BBCast Agro

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By BrotoBusiness
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BBCast Agro episodes

  • 17/12/2024 - Cenário da avicultura de corte
    Olá, hoje é 17 de dezembro de 2024, meu nome é Alécio Antônio Petry, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Erechim (RS) e falaremos sobre o cenário da produção de frango de corte. De acordo com os dados divulgados pelo IBGE para produção de carne de frango brasileira, nos três primeiros trimestres de 2024, foram produzidas pouco mais de 10,3 milhões de toneladas de carcaça, volume 1,7% maior do que no mesmo período de 2023. No último relatório divulgado pelo USDA em outubro de 2024, projeta-se que a produção de carne de frango no mundo, aumentará 1,8 % no ano de 2025 relação ao produzido em 2024. O Brasil continuará como líder na exportação de carne de frango em 2025, com a previsão de comercializar cerca de 5 milhões de toneladas. Segundo a Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne de frango, em novembro de 2024, aumentaram 18,5% em relação ao mesmo período de 2023, tendo sido embarcadas 436,7 mil toneladas, com preço médio de US$ 1.875 por tonelada. No mês de novembro de 2024, observou-se aumento no custo de produção, de cerca de 1,7% em relação ao mês de outubro de 2024, passando de R$ 4,68 para R$ 4,76 por kg de peso vivo produzido, sendo o item ração o principal responsável por esta alta. A partir do mês de julho de 2024 o preço pago ao avicultor independente vem melhorando, segundo a associação dos avicultores de Minas Gerais (MG), o preço médio pago pelo frango de granja nesta semana está em R$ 5,50 pelo kg vivo. Diante do cenário de aumento de custo de produção, e para aproveitar o momento para compra antecipada de milho e formação de estoques, o BB oferece aos avicultores independentes a oportunidade de obter capital de giro por meio da contratação da CPR de frango vivo. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.
    4 min
  • 16/12/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro
    Olá! Hoje é segunda-feira, dia 16 de Dezembro de 2024, sou Sacha Tesck, e eu sou Andre Rios,  somos assessores da Diretoria de Agronegócios e Agricultura Familiar e traremos a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.   Iniciando com a soja, espera-se que   •     A Bolsa de Chicago - CBOT deverá apresentar estabilidade nas cotações, dado o reporte do USDA e o desenvolvimento normal da safra sul-americana. A sinalização de encerramento do plantio no Brasil e na Argentina, que já supera 60% da área prevista, não terá força para movimentar o mercado, expressivamente, de forma positiva. § O clima deverá continuar favorecendo o desenvolvimento das lavouras. Os mapas atualizados pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) registram precipitações previstas pra todas as regiões produtoras do país, mantendo os índices de umidade do solo em níveis adequados. Na Argentina, para a próxima semana, as chuvas devem ocorrer de forma mais distribuída, sem excessos, proporcionando condições favoráveis para as lavouras nas principais províncias produtoras. § Mercado sem alterações com lateralidade no curto prazo e, no médio e longo prazos, com a ampla oferta mundial da commodity, o cenário fundamental é baixista. Dessa forma, os preços deverão se manter com viés de estabilidade no curto prazo e com baixa para o médio e longo prazos.   E aí, André, quais as novidades pro o milho?!             Em relação ao milho,   Relatório do USDA reduziu estoques finais e produção globais do grão. Com relação a produção global, número ficou 1,51 bilhões de toneladas a menor, comparada ao relatório de novembro. Já em relação aos estoques finais, houve redução de 2,6% em relação ao mesmo período, ficando em 296,44 milhões de toneladas.   Em relação aos Estados Unidos o relatório diminuiu mais de 5 milhões de toneladas nos estoques finais, comparado ao  relatório anterior, ficando com 44,15 milhões de toneladas. Em contrapartida, foi demonstrada elevação nas projeções de exportação em mais de 6%, em relação ao último relatório, ficando com 62,87 milhões de toneladas.   No Brasil, relatório da Conab aponta para redução de 5,9% da área plantada do milho verão, em relação a última safra, fundamentada principalmente pelo preço baixo da cotação que pesou na decisão de plantio do produtor. Já para o milho safrinha, há perspectiva de incremento de 1% em relação ao mesmo período, sendo esperado 16,6 milhões de hectares plantadas. Com o dólar ainda em patamares elevados e com a demanda aquecida, as perspectivas para curto prazo são de cotações altistas.     Para o café, destaca-se que,   ·     O mercado continua com foco nos fundamentos de incertezas na oferta mundial pelas estimativas de quebras da safra 2024/25 no Brasil e no Vietnã;   ·     Em dezembro, historicamente, os produtores brasileiros praticamente param suas vendas, o que pressiona ainda mais os preços do café no curto prazo;     ·     Apesar das chuvas regulares no Brasil no último mês, as preocupações com os efeitos negativos do clima permanecem, especialmente quanto à possível redução na produção brasileira para a safra de 2025;   ·     Além da safra brasileira, o mercado mundial está atento à produção do Vietnã, que sofreu recentemente com problemas climáticos semelhantes aos enfrentados no Brasil. Atualmente, em plena colheita, as lavouras vietnamitas estão sendo impactadas por fortes chuvas, o que pode agravar ainda mais a redução prevista para a safra do café robusta.     André, o que você traz em relação ao boi gordo?!       Quanto ao Boi Gordo, é importante frisar que:   § O volume expressivo de chuvas no início de dezembro contribui para a manutenção das pastagens nas principais regiões produtoras do Brasil, mantendo o mercado de reposição aquecido. § O mercado atacadista encontra dificuldade em repassar todo aumento dos preços da carne bovina dos últimos meses para o mercado varejista. Caso isso aconteça, a tendência é que os consumidores migrem para outras proteínas de menor valor. § A escala de abate da Indústria está relativamente confortável, na média Brasil entre 7 e 10 dias, indicando um volume de estoque satisfatório para atender a demanda de até o fim do mês, que conta com um menor número de dias úteis na segunda quinzena. § Na B3, podem continuar as oscilações nas cotações no início de 2025, mostrando um momento propicio para o produtor se proteger. § No mercado físico a tendência é de manutenção da cotação da arroba do boi gordo para a próxima semana.   Assim Sacha, é importante lembrar da necessidade do produtor se proteger quanto a variação dos preços, gerenciando os custos e mitigando o risco da atividade, seja fazendo uso de opções ou do mercado futuro.      Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!
    7 min
  • 13/12/2024 - Cenário do milho
    Olá, hoje é sexta-feira, 13 de dezembro de 2024, meu nome é Danilo Teodoro, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Uberaba, Minas Gerais, e vamos conversar sobre o cenário do milho.    O mercado externo reagiu positivamente com a divulgação do relatório de oferta e demanda global pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos, publicado na última terça-feira. Dentre as principais alterações, o USDA reduziu o estoque final mundial em 2,61%. Já para as estimativas norte-americanas, o boletim surpreendeu o mercado, apresentando aumento nas exportações do país, em 6,45%, refletindo o bom ritmo de vendas e embarques. Com o incremento nas exportações, os estoques finais foram reduzidos em quase 5 milhões de toneladas, estimados agora em 44,15 milhões.   Adicionalmente, o órgão tem perspectiva de crescimento da utilização de milho para a produção de etanol estadunidense para a Safra 2024/25, já que o recente relatório de esmagamento de grãos e dados semanais de produção de etanol apontou que a quantidade utilizada durante o trimestre de setembro a novembro foi a mais elevada desde 2017.   O contrato referência março/25 encerrou na terça-feira cotado a US$ 4,48/bushel, alta de 1,53% em relação ao pregão do dia anterior.   No Brasil, o plantio do milho 1ª safra atingiu 72,2% da área total, conforme publicação semanal da Conab. Nos principais estados produtores deste ciclo, as condições encontram-se favoráveis para as lavouras já implantadas.   Os preços domésticos reagiram nos últimos dias. De acordo com a nota semanal do Cepea, apesar dos compradores estarem afastados do mercado e as exportações em menor ritmo quando comparado ao mesmo período do ano passado, os vendedores também estão cautelosos e atentos ao desenvolvimento das lavouras da safra verão, indicando que, no atual momento, a liquidez é baixa.   No dia 10 de dezembro, o indicador do milho referência CEPEA/B3 encerrou cotado a R$ 73,62 por saca.   O Banco do Brasil disponibiliza as Opções Agro BB e o termo de moedas (NDF), com o objetivo de proteger o produtor das oscilações de preços e suas margens.     Atualmente, temos opções de venda (PUT) referenciadas na B3, com vencimento em:    - Janeiro/25, com strike/preço garantido entre R$ 72,80 e R$ 75,00 por saca, e  - Março/25, com strike/preço entre R$ 71,00 e R$ 73,93 por saca.    Para simular o valor do prêmio da opção, bem como consultar outros vencimentos disponíveis acesse sua conta no APP BB > Menu Agro.    Para maiores informações, consulte seu gerente de relacionamento.    Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!
    4 min
  • 12/12/2024 - Cenário da suinocultura
    Olá, hoje é 12 de dezembro de 2024, meu nome é Afonso Schneider, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Toledo-PR e falaremos sobre o cenário da suinocultura. O cenário atual da suinocultura brasileira permanece favorável, com preços pagos ao produtor em alta, oferta ajustada no mercado interno e exportações em alta. O fechamento dos dados de campo referentes ao mês de outubro/24, de acordo com a Embrapa Aves e Suínos, nos três Estados da região Sul, confirma o bom momento pela qual passa a atividade, com rentabilidade média alcançada ao redor de 40%. As exportações brasileiras de carne suína (incluindo produtos in natura e processados) cresceram fortemente em outubro, com valores e receita recordes para o mês, de acordo com a série histórica da Secretaria de Comércio Exterior (Secex), iniciada em 1997. Foram 129,7 mil toneladas embarcadas em outubro, aumento de 8,9% frente ao mês anterior e de significativos 41% sobre outubro/23, conforme dados da Secex compilados pelo Cepea. De janeiro a outubro, o total escoado soma 1,1 milhão de toneladas, avanço de 10,8% em relação ao mesmo período de 2023. Importante destacar quanto ao mercado externo é a diversificação de compradores, reduzindo cada vez mais a dependência da China. Destaques para Filipinas, que passou a ser o maior comprador, e o Japão, que é um mercado exigente, com maior valor agregado. Depois de avançar por oito meses consecutivos, o poder de compra de suinocultores frente ao milho caiu em outubro. Isso porque o cereal se valorizou em maior intensidade que o animal vivo. Em relação ao farelo de soja, o poder de compra do suinocultor cresceu de setembro para outubro. Nos últimos dias, os preços do suíno vivo e da carne subiram em menor intensidade. Isso se deve ao período de final de mês e aos consecutivos aumentos observados ao longo de novembro. Mesmo com altas menos expressivas, as cotações atingiram novos recordes nominais, ao redor de R$ 10,00 o kg vivo nas diversas praças produtoras, refletindo a combinação de oferta de animais restrita e demandas interna e externa aquecidas.  O suinocultor deve manter um planejamento para a compra de insumos, acompanhando as tendências dos preços dos grãos. O Banco do Brasil oferece mecanismos de proteção de preços do grão no mercado futuro e a possibilidade de realizar o financiamento das diferentes despesas da sua produção com o Custeio Agropecuário, garantindo os melhores preços e insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.
    4 min
  • 11/12/2024 - Cenário do café arábica
    Olá, hoje é quarta-feira, 11 de dezembro de 2024. Eu sou José Antônio Luiz de Oliveira Silva, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Boa Esperança, Minas Gerais, e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARÁBICA. Apesar das chuvas regulares no Brasil no último mês, as preocupações com os efeitos negativos do clima permanecem, especialmente quanto à possível redução na produção brasileira para a safra de 2025. Além da safra brasileira, o mercado mundial está atento à produção do Vietnã, que sofreu, no passado, com problemas climáticos semelhantes aos enfrentados no Brasil. Atualmente, em plena colheita, as lavouras vietnamitas estão sendo impactadas por fortes chuvas, o que pode agravar ainda mais a redução prevista para a safra de robusta. Nesse cenário de incertezas sobre a produção de arábica no Brasil, maior produtor mundial, e sobre o robusta no Vietnã, espera-se que os preços se mantenham em patamares elevados em relação à média dos últimos anos. Em Minas Gerais, o preço médio atual da saca de 60 quilos de café arábica está em R$ 2.200,00. Por outro lado, o volume de exportações brasileiras traz um cenário otimista. O país alcançou um novo recorde, com 46,4 milhões de sacas exportadas de janeiro a novembro de 2024, segundo o Cecafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil), apesar dos desafios logísticos nos portos. O Banco do Brasil oferece linhas de crédito para custeio, investimento e comercialização, auxiliando na condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços. Essas soluções permitem que o produtor assegure margens em um mercado volátil e desafiador. Além disso, o BB disponibiliza o termo de mercadoria e as opções agro, ferramentas que ajudam a proteger as margens de rentabilidade na cafeicultura, garantindo maior segurança ao produtor. Entre em contato com seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    3 min
  • 10/12/2024 - Cenário do melão
    Olá, hoje é 10 de dezembro de 2024, meu nome é Narcelio Góes e sou Assessor de Agronegócios em Mossoró RN e falaremos sobre o cenário do Melão.   Segundo o CEPEA até novembro 2024, o melão amarelo foi vendido por R$ 62 a caixa de 13 quilos, aumento de 23% em relação ao ano anterior e o maior valor nominal. O pele de sapo, orange, cantaloupe e gália também alcançaram esse desempenho. O pele de sapo, por exemplo, foi comercializado a R$ 57 a caixa de 10 quilos, alta de 24% na comparação anual e também recorde.   Este cenário se deve à menor disponibilidade da fruta no mercado interno, sobretudo nos primeiros meses da safra de exportação 2024/25, que escoou boa parte da oferta local, garantindo bons preços no mercado interno. No entanto, desde outubro, os preços apresentaram redução devido ao aumento da área de plantio no Vale do São Francisco.   Estimativas do Comitê Executivo de Fruticultura do Rio Grande do Norte (Coex) apontam um crescimento na exportação de melão e melancia da ordem de 8% na safra 2024/2025. O incremento seria equivalente a 24 mil toneladas a mais no envio dessas frutas ao mercado externo. Na safra 2023/2024, o RN exportou mais de 87 mil toneladas dessas duas frutas, principalmente, para Espanha, Holanda e Reino Unido.   As estatísticas consolidam o RN como maior produtor e exportador de melão do Brasil. No período de janeiro a maio deste ano, o estado obteve destaque no mercado externo, com o melão representando cerca de 69 % das exportações.   O Banco do Brasil conta com linha completa de investimentos para que o produtor possa investir em:
    • Implantação/manutenção de áreas cultivadas;
    •  Irrigação,
    • Exportação;
    • Armazenagem;
    • Comercialização.
      Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.
    3 min
  • 09/12/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro
    Olá! Hoje é segunda-feira, dia 09 de Dezembro de 2024, sou Sacha Tesck, Assessora   da Diretoria de Agronegócios e Agricultura Familiar e traremos as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.   Iniciando com a soja, espera-se que Na CBOT, o foco deverá permanecer sobre o bom desenvolvimento da safra sul-americana. No Brasil, a semeadura já se encaminha para a fase final, com mais de 95% da área plantada, enquanto na Argentina a semeadura supera os 54% da área a ser cultivada. Os relatórios da USDA e CONAB no decorrer da semana poderão trazer novos dados para movimentação de mercado. Para os próximos dias no quesito clima, os mapas atualizados pelo Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) são de chuvas relevantes em todas as regiões produtoras de soja, exceto para parte do nordeste e sudoeste do MT. Na Argentina, para a próxima semana, chuvas regulares nas regiões produtoras. O mercado deve permanecer na lateralidade no curto prazo, embora no médio e longo prazos a ampla oferta mundial da commodity, devem manter o cenário fundamental baixista. Assim aos preços poderão se manter com viés de estabilidade no curto prazo e de baixa para o médio prazo.       No tocante ao milho, Caso a demanda pelo grão estadunidense venha abaixo do esperado, seja nas vendas semanais para exportação ou para a produção de etanol, os futuros na CBOT poderão reagir negativamente. A geopolítica global pode influenciar os futuros em Chicago, com os desdobramentos da crise política na Coreia do Sul. Nesta semana, serão divulgados os levantamentos de oferta e demanda do USDA e da Conab, referentes ao mês de dezembro. Com o clima regular na América do Sul, os órgãos podem revisar suas estimativas direcionando para aumento  da produção, o que pode trazer volatilidade para os mercados. De acordo com levantamento do Instituto Mato-grossense de Economia Aplicada (Imea), a Safra 2024/25 de milho no Mato Grosso foi estimada em 45,85 milhões de toneladas, alta de 0,68% em relação à estimativa anterior, motivada pela perspectiva de aumento de área devido à melhora no preço futuro para o estado. Com a comercialização lenta e boas previsões climáticas para os próximos dias, as cotações internas podem seguir pressionadas no curto prazo.     Para o café, destaca-se que,   O mercado acompanha com apreensão a estimativa de quebra da Safra 2024/25 do Brasil, apesar de chuvas mais regulares ao longo das últimas semanas e continuidade ao longo desta também. A espera de preços melhores, os cafeicultores brasileiros diminuem as vendas no final de ano, o que tem pressionado os preços do café positivamente.  O dólar em alta favorece o alto preço do café, sendo atrativo para a comercialização do produto disponível e para vendas futuras. As chuvas permanecem volumosas no Vietnã e devem continuar influenciando o ritmo da colheita no país.   Quanto ao Boi Gordo, é importante frisar que:   No último dia útil de novembro, na B3, aconteceu a liquidação do contrato futuro do boi gordo.  A cotação da arroba nesse vencimento, segundo o indicador calculado pelo Cepea, ficou em R$351,69.  Na última semana de novembro, os preços dos contratos futuros na B3 sofreram forte desvalorização, podendo sinalizar uma reversão no movimento altista que vinha ocorrendo com o preço da arroba. Com o dólar forte, acima da casa dos R$ 6,00, e a demanda aquecida da China, nossa principal compradora, as exportações de carne bovina foram expressivas nos últimos meses. Entretanto, as últimas três semanas apresentaram desaceleração no ritmo de embarque, sinalizando menor intenção de compra do país asiático, indicando possível  pressão baixista no preço da carne bovina no mercado internacional. Diante desse cenário de incertezas, em algumas regiões a indústria se manteve “fora das compras”, com alguns frigoríficos anunciando férias coletivas. Tal fato contribui para frear a valorização no preço do boi gordo no mercado doméstico. Assim, faz-se necessário gerenciar os custos e mitigar o risco da atividade, seja fazendo uso de opções ou do mercado futuro.   Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!
    6 min
  • 06/12/2024 - Cenário da soja
    Olá, hoje é sexta-feira 06 dezembro de 2024, meu nome é Giuliano Pradella, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Chapecó/SC, e falaremos sobre o cenário da soja. Com a conclusão da safra nos EUA, as atenções dos traders se voltam sobre o bom desenvolvimento da safra 2024/25 na América do Sul. No Brasil, a fase de plantio já caminha para finalização, com mais de 92% da área projetada semeada.  Após um início lento, devido ao atraso do começo das chuvas no Centro- Oeste, o plantio de soja acelerou a partir da segunda quinzena de outubro, e desde então foi ultrapassando as médias anuais e plurianuais para o mesmo período. Segundo a CONAB, a área estimada de cultivo é de 47.3 milhões de hectares e a produção projetada se mantem em 166 milhões de toneladas, 12,5% superior à da safra 2023/24 e até o momento, as condições climáticas têm favorecido os cultivos em todas as regiões produtoras. Na Argentina, os dados da Secretaria de Agricultura, Pecuária e Pesca, indicou que o plantio de soja da safra 2024/25 atingiu 47% da área total prevista de 17,9 milhões de hectares, com índice superior em comparação com o mesmo período do ano passado e a produção projetada se mantem em 51 milhões de toneladas. Apesar das expectativas positivas, o clima deve continuar no radar, com os impactos do fenômeno climático La Niña, mesmo com baixa intensidade. Segundo o INMET,  de modo geral, os próximos meses (dez/jan/fev) indicam precipitações e temperaturas acima do normal para a maioria dos estados produtores.   O contrato de soja na CBOT com vencimento em janeiro/25 encerrou o dia 05/12 cotado a US$ 9,88/bushel. O mercado registrou estabilidade para o início do mês de dezembro, sem muitas novidades nos fundamentos da commodity, o cenário geopolítico vem ditando as oscilações no curto prazo. O indicador CEPEA em 04/12 foi cotado a R$ 143,50 reais por saca, apresentando baixa de 1,46% para o início de dezembro. Os fatores que contribuíram para a manutenção dos preços internos foram: a forte alta do dólar, demanda interna pela indústria processadora, manutenção dos prêmios positivos nos portos e baixa oferta do grão disponível. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra e diante da volatilidade no mercado financeiro, o BB oferece diversos mecanismos de hedge, entre eles, operação de travamento de câmbio e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em: - fev/25 com strike/preço garantido entre 9,49 e U$ 9,95/bushel e - abril/25 com strike entre U$ 9,46 e U$ 10,00/ bushel Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.” Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    5 min
  • 05/12/2024 - Cenário do boi gordo
    Olá, hoje é 5 de dezembro de 2024, meu nome é Emerson Gheri, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Rio Verde (GO) e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, as exportações de carne bovina in natura, nos primeiros quatorze dias úteis de novembro, foram de 180 mil toneladas, com média diária de 12,8 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.864,00, representando alta de 6% em relação ao mesmo período de 2023. No dia 3 de dezembro de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 336,40, com queda de 4,38% no dia. O preço da reposição continua sua escalada, com o indicador do bezerro ESALQ/B3 encerrando o dia em R$ 2697,73, com queda de 0,11% no dia. No último dia útil de novembro, na B3, aconteceu a liquidação do contrato futuro do boi gordo. A cotação da arroba nesse vencimento, segundo o indicador calculado pelo Cepea, ficou em R$351,69/@. Na última semana de novembro os preços dos contratos futuros na B3 sofreram forte desvalorização, podendo sinalizar uma reversão no movimento altista que vinha ocorrendo com o preço da arroba. Após várias semanas com o preço da arroba do boi gordo em alta, esta semana se iniciou com preços estáveis no mercado físico, com alguns frigoríficos fora das compras e outros sinalizando férias coletivas, o que poderá levar ao final das valorizações constantes. Reforçamos a necessidade de adoção das estratégias de mitigação de risco para garantia de preços. Os produtores devem aproveitar a janela de oportunidade no mercado futuro para mitigar o risco da atividade. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em: dezembro de 2024 com preço garantido (strike) entre R$ 304,50 e 311,00 /@, e janeiro de 2025 com strike entre R$ 292,00 e 302,00/@. Para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro. Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido.  Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    4 min
  • 04/12/2024 - Cenário do arroz
    Olá, hoje é quarta feira, 04 de dezembro de 2024, meu nome é Neusa Nicolini, sou Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil em Porto Alegre, Rio Grande do Sul e falaremos sobre o cenário do arroz. De acordo com a décima segunda parcial do levantamento realizado pelo IRGA (Instituto Rio Grandense do Arroz) faltam apenas 63 mil hectares (6,64 pontos percentuais) para concluir a semeadura do arroz desta safra 2024/2025 no Estado. Nesta semana, foram atingidos 885.352 ha, o que representa 93,36% dos 948.356 ha estimados pelo instituto.   A Fronteira Oeste registra até o momento 278.763 ha semeados (99,01% dos 281.542 ha projetados). Na Campanha já foram semeados 130.422 hectares (98,99% de 131.740 ha previstos).   A Planície Costeira Externa soma 97.947 ha semeados (98,54% de 99.403 ha estimados). A Planície Costeira Interna está com 136.297 ha semeados (94,77% dos 143.825 ha estimados).   A última região a começar a semeadura no RS, a Zona Sul já aparece com 158.248 ha (95,34% dos 165.986 ha previstos). A Central, região mais afetada pela enchente de maio deste ano, tem agora 83.675 ha semeados (66,48% dos 125.860 ha projetados).   Segundo o gerente da Extensão Rural (Dater) do Irga, engenheiro agrônomo Luiz Fernando Siqueira, “em relação à evolução, nós acreditamos que cinco regiões (Campanha, Fronteira Oeste, PCI, PCE e Zona Sul) concluam a semeadura possivelmente na semana que vem. Já a região Central do Estado é uma região que tem avançado pouco semanalmente e muito se deve, ainda, à questão de muitos produtores estarem tentando reorganizar as áreas. O Estado tem registrado chuvas de uma intensidade não tão alta, mas chuvas com bastante frequência e isso tem prejudicado os produtores de fazer esse avanço de arrumar as áreas e ainda fazer a semeadura. Por isso, a Central é a região que está mais atrasada, com 66,48% da área semeada. É uma região que vai entrar um pouco fora do período da janela mais recomendada para a semeadura de arroz”.   Segundo o 2º Levantamento da Safra Brasileira de Grãos 2024/2025, a área plantada de arroz no país está estimada em 1.770.200 hectares, 10,1% a mais que na safra passada. O Rio Grande do Sul é responsável por aproximadamente 68% do arroz produzido no Brasil.   Quanto a comercialização, levantamentos do Cepea mostram que as negociações de arroz em casca no Rio Grande do Sul seguiram lentas na última semana, com os preços nos menores patamares desde o início de maio, período das inundações que atingiram o estado. A pressão vem sobretudo do aumento da oferta. Receosos quanto a quedas mais intensas antes mesmo da chegada da nova safra, vendedores disponibilizaram um volume maior no mercado spot. Por outro lado, compradores continuam adquirindo o produto apenas para repor parte dos estoques, buscando escoar esses lotes a valores superiores aos atuais. Segundo colaboradores do Cepea, a quantidade beneficiada segue reduzida, o que reforça a retração nas compras. Atualmente o preço é de R$102,20 por saca de 50 kg, tipo 1.   O Banco do Brasil disponibiliza crédito de custeio, investimento e comercialização. Procure seu gerente de relacionamento para maiores informações e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.
    6 min

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Boletim realizado por especialistas da Diretoria de Agronegócios e Gerências de Assessoramento Técnico ao Agronegócio do Banco do Brasil. A cada dia, uma análise sobre o cenário de uma cultura…