado físico é livre e pode ser feita a qualquer momento.

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  • 09/12/2021 - Cenário da pecuária de corte
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é 09 de dezembro de 2021. Meu nome é Fabíola Lira, sou assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em São Borja, Rio Grande do Sul, e falaremos sobre o cenário da pecuária de corte.

    O cenário de queda nos preços da arroba, provocado pela paralisação nos embarques para a China, com reflexos expressivos na diminuição da exportação ao país no mês de outubro de 2021, mostrou movimentos positivos para a recuperação nos preços desde o último mês.

    No dia 23 de novembro, a Administração Geral de Alfândegas da China autorizou o desembarque das cargas de carne bovina brasileira certificadas até 03/09/2021, quando ocorreu a suspensão das importações chinesas.

    Essa informação trouxe alívio ao segmento exportador, haja vista o elevado volume que estava em trânsito ou estocado em câmaras frias e contêineres no Brasil. É um fator de suporte às cotações no mercado interno. Mas, ainda não há um posicionamento oficial a respeito de novas aquisições, além daquelas já realizadas anteriormente à interrupção dos embarques.

    Outro fator positivo para a recuperação do preço da arroba foi a estratégia adotada pelos produtores rurais. Dado os preços baixos em outubro e a maior disponibilidade de pastagens com o retorno das chuvas, os produtores optaram por reter os animais à pasto. Com esse cenário, de maior dificuldade de aquisição de animais terminados, as unidades frigoríficas reajustaram o preço de compra de gado, avaliando as melhores estratégias para aquisição de boiadas no curto prazo. Com isso, a cotação segue em recuperação e gira entre R$ 311 e R$ 314/arroba em Araçatuba, São Paulo.

    Em relação aos preços dos animais de reposição, a retomada dos preços do boi gordo começa a movimentar novamente este mercado. Em novembro, já se observou leve recuperação, com bezerro em São Paulo apresentando cotação entre R$ 2.800 e R$ 3.050.

    Assim, neste momento de retomada das chuvas e mercado instável, o produtor prepara suas estratégias para manejo e comercialização dos animais. E para apoiar você, pecuarista, o Banco do Brasil oferece excelentes oportunidades, como custeio pecuário e linhas de investimento. Ainda, face à recuperação dos preços da arroba, o mercado de opções e seguro faturamento pecuário são ótimas alternativas para mitigar riscos e proteger as margens frente à volatilidade do mercado, intempéries climáticas ou em seu processo produtivo.

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  • 08/12/2021 - Cenário do café conilon
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é quarta-feira, 08 de dezembro de 2021. Meu nome é Gildenize Barbosa Ferreira de Oliveira, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares, Espírito Santo, e vamos falar sobre o cenário do café conilon.

    O clima permanece favorável nas regiões produtoras de café conilon, principalmente no Espírito Santo, o maior produtor nacional da variedade. As lavouras do estado encontram-se em bom estado fisiológico, com granação uniforme e com perspectivas de uma boa safra em 2022.

    O preço do produto no mercado físico interno tem mantido tendência de alta, com ganhos acima de 1% nos três primeiros dias de dezembro, cotado na última sexta-feira a R$ 796,00/saca no Centro do Comércio de Café de Vitória.

    No mercado futuro, em Londres, não foi diferente, com o contrato janeiro de 2022 valorizando 3,11% a US$ 2.386/tonelada, com suporte positivo nos problemas de escoamento do grão pelo Vietnã, causados pela falta de contêineres e também pelo cenário de menor oferta imediata de café arábica e impactos na produção desta variedade na safra 2022/23.

    Apesar dos preços recordes, a preocupação atual do produtor é com o custo de produção, que segue elevado, principalmente por conta dos fertilizantes. Em novembro, as altas no potássio foram de 6%, no MAP 12% e na ureia 35%, lembrando que são insumos importados e que sofrem impacto direto do câmbio. Ainda, com o aumento das chuvas, houve um aumento da demanda por produtos à base de glifosato, que teve um aumento médio de 50%.

    O Banco do Brasil, que está sempre ao lado do produtor rural, disponibiliza linhas de crédito para o custeio da produção, permitindo a aquisição antecipada dos insumos e crédito para comercialização do produto. Para ter acesso às últimas notícias sobre eventos, mercado, clima e diversas outras soluções para o seu negócio rural, acesse a plataforma Broto, em broto.com.br, e baixe também o aplicativo Agrobot do Banco do Brasil, disponível na loja de aplicativos do seu celular, e tenha um consultor virtual agro na palma da sua mão.

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  • 07/12/2021 - Cenário da seringueira
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é 07 de dezembro de 2021. Meu nome é Julian Martinez, sou assessor de Agronegócios em São José do Rio Preto, São Paulo, e falaremos sobre o cenário da Seringueira.

    A cultura da seringueira tem grande importância comercial para a produção de coágulo natural de borracha, tanto no mercado externo quanto no interno.

    Em 2020, foram produzidas cerca de 220 mil toneladas de coágulo no Brasil, com destaque para o Noroeste e Norte de São Paulo, responsáveis por 66% da produção nacional, além das produções significativas nos estados do Mato Grosso, Minas Gerais, Goiás, Espírito Santo e Bahia.

    A forma principal de comercialização pelos produtores é o coágulo natural de borracha destinada às usinas processadores, que o transformam em granulado escuro brasileiro (GEB-10), para então serem comercializados para diversos fins, principalmente para a indústria automotiva, na fabricação de pneus.

    Atualmente, os preços estão remuneradores em função da relação ajustada de oferta e demanda e do câmbio favorável. No estado de São Paulo, o coágulo com teor de borracha seca de 53% (referência Apabor) está sendo comercializado, em média, a R$ 4,50/kg. Os valores de referência do GEB-10 são balizados no mercado físico do sudeste asiático, responsável por 92% da produção mundial. A cotação internacional, referência SMR20 do mercado de borracha da Malásia, está na faixa de R$ 9.828,00/tonelada.

    Em um cenário de maior consumo e pressão nos estoques, e por ser o Brasil importador de borracha natural, as perspectivas são favoráveis para a heveicultura brasileira.

    Importante ainda destacar a possibilidade de inserção da seringueira no mercado de créditos de carbono. Ainda, é possível aproveitar a madeira na indústria madeireira e para fins energéticos ao final do ciclo produtivo, que ocorre por volta do 35º ano após o início da sangria.

    O Banco do Brasil conta com linha completa de investimentos para que o produtor possa realizar novos plantios e custeio das áreas em produção, investimentos em produção de mudas e também recursos para comercialização.

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  • 06/12/2021 - Cenário do alho
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é 06 de dezembro de 2021. Meu nome é Barbara Regina Ferreira Correa, sou assessora de Agronegócios em São Gotardo, Minas Gerais, e falaremos hoje sobre o cenário do alho.

    O Brasil produz um alho de excelente qualidade, graças ao nosso alho roxo, caracterizado por possuir maior calibre e menor número de dentes em comparação ao alho comum, além de apresentar um sabor melhor do que o alho importado da China. Essas características são apreciadas pelos chefs de cozinha, agregando valor ao alho nacional.

    Segundo a Associação Nacional dos Produtores de Alho (Anapa), a atividade é considerada a que mais emprega trabalhadores rurais, ocupando, em média, 16 postos de trabalho por hectare no campo. Contudo, diante da atual elevação dos preços dos insumos (como fertilizantes, sementes, combustíveis e mão-de-obra), os custos de produção estão em patamares superiores a R$ 100 mil por hectare, exigindo controle eficiente dos recursos financeiros pelos produtores.

    Algumas características técnicas da atividade exigem investimentos em tecnificação para manter a competitividade, a exemplo do uso de sistemas de irrigação sob pivô central ou aspersão, mecanização da colheita e equipamentos para classificação, limpeza e embalagem da produção.

    Os produtores também podem investir em energia solar, galpões de cura e armazenamento, galpões para a realização do toalete e embalagem do produto, além de câmaras frias, que favorecem a conservação das sementes e ampliam a disponibilidade do alho durante o ano e a possibilidade de melhores preços na entressafra.

    O beneficiamento do alho é de suma importância, visto que a falta de padronização é considerada um gargalo do setor. Outro problema enfrentado pelos produtores se dá com a entrada do alho estrangeiro durante os meses de concentração da comercialização, reduzindo as margens financeiras dos produtores nacionais.

    No ano de 2020, o Brasil importou pouco mais de 193 mil toneladas de alho, volume superior à produção nacional . A Argentina e a China são os principais exportadores e competem fortemente com os maiores produtores nacionais, em especial, Goiás, Minas Gerais e Santa Catarina.

    O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de investimento e de custeio para armazenamento, comercialização, plantio e condução das lavouras de alho.

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  • 03/12/2021 - Cenário do milho
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá, hoje é sexta-feira, 03 de dezembro de 2021, meu nome é Danila Sá, sou assessora de agronegócios no Banco do Brasil em Barreiras – Bahia e falaremos sobre o cenário do milho.

    No mercado interno a Bolsa Brasileira - B3, operou em alta no dia 02 de dezembro. O vencimento de janeiro de 2022 era cotado a R$90,88, com alta de 0,49%, o março de 2022 valia R$90,98, com elevação de 0,54%. O mercado físico deve continuar com poucos negócios, com um volume ofertado reduzido e com compradores retraídos, indicando pouca liquidez na semana.

    Preocupações com a continuidade do clima mais seco observado em novembro na região Sul do país e a perspectiva de um dólar forte frente ao real, dão suporte aos futuros na B3.
    De acordo com a Emater RS, a estiagem dos últimos dias ocasionou baixa umidade relativa do ar e do solo, resultando em dificuldades no desenvolvimento da cultura.
    As regiões mais afetadas do Rio Grande do Sul são de Ijuí, Santa Rosa, Soledade, Erechim, Passo Fundo e Porto Alegre, onde os cultivos dão sinais de redução do potencial produtivo e perdas de produtividade. Com a evolução da fase vegetativa para a reprodutiva, aumentam as preocupações com perdas irreversíveis.
    Ainda no RS, para as regiões de Caxias do Sul e Santa Maria, o retorno das chuvas deram alívio às lavouras, que já apresentavam sintomas visíveis de déficit hídrico. Com a umidade no solo restabelecida, foram retomados o plantio e as aplicações de adubação nitrogenada em cobertura. Em geral, as lavouras, na região, se encontram com bom desenvolvimento e bom estande de plantas
    Estima-se que no Rio Grande do Sul o plantio já tenha sido realizado em 86% da área prevista. Deste percentual, 55% está entre as fases germinativa e vegetativa e 45% entre a fase de floração e enchimento de grãos.
    No Paraná com a volta das chuvas dessa última semana, afastou-se a possibilidade de perdas e o plantio pôde ser retomado. Nas demais regiões do Brasil, as condições das lavouras são boas.
    O Banco do Brasil oferece para o produtor, o BB Seguro Agrícola e o BB Seguro Faturamento, importantes instrumentos para mitigar os riscos climáticos, sempre presentes.
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  • 02/12/2021 - ZARC para citricultura
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é quinta-feira, 2 de dezembro de 2021. Meu nome é Maria da Graça Ribeiro Fogli, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Araraquara, São Paulo, e vamos falar sobre o ZARC (Zoneamento Agrícola de Risco Climático), mais especificamente, para os citros.

    O Brasil é o maior produtor mundial de laranja, com estimativa de produção de 268 milhões de caixas de 40,8 kg para a safra 2021/2022. Apesar da concentração do cultivo estar em São Paulo (cerca de 80%), outros estados, como Minas Gerais, Paraná, Bahia, Pará e Sergipe, têm expandido a sua citricultura, ganhando espaço pelas melhores condições fitossanitárias e fugindo de pragas e doenças, principalmente, do greening.

    O ZARC é um importante instrumento de política agrícola, muito ligado ao nosso crédito rural e ao seguro agrícola.

    Depois de mais de três anos como cultura não amparada pelo zoneamento, a laranja, acompanhada de outros, retornou em um novo ZARC, cheio de novidades.

    Vamos a elas?

    Pois bem, a primeira novidade é a estratificação dos riscos em 20, 30 e 40%, como já acontecia nos grãos.

    Foi contemplada a diversidade segmentada nas espécies laranja, limão, tangerina, pomelo e toranja.

    O ciclo de produção da fruta está enquadrado em muito precoce, precoce, meia estação, tardio e muito tardio.

    Também, pela primeira vez, os riscos climáticos associados às fases de desenvolvimento do fruto, começando na polinização, passando pelo pegamento de flores e frutos, crescimento e enchimento dos frutos e, por fim, chegando à maturação.

    No caso de investimento, as etapas de plantio até o completo estabelecimento das mudas no campo também estão contempladas no novo ZARC.

    São 49 portarias para o Brasil, cujo principal objetivo está na menor exposição dos cultivos aos riscos do clima. Cabe salientar que todos os municípios do estado de São Paulo estão aptos para o cultivo dos citros.

    Fica o nosso recado: cumprindo com as determinações do zoneamento, estaremos mitigando riscos inerentes à produção.

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  • 01/12/2021 - Cenário da pecuária leiteira
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é quarta-feira, 1º de dezembro de 2021, eu sou Pedro Paulo de Paula, assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Araçatuba, São Paulo, e vamos falar sobre o cenário da pecuária leiteira.

    Durante o mês de novembro foi possível observar leve queda de 2,1% na cotação do leite spot em Minas Gerais, pelo comparativo da segunda quinzena com a primeira quinzena de novembro, de acordo com o CEPEA. No mesmo período, houve queda de 1,9% em São Paulo e alta de 3,9% em Goiás.

    As negociações de derivados se mostraram estáveis em novembro. A muçarela teve variação positiva de 0,23%, enquanto o leite longa vida apresentou queda de 0,82% nas negociações pela indústria do estado de São Paulo.

    Esses dados reforçam a expectativa do mercado em preços firmes no leite pago ao produtor em dezembro, referente ao leite coletado em novembro. Paralelo a isso, estabilidade nas cotações do milho e farelo de soja mantiveram a relação de troca do leite com a mistura de milho com farelo de soja em 45,5 litros de leite para adquirir um saco de 60 kg da mistura. Esse valor é equivalente ao que foi praticado em outubro de 2020.

    A forte recuperação da arroba do boi gordo em novembro favoreceu o fluxo de caixa do produtor de leite, valorizando subprodutos, como o bezerro e a vaca descarte.

    Diante desse cenário, a gestão de custos da propriedade deve ser priorizada, e o produtor pode contar com as soluções de crédito disponíveis no BB, como o BB Custeio Pecuário para a aquisição de insumos e planejamento da produção de volumoso na próxima estação das águas.

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