BBCast Agro

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By BrotoBusiness
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BBCast Agro episodes

  • 08/04/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro
    Olá! Hoje é segunda-feira, 08 de abril de 2024, meu nome é Marcelo Matsumura, sou Assessor de Agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.
       Iniciando com a soja, espera-se que   Com o cenário de expectativa de uma grande safra americana, o maior volume trimestral estocado de soja nos EUA, 9% maior em relação a 2023,  a aproximação da finalização da colheita brasileira, que vem apresentando bons resultados e a divulgação dos primeiros números de produção da safra Argentina, sejam os principais fundamentos para a movimentação das cotações na Bolsa de Chicago (CBOT). Os trabalhos da colheita no Brasil avançarão mais rapidamente refletindo as condições climáticas favoráveis que deverão totalizar 80% dos mais de 45 milhões de hectares semeados. O RS, último Estado a encerrar a fase de plantio, já pode atingir nos próximos dias, 16% de área.  Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), nos próximos dias há previsão de bons volumes de precipitação no centro oeste do RS. Na Argentina há probabilidade de chuvas com volumes expressivos, principalmente na região da tríplice fronteira, mantendo os níveis de umidade do solo.   As cotações na Bolsa de Chicago seguirão oscilando, diante dos fundamentos da oferta da América do Sul e da baixa demanda nos EUA. Assim, os preços internos deverão ter viés de estabilidade para o curto e médio prazos.
        No tocante ao milho, De acordo com o USDA, o plantio estadunidense está no início, e foi estimado em 2% da área total, estando no mesmo ritmo que o observado no mesmo período de 2023. O acompanhamento do ritmo de plantio americano e as condições climáticas no país passam a ser os principais direcionadores do mercado externo a partir de abril. A próxima semana poderá ser de volatilidade, como foi observado nos últimos dias. No dia onze de abril ocorrerá a divulgação do relatório de oferta e demanda global pelo USDA, com as projeções para a safra mundial 2024/25. No Brasil, a Conab também divulgará seu 7º Levantamento Safra 2023/24, e o mercado doméstico acompanhará as estimativas do órgão, principalmente nas perspectivas de produção para o milho 2ª safra. Para os próximos dias, há previsão climática de boas precipitações para o Centro Oeste. No PR, SP e MS, as chuvas retornam em parte dos estados, trazendo preocupação em relação ao desenvolvimento das lavouras. Os preços físicos podem apresentar estabilidade no curto prazo, refletindo a cautela na comercialização.
      Para o café, destaca-se que,   A volta a normalidade do El Niño, traz redução nas chuvas e temperaturas mais amenas para esta semana nas regiões produtoras do Brasil; Mercado atento para as alterações que possam vir a ocorrer devido aos problemas climáticos no Vietnã e Brasil. O preço do robusta no mercado internacional em alta, continuará sustentando os preços do arábica. Produtores de São Paulo iniciam os preparativos para antecipação de colheita, devido ao adiantamento da maturação dos frutos. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.
      Quanto ao Boi Gordo, é importante frisar que:   Invernistas devem acompanhar com atenção a movimentação no mercado de reposição (bezerro), verificando se o movimento de alta se consolida em pleno início da safra do bezerro em sistemas de cria com estação de monta. No mercado de reposição pelo Boi Magro, a cotação segue pressionada e favorável ao invernista. Há expectativa de que a relação de troca Boi Gordo/Reposição siga favorável e acima da média histórica nos próximos dias. Aproximação do final da estação chuvosa deve manter os frigoríficos em situação confortável na negociação do animal terminado. Além das escalas de abate confortáveis, o estoque de carne no mercado atacadista segue elevado e com dificuldade no escoamento do produto. A demanda deve seguir fraca, uma vez que o poder de compra da população segue no mesmo ritmo. Segundo o CEPEA, o mercado varejista deve seguir cauteloso na próxima semana, devido à dificuldade nas vendas do produto. Uma expectativa de queda nas cotações de milho e farelo de soja podem vir a estimular o movimento de negócios nos confinamentos, uma vez que ainda consegue-se adquirir o Boi Magro com preço atrativo e, havendo queda no custo da ração, a atividade poderia ficar mais atrativa ao pecuarista.   Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!
    7 min
  • 04/04/2024 - Cenário da soja
    Olá, hoje é sexta-feira 05 de abril de 2024, meu nome é Luciano Scuccuglia, Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Avaré/SP, e falaremos sobre o cenário da soja.

    A colheita no Brasil caminha para a fase final, ultrapassando 75% da área cultivada, destaques para os Estados de SP, MS, MT e PR, em estágio final. A CONAB, em seu último relatório, indicou uma produtividade média nacional em 3.251 kg/ha, revelando a real condição das lavouras nos principais estados produtores, com redução de 7,3% em relação à safra anterior. O órgão indica uma projeção de produção total brasileira em 146,8 milhões de toneladas, 5% menor em relação à safra 22/23.

    Na Argentina, o serviço meteorológico informa boas condições climáticas para manutenção da umidade no solo das lavouras semeadas tardiamente. Os trabalhos de colheita estão no início, mantendo-se a expectativa de safra divulgada pela Bolsa de Cereales em 52,5 milhões de toneladas. O contrato de soja na CBOT com vencimento em maio/24 encerrou o dia 03/04 cotado a US$ 11,83/bushel, apresentando alta em relação ao início do mês de 3,86%. Com indicativo de aumento de intenções de plantio nos EUA em torno de 3% e manutenção dos fundos vendidos, observou-se nos últimos dias fundamentos que indicam uma possível estabilidade dos preços no curto prazo e baixa no médio prazo.

     O indicador CEPEA em 03/04 foi cotado a R$ 124,61/ saca, apresentando alta de 7,48% em relação ao início do mês anterior. Observa-se também uma reação nos prêmios dos portos que alcançam U$ -0,25/Bushel para maio/2024. Já para junho/24 os prêmios estão a U$  -0,10/Bushel.

      No Brasil, o INMET prevê para a primeira quinzena de abril, chuvas em praticamente todas as regiões produtoras. Para o produtor ter maior segurança, previsibilidade em seu fluxo de caixa e gerar oportunidades negociais para comercialização de sua safra, o BB disponibiliza a linha de crédito de investimento (PCA) destinada à construção, ampliação e reforma de unidades de recepção, beneficiamento e armazenagem de grãos, e as Opções Agro BB. Atualmente, temos opções de venda (PUT) de soja referenciadas na CBOT, com vencimento em:

    - jun/24 com strike/preço garantido entre U$ 11,12 e U$ 11,86/bushel e
    - jul/24 com strike entre U$ 11,29 e U$ 11,96/ bushel  

    Você pode consultar outros vencimentos e fazer simulações diretamente no APP BB, acessando “Menu”, “Agro” e depois “Contratar opções Agro.”

      Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    4 min
  • 04/04/2024 - Cenário da avicultura de corte
    Olá, hoje é 04 de abril de 2024, meu nome é Alécio Antônio Petry, sou Assessor(a) de Agronegócios no Banco do Brasil em Erechim (RS) e falaremos sobre o cenário da produção de frango de corte.

     De acordo com os dados divulgados pela Secex, o volume de carne de frango exportado, no primeiro trimestre de 2024, foi 6,2% menor do que no mesmo período de 2023, a um preço médio de US$ 1.785 por tonelada, preço este que representa uma baixa de 4% em relação ao primeiro trimestre de 2023. Embora a previsão do USDA seja de um embarque de 4,925 milhões de toneladas, no ano de 2024, um aumento superior a 3% no volume de exportação anual.

     O preço pago ao avicultor independente encerrou o mês de março de 2024 pressionado em leve baixa, revertendo a tendencia dos dois primeiros meses do ano, fechando o mês cotado a R$ 5,20 pelo kg vivo.

     O Ministério da Agricultura divulgou que foram identificados, até o momento, 160 focos de influenza aviária de alta patogenicidade no Brasil. Até o momento ocorreram 3 casos em aves de subsistência, já finalizados localizados nos estados do Espírito Santo (ES), Santa Catarina (SC) e Mato Grosso do Sul (MS), nestes casos o Japão suspendeu temporariamente as importações destes Estados durante a condução do foco, como os 03 focos já foram finalizados a importação de produtos avícolas destes estados foi normalizada.

     Atualmente existem somente 02 casos em investigação no país, em aves silvestres no Estado do Mato Grosso. Como não foram encontrados focos em aves de produção comercial, o Brasil mantém-se “livre de influenza aviária”, não tendo restrições para exportação de seus produtos.

     No Estado de Santa Catarina existe a preocupação com o preço do milho nos próximos meses, até a colheita da safrinha. Diante do cenário de possível aumento de custo de produção, e para aproveitar o momento para compra antecipada de milho e formação de estoques, o BB oferece aos avicultores independentes a oportunidade de obter capital de giro por meio da contratação da CPR de frango vivo.

     Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.
    4 min
  • 03/04/2024 - Cenário do café arábica
    Olá, hoje é quarta-feira, 03 de Abril de 2024, eu sou Rossana Maria Cláudio, Assessora de Agronegócios do Banco do Brasil e vamos falar sobre o mercado de CAFÉ ARABICA.

      A meteorologia prevê chuvas irregulares e temperaturas amenas para a semana nas principais regiões produtoras, porém a umidade no solo ainda é alta e continua favorecendo o enchimento dos grãos. O clima ainda é o foco principal da safra 2024 do arábica no Brasil, necessitando ainda de boas condições de precipitações até meados de abril para a definição da safra. Ainda há a preocupação com os efeitos do clima adverso entre setembro e novembro/2023 no rendimento do grão.

    O café arábica continua com bastante volatilidade nos preços com base nos seguintes fundamentos: aumento dos estoques certificados na bolsa de Nova York, baixos estoques nas mãos dos importadores, razoável estoque de 2023 no Brasil com oferta restrita pelos produtores, os conflitos do Oriente Médio e Ucrânia/Rússia que podem afetar a economia mundial, e o alto preço do robusta no mercado internacional.

     A bolsa de Nova York registrou na semana passada o maior nível dos últimos 8 meses dos estoques certificados em 585.379 sacas. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com os demais fundamentos citados anteriormente, consideramos perspectiva de manutenção da oscilação nos preços. Em 28 de março os preços internos nas principais praças registraram uma média de R$ 1.040,00/sc, mantendo a estabilidade em relação a 29 de fevereiro.

    O Banco do Brasil oferece créditos de custeio, investimento e comercialização para a condução eficaz da lavoura, proteção contra intempéries e fixação de preços, possibilitando assegurar margens diante da alta volatilidade do mercado cafeeiro e preocupações climáticas. O BB disponibiliza as opções agro para proteção das margens de rentabilidade.

    Atualmente temos Opções PUT de Café arábica, referenciadas na bolsa de NY, com vencimento em junho/24 com strike/preço garantido entre US$ 1,76 e 1,83/lp e vencimento novembro/24 com strike entre US$ 1,66 e 1,80/lp.  Você pode fazer uma simulação acessando sua conta no app BB, menu agro, contratar opções agro.

     Contate seu gerente Agro e conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    4 min
  • 02/04/2024 - Cenário do amendoim
    Olá, hoje é 2 de abril de 2024, meu nome é Maurício Alonso, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Ribeirão Preto e hoje vamos falar da cultura do amendoim.

     O amendoim é uma oleaginosa de abrangência mundial, tendo alguns países da África e do sudeste Asiático como os principais produtores e consumidores. Segundo o departamento de Agricultura dos Estado Unidos - USDA, em torno de 50 milhões de toneladas foram produzidas no mundo em 2023, sendo que o Brasil ocupa a 11a posição, com produção de 890 mil toneladas. Apesar de relativamente pequena, de acordo com a CONAB, a produção nacional vem crescendo anualmente sendo que nas últimas quatro safras, apresentou aumento de 65%, chegando a 250 mil hectares plantados, tendo o estado de São Paulo como o principal produtor com 84% desta área.

     O amendoim é uma cultura predominantemente de consumo interno, sendo que o mercado internacional representa menos de 10% da produção mundial, com 4,6 milhões de toneladas em 2023. Dentre os principais exportadores, destacamos a Argentina, Estados Unidos e Brasil respectivamente em 1 º, 3 º, e 5 º no ranking mundial.

     A boa qualidade do produto desses três países tem atendido a exigência de grandes consumidores, como Rússia, Argélia, Países Baixos, Polônia e Reino Unido. China e Índia também ocupam esse ranking, porém com mercado consumidor restrito aos países asiáticos. Em algumas cidades do oeste paulista formaram-se grandes polos produtivos, com presença de várias empresas exportadoras, destaque para Marília, Tupã, Pompéia, Borborema, Jaboticabal e Dumont. Por ser uma cultura plantada em áreas de reforma de cana-de-açúcar, havia dificuldades para financiamentos devido cessão de áreas.

     Porém este cenário vem mudando nos últimos anos, contribuindo para esse aumento, a migração da cultura para as regiões de Marília, Tupã e Pompeia, onde há maior presença de áreas próprias e de reformas de pastagens, em relação a áreas de reforma de cana-de-açúcar.

     O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de custeio e investimentos.

     Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    3 min
  • 01/04/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro
    Olá! Hoje é segunda-feira, 01 de abril de 2024, meu nome é Sacha, sou Assessora na Diretoria de Agronegócios e Agricultura Familiar e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil, para o movimento de preços no curto prazo, para as commodities soja, milho, café e boi gordo.
       Iniciando com a soja, espera-se que   O cenário de oferta de soja na América do Sul, se mantenha superior à safra passada, mesmo com a redução da safra Brasileira, além das intenções de plantio da safra dos EUA, que serão divulgadas nos próximos dias, movimentem as cotações na Bolsa de Chicago (CBOT). Os trabalhos da colheita no Brasil sigam ritmo normal e devendo totalizar 67% dos mais de 45 milhões de hectares semeados. O RS, último Estado a encerrar a fase de plantio, iniciou efetivamente a colheita com possibilidade de atingir nos próximos dias 5% de área. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET), nos próximos dias há previsão de bons volumes de precipitação na faixa Norte, Nordeste e Sul do País, especificamente SC e RS; e na região do Matopiba. Na Argentina há probabilidade de chuvas com volumes expressivos, mantendo os níveis de umidade do solo.  As cotações na Bolsa de Chicago seguirão oscilando, diante dos fundamentos de grande oferta da América do Sul, baixa demanda nos EUA e ajustes de posições dos investidores. Assim, os preços internos deverão ter viés de alta para o curto e estabilidade para o médio prazo.
          No tocante ao milho, O mercado vai refletir os dados de intenção de plantio nos Estados Unidos, podendo apresentar baixas caso haja uma redução de área maior do que o mercado espera. O USDA começará a divulgar, a partir do dia 01/04, o acompanhamento do plantio norte-americano da Safra 2024/25. Um bom ritmo de plantio pode ser baixista para os preços na CBOT. De acordo com relatório do dia 27/03, da Bolsa de Cereais na Argentina, a colheita no país atingiu 5,7% do total da área. O orgão espera produção de 54 milhões de toneladas nesta safra, incremento de 20 milhões de toneladas em relação à safra passada, estimada em 34 milhões de toneladas. No Brasil, bons volumes de chuvas são esperados para os próximos dias no Centro-Oeste, favorecendo o manejo e o desenvolvimento dos cultivos da 2ª safra. Em partes da região sudeste e para o Paraná, poderá haver restrição hídrica, podendo impactar no potencial produtivo das lavouras. As precipitações previstas para o início de abril e o avanço da colheita do milho 1ª safra devem continuar mantendo os preços físicos pressionados negativamente no curto prazo.          Para o café, destaca-se que,    A meteorologia prevê chuvas irregulares e temperaturas mais amenas para a semana nas principais regiões produtoras do Brasil, ainda favorecendo o enchimento dos grãos; Mercado sem alterações nos principais fundamentos para a volatidade do café, fortalecida agora pelos aumentos consecutivos dos estoques certificados nas bolsas e pela proximidade da colheita no Brasil e na Indonésia. O preço do robusta no mercado internacional em alta, continuará sustentando os preços do arábica. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.
      Quanto ao Boi Gordo, é importante frisar que:   Com o início do mês e o recebimento dos salários, o poder de compra da população aumenta e pode proporcionar uma melhora no consumo de carne de bovina, colaborando para redução dos estoques dos frigoríficos. Com as chuvas que estão ocorrendo no Centro Oeste, as lavouras de milho estão se beneficiando, colaborando para o seu bom desenvolvimento. Com isso, os pecuaristas que planejam se utilizar do confinamento para engorda dos bois, no segundo semestre, podem aproveitar as oportunidades de compra do insumo. Com a oferta elevada de animais, principalmente fêmeas, as escalas de abate continuarão próximas dos 10 dias. Ministério da Agricultura e Pecuária reconhece nacionalmente como livre de febre aftosa sem vacinação os Estados do Amapá, Amazonas, Bahia, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Pará, Piauí, Rio de Janeiro, Roraima, São Paulo, Sergipe, Tocantins e o Distrito Federal. Esse reconhecimento abre caminhos para que os produtos pecuários oriundos destes Estados possam acessar os mercados mais exigentes do mundo.
        Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!
    7 min
  • 28/03/2024 - Cenário do boi gordo
    Olá, hoje é dia 28 de março de 2024, meu nome é Teodoro Contin, sou Assessor de Agronegócios do Banco do Brasil em Barretos-SP e vamos falar sobre o cenário da Bovinocultura de Corte.  Segundo dados da Secretaria de Comércio Exterior, foram exportadas 139,9 mil toneladas de carne bovina in natura em 16 dias úteis de março de 2024.

     O preço médio da tonelada ficou em US$ 4.526, queda de 6,0% em relação ao mesmo período do ano anterior. No dia 27 de março de 2024, de acordo com o indicador do boi gordo CEPEA/B3, a arroba do boi gordo foi precificada em R$ 232,20 com leve alta de 0,09% no dia. O mercado de reposição mostrou sinais de estabilidade este ano, com o indicador do bezerro ESALQ/BM&FBOVESPA - MS, cotado a R$ 2.055,59 com alta de 0,15% no dia. Na B3, os contratos futuros de abril e maio de 2024 fecharam o dia cotados em R$ 229,85 e R$ 297,00 a arroba, respectivamente.

                No dia 21 de março, o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (MAPA), publicou a portaria nº 665 que reconhece nacionalmente como livres de Febre Aftosa sem vacinação 16 Estados e o Distrito Federal.

                No mercado interno, início desta semana prevaleceu a estabilidade nos preços do boi gordo na maioria das praças pecuárias brasileiras, apesar da continuidade da pressão de baixa.            

     A redução natural de renda da população na segunda quinzena do mês, somada ao período da Semana Santa (última semana de março/24) contribuem para uma expectativa de redução da demanda doméstica pela carne bovina.

                As escalas de abate dos frigoríficos seguem confortáveis – na média Brasil, em 10 dias úteis.            

     No Mato Grosso, com a aproximação do 1º giro de confinamento no estado, parte dos produtores começa a se planejar com a compra dos insumos. Esse é um ponto importante do planejamento, uma vez que o dispêndio com a suplementação dos animais é um dos fatores que mais pesam no custo de produção da atividade. A necessidade de utilização de ferramentas de proteção de preço é fundamental para mitigar o risco da atividade, principalmente em anos de oferta elevada de animais para abate. Para isso, o BB disponibiliza as Opções Agro, atualmente temos opções de venda – Put referenciadas na B3, com vencimento em:

     -          Maio de 2024 com preço garantido (strike) entre R$223,50 e 227,50 /@, e
    -          Junho de 2024 com strike entre R$ 220,60 e 227,00/@ para consultar outros vencimentos e fazer uma simulação acesse o app BB, menu agro.

     Além disso, com o Custeio Agropecuário do BB, você pode realizar o financiamento de diferentes despesas da sua produção e garantir os melhores insumos para um ciclo pecuário bem-sucedido. Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!
    4 min
  • 27/03/2024 - Cenário do algodão
    Olá, hoje é quarta-feira, 27 de março de 2024, meu nome é Marcos Lira, sou Assessor de Agronegócios no Banco do Brasil em Tangará da Serra, Mato Grosso e falaremos sobre o cenário do algodão.

     O mês de março têm sido de queda na cotação da pluma na Bolsa de Nova Iorque: entre os dias 01/03 a 25/03 a desvalorização de 6,54%. Mesmo considerando o atual período de entressafra, caracterizado por oferta de pluma limitada nos países produtores, as baixas apresentadas foram reflexo da expectativa de mais uma safra recorde no Brasil (segundo a boletim mensal da Conab, produção de 3,56 milhões de toneladas, 12% a mais que a safra 2022/23).

     Outro fato que requer atenção e poderá influenciar os preços internacionais é o aumento de área de plantio nos Estados Unidos em detrimento do cultivo de soja e milho (a perspectiva segundo o USDA é de incremento de 7,5% comparada à safra anterior).

     No Brasil, as exportações seguem em ritmo acelerado: de agosto de 2023 a fevereiro de 2024, o país comercializou 1,62 milhão toneladas de pluma, volume 45% maior que o mesmo período do ciclo anterior e, em março, somente na primeira semana foram exportadas 80 mil toneladas (como comparação, em março de 2023, o total embarcado foi de 75 mil toneladas). Neste mês, as chuvas não ocorreram com volume e frequência desejadas e seguem como ponto de atenção aos cotonicultores para o mês de abril, visto que historicamente começam a se apresentar mais escassas.

     A pluma, comparada a outras commodities, apresenta maior volatilidade, visto que não é ligada ao ramo alimentício. Desta forma, é sempre importante que o produtor fique atento ao melhor momento de preços para travar seus custos e melhorar sua margem. Para isso, o Banco do Brasil possui as Opções Agro e atualmente temos Opções de venda (PUT) com vencimento em:

     -          Novembro/24 com strike entre U$ 0,78 e U$ 0,82/pound.

    Procure seu gerente de relacionamento para mais informações e conte sempre   com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima!!
    3 min
  • 26/03/2024 - Cenário da olericultura
    Olá, hoje é 26 de março de 2024, meu nome é Gustavo Maeda, Assessor de Agronegócios na região de Uberaba-MG, e falaremos hoje sobre hortaliças baby e as mini hortaliças. Pequenas, só no tamanho!

     O potencial do mercado de mini e baby hortaliças é gigante. Apresentam como diferenciais em comparação às suas versões de tamanho original, além do menor porte, maior facilidade de preparo, proporcionando aspecto moderno aos pratos, além do que muitos deles são mais saborosos.

      As hortaliças fazem parte de um segmento chamado de “especialidades”, que têm um preço mais alto de venda em comparação com suas versões tradicionais e são menos susceptíveis as oscilações de preços.

      Este grupo divide-se em mini e baby onde Mini – ocorre pelo plantio de sementes que passaram por melhoramento genético e submetidos a processamento mínimo que mantém seu formato original, mas reduzem de tamanho. E Baby – obtido por meio da colheita precoce ou antecipada do produto de tamanho tradicional, como as alfaces baby leaf.

      O cultivo das miniaturas envolve diversas particularidades, mas também semelhanças em relação aos hortícolas de tamanho normal. Na comercialização, não há regras específicas, as exigências de qualidade são praticamente as mesmas dos produtos de tamanho tradicional. Devido ao custo de produção mais elevado e seu tamanho reduzido, elas são acondicionadas em cestas ou caixas pequenas.

      Os produtos mais conhecidos desses segmentos no Brasil são os minitomates, as minicenouras, minialface e as folhosas baby leaf (folhas baby). Esse mercado registra evolução rápida nos países desenvolvidos, estimulados pela cozinha gourmet. No Brasil, houve crescimento, mas o consumo continua nas classes de renda mais altas. Agentes do setor estimam crescimento a taxas médias anuais entre 15% e 20%.

      Segundo dados fornecidos pelo Departamento de Economia e Desenvolvimento da Ceagesp, o volume de entrada de minicenouras no atacado paulistano cresceu 2,3 vezes em cinco anos. Sendo o grande desafio desde segmento a integração da ponta produtora com o varejo, de modo que não sobre produto na roça e não falte no supermercado.

      O Banco do Brasil, principal parceiro do agronegócio brasileiro, coloca à disposição dos produtores rurais linhas de crédito de custeio e investimentos, para estruturas de produção de diversas hortaliças Baby e Mini hortaliças.

      Conte sempre com a assessoria especializada em agronegócios e com toda a equipe do Banco do Brasil. Fica a dica de crédito consciente e sustentável. Até a próxima.
    3 min
  • 25/03/2024 - Perspectiva semanal: mercado agro
    Olá! Hoje é segunda-feira, 25 de março de 2024, sou Fabíola Lira, estou assessora de agronegócios e trago a vocês as expectativas da equipe de inteligência competitiva do Agronegócio do Banco do Brasil para o movimento de preços no curto prazo para as commodities soja, milho, café e boi gordo.
       Iniciando com a soja, espera-se que   As atenções devam se voltar para a divulgação dos dados de intenções de plantio nos EUA, que serão divulgados pelo USDA, que poderão trazer aumento da área de plantio em valores superiores a 2 milhões de hectares. A colheita no Brasil segue avançando, com possibilidade de atingimento de mais de 75% da área colhida. Possivelmente, nas próximas semanas, não será observada grande variabilidade nas consolidações dos dados relativos ao volume de produção do País, dado o percentual significativo de área com produtividade definida. No fundamento clima, o Instituto Nacional de Meteorologia (INMET) prevê consideráveis volumes de precipitação nas regiões produtoras, com destaque para o MATOPIBA e RS, em que ainda há lavouras na fase de enchimento de grãos. Na Argentina persistem as previsões de chuvas, porém com volumes menores, o que já favorece áreas aptas a colheita. Diante dos fundamentos de aumento das intenções de área de plantio nos EUA, redução de produção da safra brasileira e aumento de oferta Argentina, as cotações da Bolsa de Chicago seguirão voláteis e os preços internos deverão ter viés de estabilidade para o curto e médio prazos.
          No tocante ao milho, O mercado acompanhará a demanda pelo milho estadunidense na próxima semana, uma vez que ocorreu um movimento de valorização nos últimos dias, que poderá reduzir a competitividade do País em relação à outros exportadores. No último reporte de vendas semanais (21/03), o USDA informou que as vendas líquidas foram de 1,18 milhão de toneladas da Safra 2023/24, queda de 8% em relação ao observado no reporte anterior. Na próxima semana o USDA divulgará as estimativas de intenção de plantio dos produtores americanos, podendo trazer volatilidade ao mercado, que espera redução da área de milho em relação ao cultivado na Safra 2023/24. A Bolsa de Cereais na Argentina reduziu a estimativa de produção no País da Safra 2023/24 para 54 milhões de toneladas, corte de 2,5 milhões de toneladas que foi justificada pela onda de calor observada no mês de fevereiro para os cultivos no país. No Brasil, bons volumes de chuvas são esperados para o período, principalmente para o Centro-Oeste. A boa previsão climática e o avanço da colheita do milho 1ª safra devem continuar mantendo os preços físicos pressionados negativamente no curto prazo.
      Para o café, destaca-se que,   A meteorologia prevê chuvas mais regulares e temperaturas mais amenas para a semana nas principais regiões produtoras do Brasil, favorecendo o enchimento dos grãos. Os produtores seguem preocupados sobre os efeitos do clima desfavorável entre setembro e novembro/2023 na qualidade do grão; Ressalta-se ainda, o mercado sem alterações nos principais fundamentos para a volatidade do café, fortalecid agora pelos aumentos consecutivos dos estoques certificados nas bolsas e pela proximidade da colheita no Brasil. O preço do robusta no mercado internacional, em alta, continuará sustentando os preços do arábica. Diante dessas incertezas de clima, mercado e da produção de café, principalmente no Brasil, e com fundamentos nos estoques externos mais reduzidos e consumo aquecido, consideramos perspectiva de manutenção da volatilidade nos preços.
      Quanto ao Boi Gordo, é importante frisar que:   As chuvas, de um modo geral, seguem regulares e bem distribuídas em grande parte do País, proporcionando boas condições às pastagens, fato que possibilita ao pecuarista reter o gado, limitando a oferta, a fim de evitar maiores recuos no preço da arroba. A última quinzena do mês normalmente apresenta um ritmo lento de reposição entre o varejo e o atacado, uma vez que o consumidor se encontra menos capitalizado. Assim, ocorre uma migração para o consumo de carne de frango, por parte da população que possui uma renda menor. Dessa forma, a tendência é que não haja redução no volume de produto estocado. Face a este movimento, as escalas tendem a permanecer alongadas e confortáveis ao comprador, haja vista a maior disponibilidade de animais para o abate, somado ao consumo interno arrefecido neste período do mês. Assim, a tendência é que a indústria siga em vantagem nas negociações, resultando em menores preços ofertados e viés de baixa às cotações do boi gordo. Durante o segundo trimestre, com o final do período chuvoso, é esperada a perda da qualidade do pasto. Com isso, tende a ocorrer um descarte mais acelerado de bovinos, aumentando a oferta de animais. Assim, faz-se necessário gerenciar os custos e mitigar o risco da atividade, seja fazendo uso de opções ou do mercado futuro.
        Desejamos a todos os nossos clientes uma excelente semana, bons negócios e até a próxima!
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