BBCast Agro

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By BrotoBusiness
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BBCast Agro episodes

  • 11/01/2022 - Cenário da carcinicultura
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é 11 de janeiro de 2022. Meu nome é Paulo César, sou assessor de Agronegócios em Natal-RN, e vamos falar sobre a conjuntura atual da carcinicultura no Brasil.

    A cadeia produtiva da carcinicultura compreende desde a produção da pós-larva em laboratório até a sua comercialização na fazenda.

    A maior parte do camarão consumido no Brasil e no mundo provém de produção em cativeiros de tanques escavados. Poucos provém da pesca artesanal no mar.

    A Região Nordeste concentra quase 100% da produção nacional, que em 2020 alcançou 63 mil toneladas, sendo que os estados do Rio Grande do Norte e do Ceará se destacam na criação desse crustáceo, representando cerca de 70% da produção brasileira.

    Em meados do ano de 2004, surgiu a doença viral da mancha branca no estado de Santa Catarina, dizimando a produção naquele estado. Em 2014, chegou ao Rio Grande do Norte, e, em 2016, ao Ceará. Essa doença não tem cura e, a partir de então, os produtores estão desenvolvendo técnicas de convivência com a doença. Uma dessas técnicas é a criação em sistema intensivo protegido, com utilização de tanques escavados cobertos com lona própria, estufa para controle da temperatura ambiente e utilização de bioflocos, o que dá a possibilidade de altas densidades de estocagem, podendo chegar até 400 camarões por metro quadrado de lâmina d’água.

    O setor também segue em recuperação do período da pandemia. Com a queda brusca da procura por hotéis e restaurantes, principais mercados consumidores do produto, o preço do quilo de camarão chegou ao patamar de R$ 12/kg. Os custos de produção, principalmente da ração, também se elevaram. Com a volta das atividades à normalidade, o quilo do camarão segue em elevação e já está cotado a R$ 18.

    A exportação de camarão ainda é incipiente no Brasil, com a comercialização ainda sendo voltada para o mercado interno, mas o câmbio pode favorecer a comercialização externa desse produto.

    Visando apoiar a carcinicultura, o Banco do Brasil disponibiliza diversas oportunidades de crédito para investimento na construção, reforma e modernização de viveiros de camarão, nas linhas Inovagro, Moderagro, Investe Agro, Pronaf Mais Alimentos e Pronamp.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável!
    Até a próxima!

    Banco do Brasil, pra tudo que o agro imaginar.
    3 min
  • 10/01/2022 - Efeitos e perspectivas do clima para a safra 2021/22
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é segunda-feira, 10 de janeiro de 2022. Meu nome é Walter Ulisses Silveira Ruegger, sou assessor de Agronegócios do Banco no Brasil em Casa Branca, São Paulo, e vamos falar um pouco sobre os efeitos e perspectiva de clima para a safra 2021/22.

    Conforme explicamos em nosso último podcast de clima, os efeitos do La Niña ocasionam redução das chuvas, temperaturas elevadas e clima seco nas regiões Sul e Sudeste do Brasil. Nas regiões Norte e parte norte do Nordeste, ocorre a elevação do volume e frequência das chuvas durante o verão, e isso está sendo evidenciado nos últimos dias.

    O clima segue afetando as lavouras de verão e pastagens no oeste da Região Sul do Brasil e sul do Mato Grosso do Sul. Na parte norte do Mato Grosso e parte do Matopiba, o excesso de chuvas segue ocasionando o alongamento do ciclo das culturas, dificultando também o manejo e colheita, o que também gera perdas de produtividade e qualidade dos grãos.

    Esses fatos reforçam a necessidade de acompanhamento constante das previsões climáticas para a decisão do plantio, planejamento do manejo e colheita, e reforçam a necessidade indispensável da adoção de mitigadores, como seguro agrícola e Proagro.

    Para auxiliar no planejamento das atividades do dia a dia e mitigar riscos, através de dados mais precisos do microclima, o Banco do Brasil firmou parceria com a agtech FieldPRO, oferecendo para você, produtor rural, uma solução inovadora: a evolução da estação meteorológica, sem manutenção, sem copinho e 100% brasileira.

    É composta por um equipamento portátil, que mede as condições de umidade e temperatura do solo em tempo real, e uma plataforma digital de gestão que oferece informações que auxiliam na otimização de suas operações e na superação dos desafios dos eventos climáticos.

    As análises apresentadas pela FieldPRO, além das condições passadas e atuais do clima, da planta e do solo, ainda apresentam: alertas de eventos climáticos extremos e o acompanhamento do cultivo, através das imagens de satélite, podendo identificar áreas com vegetação deficiente e risco de doenças.

    Através das informações de umidade e temperatura do solo em tempo real da FieldPRO, você, produtor, poderá conferir se a terra está preparada para o plantio ou para a colheita, programando a operação no campo de forma mais assertiva. E a assinatura dessa solução pode ser financiada pelas linhas de custeio e CPR do Banco do Brasil.

    Para saber mais sobre essa e outras soluções disponibilizadas pelo Banco do Brasil e seus parceiros, acesse www.fieldpro.com.br.

    Conte sempre com a assessoria em agronegócios e toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!

    Banco do Brasil, pra tudo que o agro imaginar.
    4 min
  • 07/01/2022 - Cenário do milho
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é sexta-feira, 07 de janeiro de 2022. Meu nome é Danila Sá, sou assessora de agronegócios no Banco do Brasil em Barreiras, Bahia, e falaremos sobre o cenário do milho.

    No mercado externo, a Bolsa de Chicago (CBOT) finalizou a quarta-feira (05), com recuo nos preços. O contrato março de 2022 foi cotado a US$ 6,2, com desvalorização de 7,75 pontos e maio de 2022 a US$ 6,02, com perda de 6,75 pontos.

    A Bolsa Brasileira (B3) fechou o dia 05/01 em leve queda. O vencimento março de 2022 foi cotado a R$ 96,90, com desvalorização de 0,41%; o maio de 2022 foi negociado por R$ 92,88, com perda de 0,13%. No mercado físico, as principais cotações do cereal brasileiro terminaram o dia positivas, diante do cenário de perda de produtividade na região Sul do país, pela seca.

    De acordo informações da Agência Reuters, os futuros do milho em Chicago caíram na quarta-feira após fortes ganhos no último pregão, apoiado nos riscos climáticos para lavouras da América do Sul, que podem resultar em perda de produtividade.

    Em Santa Catarina, os dados da Epagri/Cepa demonstraram preocupações em relação ao fenômeno La Niña, que está provocando déficit hídrico nas regiões do planalto norte, oeste e extremo oeste. Já é possível estimar perdas entre 5 e 15% nessas áreas.

    Segundo dados da Emater Rio Grande do Sul, a cultura apresenta perdas irreversíveis devido à estiagem, variando de 30 a 50% principalmente na parte norte do RS. Na região sul do estado, não foram registradas perdas, pois a cultura foi favorecida por precipitações na semana.

    O Banco do Brasil oferece para o produtor o BB Seguro Agrícola e o BB Seguro Faturamento, importantes instrumentos para mitigar os riscos climáticos, sempre presentes.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!

    Banco do Brasil, pra tudo que o agro imaginar.
    3 min
  • 06/01/2022 - Cenário da pecuária de corte
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é 06 de janeiro de 2022. Meu nome é Vinicius Veras, sou assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Dourados, Mato Grosso do Sul, e vamos falar sobre o cenário da pecuária de corte.

    O mercado do boi gordo iniciou 2022 com os preços da arroba firmes nas principais praças de comercialização. Os pecuaristas seguem menos dispostos a negociar com as indústrias, buscando ofertas acima do patamar recorde histórico para comercializar. O indicador Cepea/B3, em 04 de janeiro, apontou a maior cotação já registrada (R$ 339,65/arroba), e o vencimento maio de 2022 da B3 fechou cotado a R$ 334,55/arroba.

    Mesmo com as restrições de exportação para a China, o volume de carne bovina exportado em 2021 foi o terceiro maior de todos os tempos. Com a reabertura desse mercado, os frigoríficos estão buscando animais que atendam às especificações exigidas por esse país, enquanto os pecuaristas seguem restringindo as ofertas. Desse modo, os frigoríficos encontram dificuldade para alongar as escalas de abate, que variam entre 5 e 7 dias úteis neste momento.

    Cabe ressaltar que, após o período de festividades de final de ano, onde o consumo de carne é elevado, o mercado tende entrar em período sazonal de retração na demanda interna, fator que pode alterar o direcionamento de alta na arroba observado.

    O clima no país mostra panoramas diferentes, com algumas regiões apresentando chuvas elevadas, enquanto na região Sul, parte de São Paulo e parte de Mato Grosso do Sul, a estiagem segue afetando a qualidade dos pastos, o que pode comprometer as estratégias de engorda de animais nessas regiões, provavelmente atrasando a disponibilidade de animais prontos nos próximos meses. Os produtores aguardam a confirmação das previsões de chuvas para este mês de janeiro, o que pode amenizar esta situação.

    Para os mais diversos desafios da pecuária de corte, o Banco do Brasil se apresenta como grande parceiro do pecuarista, valorizando sempre as ações desenvolvidas pela cadeia pecuária na busca das melhores tecnologias para garantir sustentabilidade ambiental e econômica dos sistemas de produção de carne bovina.

    Para esses e outros desafios, o Banco do Brasil oferece ótimas opções de linhas de investimento e recursos para o custeio pecuário, oferecendo também produtos para o pecuarista se proteger dos riscos da produção e comercialização no mercado de opções e mercado a termo.

    Conte sempre com a assessoria em agronegócios e de toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Obrigado e até a próxima!

    Banco do Brasil, pra tudo que o agro imaginar.
    4 min
  • 05/01/2022 - Cenário do café conilon
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é quarta-feira, 05 de janeiro de 2022. Meu nome é Gildenize Barbosa Ferreira de Oliveira, assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares, Espírito Santo, e vamos falar sobre o cenário do café conilon.

    Com o clima permanecendo favorável nas principais regiões produtoras de café conilon, principalmente no Espírito Santo, as lavouras encontram-se em bom estado fisiológico, com granação uniforme e com perspectivas de uma boa safra em 2022.

    O preço do produto no mercado físico interno tem mantido tendência de alta, cotado à R$ 800/saca na COOABRIEL.

    No mercado futuro, em Londres, não foi diferente, com o contrato de janeiro de 2022 valorizando US$8/tonelada, chegando a US$ 2.490/tonelada.

    A continuidade dos problemas logísticos de escoamento do grão pelo Vietnã, causados principalmente pela falta de contêineres e pelo aumento do custo do frete, resultaram em recuo de 6,5% nas exportações naquele país.

    Esses fatores também vêm afetando o Brasil e dando suporte ao aumento de preços do produto, em nível mundial. Além disso, o mercado financeiro também segue acompanhando as medidas para contenção de transmissão da variante Ômicron, da covid-19.

    Como o custo de produção, que vem se mantendo elevado, o produtor está apreensivo, em especial à continuidade de aumento no custo dos insumos. Com o início da granação e a possibilidade da existência de veranicos, deve-se aumentar o controle em relação à infestação de ácaros e insetos, devendo seguir todas as recomendações de manejo adequadas para a época.

    E para atender essas e outras demandas, o cafeicultor pode contar com o apoio do Banco do Brasil, que disponibiliza linhas de crédito para investimento, atendendo as práticas conservacionistas do solo, assim como de linhas de crédito para comercialização do produto e o custeio da aquisição dos insumos.

    E, a fim de mitigar o risco de preço, assegurar margens satisfatórias e resultados mais previsíveis para sua safra, aproveitando os preços recordes históricos para o produto, contamos com as Opções Agropecuárias do Banco do Brasil.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!

    Banco do Brasil, pra tudo que o agro imaginar.
    3 min
  • 04/01/2021 - Cenário do arroz
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é terça-feira, 04 de janeiro de 2022. Meu nome é Fabiola Lira, assessora de Agronegócios no Banco do Brasil em São Borja, Rio Grande do Sul, e falaremos sobre o cenário do arroz.

    A junção de diversos fatores no final de 2021 reforçou a expectativa positiva no tocante às exportações brasileiras para 2022, motivada pela recuperação da condição competitiva dos preços ante aos concorrentes, além da disponibilidade de matéria-prima e perspectiva de câmbio favorável.

    Com embarques abaixo de 27 mil toneladas registrados em novembro, a estimativa é que o RS deva ter alcançado mais de 160 mil toneladas, pelo menos, exportadas no mês de dezembro. Esse cenário, associado a preços mais altos tanto no Uruguai quanto nos Estados Unidos, por exemplo, colaborou para estabilizar as cotações.

    Entretanto, de acordo com o último conjuntural semanal divulgado pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o cenário ainda é incerto. Dentre os fatores destaca-se o problema logístico mundial, que aumentou consideravelmente os custos com transporte, o que pode impactar negativamente a comercialização e aumentar os estoques em território nacional.

    No mercado interno, de acordo com o Indicador ESALQ/SENAR-RS do arroz de 58% grãos inteiros e pagamento à vista, as cotações se mantiveram ao longo da semana anterior em R$ 62,50 por saca de 50 kg.

    Vale ressaltar que a safra 2021/2022 está sendo novamente marcada pela presença do fenômeno La Niña, acarretando períodos de estiagem no Rio Grande do Sul, principal produtor brasileiro.

    Para as lavouras de arroz, a maior preocupação se relaciona ao nível dos reservatórios, que estão baixando rapidamente, devido ao aumento da demanda por irrigação, resultado de altas temperaturas, baixa umidade relativa do ar e ventos que intensificam tanto a evaporação quanto a evapotranspiração.

    As projeções meteorológicas apontam para chuvas esparsas e abaixo da média no primeiro trimestre de 2022.

    Até o presente momento, conforme divulgado pela Conab, as lavouras no Rio Grande do Sul estão sob condições de ótima radiação solar, favorecendo o desenvolvimento.

    Em Santa Catarina, as lavouras estão majoritariamente em desenvolvimento vegetativo e também apresentam boa evolução. Em Tocantins, por sua vez, houve pouco avanço na semeadura, que já atingiu 80% da área total projetada, pois foi suspensa em determinado momento devido ao excesso de chuvas nas principais regiões produtoras. As lavouras já implantadas têm apresentado bom desenvolvimento, de modo geral.

    Para ouvir este e outros BBcast, acesse blog.broto.com.br/bbcast-agro ou procure por BBcast Agro na sua plataforma de streaming de preferência.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!

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    4 min
  • 03/01/2022 - Cenário da uva
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é 03 de janeiro de 2022. Meu nome é Sávio Diego, sou assessor de Agronegócios em Bento Gonçalves, Rio Grande do Sul, e falaremos sobre o cenário da uva.

    A uva é uma das frutas mais importantes economicamente no mundo. Podendo ser utilizada de diversas formas, sendo consumida in natura, uva-passa ou ainda ser utilizada na elaboração de vinhos, destilados, sucos e doces de diversos tipos.

    Atualmente, a vitivinicultura brasileira é desenvolvida como atividade economicamente importante nas Regiões Sul, Sudeste e Nordeste, nas quais sete estados destacam-se na produção nacional: Rio Grande do Sul, Santa Catarina, São Paulo, Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Paraná.

    O Rio Grande do Sul é o maior produtor de uva destinada à fabricação de bebidas. Já a região do Vale do São Francisco, que abrange partes dos estados de Pernambuco e Bahia, consolidou-se na produção de uvas de mesa, destacando-se, também, como polo exportador nos últimos anos. De acordo com o IBGE, em 2020 foram produzidas em torno de 1,4 milhão de tonelada no Brasil.

    Para a safra 2021/2022, o preço mínimo da “uva indústria” foi definido em R$ 1,31 por quilo, o que representa alta de 19% em relação à safra passada. Por outro lado, de acordo com o Cepea, o preço médio da uva fina de mesa com semente, no Vale do São Francisco, atingiu no mês de dezembro de 2021, R$ 4,00 por quilo, queda de 16% em relação ao mesmo período no ano anterior.

    O Banco do Brasil conta com linha completa de investimentos para que o produtor possa investir em renovação/implantação de parreirais, irrigação, cultivo protegido, armazenagem (câmara fria) e turismo rural.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!

    Banco do Brasil, pra tudo que o agro imaginar.
    3 min
  • 31/12/2021 - Cenário da erva-mate
    BBcast Agro apresenta: Cenários Agro

    Olá! Hoje é 31 de dezembro de 2021. Meu nome é Karin Correa Foggiato e sou assessora de Agronegócios em Curitiba, Paraná. Falaremos sobre o cenário da erva-mate.

    A erva-mate é o principal produto florestal não madeireiro nos três estados da Região Sul do país, ocorrendo em menor proporção também nos estados do Mato Grosso do Sul e São Paulo.

    O principal produtor nacional é o Rio Grande do Sul, com 45% da produção de 880 mil toneladas, seguido do Paraná, com 37%, e Santa Catarina, com 17% do total nacional.

    Em média, 60% de ervais são plantados a pleno sol, onde se destacam os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Os 40% de ervais restantes são de extração de florestas nativas, onde se destaca o estado do Paraná.

    A cultura possui vários sistemas de produção, divididos em erva-mate nativa, erva-mate sombreada nativa, erva-mate plantada sobre sombra e erva-mate plantada a pleno sol.

    Sua produtividade média é de 7.700 kg/ha, com potencial de 20.000 kg/ha, considerando-se investimentos em tecnificação das lavouras.

    A erva-mate pode ser utilizada como chimarrão, tererê, chá-mate, corante, estimulantes, emulsificantes, cosméticos, entre outros, com amplo espaço para se desenvolver novos produtos, em função de suas propriedades químicas, o que desperta atualmente grande interesse no mercado internacional.

    A valorização do produto dá-se em função da qualidade das folhas colhidas. O erval nativo ou sombreado tem os melhores preços de comercialização.

    O mercado vem se comportando de maneira estável, entre R$16,00 e R$18,00/arroba de erva-mate no pé, para os diversos sistemas de produção.

    Lembre-se: a erva-mate é uma alternativa de produção em áreas de reserva legal.

    O Banco do Brasil conta com linhas completas de investimento para que o produtor possa investir em: renovação/implantação das lavouras, adensamento de florestas nativas ou já existentes, sistemas agroflorestais envolvendo outras espécies florestais e despesas com tratos culturais e colheita para lavouras implantadas em idade produtiva.

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.

    Desejamos a todos um feliz fim de ano e um 2022 repleto de realizações. Até a próxima!

    Banco do Brasil, pra tudo que o agro imaginar.
    3 min
  • 30/12/2021 - Cenário do feijão
    Olá, hoje é quinta-feira, 30 de dezembro de 2021, meu nome é Fabíola Lira Assessora em Agronegócios do Banco do Brasil em São Borja no Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do feijão.
    No terceiro levantamento da Safra 2021/2022, a Conab estimou a produção brasileira de feijão em 3,14 milhões de toneladas, quantidade 5,72% superior à da safra anterior. Esse aumento, está lastreado na expectativa de elevação de 9,6% na produtividade, vista a redução de 0,5% da área a ser cultivada, para 2,9 milhões de hectares.
    Somando essa estimativa de produção ao estoque inicial e à importação prevista, o suprimento nacional na safra 2021/22 será de 3,39 milhões de toneladas. Como a expectativa de consumo interno é de 2,9 milhões de toneladas e de exportação de 200 mil toneladas, o estoque final deverá crescer para 291 mil toneladas.
    Contudo, o clima adverso segue afetando algumas regiões produtoras no Sul do Brasil desde novembro/21, principalmente o Sudoeste e Sul do Paraná, o que pode reduzir essa estimativa, visto que dados do Deral (Departamento de Economia Rural do PR) já apontam redução de mais de 10% na produção final da primeira safra, resultando em mais de 40 mil toneladas de feijão à menos sendo disponibilizada ao mercado consumidor.
    Com esse cenário, é provável que ocorra manutenção ou até leve aumento dos preços dos feijões em todo o território nacional nos próximos 3 meses, viés já notado em dezembro em algumas importantes praças consumidoras do País, como em Minas Gerais e São Paulo, por exemplo.
    Atualmente, os preços praticados para o feijão cores (carioca) estão entre R$ 240,00 a R$ 260,00 e os do feijão preto entre R$ 230 a R$ 250,00 por saca de 60 kg.
    O produtor de feijões pode contar sempre com o Banco do Brasil que ampliou a disponibilidade de recursos para o plano safra 2021/2022, com destaque no crédito para custeio agrícola e investimentos Agro, como recuperação e beneficiamento de solos, aquisição de máquinas e equipamentos agrícolas, recursos financeiros importantes para o melhor manejo da cultura do feijão, desde o pré-plantio até a colheita da safra.
    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    4 min
  • 29/12/2021 - Cenário do café conilon
    Olá, hoje é quarta-feira, 29 de dezembro de 2021, eu sou Marcus César Mesquita, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em GUAXUPÉ-MG e hoje vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA e OPÇÕES AGROPECUÁRIAS.

    Após a cotação da commodity atingir 2,52 US$c/lb na bolsa de NY, o mercado futuro de café teve períodos de realizações de lucro influenciados pelas preocupações com a economia mundial e com a variante ômicron. Já em ritmo de final de ano e com o arrefecimento dos negócios a cotação chegou a atingir mínima de 2,23 US$c/lb. No mercado interno, a saca do café fino está entre R$ 1450,00 e 1480,00, refletindo as incertezas acerca da relação oferta/consumo desta safra, considerada bastante estreita, fruto da menor produção prevista de arábica. Apesar do aumento dos custos de produção os preços ainda são considerados remuneradores e os produtores têm realizado vendas de forma escalonada sem pressão vendedora, cientes da menor oferta.

    A estratégia de vendas antecipadas é conveniente quando os patamares de preços permitem cobrir os custos de produção e podem propiciar boas margens de lucro adicionando previsibilidade à administração dos recursos escassos no médio e longo prazo.

    No entanto, para assegurar a participação no mercado, em caso de cenários alternativos ao inicialmente previsto, sugere-se a estratégia de Opções.

    Nesse sentido, do ponto de vista do produtor rural, é possível participar de eventuais altas, mesmo estando com seu preço de venda definido, usando o mercado de opções. Nesta situação, uma opção de compra (chamada de CALL) poderia ser considerada. De forma simples, a CALL seria uma espécie de seguro que lhe permite ser indenizado caso haja altas de preço acima do valor contratado.

    De forma similar, pode-se assegurar um patamar de preços mínimos de venda para uma determinada data ao se usar a Opção de venda, chamada de PUT. Ou seja, estabelece-se o patamar de preço que, caso não seja alcançado na bolsa de referência, recebe-se o valor correspondente à diferença entre os dois valores.

    Importante ressaltar que, em ambos os casos, PUT ou CALL, você ainda permanece com a decisão de venda física do seu produto, diferente da venda antecipada onde você tem a obrigação da entrega.

    Como podemos ver, o mercado de opções, ponderados os seus custos, é importante estratégia para participar de diferentes movimentos de preço.

    E para isso, o BB possui proteções de preço em vários níveis, seja na Bolsa de Nova Iorque ou na B3 brasileira. Informe-se com seu Gerente Agro sobre as Opções Agropecuárias do Banco do Brasil a fim de mitigar o risco de preço, assegurar margens satisfatórias e resultados mais previsíveis para sua safra.

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    4 min

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Boletim realizado por especialistas da Diretoria de Agronegócios e Gerências de Assessoramento Técnico ao Agronegócio do Banco do Brasil. A cada dia, uma análise sobre o cenário de uma cultura…