BBCast Agro

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By BrotoBusiness
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  • 07/02/2025 - Cenário do milho
    Olá, hoje é sexta-feira, 07 de fevereiro de 2025, meu nome é Leandro Milléo, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Presidente Prudente, São Paulo, e vamos conversar sobre o cenário do milho.

        Os preços futuros, negociados na Bolsa de Chicago, seguem em valorização, alcançando os preços mais altos dos últimos 18 meses. As notícias do acordo entre  Estados Unidos e  México, suspendendo temporariamente as tarifas que o presidente Donald Trump anunciou aos produtos mexicanos, animou o mercado, visto que o México é o principal comprador de milho dos Estados Unidos.

      Outro fator relevante no cenário internacional se refere ao clima seco na Argentina, segundo a Bolsa de Cereales de Buenos Aires, as lavouras em situação boas e excelentes, baixaram para 28%, redução de 2,9% nesta semana. Além disso, 24,5% do milho tardio está na fase crítica, a ocorrência de chuvas será essencial para evitar mais perdas.

      O contrato referência março/2025 encerrou no dia 05, cotado a US$ 4,93/bushel.   No Brasil, avança a colheita da safra de verão, alcançando 10,5% da área cultivada. O Rio Grande do Sul, é o estado com a colheita mais avançada, 43% da área. As produtividades apresentam grandes variações devido à estiagem que atingiu o estado em dezembro e janeiro que afetou áreas em fase de enchimento de grãos, mas sem abrangência uniforme no estado, houve ocorrências de áreas com perdas totais e outras com produções acima do esperado inicialmente.

      O milho segunda safra avança lentamente o plantio, segundo dados da Conab, até o momento 5,3% da área foi semeada, contra 19,8% no mesmo período do ano passado. O estado do Mato Grosso, maior produtor de milho segunda safra, apresenta o maior atraso, atualmente possui 6,2% da área semeada, no mesmo período na safra passada, já haviam semeados 30,2% da área. O excesso de chuvas na região Centro-Oeste continua sendo o principal motivo do atraso, impactando a colheita da soja, e consequentemente o plantio do milho.   Com os vendedores retraídos, focados na colheita da safra verão e plantio da safrinha, e os compradores buscando recompor estoques, os preços no mercado interno tiveram novas altas.

        No último dia 05, o indicador do milho, referência CEPEA/B3, encerrou cotado a R$ 76,04 por saca, aumento de 4,55% nos últimos 30 dias.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.

         Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Março/25, com strike/preço garantido entre R$ 75,16 e R$ 77,95 por saca, e  - Maio/25, com strike/preço entre R$ 73,28 e 77,28 por saca. 

      Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis, acesse sua conta no APP BB > Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento. 

      Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!
    4 min
  • 06/02/2025 - Cenário da suinocultura
    Olá, hoje é 06 de fevereiro de 2025, meu nome é Afonso Schneider, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Toledo-PR e falaremos sobre o cenário da suinocultura.

     Após a queda nos preços do suíno nas últimas semanas do ano passado e nas primeiras de 2025, o cenário atual é de acomodação e estabilização de preços, variando entre R$ 7,66 e R$ 7,96 o kg do suíno vivo. Para janeiro, o preço médio está 13% acima da média apresentada nos últimos 5 anos para o mesmo período. É normal essa queda para o período, decorrente de demanda menos aquecida de início de ano, onde o consumidor tem acúmulo de outros compromissos a pagar.

     Em 2024, as exportações brasileiras de carne suína fecharam o ano com um novo recorde, totalizando 1,18 milhão de toneladas de carne suína “in natura”, 8,5% a mais do que exportado em 2023. Considerando o total exportado (incluindo produtos in natura e processados), o volume representou um crescimento de mais de 10% em relação ao ano anterior, somando um faturamento superior a 3 bilhões de dólares com exportação em 2024. O Brasil vem se destacando na expansão de novos mercados e na diversificação de países compradores, com mais de 121 destinos diferentes. No acumulado do ano de 2024, as Filipinas ultrapassaram a China como principal destino das exportações brasileiras. Além desses dois grandes importadores, destacaram-se o Chile, Japão, Hong Kong, México, Singapura, dentre outros. Os principais insumos utilizados na atividade, farelo de soja e milho, sofreram pouca variação nos últimos meses.

     Com a previsão atual de safra recorde de grãos e a depender do desenvolvimento da safrinha de milho no país, poderemos ter algum recuo no custo de produção do suíno. Vale lembrar que mesmo com o recuo nos preços recebidos pelo suinocultor nas últimas semanas de comercialização, a atividade ainda apresenta margem de rentabilidade positiva. Fazendo um balanço do ano de 2024, o produtor acumulou margens bastante satisfatórias quando comparadas ao ano de 2023. A expectativa para o ano de 2025 é positiva, com manutenção de bons volumes exportados e produção interna estável, resultando em boas margens de rentabilidade para a atividade.

     O suinocultor deve manter um planejamento para a compra de insumos, acompanhando as tendências dos preços dos grãos. O Banco do Brasil oferece mecanismos de proteção de preços do grão no mercado futuro e a possibilidade de realizar o financiamento das diferentes despesas da sua produção com o Custeio Agropecuário, garantindo os melhores preços e insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.

     Até a próxima.
    4 min
  • 05/02/2025 - Cenário do café conilon
    Olá! Hoje é quarta-feira, 05 de fevereiro de 2025. Eu sou Gildenize, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Linhares, Espírito Santo, e vamos falar sobre o cenário do café conilon.

     Mesmo com o retorno das chuvas e condições climáticas mais favoráveis, os impactos do clima adverso no início da safra já podem ter comprometido a produtividade da próxima colheita. Por isso, é essencial reforçar os investimentos em práticas que fortalecem as plantas, como o monitoramento contínuo e a adequação do manejo nutricional e hídrico. A menor produção de robusta no Vietnã segue pressionando o mercado.

     A oferta segue em queda, principalmente devido às condições climáticas adversas e mudanças na política agrícola do país, com alguns agricultores migrando para culturas mais rentáveis. Além disso, os custos elevados de transporte global e os estoques reduzidos contribuem para a volatilidade dos preços, cenário que pode se manter até a próxima safra. No mercado futuro, a Bolsa de Londres iniciou a semana com uma leve queda de US$ 50, negociando o contrato para maio de 2025 a US$ 5.644 por tonelada.

     No mercado interno, as cotações do conilon seguem voláteis, com tendência de alta ao longo do mês. No início de fevereiro, o café conilon tipo 7 foi cotado a R$ 2.010,00 por saca de 60 kg na COOABRIEL, em São Gabriel da Palha, Espírito Santo. Diante desse cenário, os produtores devem avaliar estratégias para comercialização, aproveitando os momentos de alta para travar preços. Além da venda no mercado físico, o uso de contratos a termo e linhas de crédito para estocagem pode ser uma alternativa eficaz para garantir margens e mitigar riscos em um mercado volátil.

    O Banco do Brasil oferece diversas opções de crédito para atender às necessidades dos produtores. Para mais informações, entre em contato com o seu gerente de relacionamento. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.

     Até a próxima!
    3 min
  • 31/01/2025 - Cenário da soja
    Olá, hoje é sexta-feira 31 janeiro de 2025, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó SC, e falaremos sobre o cenário da soja.

    O clima favoreceu o desenvolvimento das lavouras no Norte e Centro Oeste do país, com perspectiva de produtividades recordes. No entanto, no sul do MS, noroeste do PR e sudoeste do RS, o fenômeno climático La Niña vem causando irregularidades na distribuição de chuvas e trazendo preocupações aos produtores destas regiões.

    Vale ressaltar que, no MT as chuvas recorrentes vêm atrapalhando o avanço da colheita, podendo refletir na qualidade dos grãos. Segundo a CONAB, a colheita no Brasil segue avançando lentamente, tendo atingido 3,2% das áreas semeadas, número muito inferior ao mesmo período da safra passada, que foi de 8,6%.

    Na Argentina o plantio está tecnicamente finalizado, no entanto as condições climáticas seguem preocupando o mercado, fato que fez a bolsa de Cereales de Buenos Aires reduzir a estimativa de produção de 50,6 para 49,6 milhões de toneladas. Em seu último relatório, divulgado em 09/01, o USDA manteve as estimativas da produção brasileira e Argentina, em 169 milhões de toneladas e 52 milhões de toneladas, respectivamente.

       Em momentos de tensões comerciais, impostas pelo novo governo americano, como a guerra comercial com a China, as tarifas e as negociações podem afetar diretamente as exportações da safra norte americana, refletindo as cotações em Chicago.

     O contrato de soja na CBOT com vencimento em março/25 fechou em 29/01 cotado a US$ 10,52/bushel, apresentando estabilidade em relação ao início do mês (10,10 US$). O indicador CEPEA em 28/01 foi cotado a R$ 130,70/saca, apresentando queda de 6,25% em relação ao início de janeiro. (139,41 R$ 30/12), refletindo o recuo da cotação do Dólar frente ao Real e as perspectivas de prêmios negativos nos portos.

      Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra e diante da volatilidade no mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação de travamento de câmbio e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:

     - fev/25 com strike/preço garantido entre 10,27 e U$ 10,53/bushel e
     - abril/25 com strike entre U$ 10,15 e U$ 10,68/ bushel

    Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.” 

    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    4 min
  • 30/01/2025 - Cenário do boi gordo
    Olá, hoje é 30 de janeiro de 2025, meu nome é Luciane Seraphim, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Santo Ângelo (RS) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.

      Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne bovina in natura, nos doze dias úteis de janeiro, foram de 112,7 mil toneladas, com média diária de 9,4 mil toneladas, representando uma alta de 13,8% no volume diário exportado em relação a jan/24. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.040,20, representando avanço de 11,4% em relação ao mesmo período de 2024. A desvalorização do real frente à moeda americana contribui para o aumento da competitividade do produto brasileiro no mercado internacional.

    No dia 28 de janeiro de 2025, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba foi precificada em R$ 325,20, com baixa de 0,46% no dia. Já na B3, o contrato futuro de fevereiro de 2025 fechou o dia cotado em R$ 325,95. A terceira semana de janeiro de 2025 apresentou estabilidade no preço do boi gordo. O período chuvoso mantém boa oferta de pasto em janeiro contribuindo para manter o animal na propriedade, conferindo ao produtor o poder de melhores negociações. Este cenário mantém o preço fortalecido dos animais de reposição.

    Consequentemente a reposição segue com movimento de alta. Apesar da oferta de bezerros ser restrita, a relação de troca com o boi se apresenta favorável ao invernista no comparativo com a média histórica. Reforçamos a necessidade de adoção de estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar os riscos da atividade.

    Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em:

    Março de 2025 com preço garantido (strike) entre R$ 313,70 e 322,75/@, 
    e Abril de 2025 com strike entre R$ 307,15 e 320,00/@.

    Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro.

    Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.

    Até a próxima!
    4 min
  • 29/01/2025- Cenário do algodão
    Olá, hoje é quarta-feira, 29 de janeiro de 2025, meu nome Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Campos de Holambra, São Paulo, e vamos conversar sobre o cenário do algodão.

       O novo presidente empossado dos Estados Unidos, Donald Trump, considera taxar as importações de produtos chineses e, esse fato, poderá impactar a demanda de pluma do país asiático durante a safra 24/25. Salientamos que os americanos são os maiores importadores de produtos de confecções da China.

     Porém é importante citar que, apesar da demanda chinesa estar cercada de incerteza, alguns países asiáticos como Vietnã, Bangladesh e Paquistão apresentam estimativas de aumento de importações (respectivamente, 6,3%, 1,7% e 40,3%) comparadas à safra passada de acordo com o boletim de janeiro do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA).

    A maior estimativa de importação destes países se deve muito ao dólar valorizado que proporciona uma pluma, sobretudo a brasileira, mais competitiva no mercado mundial.

    Reflexo disso são as exportações brasileiras que seguem em bom ritmo: em 12 dias úteis em janeiro foram enviadas ao exterior 265 mil toneladas (6% maior que todo o mês de janeiro de 2024). Caso o ritmo se mantenha, o país poderá se consolidar pela segunda safra seguida como maior exportador mundial. No Brasil, o plantio do algodão primeira safra foi finalizado nos estados da Bahia, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul. A maior área de plantio do país é em Mato Grosso que, no momento, tem 29% já semeada (considerando primeira e segunda safras, conforme dados do Instituto mato-grossense de economia agropecuária - IMEA).

    Neste mês, o excesso de chuvas, somado ao atraso da semeadura da soja e, consequentemente a sua colheita, são alguns dos fatores que preocupam os produtores do estado. O Banco do Brasil oferece as Opções Agro BB e o Termo de Moedas (NDF) para o produtor continuar garantindo suas margens e, atualmente, temos as Opções de Venda (PUT), referenciadas na B3, com vencimento em:

     - junho/25 com strike entre U$c 65 e U$c 69/pound.

    Consulte seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre   com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a proxima.
    3 min
  • 28/01/2025 - Cenário do amendoim
    Olá, hoje é 28 de janeiro de 2025, meu nome é Maurício Delfini Diziola, sou Engenheiro Agrônomo e Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Marília SP e hoje vamos falar da cultura do amendoim.

    Nesta safra, a área plantada, de acordo com a CONAB, é de 279.600 ha, expansão de 9,5 % em relação à safra passada, com a produção devendo superar 1,1 milhão de T de amendoim em casca. Na percepção dos produtores rurais paulistas e técnicos de campo, essa expansão de área será superior, devido a migração dos produtores de soja para o amendoim.

    A cultura está em expansão no Estado do Mato Grosso do Sul, saindo de 7.400 ha em 2023, para 21.200 ha em 2024, conforme último levantamento da CONAB, a previsão é de 42.300 ha nesta safra, praticamente o dobro em relação à safra passada. As agroindústrias instaladas no Estado não processam toda a produção sendo necessário o transporte do grão em casca para o Estado de São Paulo, o que encarece o custo de produção no Mato Grosso do Sul, mas compensado com valores menores na despesa com arrendamento de terras ou mesmo plantios em terras próprias em substituição a lavoura de soja, devido a maior rentabilidade que a lavoura de amendoim pode proporcionar.

    Nas regiões sul, sudeste e centro oeste do Brasil, o plantio ocorre de setembro a dezembro de forma que a colheita fique escalonada, já que o amendoim em casca é dependente de passar por máquinas de pré-limpeza e secadores para posterior armazenamento. Nesta safra, devido a ausência de chuvas, os plantios começaram a ocorrer apenas a partir de 12 de outubro. Nesta data já deveriam estar plantados 30% da área, o que indica que a colheita exigirá maior número de colhedoras e estrutura pós-colheita mais robusta para armazenagem adequada da produção.

    Com relação as movimentações do setor, destacamos a realização do 3º. Dia de Campo do Amendoim nos dias 15 e 16 de janeiro, no município de Getulina SP, onde foram apresentadas técnicas de manejo das pragas e doenças da cultura, novas variedades, mais produtivas e adaptadas ao clima e solo arenoso da alta paulista, dentre outros assuntos de interesse dos produtores.

     Também é esperado grande movimentação dos produtores na reunião da Câmara Setorial do Amendoim, no próximo dia 06 de fevereiro, no município de Mirassol SP, para tratar das novas regras do ICMS no Estado de São Paulo e impactos na estrutura de custos dos produtores paulistas. Nas últimas safras, verificou-se um expressivo aumento nos financiamentos via BB, tanto em valores como em quantidades de operações.

     A expertise do Banco do Brasil, que possui uma ampla rede de agências especializadas e canais de atendimento, também contribuiu muito para o sucesso, o crescimento e o estabelecimento do amendoim como mais uma importante cultura brasileira no cenário mundial. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.

     Até a próxima
    4 min
  • 24/01/2025 - Cenário do milho
    Olá, hoje é sexta-feira, 24 de janeiro de 2025, meu nome é Alexandre Stadler, Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Canoinhas, Santa Catarina, e vamos falar sobre o cenário do milho.

        Os preços futuros, negociados na Bolsa de Chicago, seguem em valorização, alcançando os preços mais altos dos últimos 12 meses. O mercado reflete os dados do relatório do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), apresentado no último dia 10, que reduziu os estoques americanos em 5 milhões de toneladas, volume acima do que o mercado esperava. Além disso, a preocupação com o clima nas lavouras da América do Sul, o dólar valorizado frente à outras moedas e às preocupações com as tarifas que o presidente Donald Trump prometeu impor à vários países, contribuíram para as sucessivas elevações nas cotações.   O contrato referência março/2025 encerrou no dia 22, cotado a US$ 4,84/bushel.

      No Brasil, o último relatório da Conab, apresentado no dia 14, manteve as expectativas de produção do cereal para a Safra 2024/25 em 119 milhões de toneladas, que representa aumento de 3,3% em relação ao ciclo anterior. A safra de verão caminha para o final do plantio, com 91% da área semeada. Por outro lado, a colheita avança para 4,4% da área, com destaque para o estado do Rio Grande do Sul, onde 18% da área já foi colhida. As produtividades colhidas apresentam grandes variações, refletindo o déficit hídrico que atinge parte do estado.

      O milho segunda safra já começou a ser cultivado, em ritmo mais lento que a safra anterior. Até o momento, 0,5% da área foi semeada. No mesmo período no ano passado, havia sido semeada 5% da área. O excesso de chuvas na região Centro-Oeste tem atrasado o avanço da colheita da soja, que pode impactar o plantio do milho 2ª safra dentro da janela ideal.

      No último dia 22, o indicador do milho, referência CEPEA/B3, encerrou cotado a R$ 74,10 por saca, com aumento de 1,22% nos últimos 30 dias.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.

         Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Março/25, com strike/preço garantido entre R$ 73,13 e R$ 76,06 por saca, e  - Maio/25, com strike/preço entre R$ 71,14 e 75,09 por saca.

        Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis, acesse sua conta no APP BB > Menu Agro.

        Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.

        Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!
    4 min
  • 23/01/2025 - Cenário do leite
    Olá, hoje é 23 de janeiro de 2025, meu nome é Natály Villa, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Bauru/SP e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de leite. De acordo com o CEPEA, de janeiro a novembro de 2024 os preços do leite apresentaram uma alta de 23,5%.

     O leite captado em novembro de 2024 teve queda de 6% na "Média Brasil", em relação ao mês anterior, chegando a R$ 2,64/litro. Esse valor é cerca de 29,7% maior que o registrado em novembro de 2023. Segundo a EMBRAPA, os custos subiram pelo sétimo mês consecutivo. Em novembro de 2024 ocorreu um aumento de 0,3%, comparado ao mês anterior, influenciado por concentrado e volumosos. Nos últimos doze meses o custo de produção aumentou 4,3%. Durante o mês de novembro de 2024 as importações de lácteos tiveram uma leve alta, comparado ao mês anterior.

     Ao todo, foram importados 209,5 milhões de litros em equivalente-leite. No mês foram exportados 4,8 milhões de litros em equivalente-leite, o que corresponde a um aumento no comparativo mensal de 5,78%.

     De acordo com a publicação do Centro de Inteligência do Leite da EMBRAPA, no acumulado de 2024, a balança comercial de lácteos apresentou déficit de US$ 876 milhões, correspondente ao volume de 2.012 milhões de litros de leite equivalentes. Segundo dados divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior (SECEX), as exportações de leite, creme de leite e laticínios, exceto manteiga ou queijo, aumentaram 5,1% em dezembro de 2024, comparado com o mesmo período de 2023, com volume de 3.830 toneladas a um preço de US$ 2.414,9 por tonelada.

     Em consulta aos Conseleites do: Paraná (PR), Rio Grande do Sul (RS), de Minas Gerais (MG) e Santa Catarina (SC), a projeção é queda média de 1,5% no preço pago pelo litro do leite para dezembro. Diante deste cenário, o produtor de leite pode buscar a melhor gestão de custos dentro da porteira contando com as linhas de Custeio do BB para aquisição de insumos no momento oportuno. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.

     Até a próxima.
    4 min
  • 22/01/2025 - Cenário do café arábica
    Olá, hoje é quarta-feira, 22 de janeiro de 2025, eu sou Alexandre Carvalho Queiroz, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas-MG e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA.

     Apesar da estiagem prolongada ter prejudicado o desenvolvimento e a florada dos cafeeiros, as chuvas de novembro a janeiro, nas principais regiões produtoras, tem favorecido o desenvolvimento das plantas e dos chumbinhos, aliviando as preocupações com a produção da próxima safra no Brasil.

     Divulgado em 14/01/25, dados do IBGE da safra 2025, trazem uma estimativa de queda na produção da safra brasileira de 11,2% em relação a 2024 para o café arábica, totalizando 35,6 milhões de sacas, essa queda é fruto da estiagem prolongada e altas temperaturas que afetaram as principais regiões produtoras. Diante de uma demanda crescente no consumo de café no mundo, em especial dos países asiáticos e devido as adversidades climáticas nos principais países produtores, houve uma grande preocupação com a oferta de café mundial, fazendo com que os preços de café arábica atingissem as maiores cotações dos últimos anos. Em 20 de janeiro de 2025 os preços internos nas principais praças registraram uma média acima de R$ 2.300,00 a saca do café arábica no mercado físico.

     Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, consideramos perspectiva de manutenção dos preços em altos patamares, levando em conta a média dos últimos anos. O Banco do Brasil oferece créditos de custeio, investimento e comercialização para a condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços, possibilitando assegurar margens diante da alta volatilidade do mercado cafeeiro e preocupações climáticas.

     Como forma de proteção de preço, o BB disponibiliza o termo de mercadoria e as opções agro para proteção das margens de rentabilidade na cafeicultura. Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável.

     Até a próxima!
    3 min

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Boletim realizado por especialistas da Diretoria de Agronegócios e Gerências de Assessoramento Técnico ao Agronegócio do Banco do Brasil. A cada dia, uma análise sobre o cenário de uma cultura…