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CTRL ALT LIAH 001 (S01E01) | Resetando a VIDA!
No episódio de estreia do Ctrl Alt Liah, Liah aperta o botão de reset e convida você a olhar para uma pergunta simples, mas perigosamente íntima: será que você escolhe mesmo tudo aquilo que consome… ou já tem muita coisa escolhendo você?
Entre nutrição, música e futebol, este primeiro episódio não é sobre dieta perfeita, crítica musical ou mesa-redonda esportiva. É sobre vida real. Sobre como aquilo que comemos, escutamos, repetimos e sentimos vai moldando nosso humor, nossa ansiedade, nossos hábitos e até a forma como enxergamos quem somos.
No Modo Corpo, Liah fala sobre alimentação para além da matemática do “pode” e “não pode”: fome emocional, cansaço, ansiedade, rotina, café como religião nacional e a diferença entre controle e consciência.
No Modo Jogo, o futebol entra como ritual, memória e pertencimento. Porque torcer também é sentir, repetir, compensar, celebrar, sofrer — e, às vezes, transformar um resultado de domingo em termômetro emocional da semana inteira.
No Modo Som, a música aparece como trilha invisível da vida: aquilo que nos regula, nos transporta, nos conforta, nos prende em versões antigas de nós mesmos — e, de vez em quando, diz exatamente o que a gente ainda não conseguiu explicar.
Este é um episódio sobre perceber. Perceber o corpo. Perceber o consumo. Perceber os padrões. Perceber quando a gente está vivendo conscientemente… ou só reagindo no automático.
Ctrl Alt Liah — o que você consome também está consumindo você.
Estados Desunidos do Brazil 089 (S05E11) | TariFlávio
EDB no. 089 no ar: Beck e Dudu voltam de vinheta nova, casca grossa velha e paciência institucional vencida para falar de Flávio Bolsonaro nos Estados Unidos, Trump, tarifa contra o Brasil e essa nova modalidade de patriotismo nacional: defender a soberania brasileira direto de Washington, com legenda em inglês, milhas acumuladas e vergonha despachada na mala.
[ AOS FATOS: ] Tem Flávio no Salão Oval, Eduardo no combo “abençoe os EUA”, Paulo Figueiredo no pacote família e Trump no modo “tarifa be like”. Enquanto a família que passou meses pedindo pressão externa agora tenta posar de bombeira diplomática, o Brasil descobre uma verdade dura: o nacionalismo bolsonarista late em português, mas abana o rabo em inglês.
[ AOS FATOS REQUIEM: ] O episódio ainda marca a volta triunfal do CATUCADO, agora mirando o senador em roaming, o estadista de duty free, o diplomata de free shop: Flávio “TariFlávio” Bolsonaro. Tem caso Banco Master, filme do papai, áudio com banqueiro, funk do PIX feito por IA e a tentativa desesperada de transformar prejuízo geopolítico em pré-campanha presidencial. Spoiler: o PIX gritou: “Me solta, eu sou do Banco Central”.
[ PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR: ] Flávio foi aos EUA defender o Brasil… ou tentar limpar a pegada da família na alfândega da soberania nacional?
[ Dicas Culturais: ]
Beck & Dudu: Ctrl Alt Liah, o novo projeto solo da Liah na Beck Room Studios. Porque, se o Brasil travou, alguém precisa apertar o botão Reiniciar com estilo. Vem aí um podcast sobre corpo, comportamento, consumo, nutrição, música, futebol, emoção e identidade — ou seja, tudo aquilo que a gente consome… e que, às vezes, começa a consumir a gente de volta.
Deboche Mode Hard 004 | Silicon Reich
O cyberpunk não aconteceu do jeito que a gente imaginava.
As megacorporações não destruíram os governos pela força.
Elas descobriram algo muito mais eficiente: tornar-se indispensáveis.
No quarto episódio do Deboche Mode Hard, Beck mergulha no universo de Peter Thiel, Alex Karp e da Palantir — a empresa de vigilância e inteligência artificial que decidiu homenagear justamente o artefato maligno de O Senhor dos Anéis, responsável por corromper pessoas por meio da vigilância.
Sem teoria conspiratória.
Sem chapéu de alumínio.Só realidade contemporânea mesmo.
O episódio aborda aceleracionismo, tecnofeudalismo, IA militar, soberania digital, infraestrutura crítica e a relação cada vez mais íntima entre Big Tech, governos e guerra.
Porque talvez o verdadeiro problema do século XXI não seja a inteligência artificial enlouquecer. Talvez seja ela que funcione exatamente como os donos dela querem.
Spoiler: O Vale do Silício deixou de querer apenas criar aplicativos. Agora ele quer reorganizar a civilização.
OBS.: Este e todos os episódios do DMH vêm em formato de crônica, sem roteiro fechado, com humor ácido, paranoia geopolítica moderada e a desconfortável sensação de que metade disso já está acontecendo.
Isso aqui não é um experimento social hipotético: é a descrição de um plano em andamento de distopia corporativa com CNPJ.
Estados Desunidos do Brazil 088 (S05E10) | A FAMÍLIA VORCANARO E A PAIXÃO DE MITO
No mais recente episódio desta temporada do EDB, Beck, Dudu e Liah retornam ao multiverso radioativo do Caso Bolso Master — aquele lugar mágico onde banqueiro investigado, senador “privada”, filme patriótico suspeito e dinheiro público parecem fazer parte do mesmo grupo premium de WhatsApp. Porque, aparentemente, o Brasil entrou de vez na fase em que escândalo político não é mais explicado em coletiva… é explicado como thread de true crime mal escrita no Telegram.
[ AOS FATOS: ] Tem áudio vazado, tem ONG com notas fiscais suspeitas, tem viagem bancada pelo Senado para visitar banqueiro de tornozeleira, tem produtor executivo patriótico tentando explicar “filme privado” financiado por caminhos cada vez menos privados… E o PLOT TWIST CARPADO: tem Jim Caviezel usando uma peruca que parece ter sido furtada do camarim do Beiçola em pleno Projac Cinematic Universe.
[ AOS FATOS REQUIEM: ] Enquanto isso, pesquisas eleitorais começam a derreter candidaturas, esqueletos saem dos armários em escala industrial e surge no horizonte um novo tipo de criatura política brasileira: o influencer de indignação crônica, o streamer de colapso institucional, o coach messiânico produzido pelo algoritmo da raiva nacional.
Porque, no Brasil de 2026, a linha entre candidato, personagem de podcast motivacional e acidente institucional já virou detalhe técnico. Ademais, no fundo, o episódio inteiro gira em torno de uma pergunta simples: quando a política vira entretenimento financiado por interesses nebulosos…
[ PERGUNTA QUE NÃO QUER CALAR: ] Ou o roteiro ainda é uma sátira? Ou a realidade já demitiu os roteiristas?
[ Dicas Culturais: ]
Beck: "Master of Puppets", do Metallica. Porque, depois desse episódio, fica impossível ouvir “Obey your master” sem pensar em lobby, banco, Brasília, Faria Lima e em algum coach patriótico vendendo milagre financeiro no LinkedIn.
Liah: — Motocontínuo. Especialmente para celebrar o aniversário do Má e do Gui Padovani. Amor, caos emocional e, provavelmente, mais estabilidade institucional do que a de metade da política brasileira atual.
DICA+ (PLUS) da Liah: Fiquem de olho na programação dos próximos episódios da Beck Room Studios porque, em breve, euzinha, trarei para todos e TODAS vocês o meu novo projeto! Fiquem espertos!
Dudu: — Quer passar raiva em nível clínico? Então, assiste à reprise do megaevento da CBF só para anunciar que o Pedro ficou de fora, enquanto o “menino velho aposentado premium” continua sendo convocado, porque, aparentemente, a amizade com gente poderosa hoje vale mais do que o desempenho em campo. É quase um documentário sobre como o futebol brasileiro virou uma mistura de marketing esportivo, compadrio e relações públicas com tornozeleira moral invisível. Dá vontade de torcer pela Argentina… e pedir desculpas em espanhol.
No nono episódio desta temporada do EDB, Beck, Dudu e Liah mergulham naquele que talvez seja o maior crossover entre política brasileira, thriller financeiro da HBO e fanfic patriótica em IMAX já produzido neste país tropicalmente radioativo.
Porque sim… aparentemente existiria uma negociação de aproximadamente 24 MILHÕES DE DÓLARES envolvendo: banqueiro investigado; áudios vazados; WhatsApp premium; produção cinematográfica internacional; e o ator Jim Caviezel — o próprio Jesus Cristo cinematográfico — orbitando o universo bolsonarista como se tudo isso fosse normal.
Tem áudio vazado.
Tem banqueiro.
Tem senador.
Tem “não podemos dar calote no elenco internacional”.
E tem o momento em que todo mundo percebe que o populismo brasileiro entrou oficialmente na era IMAX.
Porque no fundo, o episódio inteiro gira em torno da pergunta mais importante de 2026:
Quem está financiando o imaginário político brasileiro?
E a resposta talvez seja mais assustadora do que engraçada.
Ou talvez seja só engraçada MESMO de tão absurda.
[ Dicas Culturais: ]
Beck: 📺 The Pitt. Uma série que começa como drama hospitalar e termina parecendo estudo acadêmico sobre colapso humano em tempo real. Ou seja: praticamente Brasília, mas com mais ética profissional e menos senador mandando áudio emotivo no WhatsApp.
Dudu: 🎬 Assistam primeiro o Flávio Rachide negando que pediu dinheiro… e depois explicando por que pediu.
É suspense, terror psicológico, humor involuntário e vergonha alheia tudo ao mesmo tempo. Basicamente “Black Mirror: Mar-a-Lago Edition”.
Liah: 📵 Desliguem o celular por duas horas.
Estados Desunidos do Brazil 086 (S05E08) | O (PARTIDO) BARBEIRO DE BRASÍLIA
A dupla dinâmica do EDB, Beck e Dudu, neste mais recente (...e necessário episódio!!!) analisam a rejeição histórica de um indicado ao STF, a derrubada de veto presidencial e o espetáculo deprimente de um sistema político que consegue ser, ao mesmo tempo, sofisticado no cinismo e amador na execução.
Tem erro estratégico? Tem.Tem leitura política equivocada? Tem também.
Mas o que realmente sobra é a sensação de que Brasília virou um grande salão de barbeiro institucional — onde todo mundo corta, mas ninguém sabe exatamente o que está fazendo.
Aqui, não tem “centro democrático”.Tem Centrão pragmático.Não tem “governabilidade”.Tem sobrevivência com maquiagem retórica.
E o mais bonito: todo mundo sabe disso… e mesmo assim continua jogando como se fosse novidade.
Se isso aqui ainda é democracia, ela claramente entrou no modo hard — sem tutorial e com chefão final bugado.
É talvez o episódio mais ácido (e menos paciente) do EDB desta temporada: Beck e Dudu entram no modo catucado contínuo pra dissecar o que já pode ser considerado um clássico contemporâneo: a arte brasileira de errar com convicção — também conhecida como governar.
E respondem, sem anestesia, algumas questões que deveriam ser proibidas de tão constrangedoras:
• Indicação ao STF é escolha técnica… ou tentativa desesperada de agradar bancada que não se agrada com nada?
• Senado faz sabatina… ou reality show de vaidade com voto secreto e memória seletiva?
• E o governo foi traído… ou só esqueceu que tava jogando xadrez com gente que vende as peças?!
[ Dicas Culturais: ]
Dudu: 🎧 Ouve o Deboche Mode Hard, especialmente o episódio “O Fim do Direito”.
Porque se o sistema jurídico já virou stand-up involuntário… pelo menos a gente ri antes do colapso final. E sim, Beck… isso aqui já virou spin-off da tua própria sanidade.
Beck: 📕 O Conto da Aia, de Margaret Atwood — e a série também, se tiver estômago.
Não é ficção, é tutorial disfarçado. Se você acha exagero… dá mais uns anos e a gente conversa.
Deboche Mode Hard 003 | O Fim do Direito
O direito não acabou.
Ele só deixou de ser protagonista — e talvez ninguém tenha percebido ainda.
No terceiro episódio do Deboche Mode Hard, Beck parte da obra de Ugo Mattei (La fine del diritto) para explorar uma hipótese incômoda: o direito está sendo silenciosamente substituído por sistemas tecnológicos de controle, de previsão e de indução de comportamento.
Sem teoria conspiratória. Sem romantização.
Aqui, a análise passa por China, Estados Unidos, plataformas digitais, algoritmos e pelo colapso de pilares clássicos, como juiz, livre-arbítrio e sujeito jurídico.
Se as decisões são previstas antes de acontecerem, o que sobra do julgamento?
Se o comportamento é condicionado, o que resta da responsabilidade?
E se o direito chega sempre depois… ele ainda serve pra alguma coisa?
💥 Spoiler: talvez o problema não seja o fim do direito — mas o que o ocupa.
🎧 Episódio em formato de crônica, sem roteiro fechado e com o nível de acidez que você já espera.
Isso aqui não é aula.
É desconforto organizado.
Estados Desunidos do Brazil 085 (S05E07) | Paranauê Pesquisas
Tá achando que política brasileira ainda segue lógica?
Que pesquisa eleitoral mede intenção — e não fantasia coletiva?
Que partido cresce por ideia… e não por planilha de Excel eleitoral?
Ah… você ainda acredita em método científico na política brasileira… que fofinho 😏
No episódio mais caótico (e estranhamente didático) do EDB, Beck e Dudu mergulham no universo místico das Paranauê Pesquisas, onde estatística encontra capoeira, coerência tira férias e deputado troca de partido mais rápido que senha de Wi-Fi em aeroporto.
E respondem, com aquele carinho ácido de sempre, algumas dúvidas essenciais da república freestyle:
• Pesquisa eleitoral hoje mede voto… ou mede quem tem mais dinheiro pra parecer viável?
• Janela partidária é instrumento democrático… ou Black Friday do Centrão com cashback em fundo eleitoral?
• De acordo com Flávio Bolsonaro: O Brasil ainda tem soberania… ou já tá anunciado na OLX geopolítica com frete grátis pros EUA?
• E o PL virou partido… ou franquia premium do bolsonarismo com plano de milhagem e upgrade pra 2026?
Neste episódio, Beck e Dudu desmontam o crescimento “milagroso” do PL, o derretimento gourmet do União Brasil e o espetáculo grotesco da política externa freestyle — onde senador sobe em palco gringo pra oferecer o país em suaves prestações, com direito a bônus de intervenção internacional.
Tem análise? Tem.
Tem indignação? Também.
Mas principalmente: tem a constatação de que a democracia brasileira entrou no modo aleatório com DLC pago em fundo eleitoral.
Aqui, ideologia é opcional.
Coerência é item fora de linha.
E projeto de país… bom… esse tá em manutenção desde 1500.
Se rir ainda é resistência, esse episódio é praticamente um ato revolucionário com trilha de capoeira e som de caixa registradora.
Ouve aí, engole seco e compartilha com aquele amigo que ainda acha que pesquisa eleitoral é fotografia — e não filtro de Instagram com viés ideológico.
Quer ajudar?
Faz aquele PIX simbólico cheio de sarcasmo e desespero pra [email protected].
Cada centavo é combustível pra manter o deboche em funcionamento — porque se depender da política brasileira, nem a ironia vai fechar as contas.
[ Dicas Culturais: ]
Dudu: Aproveita que acabou a quaresma, vai pro boteco, enche a cara, se sinta rico por algumas horas… e já que é pra cometer erro estatístico, faz um PIX pra [email protected] — pelo menos esse retorno é garantido!
Beck: Segunda temporada de The Pitt (HBO MAX). Drama hospitalar que evolui pra estudo de colapso humano em tempo real — basicamente o SUS emocional da política brasileira, só que com roteiro melhor.
Estados Desunidos do Brazil 084 (S05E06) | MASTER SYSTEM
Achou que crise bancária era só número vermelho em planilha?
Que fraude financeira termina em relatório técnico e coletiva de imprensa?
Que o sistema funciona como deveria?
Ah… você ainda tá jogando no modo tutorial.
No episódio mais 8-bit da temporada, Beck, Dudu e Liah transformam o escândalo do Banco Master em um videogame institucional brasileiro — com fases, chefes, power-ups… e um possível “Game Over” democrático piscando no canto da tela.
O protagonista? Um banqueiro com acesso nível desbloqueado premium: Congresso, Planalto e — aparentemente — orbitando também o Judiciário.
Fase 1: Congresso.
Fase 2: Executivo.
Fase 3: STF.
No meio disso tudo: mensagens, encontros, conexões e aquela sensação desconfortável de que a República funciona mais como clube VIP do que como sistema impessoal.
O ponto não é só o escândalo.
É o mapa.
Porque quando dinheiro, política e poder institucional começam a circular no mesmo ecossistema… o problema deixa de ser jurídico e vira estrutural.
Spoiler: o jogo ainda não chegou na fase mais perigosa.
A delação. E quando banqueiro aperta “Start” nessa fase… Brasília inteira entra em modo sobrevivência.
[ Dicas Culturais: ]
Dudu: BEKS Bar, Rua Brasílio Itiberê, 3645, Curitiba.
Olha… depois de um episódio sobre banqueiro, STF e lobby de helicóptero, a única instituição que ainda me passa confiança é um bar.
E não é qualquer bar — é o BEKS. Coincidência com “Beck”? Eu acho que não. Eu chamo isso de política pública afetiva. 🍻
Então faz o seguinte: vai lá, toma uma, hidrata o fígado e tenta entender a República com um copo na mão. Porque se nem o Beck resolve Brasília… pelo menos o BEKS resolve você.
Liah: “Bem Desejar-te o Mal”, da banda Motocontínuo. Uma homenagem póstuma ao Rodrigo, amigo querido da Liah e integrante da banda. Aqui a dica não vem com cinismo, vem com afeto, memória e saudade. Às vezes a cultura também é isso: um jeito bonito de não deixar alguém ir embora de vez.
Beck: “Como as Democracias Morrem”, de Steven Levitsky e Daniel Ziblatt. Um livro que Beck já lia desde o mestrado e que, pelo visto, continua sendo menos ficção que o noticiário brasileiro. A tese é simples: democracia quase nunca morre com tanque na rua; ela vai apodrecendo por dentro, quando elites políticas e institucionais passam a orbitar perto demais umas das outras. Ou seja: leitura perfeita pra depois desse episódio — caso você queira confirmar que o Brasil não está exatamente inventando a roda, só sabotando o eixo.
Estados Desunidos do Brazil 083 (S05E05) | LEVANTA-TE E ANDA, DISSE A CIÊNCIA BRASILEIRA!
“Levanta-te e anda.”
Dessa vez não foi pastor berrando no microfone. Foi ciência brasileira trabalhando em laboratório público.
No episódio mais constrangedor para o negacionismo gourmet, Beck e Dudu analisam a descoberta da Polilaminina, pesquisa da cientista Tatiana Sampaio, da UFRJ, que pode revolucionar o tratamento de lesões medulares.
E claro: se tem avanço científico no Brasil, tem política mal resolvida no meio.
A pesquisa quase foi interrompida por cortes de verba.
Patentes internacionais se perderam no limbo da austeridade.
Universidade pública, chamada de “antro ideológico” por muita gente, entrega uma das maiores esperanças médicas da década.
Enquanto isso, os mesmos que sucatearam ciência agora tentam pegar carona no sucesso. E o algoritmo ajuda quem grita mais alto — não necessariamente quem investiu.
O episódio é sobre esperança, mas também sobre memória.
Porque ciência não nasce de milagre. Nasce de financiamento, política pública e estabilidade institucional. E cortar verba não é só economia. Às vezes é atraso de décadas.
Quer manter o EDB vivo e independente?
Depois de ouvir, faz aquele PIX consciente para: [email protected]
Cada centavo ajuda a manter microfone ligado e algoritmo desligado.
Porque opinião a gente já tem. O que falta é patrocínio.
[ Dicas Culturais: ]
Dudu: Fica em casa, maratona o EDB ou qualquer série no streaming, economiza depois do verão e do carnaval e transforma parte dessa economia em PIX quaresmeiro. Se o Estado corta verba, a gente não precisa cortar ironia.
Beck: Um passeio 0800. Vai à praia, faz uma caminhada, sobe uma trilha, pisa na areia, conversa com gente de verdade. Fica offline. Desliga o feed e liga o mundo real. Ciência precisa de laboratório — mas você precisa de natureza. E isso ainda é de graça.
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