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"Outros centros" é o nome deste episódio, e a conversa gira em torno de uma literatura brasileira que repensa e reinventa noções de centro e periferia. O que passam a existir são múltiplas centralidades, um entendimento mais amplo e complexo do espaço, seus habitantes e a vida que acontece. As diferentes geografias de uma cidade, ou de uma região, são vistas a partir da linguagem particular de suas ruas. Outros modos de ser e sentir se apresentam em verso, prosa, ensaio, no audiovisual, no teatro, na reflexão em obras de arte ou no ambiente da universidade.
O ponto de partida é Lima Barreto, autor negro que nasceu e viveu no Rio de Janeiro na virada do século 19 para o 20. Esta conversa aborda principalmente a produção literária que emerge nas primeiras duas décadas deste nosso século 21. Entram em cena as batalhas de slam e a produção ensaística que revê o cânone literário, propondo formas novas de análise e pensamento.
Convidados: Jorge Augusto e Roberta Estrela D´Alva
Apresentação e curadoria: Joselia Aguiar
Produção executiva: SP Leituras
Técnica de áudio e vídeo: Pé de Pano Produções
Edição: Denise Correa
Outros centros é o nome deste episódio. E a conversa gira em torno de uma literatura brasileira que repensa e reinventa noções de centro e periferia. O que passam a existir são múltiplas centralidades, um entendimento mais amplo e complexo do espaço, seus habitantes e a vida que acontece. As diferentes geografias de uma cidade, ou de uma região, são vistas a partir da linguagem particular de suas ruas. Outros modos de ser e sentir se apresentam em verso, prosa, ensaio, no audiovisual, no teatro, na reflexão em obras de arte ou no ambiente da universidade.
O ponto de partida é Lima Barreto, autor negro que nasceu e viveu no Rio de Janeiro na virada do século 19 para o 20. Esta conversa aborda principalmente a produção literária que emerge nas primeiras duas décadas deste nosso século 21. Entram em cena as batalhas de slam e a produção ensaística que revê o cânone literário, propondo formas novas de análise e pensamento.
Convidados: Jorge Augusto e Roberta Estrela D´Alva
Apresentação e curadoria: Joselia Aguiar
Produção executiva: SP Leituras
Técnica de áudio e vídeo: Pé de Pano Produções
Edição: Denise Correa
Uma cena de poesia surge na virada da década de 1970 e começo da década de 1980. Distante dos concretistas, dialogou com a tradição literária constituída por Drummond e Cabral, ao mesmo tempo em que acrescentava grandes doses de contracultura e transgressão. A chamada Geração Mimeógrafo foi capturada pela crítica literária Heloisa Teixeira, que antes assinava Buarque de Holanda, responsável por organizar naqueles dias a antologia 26 Poetas Hoje. Entre os incluídos naquele volume, nomes que despontavam como Ana Cristina Cesar, Chacal, Francisco Alvim, Roberto Piva, Torquato Neto, Waly Salomão, Zulmira Ribeiro Tavares.
Recentemente, a mesma Helô, como era chamada pelos mais próximos, preparou outra antologia que serve como medida da cena atual. Chama-se 29 Poetas Hoje. Se a primeira se concentrou em poetas situados entre Rio e São Paulo, a recente tratou de incluir apenas mulheres de norte a sul. Estão nela poetas como Adelaide Ivánova, Bruna Mitrano, Luz Ribeiro, Jarid Arraes, Luna Vitrolira, Mel Duarte, Natasha Felix, Nina Rizz, Stephanie Borges, Regina Azevedo.
Este episódio aborda questões como produção poética, mercado editorial, cena independente e crítica literária que têm como propósito informar e formar públicos os mais diversos.
Convidados: Adelaide Ivánova e Ítalo Moriconi
Apresentação e curadoria: Joselia Aguiar
Produção executiva: SP Leituras
Técnica de áudio e vídeo: Pé de Pano Produções
Edição: Denise Correa
Este episódio retoma uma conversa iniciada quando falamos sobre a chegada dos primeiros livros no Brasil. A história do livro está intimamente ligada à leitura de literatura licenciosa. No dicionário, licenciosa refere-se a alguém que se comporta de forma desregrada, que não segue as normas e regras sociais, especialmente em relação ao comportamento moral e sexual. Licenciosa pode ser sinônimo de "devassa", "dissoluta" ou "libertina".
Vamos seguir neste passeio com nomes tão distintos quanto Hilda Hilst e Nelson Rodrigues; trataremos de inquisição e censura. Como pano de fundo, linguagens como o bajubá, que traduzem a vida de comunidade, e o trabalho de experimentação literária e de curadoria voltada para diversidade em eventos e instituições.
Entre os novos autores e autoras deste século 21, há uma representação maior de sexualidades dissidentes. De um lado, há a recuperação de autorias do passado que estiveram proscritas por seu teor erótico e questionador das normas. E, de outro, há a busca de linguagens que estejam afinadas com essas visões dissonantes.
Convidados: Amara Moira e Eliane Robert Moraes
Apresentação e curadoria: Joselia Aguiar
Produção executiva: SP Leituras
Técnica de áudio e vídeo: Pé de Pano Produções
Edição: Denise Correa
Os “Cadernos Negros” surgiram em 1978, para a publicação da produção literária de um conjunto de autores de poesia e contos que, naqueles dias, encontravam o mercado literário pouco aberto as suas criações. Essa experiência não somente marcou uma época, como teve repercussões nas décadas seguintes - autores e autoras que continuaram a produzir, e ideias de arte e poesia que passaram por gerações. O episódio aborda, ainda, a cena literária atual com novas vozes e editoras em atuação.
Convidados: Cuti e Fernanda Bastos
Apresentação e curadoria: Joselia Aguiar, jornalista e escritora, doutora em História pela USP. Seu primeiro livro, "Jorge Amado – uma biografia", publicado pela Todavia, venceu o prêmio Jabuti em 2019 na categoria Biografia, documentário e reportagem. Finaliza para a mesma editora um livro em torno da vida e obra da pintora Djanira. É a organizadora da Coleção Brasileiras, que publica retratos de mulheres que se destacaram nos mais diversos campos de atuação. Entre trabalhos recentes, foi curadora da Festa Literária Internacional de Paraty – FLIP em 2017 e 2018 e dirigiu a Biblioteca Mario de Andrade entre 2019 e 2021.
Produção executiva: SP Leituras
Técnica de áudio e vídeo: Pé de Pano Produções
Edição: Denise Correa
O ponto de partida são dois autores e duas obras seminais na história literária brasileira: Euclides da Cunha e “Os sertões”; Guimarães Rosa e “Grande Sertão: Veredas”. Do norte do país à Bahia, chegando ao sul de Minas, o episódio gira em torno de literatura, paisagem social e cultural, experimentação artística do princípio do século 20 até a cena literária atual.
Convidados: Edimilson de Almeida Pereira e Milton Hatoum
Apresentação e curadoria: Joselia Aguiar, jornalista e escritora, doutora em História pela USP. Seu primeiro livro, "Jorge Amado – uma biografia", publicado pela Todavia, venceu o prêmio Jabuti em 2019 na categoria Biografia, documentário e reportagem. Finaliza para a mesma editora um livro em torno da vida e obra da pintora Djanira. É a organizadora da Coleção Brasileiras, que publica retratos de mulheres que se destacaram nos mais diversos campos de atuação. Entre trabalhos recentes, foi curadora da Festa Literária Internacional de Paraty – FLIP em 2017 e 2018 e dirigiu a Biblioteca Mário de Andrade entre 2019 e 2021.
Produção executiva: SP Leituras
Técnica de áudio e vídeo: Pé de Pano Produções
Edição: Denise Correa
Clarice Lispector e Lygia Fagundes Telles são duas autoras que entram em cena nas décadas de 1940 e 1950 e se localizam num campo mais intimista e experimental da literatura brasileira, uma prosa urbana que desafia leitores ao lançar mão de alegorias, estranhezas, fluxo de consciência, metafísica, por meio de operações refinadas com a linguagem. Ambas tiveram prestígio em vida, com distinções e prêmios. No entanto, é notável o quanto sua reputação e popularidade têm crescido mesmo após sua morte, sobretudo nos últimos anos.
Convidados: Julián Fuks e Nádia Battella Gotlib
Apresentação e curadoria: Joselia Aguiar, jornalista e escritora, doutora em História pela USP. Seu primeiro livro, "Jorge Amado – uma biografia", publicado pela Todavia, venceu o prêmio Jabuti em 2019 na categoria Biografia, documentário e reportagem. Finaliza para a mesma editora um livro em torno da vida e obra da pintora Djanira. É a organizadora da Coleção Brasileiras, que publica retratos de mulheres que se destacaram nos mais diversos campos de atuação. Entre trabalhos recentes, foi curadora da Festa Literária Internacional de Paraty – FLIP em 2017 e 2018 e dirigiu a Biblioteca Mario de Andrade entre 2019 e 2021.
Produção executiva: SP Leituras
Técnica de áudio e vídeo: Pé de Pano Produções
Edição: Denise Correa
Críticos e historiadores costumam chamar de romance nordestino o projeto literário de um conjunto de autores e autoras que passaram a publicar na década de 1930 e se tornaram grandes clássicos brasileiros. Neste episódio, relembramos a trajetória e obra desses e de outros nomes do século 20, como Ariano Suassuna, Graciliano Ramos, Jorge Amado, Rachel de Queiroz, Osman Lins e Zé Lins do Rego. Também compreendemos a nova cena literária produzida por autores e autoras nascidos em estados do Nordeste. Diferentes entre si, têm vocações literárias que vão do mais erudito ao popular, abordando questões como a disputa pela terra, o drama psicológico, as religiosidades e o gótico.
Convidados: Cristhiano Aguiar e Micheliny Verunschk
Apresentação e curadoria: Joselia Aguiar, jornalista e escritora, doutora em História pela USP. Seu primeiro livro, "Jorge Amado – uma biografia", publicado pela Todavia, venceu o prêmio Jabuti em 2019 na categoria Biografia, documentário e reportagem. Finaliza para a mesma editora um livro em torno da vida e obra da pintora Djanira. É a organizadora da Coleção Brasileiras, que publica retratos de mulheres que se destacaram nos mais diversos campos de atuação. Entre trabalhos recentes, foi curadora da Festa Literária Internacional de Paraty – FLIP em 2017 e 2018 e dirigiu a Biblioteca Mario de Andrade entre 2019 e 2021.
Produção executiva: SP Leituras
Técnica de áudio e vídeo: Pé de Pano Produções
Edição: Denise Correa
Quatro poetas que se lançam na cena editorial nas primeiras décadas do século 20 vão cativar leitores e influenciar gerações de outros poetas. Constituem o cânone literário, leitura imprescindível. Um é mineiro, Carlos Drummond de Andrade, o do “sentimento do mundo”, talvez o mais presente dos quatro. Dois são pernambucanos. Manuel Bandeira, o mesmo de “Vou-me embora pra Pasárgada”, que estreou primeiro. João Cabral de Melo Neto, o outro pernambucano, chegou depois, já na década de 1940, o da “A educação pela pedra” e de “Morte e vida severina”, provavelmente seu trabalho mais conhecido do grande público. Finalmente uma é mulher, Cecília Meireles, a poeta do “Ou isto ou aquilo”, para lembrar de versos seus com apelo junto aos leitores mais jovens.
Convidados: Antonio Carlos Secchin e Tarso de Melo
Apresentação e curadoria: Joselia Aguiar, jornalista e escritora, doutora em História pela USP. Seu primeiro livro, "Jorge Amado – uma biografia", publicado pela Todavia, venceu o prêmio Jabuti em 2019 na categoria Biografia, documentário e reportagem. Finaliza para a mesma editora um livro em torno da vida e obra da pintora Djanira. É a organizadora da Coleção Brasileiras, que publica retratos de mulheres que se destacaram nos mais diversos campos de atuação. Entre trabalhos recentes, foi curadora da Festa Literária Internacional de Paraty – FLIP em 2017 e 2018 e dirigiu a Biblioteca Mario de Andrade entre 2019 e 2021.
Produção executiva: SP Leituras
Técnica de áudio e vídeo: Pé de Pano Produções
Edição: Denise Correa
As primeiras décadas do século 20 encontram Mário de Andrade dedicado a pesquisas estéticas e etnográficas que vão culminar na obra-prima Macunaíma. Neste episódio, conhecemos seu pensamento e o de outros autores, artistas e intelectuais a partir de uma riquíssima troca de cartas. Na tentativa de compreender o país, temos uma escritora baiana que, às margens do rio Paraguaçu, busca com sua realização literária estar próxima de acontecimentos locais e regionais. Trata-se de Amélia Rodrigues, autora de O mameluco, uma pioneira entre mulheres escritoras.
Convidados: Marcos Antonio de Moraes e Milena Britto
Apresentação e curadoria: Joselia Aguiar, jornalista e escritora, doutora em História pela USP. Seu primeiro livro, "Jorge Amado – uma biografia", publicado pela Todavia, venceu o prêmio Jabuti em 2019 na categoria Biografia, documentário e reportagem. Finaliza para a mesma editora um livro em torno da vida e obra da pintora Djanira. É a organizadora da Coleção Brasileiras, que publica retratos de mulheres que se destacaram nos mais diversos campos de atuação. Entre trabalhos recentes, foi curadora da Festa Literária Internacional de Paraty – FLIP em 2017 e 2018 e dirigiu a Biblioteca Mario de Andrade entre 2019 e 2021.
Produção executiva: SP Leituras
Técnica de áudio e vídeo: Pé de Pano Produções
Edição: Denise Correa
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