BBCast Agro

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BBCast Agro episodes

  • 21/01/2025 - Cenário da cana-de-açúcar
    Olá, hoje é 21 de janeiro de 2025, sou Fabíola Lira, assessor(a) de Agronegócios do Banco do Brasil em Tangará da Serra Mato Grosso e falaremos sobre o cenário da cana-de-açúcar.

     A safra 2024/2025 de cana-de-açúcar no Centro-Sul do Brasil está praticamente colhida. As chuvas impactaram o ritmo de colheita no início de novembro e várias unidades produtoras postergaram o término das operações para o final do mês. Do início da safra até 1º de janeiro a moagem atingiu 613,6 milhões de toneladas, 4,75% abaixo da moagem durante o mesmo período do ano anterior, que foi uma safra recorde.

     A próxima safra projeta ser marcada por um crescimento significativo na produção de açúcar, tanto no Brasil quanto no cenário mundial. Conforme consultoria Safras & Mercado, em suas estimativas para a safra 2025/26 a projeção de moagem de cana-de-açúcar no Brasil passou de 661,90 milhões de toneladas, previstas em outubro, para 676,90 milhões. Para a região Centro-Sul, a previsão de colheita foi ajustada de 605 milhões para 620 milhões de toneladas, enquanto a expectativa para o Norte-Nordeste permaneceu estável, com 56,9 milhões de toneladas.

     As perspectivas climáticas indicam que a antecipação de um mês do início do período chuvoso no Centro-Sul, favoreceu a maturação das lavouras. Além de que chuvas adicionais posteriores proporcionaram uma melhoria significativa nos níveis de qualidade dos canaviais colhidos na safra 2024/25, criando uma base favorável para um desempenho ainda melhor na safra seguinte.

     Conforme analista da Datagro, o principal desafio do setor, que é de capital intensivo, é a taxa de juros elevada. Obviamente, a continuidade de medidas protecionistas em mercados-chave como União Europeia e Estados Unidos também pode ser um obstáculo, apesar do Brasil estar se consolidando cada vez mais como o maior exportador de açúcar, garantindo o abastecimento dessa commoditie a nível global, representando mais de 75% das exportações mundiais de açúcar cru e cerca de 60% dos embarques totais de açúcar cru e branco.

     Para atender as necessidades da cana-de-açúcar o produtor pode sempre contar com o Banco do Brasil. Há linhas de crédito para investimento, como implantação e reforma de canaviais, irrigação, compra de máquinas e implementos para a atividade, além do tradicional crédito de custeio agrícola e CPR. Quer saber sobre as principais cadeias do agronegócio e muito mais? Inscreva-se em www.broto.com.br. Conte sempre com a assessoria em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.
    5 min
  • 21/01/2025 - Cenário do café arábica
    Olá, hoje é quarta-feira, 22 de janeiro de 2025, eu sou Alexandre Carvalho Queiroz, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Patos de Minas-MG e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA.

    Apesar da estiagem prolongada ter prejudicado o desenvolvimento e a florada dos cafeeiros, as chuvas de novembro a janeiro, nas principais regiões produtoras, tem favorecido o desenvolvimento das plantas e dos chumbinhos, aliviando as preocupações com a produção da próxima safra no Brasil.

      Divulgado em 14/01/25, dados do IBGE da safra 2025, trazem uma estimativa de queda na produção da safra brasileira de 11,2% em relação a 2024 para o café arábica, totalizando 35,6 milhões de sacas, essa queda é fruto da estiagem prolongada e altas temperaturas que afetaram as principais regiões produtoras.

     Diante de uma demanda crescente no consumo de café no mundo, em especial dos países asiáticos e devido as adversidades climáticas nos principais países produtores, houve uma grande preocupação com a oferta de café mundial, fazendo com que os preços de café arábica atingissem as maiores cotações dos últimos anos.

     Em 20 de janeiro de 2025 os preços internos nas principais praças registraram uma média acima de R$ 2.300,00 a saca do café arábica no mercado físico. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, consideramos perspectiva de manutenção dos preços em altos patamares, levando em conta a média dos últimos anos.

     O Banco do Brasil oferece créditos de custeio, investimento e comercialização para a condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços, possibilitando assegurar margens diante da alta volatilidade do mercado cafeeiro e preocupações climáticas. Como forma de proteção de preço, o BB disponibiliza o termo de mercadoria e as opções agro para proteção das margens de rentabilidade na cafeicultura.

     Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    3 min
  • 17/01/2025 - Cenário da soja
    Olá, hoje é sexta-feira 17 janeiro de 2025, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de 
    Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó SC, e falaremos sobre o cenário da soja.
    O clima favoreceu o desenvolvimento das lavouras no Norte e Centro Oeste do país, 
    com perspectiva de produtividades recordes. No entanto, no MS e em algumas áreas
    do Sul do Brasil, o fenômeno climático La Niña vem causando irregularidades na 
    distribuição de chuvas e trazendo preocupações aos produtores destas regiões. 
    Segundo a CONAB, a colheita já foi iniciada em diversas regiões do país. Para o início 
    de fevereiro, existem previsões climáticas apontando grandes volumes de chuvas para 
    o Centro-Oeste e Norte do Brasil, e isso poderá afetar a velocidade da colheita nestas 
    regiões. Na Argentina o plantio segue para a finalização, alcançando 96% da área 
    estimada. Os mapas climáticos indicam continuidade da ausência de chuvas 
    significativas nas principais regiões produtoras. 
    Em seu último relatório, o USDA indicou surpreendentemente redução na produção 
    norte-americana de 121,4 para 118,8 milhões de toneladas, e nos estoques finais de 
    12,79 para 10,33 milhões de toneladas, impactando positivamente as cotações em 
    Chicago. 
    O contrato de soja na CBOT, com vencimento em março/25 fechou em 15/01 cotado 
    a US$ 10,5500/bushel, apresentando alta de 4,2% em relação ao início do mês (10,12 
    US$).
    O indicador CEPEA em 15/01 foi cotado a R$ 136,34/saca, apresentando baixa de 2,2%
    em relação ao início de janeiro. (138,93 R$).
    Segundo a FAEP – Federação da Agricultura do Estado do Paraná, os prêmios nos 
    portos, já apresentam curvas descendentes para o período de colheita da soja. Para 
    fevereiro de 2025 as cotações já apontam -0,20 US$/Buschel e para março/2025 -0,40 
    US$. Essa queda reflete alta concentração da colheita, comercialização do grão e 
    problemas logísticos. (https://www.sisteTmafaep.org.br/cotacoes/)
    Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar 
    oportunidades negociais para comercialização de sua safra e diante da volatilidade no 
    mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, 
    operação de travamento de câmbio e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções 
    de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:
    - fev/25 com strike/preço garantido entre 9,98 e U$ 10,28/bushel e
    - abril/25 com strike entre U$ 9,90 e U$ 10,41/ bushel
    Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, 
    acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”
    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe 
    do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima
    4 min
  • 16/01/2025 - Cenário do boi gordo
    Olá, hoje é 16 de janeiro de 2025, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos (SP) e hoje vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne bovina in natura, nos primeiros sete dias úteis de janeiro, foram de 66,4 mil toneladas, com média diária de 9,48 mil toneladas, representando uma alta de 15% no volume diária exportado em relação a jan/24. O preço médio da tonelada ficou em US$ 5.057,90, representando avanço de 11,8% em relação ao mesmo período de 2024. A desvalorização do real frente à moeda americana contribui para que a Indústria exportadora se mantenha fortalecida no mercado. No dia 14 de janeiro de 2025, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 325,70, com alta a de 0,03% no dia. Na B3, o contrato futuro de fevereiro de 2025 fechou o dia cotado em R$ 329,65. Há expectativa de manutenção no movimento de recuperação nos contratos de janeiro a maio, após forte recuo no começo de dezembro. A segunda semana de janeiro de 2025 apresentou leve alta no preço do boi gordo, com os frigoríficos enfrentando resistência dos pecuaristas em vender seu animal pronto. A boa oferta de pasto em janeiro contribui para manter o animal na propriedade, conferindo ao produtor o poder de melhores negociações. O mercado de reposição pode seguir com movimento de alta. Apesar da oferta de bezerros ser restrita, a relação de troca com o boi se apresenta favorável ao invernista no comparativo com a média histórica. Reforçamos a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: Fevereiro de 2025 com preço garantido (strike) entre R$ 320,50 e R$ 327,40 a arroba; Março de 2025 com strike entre R$ 316,10 e R$ 329 a arroba. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    4 min
  • 15/01/2025 - Cenário do arroz
    Olá, hoje é quarta-feira, 15/01/2025, meu nome é Thiago Gonçalves Teixeira, sou assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Bagé-RS e falaremos sobre o cenário do arroz. De acordo com levantamento realizado pelo IRGA (Instituto Riograndense do Arroz), a semeadura do arroz na safra 24/25 no estado se encerrou, com uma redução de 2,16% em relação à estimativa de intenção de plantio. Foram semeados 927.885 ha, um pouco menos do estimado pelo instituto, que era uma área de 948.356 ha. A região central do Rio Grande do Sul foi onde houve a maior redução, atingindo somente 84,78% da intenção de semeadura. Nessa região, as áreas destinadas ao cultivo do arroz foram muito atingidas pelas enchentes que ocorreram no mês de maio e, posteriormente, com a frequente ocorrência de chuvas intensas que impossibilitaram a adequação dessas áreas em tempo hábil para semeadura. A área semeada na região central ficou em 106.700 ha, onde inicialmente seria de 125.860 ha. Nas outras regiões, a área plantada ficou conforme a previsão inicial. Segundo o levantamento da safra brasileira de grãos 24/25, a área plantada do arroz do país está estimada em 1.770.000 ha, 10,1% a mais que a safra passada, sendo o Rio Grande do Sul responsável por aproximadamente 68% do arroz produzido no Brasil. Uma novidade para a safra 24/25 é a evolução do Selo Ambiental Prata para o Selo Ouro pelo Instituto Riograndense do Arroz, o IRGA, o qual exige maior nível de rastreabilidade das práticas agrícolas. Essa mudança gera benefícios econômicos e valoriza o arroz sustentável produzido no estado do Rio Grande do Sul. Além disso, essa certificação permitirá que os produtores pleiteiem desconto em linhas de crédito agrícola, como as do plano safra. Quanto a comercialização, levantamento do CEPEA mostra que as negociações envolvendo o arroz em casca estão lenta no spot do Rio Grande do Sul. Segundo o pesquisador do CEPEA, tanto compradores quanto vendedores estão afastados do mercado. Enquanto compradores se atentam às dificuldades típicas nesta época do ano, vendedores estocam produtos, desmotivados com as expressivas quedas de preço nos últimos 2 meses, nesse cenário, os preços seguem enfraquecidos. Na parcial de janeiro/25, o indicador CEPEA e IRGA, 58% de grãos inteiros com pagamento à vista, a saca de 50 kg opera novamente abaixo dos R$100,00. O Banco do Brasil disponibiliza crédito de custeio, investimento e comercialização. Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações. Conte sempre com assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil.  Fica a dica de crédito consciente, sustentável. Até a próxima.
    4 min
  • 14/01/2025 - Cenário da batata-doce
    Olá, hoje é 14 de janeiro de 2025, meu nome é Alexandre Stadler, Assessor de Agronegócios, na região de Canoinhas SC, e falaremos hoje sobre a cultura da batata-doce. A batata-doce é uma raiz cultivada há mais de 8 mil anos, fazendo parte da dieta da maior parcela da população mundial, sendo considerada uma fonte de carboidrato bastante saudável, rica em fibras, proteínas, vitaminas do complexo B, vitamina A, C e diferentes sais minerais. A presença dessas vitaminas fortalece o sistema imunológico enquanto os sais minerais ajudam a controlar a pressão arterial. Além do seu baixo teor de gordura, possui betacaroteno e antocianinas, substâncias que auxiliam na prevenção do envelhecimento precoce e na saúde da visão. Grande parte do sucesso do cultivo desta raiz se dá pela rusticidade na exigência hídrica e de fertilidade, tolerando baixas precipitações e solos pobres de nutrientes. Contudo, os produtores devem atentar para a escolha de cultivares que se adaptem às condições edafoclimáticas locais e ao nível tecnológico disponível, bem como às exigências do mercado consumidor. Segundo a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), a África detém a maior área de cultivo do mundo, quase 58% do total, seguido pela Ásia, com 37%. Contudo, a maior produção se concentra na China, com mais de 7,5 milhões de toneladas anuais. Com metade da produção concentrada nos Estados do Rio Grande do Sul, São Paulo e Ceará, o Brasil produz mais de 800 mil toneladas de batata-doce ao ano, em 60 mil ha, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A produtividade média está em torno de 14,5 t/ha. São bons números, considerando-se que produzimos safras de verão, de inverno e da seca, inclusive, mediante irrigação. Entretanto, ainda temos um grande potencial de crescimento, visto que países como Austrália e Senegal mantém suas produtividades médias, próximas de 40 t/ha. O Banco do Brasil coloca à disposição dos produtores rurais, linhas de crédito de investimento e de custeio, para condução das lavouras de batata-doce. Conte sempre com a Assessoria especializada em Agronegócios do Banco do Brasil.   Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    3 min
  • 10/01/2025 - Cenário do milho
    Olá, hoje é sexta-feira, 10 de janeiro de 2025, meu nome é Alexandre Stadler, Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Canoinhas, Santa Catarina, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    Os preços futuros, negociados na Bolsa de Chicago, têm oscilado nos últimos dias, devido às preocupações dos investidores com a demanda de milho americana, visto que, o presidente eleito Donald Trump, prometeu impor tarifas a vários países. Além disso, a valorização recente do dólar frente a outras moedas, torna o milho mais caro para os compradores.   O contrato referência março/2025 encerrou no dia 08, cotado a US$ 4,54/bushel.   No Brasil, a expectativa de produção nacional, em 2025, acima da produção de 2024, aliada a um menor volume exportado, tem pressionado os preços no mercado interno. Nota da secretária do comércio exterior (Secex): em dezembro/2024, foram exportadas 4,2 milhões de toneladas, 30% menos que o mesmo período de 2023. No acumulado de 2024, as exportações foram 29% menores que o ano anterior.      No último dia 08, o indicador do milho, referência CEPEA/B3, encerrou cotado a R$ 74,23 por saca, com aumento de 1,11% nos últimos 30 dias.   De acordo com dados da Conab, apesar da semeadura do milho 1ª safra ainda não ter sido finalizada, com 83% da área cultivada, os estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina, já iniciaram a colheita, com 4% e 1% da área colhida, respectivamente. A produtividade das primeiras áreas colhidas é considerada satisfatória, porém o déficit hídrico, ocorrido no mês de novembro, durante o estágio de florescimento e enchimento de grãos, deve reduzir o potencial produtivo das lavouras.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.     Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Março/25, com strike/preço garantido entre R$ 72,45 e R$ 75,80 por saca, e  - Maio/25, com strike/preço entre R$ 69,99 e R$ 74,01 por saca.    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis, acesse sua conta no APP BB > Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!
    4 min
  • 09/01/2025 - Cenário da avicultura de postura
    Olá, hoje é dia 09 de janeiro de 2025, meu nome é Nátaly Villa, sou Assessora de Agronegócios no Banco do Brasil em Bauru/SP e falaremos sobre o cenário da produção de ovos comerciais de granja.  De acordo com a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), a estimativa inicial de produção de ovos para 2025 é de cerca de 59 bilhões de unidades, o que proporcionará um crescimento estimado de 2,4% em relação ao ano de 2024. Conforme dados da SECEX, a exportação de ovos e derivados, em 2024, registrou receita de US$ 165 milhões e volume exportado de 44.576 toneladas, números 13,3% e 12,2%, respectivamente, menores do que o ano de 2023. Em dezembro de 2024, de acordo com o CEPEA, o preço médio da caixa de 30 dúzias de ovos brancos extra, retirada em Bastos/SP, foi de R$ 149,25, representando valor 1,75% superior a dezembro de 2023 e 10,97% superior ao mês de janeiro de 2024. Também, de acordo com CEPEA, em dezembro de 2024, os preços médios do milho foram 9,21% superior a dezembro de 2023 e o farelo de soja 17,16% inferior no mesmo período. A relação de troca de dúzia de ovos por quilograma de milho diminuiu. Em março de 2024, mês em que registrou a melhor relação de troca, com uma dúzia de ovos comprava-se 5,38 kg de milho. Em dezembro de 2024, a relação foi de 4,09 kg/dz. O mesmo ocorreu na relação de troca farelo de soja/dúzia de ovos, que em março de 2024 foi de 3,09 kg de farelo de soja/dz de ovos e 2,53 kg/dz, em dezembro de 2024. Diante das oscilações dos preços, observa-se que o poder de compra do avicultor teve queda durante o ano de 2024, mas continua com margens de lucro positivas, porém menores, devido ao aumento do preço do milho, principal insumo da ração. Considerando a alta nos custos dos principais insumos de produção, o BB oferece aos avicultores a oportunidade de mitigarem os riscos de mercado, se protegendo da alta dos preços do milho e da soja através de Termo de Opções e de Mercadoria, além de créditos para custeio da produção e novos investimentos.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.
    4 min
  • 08/01/2025 - Cenário do café conilon
    Olá! Hoje é quarta-feira, 8 de janeiro de 2025. Eu sou Rossana Maria Claudio, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Vitória da Conquista, Bahia, e vamos conversar sobre o cenário do café Conilon. O ano de 2025 será novamente desafiador para a cafeicultura, tanto no Brasil quanto no mundo, especialmente no que diz respeito ao atendimento da demanda global. Pesquisadores do Cepea apontam que os preços, já em níveis recordes, devem permanecer elevados. Esse cenário reflete estoques reduzidos, uma demanda mundial firme e projeções de curto prazo sem aumentos significativos na produção. Além disso, a temporada 2025/26, cuja colheita ocorre em meados deste ano, ainda sentirá os impactos do clima de 2024. Outro fator importante é o câmbio. A desvalorização do Real aumenta a competitividade do café brasileiro no mercado externo, tornando as exportações mais atrativas. No entanto, com preços historicamente altos e incertezas na oferta, o momento exige cautela. No mercado físico brasileiro, o preço do café Conilon tem se mantido estável, em torno de R$ 1.840,00 por saca de 60 kg, sem grandes oscilações recentes. Diante desse cenário, a recomendação para os produtores é continuar acompanhando o mercado, utilizar ferramentas de proteção contra volatilidades e aproveitar momentos de alta nos preços. Essas estratégias ajudam a garantir maior segurança em um ambiente de desafios. O Banco do Brasil está ao lado do produtor, oferecendo linhas de crédito que atendem às diversas necessidades na condução das lavouras. Para mais informações, procure seu gerente de relacionamento ou um Parceiro Agro. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    3 min
  • 07/01/2025 - Cenário climático
    Olá, hoje é terça-feira, 07 de janeiro de 2025. Meu nome é Sttefanne Camp, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil, em Campinas- SP, e falaremos sobre o cenário climático. Devido aos monitoramentos no Oceano Pacífico, em seu último relatório, a NOAA (Administração Nacional dos Oceanos e da Atmosfera dos EUA) manteve previsão de um La Niña próximo da neutralidade. Dessa forma, o Instituto Nacional de Meteorologia – INMET, trabalha com a tendência de um fenômeno de curta duração. De acordo com o INMET, nas regiões Sudeste e Centro Oeste, as chuvas neste período são ocasionadas, principalmente, pela atuação da Zona de Convergência do Atlântico Sul (ZCAS), enquanto, no norte das regiões Nordeste e Norte, a Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) é o principal sistema responsável pela ocorrência de chuvas. Alguns meteorologistas indicam a tendência de chuvas dentro e, ligeiramente, acima da média na parte mais central do Brasil. Ao passo que, em parte do Amazonas, Pará, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Rio Grande do Sul, são previstas chuvas, ligeiramente, abaixo da média. Devido aos corredores de umidade, a área mais central do Brasil tende a ficar com temperaturas, pouco abaixo da média.  Nas demais regiões, temperatura acima da média e sensação de abafado. Devido a possibilidade de ondas de calor e períodos de chuvas mais frequentes, é reforçado o alerta que algumas lavouras sensíveis, principalmente frutas e hortaliças, podem ter sua qualidade prejudicada com os eventos. Em grande parte do Centro Oeste e Sudeste, as culturas de verão ainda mantêm a tendência de desenvolvimento favorecido com a elevação dos níveis de umidade no solo. Para a região do MATOPIBA, ainda se requer atenção devido ao déficit e irregularidades das chuvas iniciais, e a tendência de precipitações mais frequentes, conforme o mês de janeiro avança. Assim, atentando o período de verão, e aos eventos climáticos pertinentes para época, o planejamento da safra associado ao monitoramento do clima são ferramentas importantes para a tomada de decisões. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    3 min

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Boletim realizado por especialistas da Diretoria de Agronegócios e Gerências de Assessoramento Técnico ao Agronegócio do Banco do Brasil. A cada dia, uma análise sobre o cenário de uma cultura…