“O mundo está à espera de pessoas que confiem o suficiente para irem além de si mesmas”. (Walter Brueggemann)
Dizer “Santificado seja o teu nome”
Dizer “Santificado seja o teu nome” é cantar que o Pai Eterno é totalmente diferente de nós
por causa da santidade que Ele tem e nós não temos.
Quando cantamos “Santificado seja o teu nome”, não O tornamos impossivelmente mais
santo, mais perfeito, mais poderoso ou mais absoluto, mais digno, mais benigno, mais
paciente, mais generoso, mais perdoador ou mais gracioso, mas admitimos humildemente
que o Nosso Pai é perfeito, poderoso, absoluto, digno, benigno, paciente, generoso,
perdoador, gracioso, santo.
Cantar “Santificado seja o teu nome” é expressar também o nosso desejo de sermos santos,
não como Ele, mas como podemos ser, santos que pecam e confessam, confessam e se
arrependem, arrependem-se e mudam, mudam e retrocedem, retrocedem e se levantam e de
Quando louvamos “Santificado seja o teu nome”, reconhecemos que não somos perfeitos e
nem o podemos, poderosos e nunca o seremos, absolutos e não o queremos, porque
desejamos e podemos ser mais dignos, mais benignos, mais pacientes, mais generosos,
mais perdoadores, mais graciosos, mais santos.
Entoar “Santificado seja o teu nome” é trilhar o caminho que o Nosso Pai nos propõe, é
seguir em direção ao alvo que Jesus alcançou, é contemplar a meta que aceitamos como
nossa, porque precisamos ser santos e o mundo precisa que o sejamos, porque são os
santos que o sustentam e o transformam.
Bendizer “Santificado seja o teu nome” nos inspira a ser o que podemos ser e nos abençoa
para ser o que devemos ser: santos.
Por isto, oremos: “Pai nosso, santificado seja o teu nome”.
“Não tinham descanso, nem de dia nem de noite, proclamando: ‘Santo, santo, santo
é o Senhor Deus, o Todo-Poderoso, aquele que era, que é e que há de vir’”. (Apocalipse 4.8)